Langerton Neves da Cunha

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Langerton Neves da Cunha
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Langerton Neves da Cunha sempre esteve às voltas com as plantas e a mediunidade. Nascido na cidade de Jubaí, no Triângulo Mineiro, em 1929, foi por lá mesmo que se criou casou, teve dois filhos e adotou mais onze para completar a família.

Suas primeiras manifestações mediúnicas ocorreram aos sete anos. Aos dezoito era médium curador e, a partir de 1959, sob a orientação de Eurípedes Barsanulfo, tomou-se médium receitista fitoterapeuta.

Com atendimento na casa espírita, sempre vinculado ao Evangelho, Langerton fornecia os medicamentos manipulados com plantas medicinais cultivadas na horta que ele mesmo formara e manipuladas na Farmácia Frederico Peiró, na Vila Cantinho Espírita, em Peirópolis, Uberaba, onde residiu e trabalhou.

Com um conhecimento acentuado sobre plantas, princípios ativos e suas aplicações, era frequentemente procurado e se correspondia com inúmeras pessoas do Brasil e do exterior.

Também viajava constantemente para levar atendimento aos necessitados e multiplicar trabalhadores na fitoterapia vinculada ao tratamento do espírito. A Vila Cantinho Espírita ainda tinha em sua estrutura o Internato Espírita Nosso Lar, Lar dos Apóstolos, Albergue Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, Escola de Fitoterapia e o laboratório. Convidado pelo médium Chico Xavier a dar suporte aos trabalhos que realizava aos sábados no Centro Espírita A Prece, em Uberaba, Langerton ali permaneceu durante trinta anos ininterruptos, dedicando-se ao trabalho.
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Fonte: http://bit.ly/vaZqUy
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Chico Xavier

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Chico Xavier

Semana passada, cerca de 2.000 pessoas estiveram em Pedro Leopoldo participando do II Encontro Nacional dos Amigos de Chico Xavier – o maior médium que já existiu entre nós.

E volto no tempo, quando, numa noite fria em Uberaba, com 18 anos de idade, me vejo equilibrando-me no alto de uma janela. Eu e uma multidão que foi àquela cidade para vê-lo psicografando, em estado mediúnico.

O guarda me tirava e eu voltava correndo até, finalmente, conseguir adentrar na sala apinhada. A emoção era tanta que sequer piscava os olhos, sabia que estava diante de uma pessoa ímpar.

Lembro-me da casa simples, da mesa de madeira em que ele, com a cabeça abaixada e os olhos cerrados, psicografava mensagens daqueles que já se foram, dirigidas a parentes e entes queridos ali presentes. Imagino quanto conforto essas mensagens pessoais e detalhadas traziam a essa gente.

Nesse dia, adquiri vários dos seus livros, dentre os mais de 400 que já psicografou e cujos direitos autorais eram e continuam sendo doados a obras assistenciais.

Na manhã seguinte, acordei cedo para acompanhá-lo a uma peregrinação por bairros pobres da cidade. Humilde, caladinho, com uns óculos enormes e pesados, distribuía mantimentos e sorrisos tímidos. Voltei para Belo Horizonte com a certeza de ter visto um “santinho”.

Um “santinho” que ainda hoje, através de suas mensagens, me acompanha. Há anos, o livro “Calma”, psicografado pelo espírito Emmanuel, é meu livro de cabeceira.

Ao ler sua biografia, descubro que seu primeiro contato com a doutrina espírita foi em 1927. Quando criança, costumava ouvir vozes ou sentir mãos sobre as suas, guiando suas escritas. Menino, não compreendia como sua mãe, já desencarnada, continuava a lhe aparecer, principalmente nos momentos de aflição.

E me vem à mente uma experiência pessoal. Com 14 anos, acordei no meio da noite sendo observada por uma mulher. Refeita do susto inicial, levantei minha cabeça e fiquei ali, olhando para aquela senhora morena, alta, com uma espécie de coque que, em silêncio, me guardava. A imagem durou alguns segundos até se desfazer. Não tive medo, apenas curiosidade em saber quem era e o porquê de estar ali, ao meu lado, naquela madrugada fria. Deixei a luz acesa e, absorta em pensamentos, novamente adormeci.

No dia seguinte, contei a minha mãe o ocorrido. Ela, sem estranhar, disse-me que, pela descrição, tratava-se da Chica, sua ama, amiga, confidente e protetora. Falecida há mais de 40 anos, jamais deixou de nos acompanhar. De acordo com minha mãe, foi quem ajudou a criá-la, dando-lhe conselhos e ensinamentos cheios de simplicidade e sabedoria. Dizem que, quando minha mãe nasceu, Chica passou um ramo de alecrim em seu rosto, banhou-a na água de rosas e disse: Nada de mal vai lhe acontecer. E desde então, nunca mais a deixou.

