Umbanda

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Umbanda

O vídeo apresenta mais um testemunho de cura conseguido na Umbanda.
Link:
http://tvuol.uol.com.br/#view/id=fator-desconhecido–cura-espiritual-04023562C4B93346/user=yaq680z51683/date=2009-06-05&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/
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Você conhece?
Você já vivenciou?
Você tem um história para contar?
Ficarei feliz em ouvir.
Muito obrigado.
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas a instâncias da Vida
E-mail: sinapseslinks@gmail.com
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Taubaté

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Seminário de Humanização apresenta resultado positivo em Taubaté

11/05/2009

Na avaliação do Pai Alessandro Jorge Machado, um dos coordenadores do Seminário de Humanização e Promoção da Equidade em Saúde, realizado no último mês de abril em parceria com a Prefeitura de Taubaté através do Fundo Social de Solidariedade e Departamento de Saúde, Rede Nacional das Religiões Afro-Brasileira e Rede Nacional da População Negra, apresentou resultado positivo devido a ampla discussões de temas importantes para a sociedade.

O evento que ocorreu nas dependências do SESI (Serviço Social da Indústria), contou com a presença de representantes dos governos Estadual e Municipal, líderes religiosos de vários etnias (Umbanda, Candomblé, Católico, Evangélico e Espírita) da região do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira, Grande ABC, São Paulo (Capital), totalizando aproximadamente 150 pessoas representando mais de 20 municípios.

De acordo ainda com o Pai Alessandro Machado, todos os participantes foram unânimes em elogiar este evento, parabenizaram ainda a administração do prefeito Roberto Peixoto pelo compromisso social que mantém em todo o município de Taubaté.
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Fonte:
http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=13258
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Mãe Jussara de Yansã

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OBALUAIÊ – OMULU – XAPANÃ – SAPATÁ

Um dos Orixás mais temidos dentro de qualquer culto afro, e também um dos mais respeitado e poderosos, tanto que seu nome nunca deve ser mencionado em vão.

Suas raízes até hoje ainda são discutidas, pois cada escritor, cada lenda, o traz de lugar diferente. Filho de Nanã com Orixalá, dependendo da nação, tem um nome como Omulu, Obaluaê, Xapanâ ou Sapatá. Dono das doenças, das pragas, da miséria, domina a terra árida e quente, como o calor do sol e do fogo. Conhecido por sua personalidade muito forte, sempre contra os malfeitores e àqueles que não têm caráter, mas sempre indispensável dentro de qualquer ritual do candomblé ou outros.

Este orixá tem também um grande poder sobre os eguns (espíritos desencarnados ou ancestrais). Conhece todos os segredos da morte, sendo as vezes confundido com eku (a própria morte), é quem faz a limpeza do corpo, levando assim o egum para o outro plano. Seu principal símbolo é o xaxará, feito com a palha extraída da folha da palmeira, enfeitado com búzios e contas. Com esta ôarma® é que ele varre as doenças, os feitiços, a miséria e os males incuráveis. Usa também um longo cajado com três cabaças presas, onde carrega todo o segredo da criação.

Sua vestimenta é sempre de palha das costas, cobrindo o corpo inteiro, sua dança tem um ritmo totalmente particular chamado ôopanijé®. Sua saudação, dependendo da nação é Atôtô, ou Abawo. Tradicionais casas de Candomblé ou Umbanda do Brasil cultuam este Orixá no mês de Agosto, proporcionando cerimônias ôOlubajé® em sua homenagem. Normalmente, na casa de Candomblé, Obaluaiê tem o papel fundamental nos ebós (trabalhos) para que sejam afastados os obsessores, as doenças e a negatividade. Sua festa anual é o Olubajé, (Olu-aquele que, ba-aceita, jé-comer ; ou ainda aquele-que-come), são feitas oferendas e são servidas suas comidas votivas, seus “filhos” devidamente “incorporados” e paramentados oferecem as mesmas aos convidados/assistentes desta festa, em folhas de bananeira ou mamona.
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Mãe Jussara de Yansã (Axé Cantuá)
mae_jussara@hotmail.com
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Fonte:
http://www.opovo.com.br/opovo/colunas/ocultismo/873267.html
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Umbanda

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Umbanda

por Rubem César Fernandes

As primeiras informações registradas sobre a Umbanda datam dos anos 20 deste século e vêm de Niterói, no Rio de Janeiro, Estado onde, em 1941, organizou-se o Primeiro Congresso do Espiritismo de Umbanda.

