Sexo e pedofilia

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Sexo e pedofilia
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Os homens demonstram sua posição na escala evolutiva pelas decisões que tomam diante da vida. Em muitos a consciência ainda não despertou para os verdadeiros valores. De posse de liberdade relativa demonstram pouca responsabilidade. Antes de governar, parecem governados pelos instintos. São escravos das paixões. Os homens são mais “livres na medida em que se tornam escravos do seu dever.”

Fonte
Sexo e pedofilia
http://visaoespiritabr.com.br/moral-crista/sexo-e-pedofilia
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Autor:
Prof. Dr. Luiz Carlos Formiga
Rio de Janeiro-RJ

Operação Espiritual

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Operação Espiritual
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“Sábado passado fui convidado por uma amiga para me submeter a uma cirurgia mediúnica com o Espírito Dr Fritz que está operando através de um médium que eu não conhecia (Sr. Chico Monteiro). Venho aqui contar como foi a cirurgia espiritual e mostrar as fotos das marcas que ficaram no meu corpo, em anexo.”
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Leia o texto na íntegra. Click aqui. Grato.

As Drogas e suas Consequencias


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O jovem drogado tem fome de orientação moral
Gerson Monteiro 05/06/2011

No Japão, há muitos anos atrás, o governo, sentindo-se incapaz de deter o aumento da delinquência juvenil, aceitou a sugestão de algumas senhoras de reunir grupos de cinco a dez famílias para discutirem a questão. Chico Xavier esclareceu que a idéia se propagou pelo Japão inteiro, e reduziu em 80% a delinquência juvenil no espaço de dois anos.

Disse ainda Chico Xavier “que nós temos muita pena do menino que está com fome, mas às vezes temos um desprezo total por aquele que caiu na delinquência. O menino dado aos tóxicos e que se entrega às más influências também tem a fome de orientação moral e de afeto”. O conhecido médium mineiro, diante disso, propôs, ao final de uma reunião que se realizava à sombra de um abacateiro, em Uberaba, que aqui no Brasil as famílias se reunissem quinzenalmente, sem distinção de crença religiosa, para discutir o problema da criminalidade juvenil e, principalmente, o que poderíamos fazer em favor dos estabelecimentos para onde são encaminhados os menores infratores.

Trazendo esse assunto para dentro de casa, reflita: você já abraçou seu filho hoje? Você sempre conversa com ele? Tem observado se ele está triste ou muito eufórico, procurando saber por quê? Tem chamado os amigos dele para sua casa, a fim de conhecê-los de perto? Seu filho tem confiança de contar-lhe as bobagens que faz? E você o escuta como amigo, nessas horas, para ajudá-lo depois? Todas essas questões são decisivas para ajudar seu filho.

Bem, não é preciso dizer que o diálogo é o alimento do amor. Pais que não dialogam com os filhos, orientando-os para a vida, praticamente estão empurrando-os para o vício. E se o diálogo é o alimento do amor, o exemplo é tudo.(**) Pais que fumam, bebem ou usam drogas, não podem cobrar dos filhos atitudes diferentes. Todas as correntes psicológicas sabem que o exemplo dos pais vale mais do que mil palavras para os filhos.

Sobre o assunto, leia o livro As Drogas e Suas Conseqüências, disponível na Livraria Joanna de Angelis: Rua do Catete, 347 – Largo do Machado – tel: 2265-2065 – site: http://www.livrariaespiritaja.com.br.

Gerson Simões Monteiro
Vice-Presidente da FUNTARSO
E-mail: gerson@radioriodejaneiro.am.br

O ENIGMA da geração nova

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O ENIGMA da geração nova
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Nem sempre é fácil ser humilde, quando nos avaliamos gênios

LUIZ CARLOS FORMIGA

Quando entramos num ambiente contaminado por micróbios diferentes dos que são encontrados normalmente na microbiota humana, podemos ser colonizados. Estes elementos vindos do exterior, aderem à mucosa/ pele transformando-se em “flora” transitória. Podem posteriormente desaparecer em virtude da pressão seletiva exercida pelos habitantes autóctones ou por medidas saneadoras.

O tema “índigo” parece possuir microbiota transitória adquirida do meio de cultura original.

