Dia dos Pais!

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Dia dos Pais!
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Dia dos pais
UM PAPO COM COMPROMISSO

A criação do DIA DOS PAIS é praticamente uma extensão do DIA DAS MÃES. Ambas as datas tiveram seu nascimento nos Estados Unidos. Por incrível que pareça, diante da realidade ora vivida, foram impulsionadas pelo afeto, pelo carinho, pela gratidão.

Por que os Estados Unidos tomaram-se marco para tanta coisa boa, pelo menos até a primeira metade do século XX ,tão perto e já tão longe, pela corrida dos meios de comunicação, tecnologia e “marketing”? É Provável que as bases de valores éticos e morais estivessem ainda marcados como fruto de sua colonização.

Quem para os Estados Unidos emigrou, foi para ficar.

Notadamente os Ingleses, fugiam de perseguições religiosas e políticas. Buscavam liberdade. Seu intento era desbravar a terra, criar disnatias, construir um grande país, com trabalho, valores morais e religiosos. Conservadores, a Educação era também mais um grande pilar.

Bem diferente foi no Brasil, onde o saque de nossas riquezas e a colonização com grande influência dos Jesuítas, estava longe de pensar o Brasil como grande nação que ainda não era mas, não se sabe quando, ainda poderá ser.

Entra aqui um parêntesis, no mínimo pitoresco: contou-me uma turista recém vinda de Portugal, que visitou uma igreja luxuosíssima trabalhada com puro ouro, certamente brasileiro, e ainda teve que pagar para ver.

Divagação à parte, retomando o Dia dos Pais, inspirado no Dia das Mães, diz a história que a norte americana Sonora Louise Smart Dodd, comoveu-se ao ouvir uma preleção, em 1909, dedicada às mães.

Lembrou-se do próprio pai, William Jackson Smart, que criara sozinho seus seis filhos, ao ficar viúvo.

Em 19 de junho de 1910, após cumprir exigências públicas formais, foi comemorado o primeiro Dia dos Pais, exatamente no aniversário de Mr. Smart, em Spolkane, Washington, USA. A rosa, rainha das flores, foi também a rainha do evento, sendo escolhida como símbolo de tão magna ocasião. Distribuídas em larga escala, as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas aos que já habitavam os planos espirituais.

Aproximadamente onze países comemoram o Dia dos Pais. O objetivo original desta criação a mais no calendário, como já foi observado, é reforçar e unificar a família pelo afeto.

No Brasil, quem acolheu a data foi o publicitário Sylvio Bhering, instituída em 14 de agosto de 1953. Convencionouse, então, comemora-Ia no segundo domingo do mês de agosto. Em 1966 o presidente Lyndon Johnson assinou uma “proclamação presidencial declarando o Terceiro Domingo de Junho como o Dia dos Pais”.

A maioria dos países envolvidos nesse processo, mercantilizou a data. Comemoram-na, quando possível reunindo a família sim, mas que não falte o presente para jubilo do comércio. Isto altera completamente o objetivo idealizado exaltar gratidão respeito e reconhecimento coisa intangíveis, que só um coração puro pode dar e receber.
Entretanto a oferta material não é fator excludente, mas que poderia estar contextualizada na sensibilidade e não no gasto contido no pacote cheio de laços coloridos.

Por incrível que pareça, os países latinos, por natureza sentimentais, adeptos à data, são movidos pelo “merchandising”. Já o Reino Unido talvez para não macular sua fama de ” seguros”, não se reúnem. Transmitem sua consideração com envio de “cartões”.

A Alemanha, que a minha geração conheceu em tempo de guerra, com caras malignas, mostra-se como um povo alegre, que comemora a data fazendo piquenique e andando de bicicleta pela cidade, partilhando com todos o seu sentir.

Estas breves colocações confirmam um velho ditado português: “cada terra com seu uso, cada roda com seu fuso”.

Para um pai, entretanto, posso afirmar com segurança, o carinho, compreensão e respeito de um filho, demonstrado no dia-adia, certamente é seu bem maior.

E como fazer? Não há receita, nem manual de instruções.
Algumas coisas, entretanto, podem direcionar as atitudes filiais. Encaminhar-se na vida no tempo apropriado, fugir das drogas, fazer sexo responsável, prezar sua própria paternidade.

