Aquele que se eleva será rebaixado

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20140802_Aquele_que_se_eleva
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Aquele que se eleva será rebaixado

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Jesus entrou em dia de sábado na casa de um dos principais fariseus para aí fazer a sua refeição. Os que lá estavam o observaram. — Então, notando que os convidados escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes uma parábola, dizendo: “Quando fordes convidados para bodas, não tomeis o primeiro lugar, para que não suceda que, havendo entre os convidados uma pessoa mais considerada do que vós, aquele que vos haja convidado venha a dizer-vos: dai o vosso lugar a este, e vos vejais constrangidos a ocupar, cheios de vergonha, o último lugar. — Quando fordes convidados, ide colocar-vos no último lugar, a fim de que, quando aquele que vos convidou chegar, vos diga: meu amigo, venha mais para cima. Isso então será para vós um motivo de glória, diante de todos os que estiverem convosco à mesa; — porquanto todo aquele que se eleva será rebaixado e todo aquele que se abaixa será elevado.” (S. LUCAS, cap. XIV, vv. 1 e 7 a 11.)

Estas máximas decorrem do princípio de humildade que Jesus não cessa de apresentar como condição essencial da felicidade prometida aos eleitos do Senhor e que ele formulou assim: “Bem-aventurados os pobres de espírito, pois que o reino dos céus lhes pertence.” Ele toma uma criança como tipo da simplicidade de coração e diz: “Será o maior no reino dos céus aquele que se humilhar e se fizer pequeno como uma criança, isto é, que nenhuma pretensão alimentar à superioridade ou à infalibilidade.

A mesma idéia fundamental se nos depara nesta outra máxima: Seja vosso servidor aquele que quiser tornar-se o maior, e nesta outra: Aquele que se humilhar será exalçado e aquele que se elevar será rebaixado.
Espiritismo sanciona pelo exemplo a teoria, mostrando-nos na posição de grandes no mundo dos Espíritos os que eram pequenos na Terra; e bem pequenos, muitas vezes, os que na Terra eram os maiores e os mais poderosos. E que os primeiros, ao morrerem, levaram consigo aquilo que faz a verdadeira grandeza no céu e que não se perde nunca: as virtudes, ao passo que os outros tiveram de deixar aqui o que lhes constituía a grandeza terrena e que se não leva para a outra vida: a riqueza, os títulos, a glória, a nobreza do nascimento. Nada mais possuindo senão isso, chegam ao outro mundo privados de tudo, como náufragos que tudo perderam, até as próprias roupas. Conservaram apenas o orgulho que mais humilhante lhes torna a nova posição, porquanto vêem colocados acima de si e resplandecentes de glória os que eles na Terra espezinharam.

O Espiritismo aponta-nos outra aplicação do mesmo princípio nas encarnações sucessivas, mediante as quais os que, numa existência, ocuparam as mais elevadas posições, descem, em existência seguinte, às mais ínfimas condições, desde que os tenham dominado o orgulho e a ambição. Não procureis, pois, na Terra, os primeiros lugares, nem vos colocar acima dos outros, se não quiserdes ser obrigados a descer. Buscai, ao contrário, o lugar mais humilde e mais modesto, porquanto Deus saberá dar-vos um mais elevado no céu, se o merecerdes.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VII, itens 5 e 6.)

Espírito Palminha

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Espírito Palminha
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Relato ditado, através da audição, pelo espírito de José Grosso ao médium Ênio Wendling.

Ao fundo, música suave de um coral espírita que cita nomes de vários amigos espirituais. Registramos a presença de alguns mentores espirituais: José Grosso, Palminha, Scheilla e de outros numerosos espíritos da Fraternidade.

Assinalamos, também, a presença do espírito Charles Baudelaire e percebemos que os amigos espirituais são velhos conhecidos.

José Grosso inicia, assim, o relato:

Viemos de longe, de passadas eras e vamos falar sobre nosso irmão, chamado carinhosamente de Palminha*, simplesmente Palminha.