As amostras “liofilizadas” trazidas para o Brasil podem oferecer repiques ainda contaminados.
Alguns “cientistas” mais atentos e mais apressados, diante da contaminação cultural, podem desejar utilizar métodos de desinfecção drásticos e com isso ocasionar efeitos indesejáveis. Nesta hora é necessário ter a mente aberta, calma, e não usar logo de saída substâncias muito abrasivas. Uma boa medida é adotar a humildade científica.

Nem sempre é fácil ser humilde, quando nos avaliamos como gênio.

Na universidade, foram poucas as ocasiões, mas encontrei “cientistas” tão brilhantes e atentos que conseguiam encontrar defeitos em qualquer trabalho de pesquisa que não fosse de sua própria autoria.

Na época de Kardec professores universitários examinaram o fenômeno. No “A História do Espiritismo” encontramos uma infinidade de nomes ligados a produção do conhecimento que examinaram o fenômeno mediúnico. Uns se curvaram diante das novas possibilidades, outros, não.

Mas, Kardec foi mais além.

No ambiente cultural das Instituições de Ensino Superior alguns defendem meras dissertações como tese de mestrado e passam a mentalizar alunos de graduação como criaturas menores. Com a mente comprimida e o ego brilhante, cheio de verniz, são incapazes de perceber atitudes preconceituosas.

Alguns recebem dose de reforço, quando defendem a tese de doutorado.

Até então eram meros alunos de pós-graduação, orientados por professores mais experientes, pegando carona nas suas linhas de pesquisas. No entanto, esquecem com facilidade e como PhDeuses são adeptos das purpurinas.

Alguns se transformam em doutores de um trabalho só – a tese.

Nunca orientam ninguém, não produzem outras teses de doutorado ou mesmo mestrado.

Mas o ego não perde o verniz. Esses poderiam se tornar figuras perniciosas se participassem do movimento espírita e pensassem “comercialmente”. Ainda bem que este quadro não é encontrado entre nós e a carapuça não vai entrar em ninguém!

Não somos profissionais da mediunidade, da fé.

Chegar à terceira idade é um privilégio.

Embora possamos perder a visão física (mesmo com Verdana 14), já não nos incomoda a aparência exterior nem as sandálias douradas que alguns insistem em usar.

A memória consegue voltar aos arquivos do passado, embora, as vezes, esqueçamos de tomar o remédio antes do café da manhã.

Lembro que em 1987 estávamos professor e escrevemos no “O Sol Nascente”, ano 18, número 220, no mês de junho, um artigo.

Utilizamos os dados do porta-voz da Comissão Nacional Criança-Constituinte, em 7 de abril de 1987 (Dia Mundial da Criança).

Eram dias memoráveis que nos trouxeram a Constituição de 88. Iniciamos dizendo que quarenta e dois milhões de crianças brasileiras viviam em condições péssimas de vida. Condições indignas. Metade da população brasileira era constituída de jovens.

Em 1986 haviam morrido 400 mil crianças tendo como causa doenças que se podiam prevenir (vacinação/evangelização).

O número equivalia ao resultado produzido por uma bomba de Hiroxima.

Entre 1979 e 1986 morreram dois milhões e 200 mil crianças, número 44 vezes maior do que as baixas sofridas pelo exército americano, em sete anos, na guerra do Vietnã.

No “O Sol Nascente” dissemos que o futuro de qualquer nação dependia da qualidade e competência dos seus profissionais, da extensão em que a excelência fosse cultivada e do grau em que as condições favoráveis ao desenvolvimento do talento intelectual estiverem presentes desde os primeiros anos de vida.

Nem suspeitaria que em 2007 ouviria o senador Jefferson Peres dizer que “A Casa está desmoronando”, ao referir-se desanimado ao que chamou de “farsa montada” no caso do senador Renan Calheiros. O senador sem esperanças disse que indignados eram apenas “uns quatro ou cinco”.

O progresso de qualquer nação ocorre a partir do esforço de toda a sua população, mas não se pode negar que os papéis decisivos pertencem aos que lideram a comunidade política, científica, industrial, administrativa, tecnológica e militar.

Aqueles que exercem seus papéis em conseqüência de seus dotes intelectuais superiores – aristocracia intelectual. Quais as implicações individuais e sociais sem o correspondente desenvolvimento ético? O senador desesperançado disse ainda que é impressionante o “abastardamento dos costumes políticos”. E, não é só isso.