Produção independente? É, desde que assumida. Não se pode ir gerando filhos descartáveis, de forma inconseqüente, como se animais fossem. Saber administrar a própria vida, o potencial inerente a cada um é o perfil mais desejado, no mundo filial e pessoal, com passagem para as empresas. Mais ainda, focando a produção humana, independente ou não, lembrar-se que o próximo faz parte de um coletivo também gerado com nossa parcela de cumplicidade.

De forma absolutamente despretenciosa, tais colocações não devem desprezar os limites do possível. Mas constituem-se em comportamentos sociais de ponta. Um dia, pais jovens conjugarão com seus próprios pais o mérito dos valores que passam de pais para filhos, até o final dos tempos. No Dia dos Pais, é claro!

Esta bem intencionada escriba deseja aos pais presentes, ausentes e vindouros um dia pleno de amor. Parabéns!

Lenita Maria Costa de Almeida
Pesquisa:- Embaixadas dos países envolvidos, Enciclopédia Barsa, Internet
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Dia dos Pais

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UM PAPO COM COMPROMISSO

A criação do DIA DOS PAIS é praticamente uma extensão do DIA DAS MÃES. Ambas as datas tiveram seu nascimento nos Estados Unidos. Por incrível que pareça, diante da realidade ora vivida, foram impulsionadas pelo afeto, pelo carinho, pela gratidão.

Por que os Estados Unidos tomaram-se marco para tanta coisa boa, pelo menos até a primeira metade do século XX ,tão perto e já tão longe, pela corrida dos meios de comunicação, tecnologia e “marketing”? É Provável que as bases de valores éticos e morais estivessem ainda marcados como fruto de sua colonização.

Quem para os Estados Unidos emigrou, foi para ficar.

Notadamente os Ingleses, fugiam de perseguições religiosas e políticas. Buscavam liberdade. Seu intento era desbravar a terra, criar disnatias, construir um grande país, com trabalho, valores morais e religiosos. Conservadores, a Educação era também mais um grande pilar.

Bem diferente foi no Brasil, onde o saque de nossas riquezas e a colonização com grande influência dos Jesuítas, estava longe de pensar o Brasil como grande nação que ainda não era mas, não se sabe quando, ainda poderá ser.

Entra aqui um parêntesis, no mínimo pitoresco: contou-me uma turista recém vinda de Portugal, que visitou uma igreja luxuosíssima trabalhada com puro ouro, certamente brasileiro, e ainda teve que pagar para ver.

Divagação à parte, retomando o Dia dos Pais, inspirado no Dia das Mães, diz a história que a norte americana Sonora Louise Smart Dodd, comoveu-se ao ouvir uma preleção, em 1909, dedicada às mães.

Lembrou-se do próprio pai, William Jackson Smart, que criara sozinho seus seis filhos, ao ficar viúvo.

Em 19 de junho de 1910, após cumprir exigências públicas formais, foi comemorado o primeiro Dia dos Pais, exatamente no aniversário de Mr. Smart, em Spolkane, Washington, USA. A rosa, rainha das flores, foi também a rainha do evento, sendo escolhida como símbolo de tão magna ocasião. Distribuídas em larga escala, as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas aos que já habitavam os planos espirituais.

Aproximadamente onze países comemoram o Dia dos Pais. O objetivo original desta criação a mais no calendário, como já foi observado, é reforçar e unificar a família pelo afeto.

No Brasil, quem acolheu a data foi o publicitário Sylvio Bhering, instituída em 14 de agosto de 1953. Convencionouse, então, comemora-Ia no segundo domingo do mês de agosto. Em 1966 o presidente Lyndon Johnson assinou uma “proclamação presidencial declarando o Terceiro Domingo de Junho como o Dia dos Pais”.

A maioria dos países envolvidos nesse processo, mercantilizou a data. Comemoram-na, quando possível reunindo a família sim, mas que não falte o presente para jubilo do comércio. Isto altera completamente o objetivo idealizado exaltar gratidão respeito e reconhecimento coisa intangíveis, que só um coração puro pode dar e receber.
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Para um pai, entretanto, posso afirmar com segurança, o carinho, compreensão e respeito de um filho, demonstrado no dia-adia, certamente é seu bem maior.

