Família

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20130518_Família
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Família
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O Espiritismo e a família contemporânea, desafios e reflexões

“Estamos na era da alienação, do estar sozinho e das uniões frágeis e isso tem facilitado a desestrutura da família.

Vivemos dominados por um grave fenômeno: o alheamento em massa.

Nessa circunstância as pessoas são estranhamente alheias aos fenômenos hodiernos que as cercam; são bloqueadas mentalmente de maior reflexão ou sensibilidade social; consideram dispensável qualquer tipo de exercício mental ou espiritual; alegram em direcionar todos os empenhos de suas vidas ao lazer, prazer divertimento.

Vivem o fenômeno da substituição do Ser pelo Ter.

A necessidade de espiritualização está sendo sobrepujada pelo vício em diversão.

Entretenimentos que giram quase sempre em torno de erotismos e violências.

Quando os valores cristãos perdem significado aguçamos o egoísmo e esfacelamos a felicidade.”
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Leia o texto completo. Click aqui. Grato.
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Autor:
Jorge Hessen
Brasília-DF

A Prece

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20080913blog_aprece
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A Prece
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A PRECE É PRÁTICA RELIGIOSA RECOMENDADA POR TODOS OS
BONS ESPÍRITOS

Estudos diversos comprovaram a conseqüência favorável que a prece produz. O médico e pensador Alexis Carrel (1) dizia freqüentemente que o importante não é acrescentar anos à sua vida, mas vida aos seus anos. Em 1942, Carrel escreveu o artigo intitulado A Prece é Força, afirmando “que a oração é uma força tão real como a gravidade terrestre”. (2) E acrescentou: “no meu caráter de médico, tenho visto enfermos que, depois de tentarem, sem resultado, os outros meios terapêuticos, conseguiram libertar-se da melancolia e da doença, pelo sereno esforço da prece” (3). Naquela tumultuada década dos anos 40 do século XX (4), sobretudo para os médicos, era uma grande ousadia admitir as implicações da “prece” sobre a saúde.

Todavia, o médico filósofo, contrariando seus colegas, proclamou a força da oração.

Sabe-se hoje que a prece realmente atua sobre os doentes, influenciando o sistema imunológico, segundo estudo realizado no ano de 1988, no Hospital Geral de São Francisco, na Califórnia.

“Nesse hospital foi possível comprovar que os pacientes que foram alvos de preces apresentaram significativas melhoras, necessitando inclusive de menor quantidade de medicamentos.” (5)

A prece é recomendada por todos os Espíritos. Renunciar a ela é ignorar a bondade de Deus; é rejeitar para si mesmo a sua assistência; e para os outros, o bem que se poderia fazer. (6)

O Espírito André Luiz, que foi médico em sua última
reencarnação terrena, disse: “Ah! se os médicos orassem”.

A exclamação consta no capítulo intitulado “Em aprendizado”, que revela o apoio que os benfeitores espirituais dão aos médicos que se disponham a abrir os seus canais de sensibilidade. “Todos os médicos, ainda mesmo quando materialistas de mente
impermeável à fé religiosa, contam com amigos espirituais que os auxiliam” (7).

Alexis Carrel, sob a luz da inspiração, certificou que “quando oramos, ligamo-nos, nós mesmos, à inexaurível força motriz que aciona o universo.

Pedimos que uma parcela desta força se aplique na devida proporção das nossas necessidades.

Com o próprio ato de pedir, nossas deficiências humanas são supridas, e erguemo-nos fortalecidos e restaurados”. (8)

Os médicos americanos William Rede (9) e Roger Youmanas, quebrando os paradigmas e axiomas acadêmicos, defendem a necessidade da oração na hora da cirurgia. Para Rede o poder da oração pode garantir o sucesso de uma cirurgia, na atmosfera tensa de uma sala de operação.

Quando uma enfermeira lhe passa um instrumento, o médico diz que faz sempre uma prece. Pede a Deus que o guie, de acordo com os seus desígnios. Para o cirurgião, a oração cria o clima de calma,
necessário para o trabalho.

William Rede e Youmanas citam o caso de hemorragias subitamente controladas ou paradas cardíacas prontamente resolvidas. E o próprio Rede teve prova disso com seu filho de dois anos. A criança estava com pneumonia e de repente parecia que ia morrer. Salvou-o com respiração artificial, depois que pediu a Deus para que
não tirasse a vida de seu filhinho.