Quadrilhas de estudantes universitários agridem mulheres, deixando explicito o roubo com violência e lesões graves, embora filhos da classe média alta. Qual a razão?

O movimento espírita, em São Paulo, está discutindo um desafio de urgência – a educação da geração nova, referida por Kardec.

Índigos, ou não, precisam ser olhadas a partir de uma nova visão ou estaremos cometendo crime de lesa-humanidade. Estudando a educação não se quer ver no futuro a manchete: “Escândalo no senado, Roriz renuncia para não ser cassado, suplente também está envolvido em irregularidades”.

Já passamos pela aristocracia dos chefes de família; da autoridade da força bruta; da aristocracia do nascimento. Elegemos posteriormente novo poder, o do ouro, e chegamos a da inteligência que, no entanto, nem sempre é penhor de moralidade.

Podemos repetir o senador: “o senado está no chão”. Estamos cansados das manchetes: “ Prostituta acusa galãs da TV de agressão e roubo”. A moralidade pode não ter capacidade e a supremacia durável será da “intelecto-moral”.

Na universidade convivemos com alunos que se transformaram em brilhantes pesquisadores. Dos anos 70 aos dias de hoje conhecemos na graduação, mestrado e doutorado mentes brilhantes, no entanto, o mesmo brilho não era encontrado no emocional-afetivo.

Os investimentos realizados no domínio cognitivo sempre foram maiores. O emocional-afetivo deve ser também muito valorizado no período infantil. Nos anos 80, o superdotado no Brasil, era grupo pouco compreendido e profundamente negligenciado.

Perdemos tempo ao escrever? Mas, fizemos o registro, chamamos a atenção para a necessidade do investimento em valores nos nossos possíveis futuros governantes, naqueles que ocuparão o poder. Isso não é tarefa que possa ser negligenciada. O movimento paulista não deve desistir, mesmo diante das eventuais contaminações do meio de cultura original.

O homem é produto do meio? Depende de sua predeterminação genética? DNA é importante? Qualquer que seja o resultado deste balanço herança-meio, é possível saber de que camada social surgirão os líderes dos grupos de decisão política, científica etc?

Vejam o Lula Lá. É necessário grande esforço para que possamos sair da “guerra” referida pelo Constituinte Porta-Voz. Há que se investir na criança, marginalizada ou na provação no palácio. Onde estarão estes milhões de superdotados reencarnados no Brasil de hoje?

Naqueles dias de Assembléia Nacional Constituinte calculava-se em milhões os superdotados do Brasil encontrando-se em 25% da população abaixo de 18 anos. Quais são os números de hoje? Certamente muitos foram atraídos pelo mercado de trabalho e melhores condições de vida dos países do Primeiro Mundo.

Alguns com mil dificuldades estão fundando, no exterior, Casas Espíritas e divulgando a Doutrina Espírita pela internet.

O tema índigo é revelador e pode dar frutos ligados a Campanha Permanente de Evangelização Infanto-Juvenil. Antes de nos candidatarmos a membros da banca examinadora desta tese, vamos pensar com a devida extensão e profundidade. É preciso ter coragem para fazer o trabalho sério prático nas clínicas, escolas e laboratórios.

O que é um índigo?

Lembro da aula de virologia. O que é um vírus? São micróbios excepcionalmente simples ou componentes químicos tão complexos que podem ser parasitas genéticos?

O tema índigo pode estar contaminado, cheio de detritos impertinentes, mas devemos tomar cuidado para não jogar fora a criança com a água suja da bacia.

Na infância de meus filhos, retirei algumas horas do laboratório e fui fazer o curso de pedagogia.

Havia percebido que ser pai era também tarefa difícil e cheia de armadilhas.

Depois acabei me desvirtuando na “Educação em Saúde”, mas valeu.

Pude melhor perceber a importância da identificação precoce desses seres “diferentes” na escola inclusiva, reflexiva, crítica e para a capacitação de professores nesta Área de Altas Habilidades.

Que eles possam oferecer contribuição na identificação e atendimento dos alunos com superdotação na área musical como dizia Gardner. Tom Jobim disse que “no Brasil o sucesso é proibido porque pode gerar hostilidade.” Gardner aponta várias formas de inteligência:a espacial; a interpessoal; a lógico-matemática, a lingüística e a esportiva.

