Anel de Luz

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20130116_Anel_Luz
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Anel de Luz
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Alegria, Alegria e Alegria!

Que felicidade podermos estar tratando de assunto tão lindo e edificante!
Estamos — todos nós — utilizando nosso tempo de forma construtiva, onde, com certeza, os primeiros grandes beneficiados somos nós mesmos — mas — temos certeza — que muitos encarnados e desencarnados também serão beneficiados. Anel de Luz!

Anel de Luz — trabalho mediúnico de assistência espiritual instituído na década de 1980 por orientação da Equipe do Espírito Dr. Bezerra de Menezes cujos componentes são: José Grosso, Palminha, Sheila, Joseph e outros Espíritos, cujos nomes não me lembro — infelizmente.

A orientação para que este tipo de assistência fosse instituído veio pela intermediação do nosso querido irmão Alvaro Basile Portughesi — médium responsável pelos trabalhos realizados no então Grupo Irmão de Sagres localizado no bairro da Vila Jaguara, em São Paulo capital.

Naquela época a tarefa era realizada às sextas-feiras, à noite, e a Casa sempre estava cheia — todas as cadeiras tomadas. Acomodava talvez, umas cem pessoas.

Lembro-me — com muitas saudades — da Alegria!
Todas as reuniões eram acompanhadas de música — cantadas e, na maioria das vezes, com acompanhamento de violão ou violões. A música exerce sobre todos nós um encantamento — promovendo uma elevação do padrão vibratório e também a sintonia no mesmo diapasão evitando assim a dispersão do foco mental.

Ao cantarmos as músicas de agrado de todos — encarnados e desencarnados — abríamos nossa porta espiritual para o Mundo Maior — possibilitando recebermos as benesses para a cura das nossas dificuldades físicas, mentais e espirituais — que saudades!

Sempre — ao término do trabalho — Anel de Luz — saíamos quase que flutuando, pois havíamos recebido muito mais do que havíamos contribuído. Saíamos espiritualmente enriquecidos. Simplesmente lindo!

Anel de Luz — trabalho que se caracterizava pela “simples” aplicação de passes. Os visitantes — assistidos — (éramos todos assistidos!) — sentavam-se a volta dos médiuns — os quais estavam dispostos em forma de círculo.
Neste círculo havia uma abertura para que os assistidos pudessem entrar.
Ao centro do Anel de Luz — eram dispostas 4 cadeiras — duas a duas — uma de costas para a outra — onde os assistidos se sentavam para receber o passe.

Anel de Luz — o passe se constituía de uma simples imposição de mãos, sem nenhuma gesticulação adicional.

Anel de Luz — médiuns. Os 4 médiuns que iam aplicar o passe, eram rodiziados, 4 a 4, pré-selecionados pelo coordenador da tarefa.

Anel de Luz — tarefa que sempre se caracterizou pela simplicidade, sem nenhum tipo de sofisticação de posturas e ou palavras.

Anel de Luz — término do trabalho. Sempre, ao término do trabalho, havia uma psicografia ou psicofonia — com uma mensagem do Plano Maior — mentores da Casa. Mensagens lindas e profundas! Quantas e quantas vezes ouvimos as pessoas presentes chorando — pois — haviam sido tocadas pelas sempre amorosas palavras de orientação. O Amor era o esteio de todas as mensagens.
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Obrigado Amigo Alvaro Basile Portughesi
São Paulo-SP
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Acervo do Leal:
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Espírito Palminha

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Espírito Palminha
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Relato ditado, através da audição, pelo espírito de José Grosso ao médium Ênio Wendling.

Ao fundo, música suave de um coral espírita que cita nomes de vários amigos espirituais. Registramos a presença de alguns mentores espirituais: José Grosso, Palminha, Scheilla e de outros numerosos espíritos da Fraternidade.

Assinalamos, também, a presença do espírito Charles Baudelaire e percebemos que os amigos espirituais são velhos conhecidos.

José Grosso inicia, assim, o relato:

Viemos de longe, de passadas eras e vamos falar sobre nosso irmão, chamado carinhosamente de Palminha*, simplesmente Palminha.

Hoje, nessa altura de sua caminhada espiritual, deseja firmemente desempenhar, como vem fazendo, a tarefa da fraternidade, sob a égide de Jesus. Busquemos reportar marcantes épocas da vida desse querido amigo. Reafirmamos que viemos de longe. Vislumbramos os tempos dos Vedas. Os grandes templos de Amon. As colunas formidáveis da cidade de Soma (subúrbio de Memphis), sob a areia do deserto no antigo Egito. Identificamos, ainda, o nosso irmão Palminha em Tebas e Memphis.

Consta que após algumas encarnações de mandos e desmandos, reencarnou-se como escravo núbio, vivendo por pouco tempo nessa condição, pois devido a circunstâncias que desconhecemos tornou-se senhor.