E como fazer? Não há receita, nem manual de instruções.
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Produção independente? É, desde que assumida. Não se pode ir gerando filhos descartáveis, de forma inconseqüente, como se animais fossem. Saber administrar a própria vida, o potencial inerente a cada um é o perfil mais desejado, no mundo filial e pessoal, com passagem para as empresas. Mais ainda, focando a produção humana, independente ou não, lembrar-se que o próximo faz parte de um coletivo também gerado com nossa parcela de cumplicidade.

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Caridade e Oração

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Mensagem número # 6.136 – Quarta-feira @ 20120425030643
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Caridade e Oração

Lenita Maria Costa de Almeida

Segundo o dicionário Aurélio, a palavra caridade vem do latim caritate – No vocabulário cristão, o amor que move a vontade à busca efetiva do bem de outrem e procura identificar-se com o amor de Deus, ágape, amor e caridade. Benevolência, complacência, compaixão. Uma das virtudes teológicas. Beneficiência – benefício, esmola.

Dentro da Doutrina Espírita, existe uma máxima que diz: “Fora da caridade não há salvação.” Uma das formas mais eloqüentes de praticarmos os mandamentos de Cristo é exercendo, como Ele, a caridade. Entretanto, como desenvolver esse fazer é ainda confuso para muitas pessoas. Por exemplo, dar uma moeda para um pedinte, nas ruas, deixa o doador feliz da vida, achando que fez caridade. Será? Será que aquele indivíduo necessitava resolver suas necessidades com aquelas e outras moedas recebidas? Provavelmente não. Entretanto, acionar uma instituição que cuide desses problemas sociais dá trabalho e esses organismos têm também suas falhas. De qualquer forma, teria valido a iniciativa.

Como se vê, fazer caridade não é tão fácil. É bastante complexo. Podemos, agindo dessa forma, estar estimulando vícios e apenas adiando a solução dos problemas. No nosso entendimento, em se tratando de auxílio monetário, as instituições religiosas – de vários credos – são as que mais efetivamente se doam a essas questões, através de sérios trabalhos voluntários.

Contudo, uma das caridades mais efetiva, a meu ver, é aquela que oferece o ombro amigo para ouvir confidências e desabafos, de quem necessita. Uma pessoa de confiança, numa hora dessas, pode salvar outra de várias mazelas, se ela sentir-se amada e compreendida. Em tempo. Uma confidência desse tipo, deve ser tratada com a mais severa discrição – segredo mesmo – para não trair a confiança que lhe foi depositada.

Outra boa prática, mais simples, consiste em estar atento aos utensílios e roupas que não mais nos servem e doar a casas beneficientes, que reverterão o resultado desse pequeno comércio para comprar alimentos e doá-los a famílias carentes. A benevolência, complacência e compaixão, como já foi visto, é uma das virtudes teológicas.

Por outro lado, muitas pessoas têm vontade de ser caridosas, mas não encontram o caminho. O que lhes é proposto, não lhes satisfaz. Aí entra o poder da oração. Há muitas formas de orar. O importante, sempre, é que a prece deve brotar do fundo do nosso coração.

Podemos depurar o nosso interior, usando a oração como veículo e esgotando-lhe as possibilidades. A Leitura da Bíblia ou outras passagens sagradas é a Lactus Divina ,por nós chamada de Leitura Orante ou Leitura Divina. A leitura é uma das formas de sistematizarmos a presença de Cristo em nosso interior. Apenas para uma forma mais didática, esse tipo de atividade divide-se em quatro momentos: leitura, meditação oração e contemplação. Essa divisão orienta o nosso pensar e organiza nossa mente. O resultado é de grande benefício para nós próprios.

A prática desses momentos só eleva nossa alma, purifica nosso ser e nos intui sobre o livre arbítrio nas opções oferecidas.

“A Leitura Orante é uma experiência pessoal e comunitária de escuta da Palavra de Deus e de obediência a ela. Esse modo de ler a Bíblia nos ajuda no encontro pessoal com Jesus Cristo. É um método que nos leva à meditação, à oração, à contemplação e à transformação de cada um de nós que, a exemplo dos discípulos de Emaús, queremos deixar que a Palavra de Deus aqueça e transforme nosso coração e nossa vida por inteiro” (cf.Lc 24,13,35). (PE. Humberto Robson de Carvalho).