O Rio de Janeiro vai mostrar muitos neste PAN 2007. Temos no Brasil as outras inteligências e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que sejam 1% da população escolar.

O apoio é decisivo para o aproveitamento de seus potenciais.

Talvez o senador Peres dissesse, sem esperança, que investimos apenas 0,5% do Produto Interno Bruto. Mas serão esses jovens que irão compor nossa elite científica e intelectual e necessitamos cuidar da educação, da ciência e da tecnologia, porque enquanto não fizermos isso o ingresso do Brasil no Primeiro Mundo será apenas exercício de retórica de candidatos a governos populistas e repetiremos as mesmas peças incompetentes nos senados da vida.
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Prof. Dr. Luiz Carlos Formiga
Rio de Janeiro

Universidade da Alma

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Universidade da Alma
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“1. As Cidades Universitárias.
Em 1965, no Anuário Espírita, falando a respeito da Codificação Espírita, Yvonne Pereira diz que “essa obra é imortal como imortal é o Evangelho, uma vez que ambos são revelações divinas e porque sempre existirão cérebros e corações necessitados de renovação e esclarecimentos através deles. Por enquanto é, com efeito, a fonte Kardecista a única habilitada em assuntos de Espiritismo capaz de expandir renovações para o futuro, visto ser o alicerce de quanto existe a respeito, até agora”.
Por intermédio da mediunidade de Yvonne pudemos ler a narrativa sobre a “Cidade Universitária” espiritual, onde ciclos novos de estudo e aprendizagem se franqueariam para espíritos em evolução, segundo seus desejos.” (31)”
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Leia o texto completo. Faça o download do DOC.
Click aqui. Grato.
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Colaboração:
Dr. Luiz Carlos Formiga
Rio de Janeiro-RJ
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Histórico do NEU UERJ

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Histórico do NEU UERJ
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O Grupo de Estudos na Faculdade de Ciências Médicas

“Em agosto de 1999 tivemos a felicidade de receber a informação de que um grupo de alunos e funcionários estava se reunindo na Faculdade de Ciências Médicas da UERJ. Recebemos a notícia do próprio grupo que compareceu a um estudo e fez a divulgação. Para aqueles que não conhecem a UERJ, a FCM fica em outro endereço, um pouco distante do Pavilhão João Lyra Filho, o que dificultou muito o acesso e a divulgação das reuniões organizadas pelo NEU, anteriormente.

Rapidamente fizemos o convite para que este grupo fizesse parte do calendário do NEU como mais uma reunião espírita na UERJ. Agora esse grupo é um polo do NEU na FCM. Pedimos então para que nos contassem como foi o início das suas atividades, num e-mail da Eva, uma das coordenadoras, ela contou como foi:

-“…por volta de agosto de 1998, eu (Eva) e Carol, ambas espíritas e estudantes de Medicina, pensamos que seria interessante formar um grupo em que se falasse sobre o Espiritismo, visto que somente na nossa sala que possuía 90 alunos, aproximadamente 15 eram espíritas, simpatizantes ou pertenciam a família espírita. Procuramos então as pessoas que quisessem participar.

“Nossa primeira reunião foi num corredor da FCM junto a outros alunos que cursavam o segundo ano do curso de Medicina. Nosso objetivo ao criar este grupo era não só formarmos um local de estudos sobre Medicina e Espiritismo, como também promovermos algum trabalho assistencial. E foi o que tentamos fazer durante o segundo semestre de 98. Visitamos um orfanato de deficientes físicos e mentais em Niterói, através de uma de nossas amigas e fizemos de maneira improvisada alguns estudos, principalmente sobre temas científicos à luz do Espiritismo.

“Em 1998 iniciamos nossos estudos na sala de estudos do espaço Jayme Landman, passando a estudar temas básicos, evangélicos e científicos da Doutrina Espírita. Nossos estudos são feitos pelos próprios integrantes e convidados, num espaço que comporta 30 pessoas, estudantes e funcionários da UERJ e do Hospital Universitário Pedro Ernesto.”

Rio de Janeiro, agosto de 1999
Liliane de Souza Franco
Coordenadora do NEU UERJ
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Colaboração:
Prof.Dr. Luiz Carlos Formiga
Rio de Janeiro-RJ