Quando a vi em meu quarto, foi num período difícil de nossas vidas, minha mãe estava doente e eu, meio perdida com a situação. Ainda hoje, mantenho em meus pertences uma sua foto. Ao vê-la, não tenho dúvidas, é a mesma que numa noite, num momento de provações, zelava por mim.

Às vezes, sinto uma ligação quase telepática com uma grande amiga que mora distante. Dizem que já fomos irmãs em outras vidas. Acontece também de pensar em determinada pessoa e ela no exato momento me ligar – o que ocorre com frequência entre meu marido e eu. Também a intuição se faz presente em várias circunstâncias. Sei que esse tipo de sensibilidade é comum a muitas pessoas. Não estou segura se poderia ser chamado de mediunidade, provavelmente não, mas, seja como for, não é nada que cause estranhamento.

Chico Xavier, numa certa ocasião, disse: “Nunca quis mudar a religião de ninguém, porque não acredito que a religião ‘a’ seja melhor que a religião ‘b’. Nas origens de toda religião cristã está o Pensamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se Allan Kardec tivesse escrito que ‘fora do Espiritismo não há salvação’, eu teria ido por outro caminho. Graças a Deus ele escreveu ‘Fora da Caridade’, ou seja, fora do Amor não há salvação…”.

Admiro e me identifico com a doutrina kardecista. Ouvir sobre o evangelho ou tomar um passe são coisas que me trazem conforto, assim como comungar numa igreja Católica ou participar de um encontro na Sociedade Teosófica (que não diz respeito a uma religião específica, mas à Verdade de todas). Estar num templo hinduísta na Índia, ao som de um mantra, é fascinante. O budismo, mais que religião, é uma filosofia de vida. Nunca entrei numa sinagoga, mas sei da profundidade e sabedoria da cabala. Admiro os evangélicos pela sua fé e pelo papel social que exercem nos conglomerados da cidade. Deus é igual para todos, não importa a que religiões pertençam.

Para finalizar, transcrevo uma das inúmeras manifestações escritas que o “santinho” Chico nos delegou: “Vida É o amor existencial. Razão É o amor que pondera. Estudo É o amor que analisa. Ciência É o amor que investiga. Filosofia É o amor que pensa. Religião É o amor que busca a Deus. Verdade É o amor que eterniza. Ideal É o amor que se eleva. Fé É o amor que transcende. Esperança É o amor que sonha. Caridade É o amor que auxilia. Fraternidade É o amor que se expande. Sacrifício É o amor que se esforça. Renúncia É o amor que depura. Simpatia É o amor que sorri. Trabalho É o amor que constrói. Indiferença É o amor que se esconde. Desespero É o amor que se desgoverna. Paixão É o amor que se desequilibra. Ciúme É o amor que se desvaira. Orgulho É o amor que enlouquece. Sensualismo É o amor que se envenena. Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente”.
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LAURA MEDIOLI laura@otempo.com.br
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Fonte:
http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1278&IdColunaEdicao=8399
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Uma visita inesquecível

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UMA VISITA INESQUECÍVEL

Pelos idos dos anos 70 viajamos para a bela cidade de Uberaba para visitarmos o nosso querido Chico Xavier. Chegando na rua Eurípides Barsanulfo, embora ainda faltasse algum tempo para o inicio da reunião onde contaríamos com a presença do Grande Médium, já era intensa a movimentação em torno da Casa Espírita.

Mães, muitas delas carregando seus filhos ao colo, entravam pelo portão, para em seguida, acomodarem-se em torno de longa mesa tosca em busca da sopa reconfortante, cujos pratos, fumegantes, estavam sendo servidos por cerca de uma dezena de voluntários.

Algumas dessas mulheres carentes, ao mesmo tempo em que se alimentavam, procuravam amamentar seus rebentos. Essas criaturas, além de roupas e alimentos, recebiam assistência medica efetuada pelo Médico e Médium doutor Valdo Vieira. Ficamos emocionados com o trato carinhoso dispensado pelo companheiro do Chico, àquela verdadeira multidão de necessitados.

Valdo em pleno vigor da juventude, trazia no semblante sereno as marcas saudáveis e rubras do jovem que denotava usufruir os tempos felizes. Tal realidade não se dava somente no campo das aparências, pois nosso irmão durante os trabalhos da psicografia, em companhia do grande Chico, postava-se para a recepção das mensagens, lado a lado, ambos atuavam fazendo com que os lápis deslizassem com velocidade incrível sobre as alvas folhas de papeis. A igualdade e a grandeza do fenômeno não se davam apenas no campo das aparências, pois as belezas das mensagens eram tocantes e se confundiam.