“Quem reza está permitindo que Deus o salve” – Dom Joaquim Justino Carreira
Bispo Auxiliar de São Paulo – Região Episcopal de Santana
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Agradecer

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Mensagem número # 6.083 – Sexta-feira @ 20120413033810
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AGRADECER

Lenita Maria Costa de Almeida

Agradecer, antes de mais nada, é uma prática que nasce na família que ao praticar o agradecimento, exemplifica para os filhos, envolvendo todos os membros ligados pelo parentesco domiciliar. Entretanto, não é o que se vê na prática. As pessoas estão cada vez mais introspectivas e sem muita paciência para cordialidades. É uma pena. O gesto de agradecer aproxima os indivíduos, causa alegria de parte a parte e é uma porta amiga que se abre.

Conta certa lenda, que uma pessoa desencarnada, chegou às esferas superiores e se deu conta de uma série de departamentos angelicais, abarrotados de processos, para definir o encaminhamento de cada alma e, de repente, deparou-se com uma mesa vazia e um anjo sem fazer nada. Foi verificar e soube que aquele departamento era o de agradecimento – absolutamente vazio …

Por outro lado – e isto é bíblico – Jesus conversava com alguém, (na dúvida, não cito nome para não faltar com a verdade) quando a certa distância um samaritano e sete ou nove judeus, todos leprosos, gritavam de longe, pedindo a Jesus sua cura. O Mestre mandou que se aproximassem – o que não era permitido na época – e disse-lhes que fossem ao sacerdote e então veriam o que Ele faria durante o caminho. O grupo assim fez e ao chegarem ao sacerdote, estavam curados.

Vale a pena lembrar que a lepra, naquele tempo distante, era incurável e os leprosos eram excluídos da sociedade, ficando restritos à sua comunidade. O afastamento dos doentes, era determinado pelo sacerdote. Os judeus eram considerados como uma casta superior e os samaritanos, simples estrangeiros. Pois bem, o samaritano, foi o único a voltar a Jesus, para agradecer a cura.

A ingratidão, como se pode ver, é milenar. O homem progride na tecnologia, mas nas relações humanas, continua omisso. Poderíamos dizer que a educação em forma de agradecimento, aparece, em processos de marketing. O objetivo não é o agradecimento em si, o gestual sincero, mas o que pode render em dinheiro.

O agradecimento a Deus, por tudo que nos acontece, é algo transcedental. Esse sentimento e essa atitude estão acima de qualquer coisa, pois Deus é Pai e não nos desampara. Para a validade dessa atitude de agradecimento, esse ato deve ser puro, partindo direto do coração. Seja para o Divino, seja para o dia a dia, o coração aberto nos guiará e nos ajudará a acumular pontos na empreitada do bem.

Texto baseado em uma palestra do
Dr. Alan – cirurgião dentista
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Ética

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ÉTICA

Lenita Maria Costa de Almeida

“A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta.” (Valls, Álvaro L. M.. O que é ética, ta. Edição Ed. Brasiliense, 1993, p.7)

De acordo com o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é “o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”.

Por outro lado, ética e moral parecem ser a mesma coisa. No nosso entender, entretanto, esses dois vocábulos se completam. Se, por um lado, ética é princípio, moral compreende condutas específicas; ética é permanente, moral é temporal; ética é universal, moral é cultural; ética é regra, moral é conduta da regra; ética é teoria, moral é prática. Etmologicamente, ética e moral são a mesma coisa.

Afinal, o que é ética? ÉTICA É ALGO QUE TODOS PRECISAM TER. ALGUNS DIZEM QUE TEM. POUCOS LEVAM A SÉRIO. NINGUÉM CUMPRE Á RISCA.
(COPYRIGHT 2002 – Prof. Vanderlei de Barros Rosas)

Passando para um ponto de vista prático, seria de perguntar como nasce o espírito ético e também quais os princípios morais que orientam uma pessoa.