Roger Youmanas, cirurgião da Califórnia, confirma que sempre reza durante 30 segundos quando se vê diante de um caso difícil. Acredita que a prece em favor de um doente pode ajudar. E acredita que um cirurgião possa fazer uma operação melhor se tiver inspiração divina. ”(10)

O Cristo disse: “por isso vos digo: todas as coisas que vós pedirdes orando, crede que as haveis de ter, e que assim vos sucederão.” (11) Para nós, espíritas, a prece se reveste de características especiais, pois a par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetismo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica e o Espiritismo nos revela outra força poderosa na mediunidade curadora e a influência da oração.

Allan Kardec, ao emitir seus comentários na questão 662 de O Livro dos Espíritos, afirma que “o pensamento e a vontade representam em nós um poder de ação que alcança muito além dos limites da nossa esfera corporal. A rigor, a eletricidade é energia dinâmica; o magnetismo é energia estática; o pensamento é força eletromagnética.”(12)

Há pessoas que negam a Eficácia da Prece com o argumento de que, se Deus conhece as nossas necessidades, desnecessário se torna expô-las. Acrescentam, tais descrentes, que as nossas súplicas não podem modificar os designo da Providência, porque todo o Universo está regido por leis eternas. “Contudo, o Espiritismo nos faz
compreender que na oração, sendo um canal de ligação com o Criador, podemos solicitar, enaltecer e agradecer. As preces dirigidas a Deus são ouvidas pelos Espíritos encarregados da execução dos Seus desígnios; as que são dirigidas aos Bons Espíritos vão também para Deus.” (13)
6
Quando o pensamento se dirige para algum ser, na terra ou no espaço, de encarnado para desencarnado, ou vice-versa, uma corrente fluídica se estabelece de um a outro, transmitindo o pensamento, como o ar transmite o som. A energia da corrente está na razão direta da energia do pensamento e da vontade. “É assim que a
prece é ouvida pelos Espíritos, onde quer que eles se encontrem. “Pela prece, o homem atrai o concurso dos Bons Espíritos, que o vêm sustentar nas suas boas resoluções e inspirar-lhe bons pensamentos.” (14)

O mestre de Lyon explana que “a prece do homem de bem tem mais
merecimento aos olhos de Deus, e sempre maior eficácia. Porque o homem vicioso e mau não pode orar com o fervor e a confiança que só o sentimento da verdadeira piedade pode dar. Do coração do egoísta, daquele que só ora com os lábios, não poderiam sair mais do que palavras, e nunca os impulsos da caridade, que dão à prece toda a sua força.” (15)

Porém, quem não se julga suficientemente bom para exercer uma influência salutar, não deve deixar de orar por outro, por pensar que não é digno de ser ouvido. “A consciência de sua inferioridade é uma prova de humildade, sempre agradável a Deus, que leva em conta a sua intenção caridosa.

A prece que é repelida é a do orgulhoso, que só tem fé no seu poder e nos seus méritos, e julga poder substituir-se à vontade do Eterno.” (16)

Outra questão importante para o tema é a prece coletiva; será que tem ação mais poderosa? Sim! Quando todos os que a fazem se associam de coração num mesmo pensamento e têm a mesma finalidade, porque então é como se muitos clamassem juntos e em uníssono. “Mas que importaria estarem reunidos em grande número, se cada qual agisse isoladamente e por sua própria conta? Cem pessoas reunidas
podem orar como egoístas, enquanto duas ou três, ligadas por uma aspiração comum, orarão como verdadeiros irmãos em Deus, e sua prece terá mais força do que a daquelas cem.” (17)

“E quando orais, não faleis muito, como os gentios; pois cuidam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Quando orais, não haveis de ser como os hipócritas, que gostam de orar em pé nas sinagogas, para serem vistos pelos homens”.(18)

Por isso que as formas e as fórmulas utilizadas para a oração se fazem secundárias, sendo indispensável à intenção do suplicante, cujo propósito estimula o dínamo cerebral a liberar a onda psíquica vigorosa que lhe conduzirá a vontade. O pensamento, portanto, ligado a Deus, ao bem, ao amor, ao desejo sincero de ajudar, eis a oração que todos podem e devem utilizar, a fim de que a paz se instale por definitivo nos corações.