O consultório onde Valdo prestava atendimento limitava-se a um cubículo, cuja porta era frontal à calçada, onde perfilavam crianças e adultos. A fila formada defronte o pequeno consultório estendia-se ao longo da murada e o mais impressionante é que muitos desses necessitados diziam-se forasteiros e que haviam empreendido longas caminhadas pela noite adentro até ali chegarem.

Aquela multidão de necessitados guardava profundo respeito pelos dois missionários. O que nos deixou emocionado foi o fato de constatar que os médiuns retribuíam cada vez que tinham suas mãos beijadas pelos maltrapilhos, abraçando-os fazendo festas, como se os tivessem reencontrado depois de muito tempo.

Convidado pelo Chico, para que lhe fizesse companhia, enquanto ele estivesse prestando atendimento Fraterno, as pessoas que compunham caravanas originárias dos diversos estados. Confesso que me enchi de importâncias, chegando a imaginar que ele assim procedia por necessitar que eu lhe desse “uma força”. Vejam até que ponto pode chegar a mísera pretensão humana.

Postei-me ao lado do grande Médium e ele iniciou o atendimento a aquela verdadeira multidão. Voltei-me para traz e constatei que não havia uma só cadeira. Como assim? Praticamente setecentas pessoas a serem ouvidas e nós aqui em pé ?
Mas era esse o procedimento daquela Grande Alma. Não se dava o direito de sentar-se enquanto aqueles que o buscavam permanecessem a sua frente em busca de uma palavra.

Aproximou-se uma senhora carregando nos braços uma menina de aproximadamente dois anos e perguntou ansiosa:
– Chico esta menina esteve tão doentinha, será que agora ela vai se arribá?
O Médium depois de um largo sorriso ergueu o bracinho da criança e disse eufórico:
-Querida irmã essa menina só pode sarar! Observe a mãozinha dela! Mais parece uma estrela!
Notei que os olhos da mulher marejaram.

Na verdade, até então não havia presenciado tamanha expressão de felicidade no semblante de uma mãe. Naquele momento pude avaliar a razão pela qual Chico houvera solicitado, para que eu pobre ignorante, ali ficasse ao seu lado, a fim de que pudesse assimilar tudo aquilo.

A visão ampla daquele homem revelava-se em seus mínimos gestos. Num determinado instante ele permitiu -se interromper o atendimento àquelas pessoas e voltando-se para uma voluntária da casa solicitou gentilmente:
-Mirtes, por favor, peça ao irmão Lázaro que venha até aqui.
Um minuto depois se aproximou o homem aparentando trinta e cinco anos. Colarinho da camisa todo puído e trazia o semblante marcado pela tristeza. Assim que deu um carinhoso abraço no Lázaro Chico perguntou-lhe:
-E então bom amigo, conseguiu safar-se da enfermidade?
-Sim Chico, mas será que eu vou conseguir arrumar emprego?
-Esteja certo disso Lázaro – disse enquanto erguia os braços da humilde criatura – Se Deus lhe deu dois instrumentos tão maravilhosos quanto esses, será que Ele vai negar-lhe um emprego?
Lázaro se foi pisando nas alturas, e eu cada vez mais abestalhado com tudo aquilo que acabava de presenciar.

Confesso que nem me lembro se minhas pernas estavam cansadas ou não, só sei que o grande Chico, na grandeza de sua humildade, fez de contas que não percebeu que viera marcar para sempre, com seus exemplos de Amor, a Alma desta mísera criatura.

Álvaro Basile Portughesi
clareon@uol.com.br
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Publicado em SinapsesLinks:
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Chico Xavier

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Chico Xavier

Pedro Leopoldo e Uberaba – A primeira, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é a cidade natal; a segunda, no Triângulo Mineiro, é adotada.

Chico Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, onde morou até os 49 anos; depois, partiu para Uberaba e lá ficou até morrer, aos 92 anos.

Foi nos dois municípios que Francisco Cândido Xavier praticou seus 75 anos de mediunidade, deixou a marca de sua obra espiritual e assistencial e as lembranças de uma trajetória cheia de fé, admiração e respeito. “Pedro Leopoldo foi o berço natal e Uberaba o berço que o acolheu”, explica o filho de criação do médium Eurípedes Humberto Higino dos Reis, que cuida do legado de Chico em Uberaba. “Ele dizia que Pedro Leopoldo era a mãe e Uberaba, a tia”, revela o curador da Casa de Chico Xavier em Pedro Leopoldo, Hélcio Marques.

Conheça o perfil de Chico Xavier

A Casa de Chico Xavier está instalada onde ele morou. Ela abriga exemplares em diversos idiomas dos mais de 400 livros psicografados pelo médium e das 170 obras que versam sobre ele, além de reportagens de jornais, revistas e em fitas de vídeo. Além desse espaço, Pedro Leopoldo tem o Centro Espírita São Luiz Gonzaga, erguido no local onde era a casa em que Chico nasceu, em 1910. Uma das principais praças da cidade, desde 1980, recebeu o nome do médium.