Certa vez, dando aulas para uma sétima série do Curso Fundamental, um aluno foi mal educado e agressivo com o colega, ao discutirem determinada questão. Imediatamente conversei com eles e perguntei se sabiam o que era ética. Na ocasião, expliquei como pude, mas disse-lhes que aquela conduta que todos presenciaram não era ética. Disse-lhes que ser ético implicava princípios de educação, respeito ao próximo e não agir – como eles haviam feito – daquela forma. Portanto, embora as palavras do Prof. Vanderlei de Barros Rosas sejam sábias, no dia a dia temos os mais variados exemplos de atitudes não éticas por parte dos componentes de uma sociedade. A ética esbarra, sim, nos princípios morais que, não contendo a universalidade da ética, têm regras mais específicas, desprezando, por vezes, a flexibilidade das normas, quando necessário.

Quando Poncio Pilatos, o tribuno romano julgou Jesus, lavando as mãos e condenando o Mestre à cruz, passou por cima da ética e da moral, ao eximir-se de um julgamento justo. Postou-se acima da Lei dos homens e da espiritualidade, a Lei Maior que pertence a Deus.

Em nossos dias, mesmo politicamente falando, temos um Conselho de Ética no governo, para proteger as instituições e ações políticas individuais ou em grupo, de sua credibilidade e honorabilidade. São regras de conduta e comportamento que não podem ser subestimadas ou ignoradas , sob pena de julgamento e repressão.

O baluarte moral erguido pelas instituições religiosas, ao tratar de aspectos morais contribui nobremente para o desenvolvimento da ética na pessoa. É muito difícil agir eticamente, se não tiver havido nas bases, uma postura ética, vivenciada no lar, na escola e expandindo-se para o convívio social.

Daí, penso eu, as conclusões não muito esperançosas, do Prof. Vanderlei já citado. Num mundo onde o dinheiro é o valor mais alto, realmente fica difícil para pessoas não éticas, mudarem a postura. Se formos mais fundo, veremos que, indivíduos norteados pelo capitalismo selvagem ou outros interesses que só o dinheiro pode comprar, importem-se com ética ou moral, uma vez que não possuem nem uma, nem outra.

Em latim, existe uma frase “Nemo dat quod non habet” (ninguém dá o que não tem) confirma a dificuldade em ser ético, uma vez que os valores e exemplos com que nos deparamos, principalmente divulgados pela mídia, lamentavelmente nos tem mostrado exatamente a falta de ética nas pessoas e organizações e, porque não, falta de moral também.

Fortalecer o nosso próprio interior para abrigar ética e moral, fará de nós, com certeza, um exemplo positivo para consolidar o significado dessas duas palavras, que serão refletidas e observadas pela nossa maneira de ser. Seria a nossa contribuição para um mundo melhor.
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Faces


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Faces
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Lenita Maria Costa de Almeida

Desde sempre, em minha vida, pensei muito no significado cristão de oferecer a outra face, quando se fosse agredido em uma delas. Antes de aparecer a palavra pró-ativa, acho que eu já o era sem saber. Não me conformava com o ato de não revidar a uma ofensa, ser passiva e deixar tudo por isso mesmo. Até que um dia, lendo um dos capítulos do livro O Redentor, que discorre sobre a vida de Cristo, detive-me em um dos muitos capítulos, que resumirei a seguir:

Quando, em Suas peregrinações, o Mestre passava por determinada cidade, logo as pessoas se aglomeravam para ouvir Sua palavra. Isso causava profundo mal estar para a elite rica e dominante, que sentia-se, talvez, ameaçada. Essa elite, então, armou uma cilada para Jesus. Patrocinou farto jantar e convidou o Mestre. Pretendia-se preparar uma armadilha para Jesus, para poder agarra-Lo nas tramas da Lei. Jesus, mesmo sabendo do risco, humildemente, aceitou o convite. Ao chegar, todos os convidados haviam tido seus pés lavados, como de costume, menos Jesus. Tentaram embaraçá-lo promovendo debates teóricos que pudessem confundir o Mestre, que a tudo refutava, dentro da sua grande sabedoria. Ao distribuírem guardanapos de linho e água para molhar os dedos antes de partir o pão, também como era o costume, só Jesus não foi contemplado.