Jorge Hessen
http://jorgehessen.net
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Fontes Bibliográficas
(1) Ganhador do Prêmio Nobel de Medicina por seus trabalhos em sutura de
vasos sanguíneos e autor do livro “O Homem, Esse Desconhecido”
(2) Publicado na Revista Reader’s Digest.Reader’s Digest de fevereiro de 1942
(3) Idem
(4) Em 1942 as nações mais ricas da Europa e a própria América, onde Dr.
Carrel vivia, estavam engalfinhadas na Segunda Guerra Mundial
(5) Artigo de Kátia Penteado intitulado Efeitos da Prece na Saúde: a Ciência
confirma a Doutrina Espírita – Nov/2004
(6) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Rio de Janeiro: Ed. FEB
1990, cap 27
(7) Xavier, Francisco Cândido. Libertação, Rio de Janeiro: Ed FEB, 1990
(8) Publicado Revista Reader’s Digest Reader’s Digest de fevereiro de 1942
(9) William Reed é presidente a Fundação Médica Cristã que possui mais de
3.000 médicos associados
(10) Publicado na Revista O Espírita setembro / dezembro de 2001, nº 110 Ano
XXIII
(11) Mc, XI: 24)
(12) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1994,
questão 662
(13) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Rio de Janeiro: Ed.
FEB 1990, cap 27
(14) Idem
(15) Idem
(16) Idem
(17) Idem
(18) Idem

Fé e Razão

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20130201_Fé_Razão.
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Fé e Razão
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“Para o dicionarista, a definição de fé é a convicção e crença firme e incondicional, alheia a argumentos da razão. Todavia, concebemos como uma espécie de força intrínseca, uma certeza racional, embora, também, instintiva na Bondade de Deus. A prática das lições espíritas, através de uma fé racional, desempenha função relevante na terapia das muitas patologias que nos atormentam, principalmente, por desvendar o medicamento da alma em bases no amor.”
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Autor:
Jorge Hessen
Brasília-DF

Adultério

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Adultério nas redes sociais, numa reflexão kardecista
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“Chegaram no Brasil algumas redes sociais com propostas gritantes: promover a infidelidade conjugal. São 12 milhões de usuários ao redor do mundo. Em nosso país, já há mais de 500.000 pessoas (70% são homens) interessadas em aventuras promovidas pelos mecanismos próprios desses sites, que faturam não poucos milhões de dólares por ano. Cerca de 60% das mulheres revelaram ter sido infiéis a namorados ou maridos. Entre os homens, o valor é ainda maior: 70%.

A ideia de instituir ambientes virtuais dessa natureza surgiu há uma década, através do canadense Noel Biderman, criador do Ashley Madison, que deve faturar 60 milhões de dólares em 2011. De acordo com o levantamento realizado pelo Instituto Tendências Digitais, a “Pátria do Evangelho” paradoxalmente registra os maiores índices de infidelidade.

Por que será que o mundo virtual vem fascinando mais do que a vida que se levava 20 anos atrás? Permanecer neste mundo quimérico, seduzidos pelas ondas eletromagnéticas da Internet, diante de um monitor, será por receio? Timidez? Acanhamento? carência de amor próprio? Incerteza? Carência? Solidão? Ou será tolo encantamento, necessidade de aventuras, realização de feitos inenarráveis, ultrapassar limites, provocar reações escândalos…?”
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Vide o artigo completo. Click aqui. grato.
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Autor:
Jorge Hessen
Brasília-DF

Falta pouco?

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Falta pouco?
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COMEÇO DO FIM DO MUNDO?…QUAL MUNDO?…
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Em face da atual saturação mística sobre o “calendário 2012”, avulta-se a obstinação nostradâmica lançando previsões absurdas. Cada facção com seu cortejo de iludidos vão estabelecendo sua agenda. Datas são repetidamente afixadas, ou adiadas, porque os adivinhos não abrangem que a fragmentação do tempo em milênios, séculos, anos, dias, horas, minutos etc, é apenas uma convenção humana, fruto da observação secular dos fenômenos naturais.

A contagem do tempo como um fluxo linear nasceu, sobretudo com a Renascença. De Leonardo da Vinci a Einstein, observou-se na estruturação da percepção do tempo o devir (vir a ser). Desde eras pitagóricas ao período cartesiano, nos achamos atualmente perante a desconstrução do tempo clássico. A relatividade einsteiniana instituiu uma inovação na percepção temporal. O momento quântico sobrepujou a cadência newtoniana e a percepção do tempo (se houver como o compreendemos), deverá ser (re)significado. Subliminarmente, alguns permanecem assombrados com a passagem do tempo, esquecendo-se de que a nossa contagem cronológica é totalmente arbitrária. As Leis naturais não são tangidas em face da maneira de como dividimos e contamos o tempo.