Podemos percebê-lo descansando nos alpendres dos jardins de grande palácio, nas tardes solarengas e cálidas de verão, às margens do Nilo. Como senhor, mercadejou com escravos e não demonstrou nenhum sentimento fraterno para com eles, esquecendo-se de que já fora um deles.

Habitou, também, os templos de Carnac. Viveu em áreas longínquas na China. Conviveu com os Persas. Nosso Palminha viveu na época do cristianismo em Roma. Suas idas ao circo romano o empolgaram bastante.

Segundo Charles Baudelaire, que se encontra citado acima nesse relato: “a multidão sanguinolenta reunia-se no vasto circo de Roma. O coliseu regurgitava ao murmúrio sinistro de patrícios e plebeus que buscavam, na dor dos desgraçados, o prazer e o tumulto”.

Vivendo em Roma, Palminha conheceu e se identificou com muitos cristãos. Ouviu-os falarem de Jesus. Muitos deles estão reencarnados e vivendo no Brasil de hoje.

Naquela época, alguns fizeram parte dos quinhentos da Galiléia. Viveu e ajudou a destruir os templos de Heliópolis, incendiando-os. Conviveu no palácio do Califa de Samira, sendo um de seus familiares.

Renasceu na Pérsia, reviu a Índia, mas desejava, nesse tempo, algo mais da vida. Seus sentimentos começaram a mudar.

Conviveu com amigos e com a turba dos que gostavam de anarquia e destruição, pois seu passado falava muito forte, ainda, em seu espírito. Viveu numa aldeia em Simiansqui, ao norte do império Chinês. Participou das ordens de Gengis Khan. Estreitou laços com os afins.

Teve reencarnações na Tartaria, após essa existência viveu nos Balcãs e reencontrou um espírito muito querido na Germânia: o nosso José Grosso. Pertenceu, também, ao grupo dos seguidores de Alarico VIII. Após esse período, Palminha desejou ardentemente modificações mais profundas em seu espírito.

Vieram, então, reencarnações mais suaves, tranqüilas e religiosas na França, Espanha e Brasil.

Nos dias de hoje, sua identificação espiritual com os companheiros encarnados é grande. Quer ser lembrado somente como Palminha.

Seus objetivos se encontram no apostolado do bem, na simplicidade consciente e responsável do espírito que deseja valorizar o atual momento em que estamos vivendo, pois são marcos decisórios para a sua evolução e a de todos nós.

Em sucessivas reencarnações, nosso Irmão Palminha experimentou derrotas, conquistas e sofrimentos atrozes.

Mas, hoje, considera o momento um oásis de bênçãos na tarefa junto aos companheiros espíritas do Brasil e da Fraternidade.

Não podemos deixar de citar a encarnação de Palminha no Brasil como Antônio da Silva, um dos nove filhos do casal Gerônimo e Francisca, e irmão de José da Silva -José Grosso.

Pertenceu, também, a um dos bandos da época, na década de trinta, no nordeste. Desencarnou com ferimentos, quando do cerco policial nas imediações da cidade de Floriano, no Piauí. Consta que tentava fugir quando foi alvejado.

Correu sem perceber que seu corpo ficara para trás. Voltou e constatou que “havia desencarnado”.

Não é sabido quanto tempo levou até ser amparado pelos espíritos de Joseph, Scheilla e José Grosso. Com o passar do tempo, foi convocado a cooperar nas reuniões do grupo Scheilla, em Belo Horizonte.

O nosso querido Palminha é incansável trabalhador e um dos mentores da nossa Fraternidade.

Agradecemos a Jesus pelo privilégio de tê-lo junto a nós. Que ele receba o nosso carinho e as nossas vibrações fraternas. Que o nosso Divino Amigo Jesus o abençoe hoje e sempre.

* Palminha: nome dado ao espírito que, quando se manifestava em reuniões de efeitos físicos, batia palmas e de suas mãos saíam raios de luz.
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Acervo do Leal:
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sinapseslinks@gmail.com

Espírito José Grosso

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Espírito José Grosso
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José Grosso – Bandoleiro do Bem
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Autor:
José Estênio Gomes Negreiros
Blog: http://estenionegreiros.blogspot.com.br/
Fortaleza,CE
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No ano de 1932, o Estado do Ceará foi açoitado por uma das piores secas de sua tão sofrida e heróica História. Não bastassem as convulsões causadas pelas transformações políticas e sociais vividas por nosso País, o Nordeste Brasileiro se horrorizava com as estripulias de Virgulino Ferreira da Silva, O Lampião, figura que assombrou os sertões nordestinos durante cerca de vinte anos, com sua guerra de vinditas contra “aqueles que nele estreparam os espinhos da injustiça”, até 1938, ano de sua morte.