Estas primeiras notícias, no entanto, faziam já menção à “Macumba”, no intuito de diferenciar-se dela, denotando, portanto, a pré-existência de práticas afins. Múltiplas iniciativas, livres de controles hierárquicos, potencializavam a comunicação entre elementos do catolicismo, do Espiritismo Kardecista e das tradições afro-brasileiras. Uma nova linhagem religiosa emergiu deste turbilhão simbólico, apresentando-se dividida, contudo, entre os nomes de “Umbanda” e “Quimbanda” ou, mais vulgarmente, “Macumba”.

Embora compartilhando um mesmo conjunto de crenças, estes nomes alternativos indicam uma divisão de sentido. Supostamente, a Umbanda trabalharia “para o bem”, enquanto a Quimbanda se distinguiria pela sua intenção de trabalhar “para o mal”. Esta é uma interpretação simplista, no entanto, pois a ambivalência entre o bem e o mal parece ser, na verdade, característica dos fundamentos míticos desta corrente religiosa. Concebe-se inserida num ambiente cósmico dividido entre diversas facções que se relacionam através de ataques e defesas místicas. Como ocorre nas disputas de amor e noutras situações competitivas, o bem de uma parte pode ser o mal de outra, e vice-versa.

A mitologia umbandista tem um claro sentido hierarquizante. As entidades religiosas distribuem-se por sete “Linhas”, comandadas por um orixá ou santo católico. As linhas subdividem-se em “Falanges” e “Legiões”, pelas quais distribuem-se espíritos desencarnados em vários estágios de evolução. O altar principal, chamado “Congá”, costuma ser enfeitado com uma grande quantidade de imagens e objetos, ilustrando a complexidade do panteon umbandista. Estes altares podem ter imagens de Cristo, o Guia do Terreiro, Nossa Senhora, santos como São Lázaro, São Jorge, Cosme e Damião, orixás, pretos velhos, caboclos, velas, colares, flores e por vezes ícones cívicos, como a bandeira nacional. A Umbanda surgiu no entre guerras, momento de forte afirmação do Estado nacional, e se assume como religião patriótica.

O culto é feito numa “Gira”, composta de música e dança sagradas. Os atabaques marcam o ritmo, os médiuns cantam o “ponto” sob a liderança da Mãe ou Pai de Santo, dançam em roda, e recebem os guias espirituais, funcionando como seus “cavalos” ou “aparelhos”. Além de se expressarem dançando a sua energia vital, como ocorre no Candomblé, os guias da Umbanda se apresentam para dar conselhos aos fiéis que se aproximam. Orientam os fiéis e purificam-nos através de “passes”, protegendo-os dos ataques místicos de que são vítimas.

A Mãe e algumas filhas de santo mais desenvolvidas costumam receber fiéis para consultas, o que fazem incorporadas pelos seus guias. Os terreiros de Umbanda tornam-se, assim, centros de avaliação e de resolução de uma infinidade de pequenos conflitos que afligem as pessoas em seu cotidiano. São especialistas na identificação das causas dos infortúnios, profundos conhecedores da psicologia social local. Ajudam a conformá-la, inclusive, emprestando-lhe um sentido maior. As competições cotidianas, cujos resultados desiguais semeiam a inveja e o ressentimento, resultam na produção de feitiços, ou mesmo na simples geração de negatividades que fazem mal. O povo da Umbanda (dir-se-ia o povo brasileiro, em larga escala) leva a sério o “mau olhado”.

Invenção cultural notável, a Umbanda traz, para a interpretação e resolução de conflitos, personagens “marginais” da hierarquia simbólica dominante: caboclos afoitos, que representam os espaços não domesticados das matas; pretos velhos, escravos já à margem do trabalho, que têm a sabedoria realista de uma vida sofrida; exus e pombas giras, identificados a personagens das ruas, que não se escondem atrás de máscaras sociais bem comportadas e que se movem com facilidade pelos meandros perversos dos conflitos humanos; crianças, que ainda não entraram na idade da razão. São estes os guias para a proteção e o aconselhamento. Distantes das autoridades oficiais, sejam seculares ou sagradas, possuem os poderes que se acumulam nas margens das estruturas burocráticas e simbólicas. São poderes usualmente descartados pelas ideologias oficiais, que encontram abrigo na Umbanda e podem, através dela, dar um sentido positivo à sua experiência e ao seu destino.
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Autor:
Rubem César Fernandes formou-se em História, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fez mestrado em Filosofia, na Universidade de Varsóvia (Polônia), e tornou-se PhD na Universidade de Colúmbia (Nova York). Foi professor na Universidade de Colúmbia, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no Museu Nacional (Rio de Janeiro), na UFRJ e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). É secretário executivo do Instituto de Estudos da Religião (ISER) e secretário executivo do Viva Rio. Autor, entre outros, de Romarias da Paixão (Rio de Janeiro, Rocco, 1995), Privado Porém Público (Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1995), Vocabulário de Idéias Passadas (São Paulo, Relume Dumará, 1995) e Novo Nascimento – Os Evangélicos em Casa, na Igreja e na Política (no prelo).
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Fonte:
http://www2mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/artecult/religiao/umbanda/index.htm
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Publicado em SinapsesLinks:
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Mediunidade

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Mediunidade

Fonte:
http://www.sidneyrezende.com/noticia/31045+peso+da+mediunidade

A mediunidade é um peso na vida das pessoas?