Crenças antigas têm sido entronizadas. O zoroastrismo, por exemplo, vem influenciando há milênios o pensamento judaico-cristão, notadamente quanto à escatologia e ao tempo linear de mundo. Por conta dessas crenças, uma infinidade de seitas tem arregimentado pessoas de imaginação fecunda, mormente revendendo a ideia de que a “Era de Aquários” está se aproximando, e que haverão transformações definitivas no planeta. Anuncia-se a liquefação da calota polar, irrupções de maremotos, terremotos, tornados, tsunamis, erupções vulcânicas. Afiança-se até que a partir de 2014 um asteroide irá se colidir com a Terra e acarretará uma grande destruição, e logo após os homens estarão aptos a vivenciar a “Nova Era”, em “paz”.(!?…)

Destaca-se o mote da “transição planetária” apregoando-se sobre hipotético “cinturão de fótons”(1) orbitando as Plêiades(2) e da acreditada órbita do sistema solar ao redor da estrela Alcíone. De acordo com a corrente “new age”, a Terra passará por esse “cinturão de fótons”, o que derivará ou na elevação moral da humanidade, ou no fim do Planeta. Essa superstição é rebatida por David Morrison, que atesta ser mística e não ter nada a ver com a ciência. “Ademais o conceito de um cinturão de fótons em órbita é um absurdo. Os fótons são luzes e eles se movem em linhas quase retas, e não orbitando em torno de qualquer coisa, muito menos em torno do aglomerado de estrelas Plêiades”.(3)

Na década de 90, “peritos” e estudiosos das centúrias de Nostradamus também afirmavam o extermínio do Planeta para setembro de 1999. Não obstante o alarme dos adivinhos milenaristas, a Terra não desapareceu do mapa sideral. A ideia de que haverá uma morte planetária é um mito presente em quase todas as civilizações. Para o historiador Georges Duby, há muita similitude entre os medos do homem medieval e os do homem contemporâneo. É verdade! O mundo mudou muito em matéria de hábitos, costumes, tecnologia e ciência, mas a realidade social e anímica do indivíduo e da sociedade de hoje não difere muito do quadro que existia no século XI.

Evoca-se a ideologia milenarista bastante enraizada na cultura cristã. Os historiadores cognominam milenarismo os fenômenos sociais advindos, sobretudo através do movimento ativista medieval aparecido no século XII, sob o auspício intelectual Gioacchino da Fiore, um abade cisterciense e filósofo místico. A partir de uma explicação personalíssima das Escrituras, de Fiore imaginava que por um período de mil anos haveria a paz e a prosperidade na Terra, sob a tutela do Cristo Entretanto, esse milênio seria antecedido por tragédias, fome, moléstias, guerras e cataclismos. Em seguida surgiria a tranquilidade de mil anos, antes do “Juízo Final”, do categórico triunfo das forças do bem sobre as forças do mal, num inacabável fluxo e refluxo de acontecimentos.

Embora o jogo milenarista de temor do final dos tempos versus esperança num mundo melhor permaneça no imaginário de muitos desde o início da cultura judaico-cristã, existem épocas em que o pânico se acentua de modo quase obsessivo, galvanizando colossais parcelas da população. Paradoxalmente ou não, esquivando-nos dos ultimatos escatológicos (milenarista ou equivalente), distinguimos atualmente a experiência de agudas transformações planetárias. Todavia, também distinguimos que o planeta esteve sucessivamente em processo de transição, até porque faz parte da sua história.

Não há como não admitir que o Orbe atravessa alguns episódios sinistros quais crepúsculos, prenunciando tensas noites. Emmanuel avisou que “ao século XX competiria a missão do desfecho dos acontecimentos espantosos (…) efetuaria a divisão das ovelhas do grande rebanho e uma tempestade de amarguras varreria toda a Terra. Depois da treva surgiria uma nova aurora. Luzes consoladoras envolveriam todo o orbe regenerado no batismo do sofrimento.” (4). Em realidade, e não escapando da linearidade do tempo, percebemos que o século passado foi o mais sanguinolento de toda história humana.