Sua ação foi extensiva à grande área dos sertões de sete Estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba Pernambuco, R. G. do Norte e Sergipe. Possuidor de veia poética compôs aquele celerado o seguinte sinistro soneto enaltecendo suas qualidades de cangaceiro e poeta: “Meu rifle atira cantando/Em compasso assustador. /Faz gosto brigar comigo/Porque sou bom cantador. /Enquanto o rifle trabalha/Minha voz longe se espalha/Zombando do próprio horror!” Também de sua lavra é a composição Mulher Rendeira, posteriormente imortalizada na voz do cantor Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.

Coadjuvado por homens de caracteres semelhantes ao seu, Lampião e seu bando cumpriram uma infeliz sina em sua pungente romagem terrena. Ficaram famosos também os seus companheiros de infortúnio: Antônio e Livino (seus irmãos), Antônio Matilde, Luis e José Fragoso, Antônio do Gelo, Meia-Noite, Gato, Ioiô, Luis Pedro, André Sipaúba, Corró, Muriçoca, Sabiá, Chá Preto, Corneteiro, entre outros.

No ano de 1896, num lugarejo pobre, próximo ao Crato, hoje próspera cidade do Estado do Ceará, nascia José da Silva, que posteriormente viria a ser conhecido por José Grosso, filho de Jerônimo e Francisca, pai de outros oito filhos.

Começa aqui a teia do destino que vai ligar José Grosso a Virgulino. Como dissemos acima, o ano de 1932 registrou uma das piores estiagens que assolaram o Estado do Ceará. Essa ocorrência climática e suas terríveis conseqüências vieram juntar-se ao fenômeno do cangaceirismo, fruto das condições sociais vigentes. Pelo sertão espalhava-se a fama de Lampião com sua figura romanesca associada a do herói que tira dos ricos para dar aos pobres, um Robin Wood das caatingas nordestinas.

Isso empolgou muito o ânimo de José Grosso que em seu íntimo sonhava, como de resto todos os sertanejos, com uma terra de paz, sem fome e com a justiça amparando os pobres. Animado por esses anseios, vai integrar o grupo de Lampião, por ocasião de sua passagem pela região de Orós, Estado do Ceará.

Por não concordar com as atitudes criminosas do bando, que feriam seus princípios de homem justo e bom, decidiu adotar uma perigosa atitude que mais tarde lhe traria graves conseqüências. Sem intenção de delatar aquele bando às autoridades policiais, passou a alertar com antecedência às populações das cidades que Lampião tencionava invadir, impedindo, assim, que muitas pessoas viessem ser violentadas ou assassinadas, na onda da fúria insana do cangaceiro e seus asseclas. Denunciado por alcagüetes, foi levado à presença de Virgulino.

Julgado e condenado pelo júri pessoal do bandoleiro, teve seus olhos perfurados à faca, como represália pela traição cometida. Cego, foi abandonado, ficando perdido e sozinho, vagando desorientado naquelas espinhentas brenhas sertanejas. Não demorou muito e foi acometido de infecção generalizada que o levou ao desencarne, no ano de 1936, aos quarenta anos de idade.

Dizem que o Espírito José Grosso se comunica em muitos Centros Espíritas espalhados Brasil afora. Entidade amiga, dotada de bons sentimentos, encarnou diversas vezes na Terra. Exerceu poder e autoridade na antiga Germânia (Alemanha), quando então tinha o nome de Johannes, homem rígido, disciplinado e místico, tendo desencarnado por volta do ano de 751. Reencarnou também na Holanda, onde exerceu o alto cargo de Adido Diplomático, convivendo, dessa forma, com a alta classe daquele país e também com a corte de Francisco I, rei de França.

Logo que desencarnou no Brasil, em 1936, foi recebido na Espiritualidade pelos Espíritos Scheilla e Joseph Gleber que mantiveram laços com ele quando de sua romagem terrena na Germânia.

Em 1949, ano de suas primeiras manifestações, conduzido que foi ao Centro Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, pelos Espíritos acima citados, dizia “ser folha caída dos ventos do Norte”. Entre os médiuns através dos quais se comunicava, destaca-se Peixotinho (Francisco Peixoto Lins), extraordinário médium de efeitos físicos, notabilizado pelas materializações luminosas, nascido na cidade de Pacatuba, Ceará, em 1̊ de fevereiro de 1905 e citado na obra Materializações Luminosas, de Rafael Ranieri. Sua caminhada no plano espiritual recebeu também a orientação do Espírito Glacus. Tem-se informações de que o Espírito José Grosso ainda hoje coopera nas reuniões de efeitos físicos em vários centros espíritas e se dedica atualmente a trabalhos na Fraternidade Espírita Irmão Glacus.

