O Livro dos Espíritos

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20130419_Livro_dos_Espíritos
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O Livro dos Espíritos
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A obra veio a público em 18 de abril de 1857, lançada no Palais Royal, em Paris, na forma de perguntas e respostas, originalmente compreendendo 501 itens.

Foi fruto dos estudos de Kardec sobre os fenômenos das mesas girantes, difundidos por toda a Europa em meados do século XIX, e que, segundo muitos pesquisadores da época, possuíam origem mediúnica.

Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.

As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente as jovens Caroline e Julie Boudin (respectivamente, com 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (com 18 anos à época) no processo de revisão do livro.

Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido à comparação com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, num total de “mais de dez”, nas palavras de Kardec, cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação do texto.

Só a partir da segunda edição francesa, lançada em 16 de março de 1860 com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas, é que aparecem 1018 perguntas e respostas.
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Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos
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18 de abril de 1857

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18 de abril de 1857
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O Livro dos Espíritos
Allan Kardec
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Neste dia o mundo recebeu a luz que necessitava para sair da escuridão em que se encontrava…foi quando Allan Kardec, Espírito Missionário, instrumento do mundo espiritual, discípulo de Pestalozzi, entrega ao homem, as orientações que podem mudar o rumo de sua vida, colocando em suas mãos, O Livro dos Espíritos, obra básica da Doutrina Espírita que oferece lições calcadas na ciência, que beneficiará em muito o homem na sua evolução.
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Fraternalmente,
Leal

Pentateuco Espírita

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Excertos da Codificação Espírita

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Excertos da Codificação Espírita

DE “O LIVRO DOS ESPÍRITOS”
“Seria pueril, portanto, ver-se uma contradição onde geralmente não existe mais do que uma diferença de palavras. Os Espíritos Superiores não se preocupam com a forma: para eles, a essência do pensamento é tudo.” (Introdução do Estudo da Doutrina Espírita – XIII – As Divergências de Linguagem)

DE “O LIVRO DOS MÉDIUNS”
16. Porque certas visões são mais frequentes no estado de moléstia?
— Igualmente ocorrem no estado de perfeita saúde; mas na moléstia os laços materiais estão frouxos; a fraqueza do corpo deixa mais liberdade ao espírito, que entra mais facilmente em comunicação com os espíritos. (Cap. VI – Manifestações
Visuais)

DE “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”
“São chegados os tempos em que se hão de desenvolver as idéias, para que se realizem os progressos que estão nos desígnios de Deus. Têm elas de seguir a mesma rota que percorreram as ideias de liberdade, suas precursoras. Não se acredite, porém, que esse desenvolvimento se efetue sem lutas.” (Cap. I – Não Vim Destruir a Lei)

DE “O CÉU E O INFERNO”
8. – “O estado moral da alma é a causa principal que influi sobre a maior ou menor facilidade do desligamento.” (Cap. I – A Passagem)

DE “A GÊNESE”
“O Espiritismo, marchando com o progresso, jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas demonstrassem estar em erro sobre um certo ponto, ele se modificaria sobre esse ponto; se uma nova verdade se revelar, ele a aceitará.”
(Cap. I – Caracteres da Revelação Espírita)

Fonte:
Jornal da Mediunidade
Set/Out 2009
Uberaba-MG

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Pentateuco Espírita

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Pentateuco Espírita
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Esta é uma homenagem a Allan Kardec.
Graças à Codificação do Espiritismo, hoje desfruto das benesses deste Magnos Ensinamentos.
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
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Mimetismo

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RAÇA DE VÍBORAS

Existem pessoas que se confundem ao meio em que vivem a tal ponto que perdem a própria identidade. É a esse tipo de criaturas que Jesus chama raça de víboras.

Pelo mimetismo, capacidade que certos animais possuem de tomarem a cor e a configuração dos objetos em cujo meio habitam, a víbora se confunde, por assim dizer, ao meio, tornando difícil a sua localização.

Muitos de nós, em situações adversas, preferimos nos deixar confundir com o meio do que sermos taxados de piegas ou moralistas indesejáveis.

Se estamos no meio dos corruptos, aplaudimos a corrupção.

Se nos encontramos entre os viciados, apoiamos o vício.

Se estamos com os sexólatras, louvamos a sexolatria.

Se estamos rodeados por pessoas honestas e dignas, enaltecemos a honestidade e a dignidade.

Falta-nos a coragem moral para nos posicionarmos de conformidade com a nossa consciência, independente do meio em que nos achemos.

Como cristãos, sabemos qual é a postura correta, mas preferimos nos deixar levar pela maioria pensando enganar a própria consciência. Esquecemos a recomendação do Homem de Nazaré: “Seja o seu falar sim, sim, não, não.”

“Todo mundo faz”! Este é o argumento com o qual alguns de nós tentamos justificar os atos indignos.