Talvez “Deus tenha já marcado com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que Ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração”.(5) Sim! “o homem espiritual estará unido ao homem físico para a sua marcha gloriosa no Ilimitado, e o Espiritismo terá retirado dos seus escombros materiais a alma divina das religiões, que os homens perverteram, ligando-as no abraço acolhedor do Cristianismo restaurado. Para esse desiderato, a Humanidade necessitará de decididas inovações religiosas, porque a lição do Cristo ainda não foi compreendida.”(6)

Deus adverte-nos por meio de flagelos destruidores para que avancemos mais depressa. Assim, “os flagelos são necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.”(7) Assegura o Codificador que o Espiritismo será a doutrina mais apta a desempenhar o papel de secundador do processo de regeneração da humanidade. Recordemos que a prática dos códigos evangélicos é e sempre será a condição intransferível que determinará a grande transformação social, política e econômica do porvir. Nessa esteira, que ainda poderá perdurar alguns séculos, haverá de ser o final do “mundo velho”, desse mundo governado pela colossal ambição, pela corrupção, pelo extermínio das normas éticas, pela arrogância, pelo egoísmo e pela descrença.

Jorge Hessen
http://jorgehessen.net/blog

Referências bibliográficas:
(1) Alguns visionários creem que o Sistema solar ao percorrer a órbita de 26.000 anos mergulha periodicamente no cinturão de fótons, o que supostamente ocasiona transmutação da matéria, e os seres humanos se transformam em uma “nova raça”, mais “espiritualizada”. A humanidade entra em uma “Nova Era”.
(2) As Plêiades (Sete Irmãs ou Messier 45) são um aglomerado estelar aberto com cerca de 1000 estrelas, situado a 440 anos-luz do Sol, na constelação do Touro.
(3) Cf. David Morrison, astrobiologista sênior da NASA, disponível no site https://astrobiology.nasa.gov/acessado em 25/09/2012
(4) Xavier, Francisco Cândido. A Caminho da Luz, ditado pelo espírito Emmanuel, 22ª edição, Rio de Janeiro-RJ: Ed. FEB,
(5) Kardec , Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap XX, item 5, Rio de Janeiro: Ed FEB, 1997
(6) Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, ditado pelo espírito Emmanuel, Rio de Janeiro-RJ: Ed. FEB questão 238
(7) Kardec , Allan. O Livro dos Espíritos, perg. 737, Rio de Janeiro: Ed FEB, 1999

Transcomunicação

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Transcomunicação
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“A Transcomunicação Instrumental vem repetir, nos tempos atuais, o que representou para o mundo a fenomenologia de Hydesville, no estado de Nova York, nos idos de 1848, que culminaram com a chegada do Consolador prometido pelo Cristo à Humanidade” . [i] , Altivo Ferreira, diretor da FEB, remete-nos aos dias gloriosos de Allan Kardec. “À época do Codificador, a Transcomunicação estava presente nas primeiras mensagens através da mesa pé-de-galo, ou depois, na pequena cesta de vime, ou de outros fenômenos, pela manifestação das mensagens fixadas em ardósia, sem contato humano .” [ii]”
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Autoria:
Jorge Hessen
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Maria de Magdala

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Mensagem número # 5.793 – Sexta-feira @ 20120224032602
Visitas recebidas de Março de 2011 à 24/02/2012 = 37.006
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Maria de Magdala
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A biografia de Maria de Magdala é um dos mais admiráveis temas da história do Cristianismo, destacando-se como exemplos inesquecíveis sua sujeição na ilusão da beleza inóspita e sua posterior ternura aos hansenianos do Vale dos Imundos.

Segundo consta na tradição, a “mansão” daquela mulher, em Magdala ou Migdol (torre), hoje el-Mejdel, à época cidade localizada na costa ocidental do Mar da Galileia, era procurada pelos príncipes das sinagogas, abastados comerciantes, bilionários senhores de terras e de escravos, funcionários de alta categoria da administração herodiana, que lhe assentavam no cofre moedas de ouro, jóias, dracmas de prata, perfumes raros, presentes exóticos.

Aquela mulher ficou conhecida como Maria Madalena, personagem que traz à tona discussões com interpretações dessemelhantes sobre sua vida. Destarte, optamos por esquadrinhar um consenso a propósito de determinadas questões fundamentais, para que nossa pesquisa não perdesse apropriada uniformização do seu conteúdo.
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Colaboração:
Jorge Hessen
Brasília-DF
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