Estatuto do Nascituro

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Estatuto do Nascituro
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“Alguns transformam o embrião em coisa para que possa matá-lo sem remorso. O terrorismo faz o mesmo com o ser humano. Precisamos urgentemente do Estatuto do Nascituro.

A Política do Aborto. O que se quer é “desumanizar” o embrião.
Leia o texto completo. Click aqui. Grato.
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Luiz Carlos D. Formiga
Rio de Janeiro_RJ

Para as Mulheres

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Para as Mulheres
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Alma gêmea de minha alma
Flor de luz de minha vida
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão.
Quando eu errava no mundo
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarinho,
E encheste-me o coração.
Vinhas na benção das flores
Da divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!
És meu tesouro infinito.
Juro-te eterna aliança
Porque sou tua esperança,
Como és todo meu amor!
Alma gêmea de minha alma
Se eu te perder algum dia…
Serei tua escura agonia,
Da saudade nos seus véus…
Se um dia me abandonares
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus.
Emmanuel
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Do livro “Há 2000 anos”, cap. IV
Psicografia: Chico Xavier
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Colaboração:
Luiz Carlos Formiga
Rio de Janeiro-RJ

Drogas

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Drogas
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A devastação das drogas sintéticas

Carlos Alberto Di Franco. diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais –IICS (www.iics.edu.br) e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com). E-mail: difranco@iics.org.br

Uma nova droga destruidora ameaça a juventude: a cápsula do vento. Trata-se de um pó branco, de aparência comum, mas devastadora. É um derivado da anfetamina e tem propriedades alucinógenas. Seus efeitos podem durar horas.

Existem relatos de pessoas que ficaram até uma semana sob efeito alucinógeno dessa substância. O usuário pode ter alterações cardíacas, convulsões, fortes alucinações e chegar à morte.

O uso de drogas ilícitas no mundo vem crescendo, apesar dos esforços mundiais de controle. O aumento no consumo das drogas sintéticas é considerado pelo Escritório da ONU de Combate ao Crime e às Drogas (Unodc), como “o inimigo público número um”. Ao contrário das drogas tradicionais, feitas à base de plantas, as drogas sintéticas são feitas com produtos químicos facilmente obtidos em laboratórios improvisados. O combate é, por isso, muito mais difícil.

O uso das drogas sintéticas hoje é uma questão de moda. Assim como vimos, nos 60, o crescimento do uso de LSD e heroína ligado ao movimento hippie, hoje há a cultura da música tecno, que incentiva o uso de drogas como o ecstasy. Essa situação preocupa, porque vai mudar o paradigma do combate às drogas. A prevenção vai ganhar uma importância muito maior do que a repressão.

Nessa década, o maior problema que nós vamos vivenciar é a droga sintética. Principalmente o ecstasy. As prisões de traficantes são um forte indicador da presença das drogas sintéticas e, ao mesmo tempo, revelam um novo perfil do tráfico: jovens universitários, de classe média e alta, compõem o novo mapa do crime. O rosto do usuário também vai sendo perfilado: boa escolaridade, inserido no mercado de trabalho e pertencente às classes sociais mais privilegiadas.

O envolvimento com o tráfico de drogas bate às portas das casas dos bairros de classe media. Mostra a sua garra aos que se julgavam imunes ao seu apelo e ensombrece a alma das famílias que sucumbem ao drama da delinquência insuspeitada.

O ecstasy é uma droga estimulante e alucinógena. Segundo o professor Ronaldo Laranjeira, da Universidade Paulista (Unifesp), “ela foi sintetizada para ser um novo moderador de apetite, mas foi descartada pelo laboratório químico que a produziu porque era muito tóxica. Ficou na prateleira por várias décadas e foi redescoberta na década de 70 para ser a droga do amor. Depois se transformou na droga mais usada em discotecas.”