Hoje, nessa altura de sua caminhada espiritual, deseja firmemente desempenhar, como vem fazendo, a tarefa da fraternidade, sob a égide de Jesus. Busquemos reportar marcantes épocas da vida desse querido amigo. Reafirmamos que viemos de longe. Vislumbramos os tempos dos Vedas. Os grandes templos de Amon. As colunas formidáveis da cidade de Soma (subúrbio de Memphis), sob a areia do deserto no antigo Egito. Identificamos, ainda, o nosso irmão Palminha em Tebas e Memphis.

Consta que após algumas encarnações de mandos e desmandos, reencarnou-se como escravo núbio, vivendo por pouco tempo nessa condição, pois devido a circunstâncias que desconhecemos tornou-se senhor.

Podemos percebê-lo descansando nos alpendres dos jardins de grande palácio, nas tardes solarengas e cálidas de verão, às margens do Nilo. Como senhor, mercadejou com escravos e não demonstrou nenhum sentimento fraterno para com eles, esquecendo-se de que já fora um deles.

Habitou, também, os templos de Carnac. Viveu em áreas longínquas na China. Conviveu com os Persas. Nosso Palminha viveu na época do cristianismo em Roma. Suas idas ao circo romano o empolgaram bastante.

Segundo Charles Baudelaire, que se encontra citado acima nesse relato: “a multidão sanguinolenta reunia-se no vasto circo de Roma. O coliseu regurgitava ao murmúrio sinistro de patrícios e plebeus que buscavam, na dor dos desgraçados, o prazer e o tumulto”.

Vivendo em Roma, Palminha conheceu e se identificou com muitos cristãos. Ouviu-os falarem de Jesus. Muitos deles estão reencarnados e vivendo no Brasil de hoje.

Naquela época, alguns fizeram parte dos quinhentos da Galiléia. Viveu e ajudou a destruir os templos de Heliópolis, incendiando-os. Conviveu no palácio do Califa de Samira, sendo um de seus familiares.

Renasceu na Pérsia, reviu a Índia, mas desejava, nesse tempo, algo mais da vida. Seus sentimentos começaram a mudar.

Conviveu com amigos e com a turba dos que gostavam de anarquia e destruição, pois seu passado falava muito forte, ainda, em seu espírito. Viveu numa aldeia em Simiansqui, ao norte do império Chinês. Participou das ordens de Gengis Khan. Estreitou laços com os afins.

Teve reencarnações na Tartaria, após essa existência viveu nos Balcãs e reencontrou um espírito muito querido na Germânia: o nosso José Grosso. Pertenceu, também, ao grupo dos seguidores de Alarico VIII. Após esse período, Palminha desejou ardentemente modificações mais profundas em seu espírito.

Vieram, então, reencarnações mais suaves, tranqüilas e religiosas na França, Espanha e Brasil.

Nos dias de hoje, sua identificação espiritual com os companheiros encarnados é grande. Quer ser lembrado somente como Palminha.

Seus objetivos se encontram no apostolado do bem, na simplicidade consciente e responsável do espírito que deseja valorizar o atual momento em que estamos vivendo, pois são marcos decisórios para a sua evolução e a de todos nós.

Em sucessivas reencarnações, nosso Irmão Palminha experimentou derrotas, conquistas e sofrimentos atrozes.

Mas, hoje, considera o momento um oásis de bênçãos na tarefa junto aos companheiros espíritas do Brasil e da Fraternidade.

Não podemos deixar de citar a encarnação de Palminha no Brasil como Antônio da Silva, um dos nove filhos do casal Gerônimo e Francisca, e irmão de José da Silva -José Grosso.

Pertenceu, também, a um dos bandos da época, na década de trinta, no nordeste. Desencarnou com ferimentos, quando do cerco policial nas imediações da cidade de Floriano, no Piauí. Consta que tentava fugir quando foi alvejado.

Correu sem perceber que seu corpo ficara para trás. Voltou e constatou que “havia desencarnado”.

Não é sabido quanto tempo levou até ser amparado pelos espíritos de Joseph, Scheilla e José Grosso. Com o passar do tempo, foi convocado a cooperar nas reuniões do grupo Scheilla, em Belo Horizonte.

