A Morte

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A Morte
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Decreto
Por que será que os homens criam tantas palavras inócuas?
Será a lâmina fria, o explosivo, a asfixia, a fome, a sede ou qualquer método imaginário ou real, capaz de provocar a morte?
Louco é o que persegue o inexistente.
Tolo é o que acredita no irreal.
Deus é o autor da Vida e não iria contradizer-se criando a morte.
Ninguém jamais enfrentou a morte…
Apenas lutava pela vida.
Portanto, fica decretado a partir de agora: onde existir a palavra morte, leia-se mudança, viagem, migração, transformação, ou alguma outra com cheiro de eternidade.
E revoguem-se todas as disposições em contrário
Luiz Gonzaga Pinheiro

A Poesia Suave de Jesus

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A Poesia Suave de Jesus

O Evangelho de Jesus é um poema à simplicidade. Não requer explicações metafísicas nem elasticidade filosófica para entendê-lo.

Olhai as aves do céu; não semeiam nem ceifam, mas nosso pai celestial as alimenta.
É a lição do desprendimento.

Aquele que põe a mão no arado e olha para trás não está apto ao reino de Deus.
É a lição da perseverança.

Aquele que estiver sem pecado que atire a primeira pedra.
É a lição da auto-análise.

Quando fordes convidados para um banquete senta no último lugar.
É a lição da humildade.

Aquele que quer ser o maior que seja o que mais serve.
É a lição da caridade.

Vinde a mim todos vós que estás aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei.
É a lição do acolhimento.

Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.
É a lição da delicadeza.

Reconcilia-te com o teu inimigo enquanto estás a caminho com ele.
É a lição da paz.

Saiu o semeador a semear sua semente. É a lição do trabalho.

Para entrar no reino do céu é necessário
nascer de novo.
É a lição da volta.

O filho do homem veio para servir e não para ser servido.
É a lição da nobreza.

Seja o vosso falar sim, sim e não, não.
É a lição da firmeza.

Tratai a todos como gostarias de ser tratado.
É a lição da justiça.

Vai e não peques mais!
É a lição da resistência.

Lázaro, levanta-te e anda!
É a lição da fé.

Procure Jesus nas coisas simples; na lágrima, no afago, na alegria pura, no trabalho honesto, no gesto fraterno, no poema à vida, enfim, em tudo que eleva e ilumina. Por isso é tão difícil para a ciência e para a filosofia encontrá-lo.
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Texto: A poesia suave de Jesus
Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro
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Colaboração:
Antonio Roberto Vieira
São Paulo-SP

Decreto!

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Decreto

Por que será que os homens criam tantas palavras inócuas?

Será a lâmina fria, o explosivo, a asfixia, a fome, a sede ou qualquer método imaginário ou real, capaz de provocar a morte?

Louco é o que persegue o inexistente.

Tolo é o que acredita no irreal.

Deus é o autor da vida e não iria contradizer-se criando a morte.

Ninguém jamais enfrentou a morte.

Apenas lutava pela vida.

Portanto, fica decretado a partir de agora: onde existir a palavra morte, leia-se mudança, viagem, migração, transformação, ou alguma outra com cheiro de eternidade.

E revoguem-se todas as disposições em contrário.
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Autor:
Luiz Gonzaga Pinheiro
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Vocabulário da Vida

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Vocabulário da Vida

Adeus: É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo: É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo: É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade: É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Ciúme: É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Carinho: É quando a gente não encontra nenhuma palavra para expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Evangelho: É um livro que só se lê bem com o coração.

Doutrinação: É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.

Cordialidade: É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Evolução: É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Filhos: É quando Deus entrega uma jóia em nossas mãos e recomenda cuidá-la.

Fé: É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.

Fome: É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Entendimento: É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente, estando apressado, não reclama.

Inveja: É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Lealdade: É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Inimizade: É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

Lágrima: É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Mágoa: É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade: É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.

Perfume: É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Morte: Quer dizer viagem, transferência ou qualquer coisa com cheiro de eternidade.

Netos: É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Orgulho: É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Ódio: É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.

Perdão: É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.

Obsessor: É quando o Espírito adoece, manda embora a compaixão e convida a vingança para morar com ele.

Pessimismo: É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Paz: É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Raiva: É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Preguiça: É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

Simplicidade: É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Saudade: É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.

Sexo: É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Solidão: É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Supérfluo: É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Sinceridade: É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Ternura: É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Vaidade: É quando a gente abdica da nossa essência por outra; geralmente pior.
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Créditos:
Livro: O Homem que Veio da Sombra
Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro
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Colaboração:
Alessandra Jesus Teixeira
Pindamonhangaba-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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