Quatro Pês

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Quatro Pês
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Ontem fui agraciado com a feliz oportunidade de me reunir com os amigos de Taubaté:
João Batista Bonani e Nelson Binotto de Paula.
Aprendi muito com ambos.
Discutimos dois assuntos básicos:
a) Virtudes e
b) Evolução.
É impressionante o quanto não sabemos e quanto temos para aprender.
Nelson e Bonani, muito obrigado.
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
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O Lápis

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Por favor, click sobre a imagem para ampliá-la. Grato.
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Mensagem número # 5.805 – Sábado @ 20120225025419
Visitas recebidas de Março de 2011 à 25/02/2012 = 37.193
Por favor, você pode divulgar o blog?
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Contato: Leal, e-mail: sinapseslinks@gmail.com
Muito obrigado pela sua importante visita!
Seja Abençoado.
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O Lápis
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O menino observava seu avô escrevendo em um caderno, e perguntou:

– Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu, e disse ao netinho:
– Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante do que as palavras que estou escrevendo, é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele, quando crescer.O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial, intrigado, comentou:- Mas este lápis é igual a todos os que já vi. O que ele tem de tão especial?- Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo – respondeu o avô.

– Primeira qualidade: Assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça que existe uma “mão” que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade: a mão de Deus.

– Segunda qualidade: Assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um “apontador”. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final, ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor.

– Terceira qualidade: Assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos trazer de volta ao caminho certo.

– Quarta qualidade: Assim como no lápis, o que realmente importa não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência.

– Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas nas vidas das pessoas, portanto, procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, e marque positivamente a vida das pessoas.
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Colaboração:
Nelson Binotto de Paula
Taubaté-SP
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Gustav Vigeland

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Gustav Vigeland
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O Parque Vigeland fica situado no Parque Frogner, em Oslo, Noruega… localizado a 3 km do centro da cidade e cobre uma área de 320.000 m2.

É constituido por 212 esculturas em bronze e granito, de autoria do escultor Gustav Vigeland. As esculturas materializam inerências da existência humana, como o trabalho, a ira, a maternidade, o sexo, a fraternidade e etc.

Na entrada principal do parque existem quatro grandes portões, que dão acesso a uma ponte, um obelisco, uma fonte e um playground. Na saída principal existe a escultura de quatro velhos levantando uma criança, que segundo Vigeland, é um simbolo de eternidade.
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Faça o download do PPT. Click aqui. Grato.
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Colaboração:
Nelson Binotto de Paula
Taubaté-SP
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Camelos também choram

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Camelos também choram
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Primavera no deserto de Gobi, sul da Mongólia.
Uma família de pastores nômades assiste ao nascimento de filhotes de camelo.

A rotina é quebrada com o parto difícil de um dos camelinhos albinos.
A mãe, então, o rejeita.

O filho ali, branquinho, mal se sustentando sobre as pernas, querendo mamar e ela fugindo, dando patadas e indo acariciar outro filhote, enquanto o rejeitado geme e segue inutilmente a mãe na seca paisagem.

A família mongol e vizinhos tentam forçar a mãe camela a alimentar o filho. Em vão.

Só há uma solução, diz alguém da família. Mandar chamar o músico.E o milagre começou musicalmente a acontecer.

Dois meninos montam agilmente seus camelos, numa aventura até uma vila próxima, tentando encontrar o músico.

É uma vila pobre, mas já com coisas da modernidade, motos, televisão, e, na escola de música, dentro daquele deserto, jovens tocam instrumentos e dançam, como se a arte brotasse lindamente das pedras.

O professor de música, qual um médico de aldeia chamado para uma emergência, viaja com seu instrumento de arco e cordas para tentar resolver a questão da rejeição materna.

Chega. E ali no descampado, primeiro coloca o instrumento com uma bela fita azul sobre o dorso da mãe camela. A família mongol assiste à cena.

Um vento suave começa a tanger as cordas do instrumento. A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria. A camela percebe. Todos os camelos percebem uma música reordenando suavemente os sentidos.

Erguem a cabeça, aguçam os ouvidos e esperam. A seguir, o músico retoma seu instrumento e começa a tocá-lo. A dona da camela afaga o animal e canta.

E, enquanto cordas e voz soam, a mãe camela começa a acolher o filhote, empurrando-o docemente para suas tetas. E o filhote, antes rejeitado e infeliz, vem e mama, mama, desesperadamente feliz.
Enquanto se alimenta e a música continua, acontece então um fato impressionante.

Lágrimas desbordam umas após outras dos olhos da mãe camela, dando sinais de que a natureza se reencontrou a si mesma, a rejeição foi superada, o afeto reuniu num todo amoroso os apartados elementos.
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Nós, humanos, na plateia, olhamos estarrecidos. Maravilhados. Os mongóis em cena constatam apenas mais um exercício de sua milenar sabedoria.

E nós, que perdemos o contato com o micro e o macrocosmos, ficamos pasmos com nossa ignorância de coisas tão simples e essenciais.

Os antigos falavam da terapêutica musical. Casos de instrumentos que abrandavam a fúria, curavam a surdez, a hipocondria e saravam até a mania de perseguição.

O pensamento místico hindu dizia que a vida se consubstancia no Universo com o primeiro som audível – um ré bemol – e que a palavra só surgiria mais tarde.
E nós, da era da tecnologia, da comunicação instantânea, dos avanços científicos jamais sonhados… E nós? O que sabemos dessas coisas?

Coisas que os camelos já sabem, que os mongóis já vivem. Coisas dos sentimentos, coisas do coração. O que sabemos nós?
Será que sabíamos que os camelos também choram?
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Redação do Momento Espírita com base em crônica de
Affonso Romano de Sant´anna, encontrada no
http://acaodopensamento.blogspot.com.
Em 25.04.2011
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Colaboração:
Nelson Binotto de Paula
Taubaté-SP
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Eu, Tu, Ele

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Relacionamentos: Eu, Tu, Ele
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EU
COMO EU ME RELACIONO,SE É QUE ME RELACIONO
QUAL A MINHA POSTURA PARA ME RELACIONAR E AO ME RELACIONAR
MEU RELACIONAMENTO…SOMA? OU DIVIDE E SEPARA.
E A MINHA HUMILDADE/TOLERÂNCIA/ACEITAÇÃO E CUIDADO VEM JUNTO?

TU
EXISTE ACEITAÇÃO?
VOCÊ QUER SE RELACIONAR COMIGO…EU QUERO ME RELACIONAR CONTIGO?
QUAL DE NÓS SERÁ RESPONSÁVEL PARA CUIDAR DA SAÚDE DA NOSSA RELAÇÃO.
NÓS SABEMOS QUE É DE AMBOS?
“O DESTINO COLOCA AS PESSOAS EM NOSSAS VIDAS E NÓS DECIDIMOS QUEM FICA.”

ELE
ESTÁ ABERTO PARA TODO E QUALQUER RELACIONAMENTO…
MAS NÓS QUEREMOS, QUANDO NECESSITAMOS “NINGUÉM VÊ BEM A DEUS SENÃO ATRAVÉS DE LAGRIMAS”
E A NOSSA FÉ…QUAL É O TAMANHO DELA?
NÓS ACREDITAMOS NOS VALORES DE NOSSOS IRMÃOS ?
RESPEITAMOS?
CRENÇAS E LIMITAÇÕES?
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Autor:
Dr. Nelson Binotto de Paula
Taubaté-SP
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Dê sua opinião, escreva-me:
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
Muito obrigado.
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