O ecstasy desencadeia transtornos psiquiátricos como síndrome do pânico e depressão. Costuma vir acompanhado de taquicardia e aumento da temperatura do corpo e tem sido a causa de inúmeras mortes. Segundo Ronaldo Laranjeira, “o grande problema do ecstasy é o dano cerebral que a droga produz, principalmente nos neurônios responsáveis pelo prazer.”

O cardápio macabro das baladas, infelizmente, tem sempre novidades. Duas novas drogas foram introduzidas no menu das raves: a ketamina e o GHB. A ketamina, também conhecida por cetamina, ou special K, é um anestésico usado em cirurgias e animais. É um parente químico do ácido lisérgico, o LSD.

“Os principais efeitos que provoca é o desprendimento corporal, o sujeito consegue se dissociar do corpo. O uso frequente da droga pode causar danos na atenção, na memória, no estômago, coração e fígado”, alerta o psicólogo Murilo Battisti. O GHB, também chamado de ecstasy líquido, não tem cheiro nem gosto. É perigosíssimo, principalmente quando misturado com álcool. Ambos -GHB e álcool- diminuem muito a atividade do cérebro. Associados, o efeito é ainda maior. O GHB é uma droga fortemente depressora. Pode levar ao coma e induzir ao suicídio.

Como vê, caro leitor, a escalada das drogas é um fato assustador. Enfrentá-la só é possível com informação correta, prevenção e recuperação.

Meu objetivo, neste artigo, é ajudá-lo a dar os dois primeiros passos: conhecer o que se passa no ambiente rarefeito de inúmeras discotecas e raves e entender as características devastadoras das novas drogas sintéticas. Só assim, com informação clara e sem eufemismos, você poderá captar eventuais mudanças comportamentais e dar uma orientação segura aos seus filhos.

A família, um espaço de carinho, diálogo e firmeza, exige presença do pai e da mãe. Ela é, de fato, o pré-requisito da prevenção. Quando a família fracassa, as políticas antidrogas acabam se transformando no cemitério de boas intenções.

O terceiro passo, a recuperação, é uma indeclinável responsabilidade dos governos. É preciso que os governantes ajudem para valer os serviços especializados e as instituições idôneas que, anonimamente e com grande sacrifício, investem na recuperação de dependentes químicos. Trata-se de um problema de saúde pública. Recuperar é salvar vidas e multiplicar aliados na luta contra as drogas.

Um dependente recuperado é o melhor prosélito das campanhas preventivas. Impõe-se que os responsáveis pelo combate às drogas abandonem o conforto de seus gabinetes e entrem em contato com o verdadeiro drama dos adictos.

Eu fiz isso. Não considero correto escrever e opinar a respeito de uma realidade distante: conversei com especialistas, ouvi relatos de dependentes químicos, visitei comunidades terapêuticas que apresentam elevados índices de recuperação, desenvolvi, enfim, um trabalho de reportagem.

Espero que o governo faça a sua parte. Segundo me consta, o Congresso Nacional está decidido a arregaçar as mangas e entrar num autêntico mutirão em prol dos que lutam pela recuperação. A iniciativa, se confirmada, merece os aplausos da sociedade. A dependência química não admite politicagem. Reclama, sim, seriedade e realismo.
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Link1:_ http://migre.me/dx4WF
Link2:_ http://migre.me/dx4Y8
Link3:_ http://migre.me/dx4Z9
Link4:_ http://migre.me/dx4ZR
Link5:_ http://migre.me/dx50U
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Colaboração:
Prof. Dr. Luiz Carlos Formiga
Rio de Janeiro-RJ

A família estruturada é fundamental

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20121220_Família_estruturada
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A família estruturada é fundamental
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Todos nós precisamos do esteio da nossa Família.
Nossa Família é a retaguarda de apoio para o nosso caminhar.
Com o apoio da Família nossa Evolução se dá sob a Luz.
Conheça o texto de autoria do
Prof. Dr. Luiz Carlos Formiga.
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Link.
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Apocalipse calendário

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Apocalipse calendário
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Prezado Leal,

Sabemos que não teremos um “apocalipse calendário”, mas estamos vivendo uma espécie de “crise de adolescência”, enquanto sociedade. Nosso Bezerra examinando os diversos problemas humanos aponta-nos solução. A Casa Espírita nos oferece sua reflexão, no endereço eletrônico. Depois de ler a mensagem conclui que merece ser relida, refletida e divulgada

Vídeo, click aqui. Grato.

