Taubaté – Televisão

*

Taubaté-SP
Programação Espírita na Televisão

TV Cidade:
2ª feira 17:00h.
3ª feira 16:00h.
4ª feira 16:00h.
4ª feira 21:00h.
5ª feira 16:00h.
5ª feira 19:00h.
6ª feira 17:00h.
Domingo 10:00h.

TV Metropolitana:
2ª feira 19:00h.
3ª feira 19:00h.
5ª feira 19:00h.
6ª feira 18:00h.
Sábado 09:30h.
Domingo 12:30h.
*
Fonte:
ceuctaubate@gmail.com
*

Taubaté

*

Seminário de Humanização apresenta resultado positivo em Taubaté

11/05/2009

Na avaliação do Pai Alessandro Jorge Machado, um dos coordenadores do Seminário de Humanização e Promoção da Equidade em Saúde, realizado no último mês de abril em parceria com a Prefeitura de Taubaté através do Fundo Social de Solidariedade e Departamento de Saúde, Rede Nacional das Religiões Afro-Brasileira e Rede Nacional da População Negra, apresentou resultado positivo devido a ampla discussões de temas importantes para a sociedade.

O evento que ocorreu nas dependências do SESI (Serviço Social da Indústria), contou com a presença de representantes dos governos Estadual e Municipal, líderes religiosos de vários etnias (Umbanda, Candomblé, Católico, Evangélico e Espírita) da região do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira, Grande ABC, São Paulo (Capital), totalizando aproximadamente 150 pessoas representando mais de 20 municípios.

De acordo ainda com o Pai Alessandro Machado, todos os participantes foram unânimes em elogiar este evento, parabenizaram ainda a administração do prefeito Roberto Peixoto pelo compromisso social que mantém em todo o município de Taubaté.
*
Fonte:
http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=13258
*

Pânico, ansiedade e depressão

*

Pânico, ansiedade e depressão

“Síndrome do pânico, ansiedade e depressão” é tema de palestra em Taubate

Para comemorar 60 anos de fundação, a Associação Espírita Joana D´Arc, promove dia 2 de maio, às 20 horas, uma Palestra sobre Síndrome do Pânico, Ansiedade ou Depressão? A palestra será ministrada pela psicóloga Dra. Lourdes Possato, autora dos livros “Em busca da Cura Emocional”, “É tempo de mudança”, “Essência do Encontro” e “Ansiedade sob controle”, todos sucessos de venda. Para abrir a noite, os convidados serão recepcionados com uma apresentação artística do Quarteto de Cordas da Escola de Artes Fêgo Camargo.

A palestra será na sede da Associação Espírita Beneficente Joana D´Arc, que fica na Rua do Colégio, 151- Bom Conselho, em Taubaté.

As inscrições para os participantes são gratuitas e podem ser feitas através do telefone (12) 3025-6780, com Cristiane.
*
Fonte:
http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=13130
*

Taubaté

*

17ª Semana do Livro Espírita em Taubaté

A comunidade Espírita de Taubaté comemora a 17ª Semana do Livro Espírita, que será realizada no período de 17 a 25 de abril, a partir das 20 horas, pelo Centro Espírita União e Caridade, que está localizado à Rua Dr. Souza Alves, nº 142, Centro, Taubaté.

Neste evento, que conta com o apoio da União Social Espírita – USE – Intermunicipal de Taubaté, serão ministradas diversas palestras por ilustres oradores dos estados de Mato Grosso, São Paulo e do Rio de Janeiro. Será realizado também um seminário e apresentações artísticas.

Dr. Alírio de Cerqueira Filho, renomado médico de Cuiabá – MT irá proferir a palestra de abertura, cujo tema será Saúde Espiritual.

O seminário que tem como tema “A Crucificação de Jesus” acontecerá no dia 25 de abril, das 09h às 12h, e será apresentado pelo ilustríssimo Sr. André Marinho, da cidade do Rio de Janeiro – RJ.