Para responder a essa questão precisamos entender o que é mediunidade. Mediunidade é a capacidade que o ser encarnado tem de manter algum tipo de comunicação com o ser desencarnado. Todos a temos, porém, em níveis diferentes de desenvolvimento e levando-se em consideração a capacidade do espírito de reencarnar-se, tais níveis poderão ser tão baixos em determinadas encarnações que não mostrar-se-ão visíveis, levando a crer que não é uma característica de todos, principalmente, para os que não têm uma base sólida na crença do espírito e nas suas manifestações.

A mediunidade não é, portanto, um fardo ou um dom, o que não lhe atesta um peso, ou seja, não existe para punir ou abrilhantar a vida de ninguém.

A mediunidade serve para que possamos crescer e ajudar outros a crescerem também, porque nos permite aliviar, através de nossa intermediação, (comunicações com os espíritos) as dores daqueles que nos procuram nas casas espíritas. A mediunidade, além de níveis diferentes de desenvolvimento, apresenta-se de diversas maneiras ou tipos. Audição, Vidência, Intuição, Incorporação e muitas outras. Nenhuma delas é melhor que a outra e nós importa que as procuremos desenvolver adequadamente a fim de que nos tornemos aparelhos mais capazes para que os espíritos, na Umbanda denominados de Entidades ou Guias Espirituais, possam praticar os seus trabalhos espirituais.

Há diversas maneiras de se entender o tipo e a condição de trabalho da mediunidade e, conseqüentemente, do médium. Tais maneiras dependem sobremaneira da doutrina aplicada, no entanto, é fato que, por mais capacitado que seja o médium, ele sempre será um intermediário. A essência do trabalho caberá sempre ao espírito, à Entidade, ao Guia.

As manifestações da mediunidade de incorporação são sem dúvidas as mais conhecidas e, por isso mesmo, as mais discutidas. Descrevem-nas como conscientes, inconscientes e semiconscientes. Entretanto, independente de como se apresentem, o médium deverá ter sempre a humildade de aceitar que, apesar de muito importante no processo mediúnico, sua função é a de intermediário. Aceitando isso, com certeza, estará sempre incluído em um bom plano de aprendizado e melhoramento de seu nível mediúnico.

Quanto ao tipo de espírito que poderá manifestar-se através do médium, vai depender da doutrina ou mesmo religião a que o médium estiver ligado, embora, qualquer tipo de espírito poderá fazer qualquer tipo de comunicação através de um médium, desde que a sua mediunidade seja coerente com o tipo de comunicação que o espírito deseje ou possa fazer.

A Umbanda, ainda que se discuta esse fato, é uma religião de caráter espírita, pois, crê no espírito e na sua manifestação e processa-se basicamente através dessas manifestações. As Entidades de Umbanda são espíritos já dotados de grande elevação espiritual, identificados, nominal e pessoalmente, como Caboclos, Pretos-Velhos, Exus, Crianças e outros, possuindo um nome próprio específico que os identificam completamente – Caboclos: Pedra Preta, Da Pedra, Cobra Coral; Pretos Velhos: Pai João, Pai Antonio, Vovó Maria Conga; Exus: Exu Porteira, Exu Veludo, Caveira, etc…. Estes Guias manifestam-se através do seu médium sempre que forem chamados nas sessões ou nas dificuldades, ou mesmo, se definirem que há necessidade extrema de um recado ou de uma ajuda. Cada médium tem várias Entidades em sua coroa, podendo inclusive, ser mais de uma de cada tipo de Entidade sendo que uma delas em especial é considerada a Entidade de Frente, ou seja, aquela que na maior parte das vezes estará à frente para a conclusão dos trabalhos e que normalmente acompanha o médium mais efetivamente no início de seu desenvolvimento mediúnico.

De forma geral, as manifestações são sempre muito semelhantes, embora cada Entidade apresente uma característica bastante própria, mas estas diferenças não definem alguma superioridade de uma Entidade sobre outra. Para o médium o que importa é a vontade de servir e a humildade de saber-se mero intermediário, precisa ainda também de inabalada fé para esperar os momentos certos de seus merecimentos. Serão estas virtudes dos médiuns que ajudarão e muito as Entidades nos seus trabalhos de cura e soluções dos problemas que lhes apresentam.

Saravá Umbanda!
Que Oxalá abençoe a todos,
Robson Nogueira – Solo!
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Macumba em Londres!