Em dado momento, houve muito barulho na porta fechada. Era Maria de Magdalo, também conhecida por Maria Madalena que, sabendo da situação de Jesus, forçava sua entrada no recinto. Ao ver o Mestre, ajoelhou-se, tirou o perfume que trazia numa caixinha presa a uma corrente de ouro, jogando nos pés do Mestre as preciosas gotas para lavá-los, ao que juntou suas lágrimas. Isso feito, enxugou os pés de Jesus com seus lindos e longos cabelos.

No mesmo momento, os doutores da Lei interpelaram o Mestre, sobre como ele permitira ser tocado por uma mulher impura, o que era contra a Lei.

Jesus, calmamente, valendo-se de sua moral interna ou força interior, como queiram, disse-lhes: quando eu aqui cheguei, meus pés não foram lavados, a água e o guardanapo de linho não me foram oferecidos e eu nada falei. Agora, essa mulher aqui vem até para corrigir essa situação e vocês a reprovam? Todos se calaram, e ele disse “Vá, mulher e não peques mais.

Fico emocionada cada vez em que lido com esse texto.
No meu entender, Jesus não ofereceu a outra face, mas reagiu, Mestre que era, como Pacificador, mas colocando cada coisa em seu lugar.

Os espíritas sofrem muito em seus afazeres diários, pois, para alguns, ser espírita é aceitar tudo e todos. Posso estar enganada, mas, no meu entender, Jesus, sabiamente, como não poderia deixar de ser, foi e continua a ser um revolucionário, usando, sabiamente, a moderação, o equilíbrio e a paz. Isso faz parte da grande herança do modelo cristão a ser seguido nas nossas lidas mundanas. O Mestre é, sem sombra de dúvida, o grande Consolador .
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Falando de Comportamento

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Mensagem número # 5.914 – Terça-feira @ 20120320090712
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Falando de Comportamento
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Acessando o blog Saúde & Relacionamento, li um artigo de Lion Andreassa, onde ele trata com muita propriedade o Comportamento Empreendedor. O assunto está em pauta entre os acadêmicos e alguns setores da mídia. Andreassa procura desmistificar algumas posições já assumidas por outrem, de que ser empreendedor é ter negócio próprio.

Andreassa rebate essa colocação. Cita o caso de uma pessoa que aos 30 anos herdou uma loja e 25 anos depois ela se encontra do mesmo jeitinho, dando o mesmo lucrinho também. Esse elemento, que chama-se João, “não procurou novos clientes, não desenvolveu novos produtos e finalmente, não reinventou sua empresa.'(1) Contudo, foi um bom administrador.

Ainda com base no autor do artigo, ele refere-se a um rapaz de 17 anos, vindo do Rio Grande do Sul, Marcelo. “Trabalhou em shopping, pagou sua faculdade, ingressou no mercado financeiro como estagiário, fez carreira meteórica e hoje é diretor de grande multinacional européia”. (2)

Ser empreendedor não está ligado a cargos e títulos, mas eu diria que é uma questão de genética. É uma vontade e uma inquietação que vem de dentro, um input, que aflora no indivíduo e o torna aquela pessoa indispensável, quer em uma equipe, ou sozinho, mas que, em qualquer circunstância ou trabalho, está apto a galgar posições, enfrentar mudanças e progredir. Isso pode ocorrer para quem tem um negócio próprio ou não.

O que li ,e de certa forma travei um diálogo com Andreassa, foi de grande proveito e aprendizagem. Como aprendizagem é um procedimento que se transfere, veio-me à mente a vida de São Paulo, o grande tribuno romano, perseguidor de Cristo. Após, finalmente, seu encontro com Ele passou a ser o seu maior defensor.

Para tanto, perdeu seus títulos honoríficos e armou – como primeiro passo – sua tenda de tear, no deserto. Os judeus da época, ainda que doutores, eram obrigados a ter uma profissão. Daí para diante foi incansável no seu propósito de divulgar a Boa Nova, exemplificar, escrever cartas apostólicas e tornar-se, enfim, o São Paulo empreendedor e valente, mesmo dentro de sua humildade, para defender Cristo tanto ou mais do que o perseguira.

É fácil deduzir que o comportamento empreendedor cabe em qualquer situação, quer por vontade, fé ou sobrevivência.

(1 e 2)Artigo de Lion Andreassa
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