Além da programação de palestras e do seminário, o Centro Espírita União e Caridade irá promover também, durante a 17ª Semana do Livro Espírita, a feira de livros com descontos super especiais e realizará sorteio de livros nas palestras.

O stand dos livros ficará localizado na Praça Dom Epaminondas, e funcionará das 09 às 18 horas.
Este evento é aberto à todos que apreciam uma boa leitura e tem interesse em conhecer a Doutrina Espírita.
*
Repassando a pedido de:
ceuctaubate@gmail.com
*

Cirurgia Espiritual

O Caso de Pindamonhangaba

O espírito de um médico desencarnado em Bauru há cerca de vinte anos, completamente materializado, realizou na mais absoluta obscuridade uma operação cirúrgica de apendicite, com toda a técnica médico cirúrgica, sem anestesia, sem instrumentos cirúrgicos visíveis e sem esterilização.

A intervenção no paciente, que sofria de apendicite crônica, constatada anteriormente pela radiografia de seu apêndice infeccionado, foi realizada sob rigoroso controle de três médicos insuspeitos e fiscalizada pelo próprio delegado de policia local. O apêndice, extraído pelo espírito do médico operador, foi encerrado num vidro, com álcool, encontrado junto à cama do operado.

O exame radiológico praticado no paciente sete dias após a operação, pelo Doutor Ortiz Patto, de Taubaté, revelou a ausência daquele órgão, evidenciando que André di Bernardi tinha sido de fato operado.

Este fato mediúnico provocou, como não poderia deixar de provocar, assombro no meio profano e inaugurou, no dizer do doutor Lessa, médico presente à operação, a “Era das operações cirúrgicas no escuro sem as banalidades das assepsias”.

Os antecedentes do fato

Foi na sessão de 16 de dezembro de 1944 que o espírito guia do padre Zabeu Kauffman, em voz direta (penumatofonia) cientificou aos componentes do Centro Irmã Terezinha, de Pindamonhangaba, que aí seria muito breve procedida uma operação cirúrgico espiritual na pessoa do nosso irmão André Di Bernardi, sendo, no entanto, necessário que o Dr. F. Lessa Jr. providenciasse antes a colocação no recinto destinado à intervenção, os objetos usuais e indispensáveis nestes trabalhos, inclusive um vidro com álcool destinado aos resíduos operacionais.

Adiantou o espírito comunicante que o operador seria o espírito materializado do Dr. Luiz Gomes do Amaral, devendo ser o paciente previdentemente examinado por médicos. Obtidas chapas radiográficas antes e depois da operação, enfim documentos comprobatórios do acontecimento e que lhe sirvam a todo tempo de prova concludente e insofismável.

Por vontade de Dr. Luiz Gomes, o espírito operador, foi feito um convite ao seu filho terreno, Dr. Edson do Amaral, para determinar o dia da intervenção cirúrgica a qual teria que assistir. Ciente o Dr. Edson, que foi o único médico desta capital presente à sessão de Pindamonhangaba. Esse conceituado médico operador aceitando o convite, designou o dia 6 de janeiro findo para o ato operatório e assim se manifestou à imprensa relatando os motivos pelos quais resolvera comparecer ao ato da operação realizada em Pinda, confessando ao mesmo tempo o inteiro sucesso dessa sensacional intervenção cirúrgica:

— “É interessante a maneira como resolvi assistir a operação realizada em Pindamonhangaba”.

“Disseram-me que meu pai fora médico da Leopoldina e que havia morrido em Bauru, precisando exatamente a data do seu passamento 06/10/1926. Diante disso, e atendendo a insistentes convites com o único objetivo de estudos, fui a Pinda. Preferi ficar em casa de um dos médiuns e não permiti que um conversasse com o outro.

“No ato da operação, realizada numa sala exígua, examinei tudo com muita atenção e mandei até pregar as taboas de uma janela existente. Amarrei o paciente André di Bernardi. O espírito mandou por um vidro de álcool, no qual, finda a operação, com surpresa geral, apareceu um apêndice… Fiquei na porta de mãos dadas com os dois médiuns, sendo a intervenção cirúrgica realizada em absoluta escuridão.