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Macumba em Londres

Ivan Lessa
Colunista da BBC Brasil

O terreiro fica em Willesden. Noroeste de Londres. Bairro globalizado. Judeus, irlandeses, negros.

O terreiro é um flat térreo numa casa comum de três andares. Funciona às sextas-feiras. O pai de santo recebe os convidados na entrada. Todo de branco, expressão séria.

O terreiro ocupa apenas a sala de estar. Para um lado foi rolado o tapete, num canto um boom box batuca tambores, noutro um rapaz muito branco, sem camisa, está sentado de cócoras, mexendo com conchas: é o preto véio.

Duas mocinhas com lenço branco na cabeça, lembrando ciganas, ensaiam uns passos no centro da sala. Uma poltrona e uma mesa desmontável ficaram empoleiradas no corredor. Na parede, um poster do Cristo Redentor e outro da cachaça 51 (“The favorite flavour of Brazil”). Alguém comenta que, se é inglês britânico, o “favorite” deveria ser com U, “favourite”, feito o “flavour”. Falou um pouco alto demais. O dono da casa, ou pai de santo, faz uma cara feia.

Durante a semana, trabalha atrás do balcão de uma churrascaria de rodízio em Willesden Junction. A mesma pessoa que fez a observação sobre a falta de unidade ortográfica do poster, agora em voz mais baixa, respeitosa, explica para o companheiro ao lado, que as duas moças são pomba-giras e, quando não estão empombadas ou girando, estudam inglês numa escola de Oxford Street e aguardam uma decisão sobre a legalidade de seus casamentos. Uma com um polonês, outra com um escocês.

Deve haver, entre os assistentes, umas 6 pessoas. Quase o mesmo número de participantes ativos. Sem qualquer aviso, os trabalhos têm início. Quem informa é o boom box com o volume lá em cima espalhando pelo recinto tambores, atabaques e instrumentos de percussão variados.

O pai de santo solta o primeiro “êe” da noite. Levanta o braço direito como um boxeador que defende o rosto, deixa o esquerdo cair ao longo do tronco. Curvado, após mais um ou dois “êes”, se anuncia tomado. Lembra vagamente Chico Anísio numa de suas encarnações dos anos 70. Diz em voz negroide que o Caboclo das Sete Encruzilhadas estava presente. As pomba-giras executam uma pequena dança, os olhos voltados para o chão, as duas mãos cruzadas nas costas. “Êe” cantarolam suaves. Como se não querendo roubar a cena do Caboclo das Sete Encruzilhadas.

O rapaz de cócoras acende um charuto e passa-o para o pai de santo. Depois acende outro para ele mesmo. Não se sabe direito de onde, surge uma garrafa de cachaça. A 51. O caboclo dá uma boa talagada pelo gargalo. Passa a garrafa para as pomba-giras que repetem o ritual. O que sobra, e não é muito, volta para o rapaz no chão, que liquida de vez com a aguardente. Solta um “êê” em tom decidido e começa a sacudir as conchas na mão. O pai de santo executa algo parecido com passos de dança murmurando resmungos ininteligíveis.

Alguém, sempre o mesmo alguém misterioso, quase invisível, aumentou, ao que parece, o som do poderoso rádio de mão. Dois dos assistentes, um homem e uma mulher, de aspecto indistinto, vão se entender com o rapaz sem camisa, o preto véio. Pedem para que jogue os búzios. Que são jogados. Bem alto, todo mundo ouvindo, conclama quase com a mesma voz do pai de santo, apenas um pouco mais gutural, que é para ele tomar cuidado pois querem “quebrar a perna dele”. Depois, como uma vírgula, outro “êe” e agora a sorte é para a moça: ela que se cuide pois “cavalo preto quer montar nela”. Cara sem graça dos dois. No terreiro, charutadas, passos curtos e corcovas.

Uma ou duas horas depois, todos restabelecidos. Quem era para subir, subiu. Ficou quem era para ficar. O boom box agora na estação de reggae, bem baixinho. Servem croquetes, pão de queijo e caipirinha. Passam um vaso decorado com uma arara para contribuições destinadas a manter o terreiro, que não se destina a fins lucrativos, como deixam bem claro.

Na estação de Willesden Green, esperando o metrô que os leve ao centro, onde serão feitas as devidas baldeações, dois dos convidados de primeira viagem, comentam a autenticidade do evento de que participaram. Debatem ainda, sem muita erudição, pormenores do sincretismo religioso brasileiro, e quais as diferenças entre macumba, umbanda, quimbanda, candomblé e espiritismo kardequiano. Não entendem nada. Faz frio. Um deles solta um “êe”. O outro olha feio.
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Fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/01/090211_ivanlessa_tp.shtml
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Janelas da Alma:
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