No momento em que Jesus se refere aos fariseus como raça de víboras, enfatiza também que todo pecado ou blasfêmia nos serão perdoados, exceto os cometidos contra o Espírito, contra a consciência.

O que o Cristo quis dizer é que os equívocos cometidos por ignorância, não serão contabilizados pelas Leis Maiores como infração, mas como tentativa mal sucedida.

Mas as infrações cometidas com conhecimento de causa, ou seja, contra a consciência, essas não serão perdoadas, e o infrator responderá por elas diante das Leis que regem a vida.

Assim, a desculpa de que todo mundo faz, não nos isentará da responsabilidade pessoal, pois a cada um será dado conforme suas obras, e não conforme as obras da maioria, pois o mérito ou demérito são individuais e intransferíveis.

Dessa forma, por mais que tentemos nos confundir com o todo ou com a maioria, não impediremos que as Leis Divinas nos localizem e registrem as nossas mais secretas intenções.

Deixemos o mimetismo para os animais e tomemos a postura cristã onde quer que estejamos, sem receio.

Sejamos firmes em nossas decisões nobres, sem nos preocuparmos em agradar as massas, mas com a única preocupação de agradar a Deus.

Allan Kardec, ao codificar a Doutrina Espírita, teve oportunidade de perguntar aos Espíritos:

“Por que, no Mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?”

Os benfeitores responderam:

“Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.”

Esta e outras tantas questões estão em O livro dos espíritos.

Aproveite para conhecê-lo, neste ano em que completa 150 anos de esclarecimento e consolo.

com base na pergunta 932 de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb e no Evangelho de Mateus 12:34.
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Autoria: desconhecida
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Fonte:
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=27125&Itemid=157
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O Livro dos Espíritos

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Homenagem a “O Livro dos Espíritos”
Eduardo do Couto Ferreira

O mês de abril é sempre de extrema importância para os espíritas, pois nele comemoramos o aniversário de publicação de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec. Essa obra foi publicada em 18 de abril de 1857 e marcou o fim de uma era e início de outra, e, forçoso é reconhecer, alterou a estrutura do pensamento moderno da cultura, da ciência e civilização, bem como da filosofia e da fé. A uma observação superficial, poderá parecer ao leigo uma supervalorização de um livro. Porém esse foi o marco do surgimento do Espiritismo na Terra e, com ele, a mudança de paradigmas vigentes até então.

Antes dele, a fé encontrava-se aferrada aos dogmas de uma crença tradicional, imposta que era, como verdade, sem o real entendimento e elucidação dos principais enigmas da vida humana. Depois dele tornou-se a fé uma aliada fiel da razão, na qual o sentimento de religiosidade deve vir acompanhado das explicações que libertam e das respostas às dúvidas que surgem.

Antes dele, os princípios de crença eram vigentes no campo cultural, para não dizer da especulação intelectual, no qual careciam as bases sensatas de demonstrações para melhor fixação da crença. Depois dele todo crente encontra comprovações inequívocas da imortalidade e das verdades relativas ao mundo espiritual.

Antes dele a ciência caminhava materialista, pois não confiava na fé. Depois dele a fé uniu-se à razão, e nasceu uma ciência espiritualista que conecta as bases centrais de um método experimental, lógico, aos postulados de primeira grandeza que os interesses religiosos advogam.

Antes dele havia o perigo de que as ideias materialistas e de negação de Deus se espalhassem ainda mais pelo mundo e provocassem os danosos efeitos que a vulgarização dessa não-crença pode provocar. Depois dele o materialismo encontrou-se derrotado, vencido, sem base de argumentação, pois naquele momento as argumentações desabavam ante a lógica incontestável da Doutrina Espírita.

Antes dele os livros sagrados eram vistos por muitos adeptos como instrumento de divisão entre as religiões. Depois dele essas correntes religiosas começaram a marchar na direção de uma unificação de bases de fé, de um único Deus, de um só rebanho e de um só Pastor.

Antes dele muitas passagens da vida de Jesus e seus ensinos eram de difícil interpretação, pelo simbolismo que apresentavam. Depois dele tudo se tornou mais claro e compreensível, cumprindo a promessa de Jesus de que o Consolador traria coisas novas e relembraria outras que por certo ficariam esquecidas.

Quando veio a lume, em Paris, foi um marco para as futuras conquistas intelectuais e morais, que abriria a era do século XX e dos séculos porvindouros. Na atualidade, ante as crescentes iniciativas de união entre os povos, de aproximação entre ciência e fé, de amadurecimento religioso, percebemos “O Livro dos Espíritos” cumprindo seu papel na evolução do mundo. E, em face disso, agradecidos a Deus nos haver concedido a todos o benefício de desfrutar dos seus abençoados ensinos, saudamos mais uma primavera entre nós.
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Fonte:
http://www.oclarim.com.br/?id=7&tp_not=1&cod=392
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Conheça: Janelas da Alma
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