“É impressionante o fato de que, na sala não existia nenhum instrumento de cirurgia. O paciente, que estava sem qualquer corte na barriga, finda a operação, apresentava uma ferida no abdômen, como puderam constatar todos os presentes. Não foi usado avental e nem luvas.

“Contudo, ainda continuo não acreditando nisto. É bem verdade que o apêndice do paciente foi extraído na mais completa escuridão, operação única, penso, realizada no mundo. Vou esperar passar mais uns dez dias, para novas observações, e se a radiografia constatar a inexistência do apêndice, então, não sei que juízo farei do assunto“.

Prossigamos, porém, na nossa narrativa dos antecedentes do extraordinário fato. Mais uma vez, no entanto, fica patente que o Dr. Edson do Amaral, que é um provecto cirurgião de São Paulo, não acredita em trabalhos desta ordem, realizados por espíritos.
*
Vide texto completo: http://br.geocities.com/existem_espiritos/pindamonhangaba
*
Texto completo disponível no formato PDF = 20081109WPD_Cirurgia em Pinda.pdf
Leal
ep-leal@uol.com.br
*

Vida!

*

Vida

“Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis e
esquecer pessoas inesquecíveis”.

Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas
quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,

Já dei risada quando não podia,

Já fiz amigos eternos,

Já amei e fui amado,
mas também
Já fui rejeitado,

Já fui amado e não soube amar.

Já gritei e pulei
de tanta felicidade,
Já vivi de amor
e fiz juras eternas,
mas “quebrei a cara”
muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,

Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e…

…tive medo de perder alguém especial
(e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida…
e você também não deveria passar. Viva!!!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,
abraçar a vida e viver com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve e

A VIDA É MUITO

para ser insignificante!”

Chaplin
*
Colaboração: Cristiane Ferreira – Taubaté-SP – Brasil
*
*
***

Moteiro Lobato

*

Lá vem o saci

Há 90 anos, após inquérito de Monteiro Lobato,
personagem estreou na literatura
por Gabriela Romeu

O saci completa agora 90 anos de nascimento literário pela pena do escritor paulista (Taubaté-SP) Monteiro Lobato (1882-1948), principal responsável por propagar essa figura do imaginário popular nacional. O personagem, cujo nome é uma corruptela de Çaa cy perereg, do tupi-guarani, saltou do universo oral para o mundo das letras após pesquisa realizada por Lobato no começo do século XX.

O livro O sacy-perere – resultado de um inquérito (1918) foi publicado pouco depois de o escritor paulista reunir, para o Estadinho, edição vespertina do jornal O Estado de S. Paulo, muitos dos “causos” sobre o duende relatados por leitores de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e, principalmente, do interior paulista. O futuro criador do Sítio do Picapau Amarelo convocara leitores a compartilhar informações sobre a criatura “genuinamente nacional”.

A obra, que antecedeu até mesmo Urupês, trazia o inquérito sobre o moleque: havia relatos de constantes aparições nas zonas rurais, a informação de que adorava praticar diabruras, como azedar o leite, embaraçar a crina dos cavalos e esconder objetos da casa. Um dos leitores garantiu: “(…) era um negrinho muito magro, muito esperto, de cima de uma perna só, do tamanho de um menino de doze anos, muito feio, banguela, olhos vivos, rindo sempre um riso velhaco de corretor de praça”.

O saci surgiu nas fronteiras do Paraguai, entre os índios guaranis. Mas foram os negros escravizados no país que se apropriaram da figura. E foi então que ganhou feições africanas, gorro vermelho e pito de barro, segundo Mario Cândido, presidente da Sosaci (Sociedade dos Observadores de Saci), associação engajada na missão de não deixar bruxas de Halloween apagarem a imagem do homenzinho perneta no imaginário das crianças brasileiras – hoje, no país, 31 de outubro é dia do saci.
*
Fonte:
http://www2.uol.com.br/entrelivros/artigos/la_vem_o_saci.html
*
*
***