Ombreando com Peixotinho e Bezerra de Meneses, cognominado por muitos como O Allan Kardec brasileiro, José Grosso integra as hostes espirituais onde provavelmente transitam outros Espíritos benfazejos que encarnaram no sofrido mas abençoado Estado do Ceará, Terra da Luz!
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Postado por Marco Aurélio Rocha, Terça-feira, Novembro 16, 2010
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Colaboração:
Mariângela Vieira
Pindamonhangaba-SP

Consumo de carne

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Consumo de carne

(Carta Aberta entre: Álvaro Basile Portughesi e Fábio Pimenta)

Caro Álvaro;

Participo da casa espírita Léon Denis, em Vila Velha-ES.

Estamos reformulando nosso estatuto e muitas dúvidas têm permeado nossas mentes. São relacionados a abstinência da carne vermelha nos dias que antecedem a reunião de desobscessão e tratamento espiritual.

Como já pesquisei em várias fontes e as informações diferem em muitos aspectos, resolvi lhe pedir ajuda, pois lí e ouvi suas entrevistas onde você narra que no grupo em que participa tiveram informações dos irmãos espirituais. Você poderia dividir conosco! Posso encontrar em alguma obra?

Ao que tudo indica as informações estão espalhadas e se prestam a reuniões diferentes em sua finalidade, tipo, forma e etc.

Espero poder contar com sua colaboração!
Atenciosamente,

FÁBIO PIMENTA.

Álvaro responde:

Segundo orientações recebidas dos nossos Irmãos Espirituais que se materializavam, por serem de tratamentos esses trabalhos Eles aconselhavam que ficássemos no mínimo 3 dias antes das reuniões nos abstendo de carne vermelha, bebida alcoólica, fumo e até mesmo o uso do sexo, no último caso para que essas energias ficassem a disposição dos tratamentos em questão.

Eles explicam que seja qual for o tipo de trabalho que se presta ao tratamento de encarnados ou desencarnados, abster-se de ingerir bebidas e carne vermelha é de suma importância, pois os Médiuns liberam em maior ou menor quantidade o material chamado Ectoplasma (esse material precisa se encontrar sadio, pois funciona como eventual medicamento).

E se ele por acaso estiver maculado por toxinas que são oriundas das bebidas e carnes vermelhas, segundo Eles o material que deveria ser colocado em favor dos enfermos estaria prejudicado, impregnado desses malefícios.

Obs.: os Espíritos nunca nos obrigaram a fazer determinadas abstinências, entretanto, solicitavam o nosso não comparecimento caso não conseguíssemos nos abster a contento.

Um lembrete do Espírito José Grosso, Irmão Espiritual que sempre se apresentou em nossos trabalhos de cura: ” o cheiro que emana das chamadas churrascarias é semelhante ao odor que circundavam o circo romano, quando os cristãos estavam sendo queimados”.

Um livro que consideramos de suma importância, embora o seu autor não seja aceito por todos que se intitulam Espíritas, intitula-se ”Fisiologia da Alma”- ”do Espírito Ramatis”.

Estudem esse livro e será muito difícil vocês conseguirem continuar a fazer uso da carne vermelha.

Obs.: nós há mais de 40 anos fomos convidados para participarmos de uma reunião de desobsessão no Grupo de Fraternidade Espírita Dias da Cruz, em Caratinga – MG.

Um detalhe que nos chamou atenção foi a ausência do Espírito Josefh Gleber.

Um dos orientadores Espirituais nos informou que a ausência do referido Mentor se dava pelo fato de na reunião anterior ele ter participado desse tipo de reunião (desobsessão) onde os Médiuns haviam consumido carne vermelha e utilizado o consumo de nicotina.

Resultado: o Mentor estava passando por tratamento em clínica Espiritual para retirar os resquícios negativos que havia assimilado durante aquela reunião. Em suma Josefh Gleber ficou em tratamento por volta de 20 dias.

Abraços do amigo de sempre.
Alvaro.
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Alvaro Basile Portughesi
http://aportughesi.wordpress.com/
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Álvaro Basile Portughesi

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Álvaro,
Boa Tarde!
Seja Abençoado!
Sejam Abençoados!
Saúde!
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Muito obrigado pela entrevista.
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A Rede TV abriu um pequeno espaço.
Poderia ser maior.
Como falar de cincoenta anos de realizações em 15 minutos?
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O Caso do Joaquim Alcides, naquele dia, eu estava lá.
Lembro-me que ao término da reunião, pouco antes da dispersão, o Alcides me mostrou o “córte” qua havia sido feito nas costas dele. Ele estava muito emocionado.
Eu fiquei muito emocionado, e todos que lá estavam também.
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Álvaro, como posso ter acesso ao Espírito José Grosso?
Nada quero pedir, mas agradecer pelo muito e MUITO que ele fez por mim pela minha Família, meu filho inclusive.
Álvaro, Muito Obrigado.
José Grosso, Muito Obrigado.
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
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