A Fundação Cultural Chico Xavier está encarregada da construção do Memorial Chico Xavier, no Açude do Capão, local em que, em 1931, o médium viu, pela primeira vez, seu benfeitor espiritual, Emmanuel.

Cada local ligado à história de Chico Xavier representa uma etapa dos Caminhos da Luz, marcados por placas indicativas. Estão incluídas a Fábrica de Tecidos Cachoeira Grande e a Fazenda Modelo, onde ele trabalhou, e a Mostra Permanente Chico Xavier, com parte do acervo recolhido pelo pesquisador Geraldo Leão, que integram o Arquivo Público Municipal de Pedro Leopoldo.

Em Uberaba, há o Museu Chico Xavier, instalado na casa do médium e em fase de ampliação. Lá estão o quarto onde ele dormia – o Recanto do Chico –, preservado como no dia em que desencarnou, em 2002, a mesa em que ele psicografava e a coleção dos bonés que eram sua marca registrada. Podem ser vistos também suas obras, material sobre ele e um amplo acervo de fotografias e de informações sobre sua trajetória.

CASA DA PRECE
O Grupo Espírita da Prece continua realizando cultos aos sábados no local que ficou conhecido popularmente como Casa da Prece. Era lá que Chico, às sextas-feiras e aos sábados, recebia mais de 500 pessoas. Eurípedes dos Reis conta que ele começava a atender às 14h e ia até as 5h do dia seguinte.

Por iniciativa da Prefeitura de Uberaba e de outras instituições locais, foi criado o Instituto Chico Xavier, com o objetivo de construir um memorial que contará com biblioteca, sala de vídeo, galeria e auditório, em 1,3 mil metros quadrados de área construída. A obra está em andamento.

O instituto pretende recolher e reunir em um só local mensagens, cartas e imagens, além de todo o acervo já disponível. O material impresso sobre o memorial preconiza: “Chico Xavier é mundial, um antagonismo entre o tamanho de sua fama e sua simplicidade. O memorial será universal, tal qual o seu exemplo”. Os espaços de Uberaba e de Pedro Leopoldo deverão estar prontos para as comemorações do centenário de nascimento de Chico, no próximo ano. (abril 2010)

Tanto em Pedro Leopoldo quanto em Uberaba, a obra assistencial do médium continuou depois de sua morte. Na terra natal, o Centro Espírita Luiz Gonzaga, fundado por Chico em 1950, mantém a sopa fraterna Maria João de Deus (nome da mãe do médium), que alimenta cerca de 300 pessoas todos os sábados, além de fornecer enxovais para bebês. E a Casa de Chico Xavier distribui 200 cestas básicas por mês e atende 150 famílias por semana ofertando pão e leite.

ENCONTRO Em Uberaba, o Refeitório Amigos Anônimos fornece jantar a cerca de 1 mil pessoas todas as quintas-feiras e o Assistencial Chico Xavier distribui cestas básicas, pão, leite e enxovais a outras 800, aos sábados. O assistencial dispõe ainda de gabinetes médico e dentário para atendimento gratuito. “Chico dizia que não era somente matar a fome, porque os bons espíritos faziam tratamentos naquelas filas. A doação era o chamarisco para que as pessoas recebessem tratamento espiritual”, conta Eurípedes dos Reis. Segundo o filho adotivo do médium, apareciam até pessoas que não eram carentes, mas “vinham buscar os donativos porque queriam pegar na mão dele”.

A capacidade de atrair gente que Chico demonstrou em vida continuou depois da desencarnação. “O povo ficava em cima dele. A necessidade de misericórdia era muito grande”, avalia Hélcio Marques. A Casa de Chico Xavier, em Pedro Leopoldo, inaugurada há três anos, já recebeu 37 mil visitantes, a maioria de outras cidades e estados e em torno de 5% do exterior. E o Culto do Evangelho, realizado no local aos domingos, tem sempre a presença de 150 pessoas, em um espaço adequado para receber 60.

O túmulo de Chico Xavier, no Cemitério Municipal São João Batista, em Uberaba, é um dos mais visitados. No mausoléu está uma estátua em bronze do médium em sua pose, ao psicografar, e exemplares de seus livros, entre eles, o primeiro (Parnaso do além túmulo) e o mais vendido (Nosso lar).

Entre 18 e 20 de abril, mês do aniversário de nascimento do médium, será realizado, em Pedro Leopoldo, o 2o Encontro Nacional Amigos de Chico Xavier, com expectativa de 3,5 mil participantes. Ao primeiro encontro, no ano passado, em Uberaba, compareceram 2,5 mil pessoas.
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Maurício Lara – Estado de Minas
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Fonte:
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/03/29/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=104448/em_noticia_interna.shtml
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Conheça: Janelas da Alma
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