Votos de Paz

Formiga, LCD

Valores éticos-espíritas

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Valores éticos-espíritas
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Amigos visitantes, Salve!
O Dr. Luiz Carlos Formiga está nos presenteando uma informação preciosa.
Está contida no PPT anexo.
Click aqui para fazer o download.
Sua opinião é muito importante.
Aguardo seu e-mail.
Muito obrigado.
Fraternalmente,
Leal
sinapseslinks@gmail.com

Idosos: direitos, segurança psicológica e espiritual

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Idosos: direitos, segurança psicológica e espiritual
Autor: Dr. Luiz Carlos Formiga
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Gostaria de lembrar os direitos do idoso: “é garantido ao idoso o atendimento preferencial e individualizado junto aos órgão públicos e privados prestadores de serviço à população”, Estatuto do Idoso, Artigo terceiro, parágrafo único, inciso I. Direito também assegurado pela Lei 10.048/00, regulamentada pelo Decreto 5.296/04. Assim, os idosos tem assegurado o atendimento antes de qualquer outra pessoa, logo depois de concluído o atendimento que estiver em andamento. Isso em estabelecimentos públicos e privados prestadores de serviços à população, como hospitais, clínicas, supermercados, cinemas, teatros e outros.

Não permitam que esses direitos sejam violados e caso isso ocorra procure obter o nome e o endereço de duas testemunhas que presenciaram o fato. Podemos fazer denúncia através da Ouvidoria do Ministério Público Tel.: 127 ou via internet no http://www.mp.rj.gov.br

Devemos ainda lembrar que a maior parte dos idosos não apresenta sinais consideráveis de decadência das aptidões físicas e mentais, o que lhes permite vida social, econômica e espiritual produtiva. Ticiano pintava aos 75 anos e Miguel Ângelo aos 89 trabalhava em Pietá. Deveremos também, enquanto sociedade, promover a segurança psicológica e espiritual, leia mais em http://www.oconsolador.com.br/ano5/235/especial.html .

Tornar-se velho é processo natural e irreversível, que pode ser favorável ou desfavorável. Sentimos insatisfação ao perceber capacidade física diminuindo, no entanto a capacidade intelectual pode aumentar, assim como a experiência de vida. Um dos mais eloquentes exemplos, de idoso produtivo e também de mediunidade de “efeitos físicos”, foi o do médium Francisco Cândido Xavier. Um escritor na França conta que Rolando Ramaccioti procurou Laerte Abnelli, dizendo: “Chico, lá em Uberaba, pediu que você desenhasse uma capa para seu novo livro.”

Não conhecendo Chico e sendo ateu Laerte não deseja colaborar da divulgação de crença que não compartilha e responde negativamente. Chico lhe escreve reiterando o pedido. Em seguida, de passagem por São Paulo, é recebido com hora marcada. Falou da infância do artista, referência em matéria de publicidade no Brasil. Narrou fatos, que Laerte não lembrava mais, e também toda a sua vida. O artista estupefato dá seu testemunho em livro posterior.

“Fui testemunha de uma coisa (…) Perfume! Muito perfume: de rosas. Não apenas delicioso aroma. Garoava! Abundantemente! Tão intenso que meus cabelos estavam molhados. E vários dias depois, lavados diariamente, recendiam a rosas. E meu terno que guardei no armário, seguiu perfumado por meses e meses a fio…”

Sete anos depois, sem que Laerte tenha notícias do Chico, ocorre-lhe outro fato inusitado. Não tenho coragem de privar o leitor do prazer de verificar, no livro oriundo da França mas em português, como se transfere da fé no niilismo à realidade da alma imortal.