O nosso querido Palminha é incansável trabalhador e um dos mentores da nossa Fraternidade.

Agradecemos a Jesus pelo privilégio de tê-lo junto a nós. Que ele receba o nosso carinho e as nossas vibrações fraternas. Que o nosso Divino Amigo Jesus o abençoe hoje e sempre.

* Palminha: nome dado ao espírito que, quando se manifestava em reuniões de efeitos físicos, batia palmas e de suas mãos saíam raios de luz.
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Agradecer

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AGRADECER

Lenita Maria Costa de Almeida

Agradecer, antes de mais nada, é uma prática que nasce na família que ao praticar o agradecimento, exemplifica para os filhos, envolvendo todos os membros ligados pelo parentesco domiciliar. Entretanto, não é o que se vê na prática. As pessoas estão cada vez mais introspectivas e sem muita paciência para cordialidades. É uma pena. O gesto de agradecer aproxima os indivíduos, causa alegria de parte a parte e é uma porta amiga que se abre.

Conta certa lenda, que uma pessoa desencarnada, chegou às esferas superiores e se deu conta de uma série de departamentos angelicais, abarrotados de processos, para definir o encaminhamento de cada alma e, de repente, deparou-se com uma mesa vazia e um anjo sem fazer nada. Foi verificar e soube que aquele departamento era o de agradecimento – absolutamente vazio …

Por outro lado – e isto é bíblico – Jesus conversava com alguém, (na dúvida, não cito nome para não faltar com a verdade) quando a certa distância um samaritano e sete ou nove judeus, todos leprosos, gritavam de longe, pedindo a Jesus sua cura. O Mestre mandou que se aproximassem – o que não era permitido na época – e disse-lhes que fossem ao sacerdote e então veriam o que Ele faria durante o caminho. O grupo assim fez e ao chegarem ao sacerdote, estavam curados.

Vale a pena lembrar que a lepra, naquele tempo distante, era incurável e os leprosos eram excluídos da sociedade, ficando restritos à sua comunidade. O afastamento dos doentes, era determinado pelo sacerdote. Os judeus eram considerados como uma casta superior e os samaritanos, simples estrangeiros. Pois bem, o samaritano, foi o único a voltar a Jesus, para agradecer a cura.

A ingratidão, como se pode ver, é milenar. O homem progride na tecnologia, mas nas relações humanas, continua omisso. Poderíamos dizer que a educação em forma de agradecimento, aparece, em processos de marketing. O objetivo não é o agradecimento em si, o gestual sincero, mas o que pode render em dinheiro.

O agradecimento a Deus, por tudo que nos acontece, é algo transcedental. Esse sentimento e essa atitude estão acima de qualquer coisa, pois Deus é Pai e não nos desampara. Para a validade dessa atitude de agradecimento, esse ato deve ser puro, partindo direto do coração. Seja para o Divino, seja para o dia a dia, o coração aberto nos guiará e nos ajudará a acumular pontos na empreitada do bem.

Texto baseado em uma palestra do
Dr. Alan – cirurgião dentista
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Sobre a autora: http://bit.ly/yqipjB
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Ressentimento

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Ressentimento
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Dez regras para pôr fim ao ressentimento

1ª- Quando alguém o magoa, ponha “iodo espiritual” na ferida imediatamente. Isto é, reze fervorosamente, caso contrário poderá ocorrer uma infecção.

2ª- Se o ressentimento o tornou duro em seus pensamentos, aplique dreno nos agravos. Isto é, abra o seu coração para deixar que os agravos se encaminharem para fora dele.

3ª- Faça isso desabafando o peso de suas queixas com um conselheiro de confiança, ou escreva uma carta à pessoa pela qual tem ressentimento. Depois, rasgue a carta e, com os pedaços de papel na mão, reze por aquela pessoa, perdoando-a.

4ª- Tenha consciência do mal que o ressentimento lhe pode fazer, deixando-o até doente. Pense nisso toda vez em que um pensamento de ódio o assaltar.

5ª- Não cesse de perdoar, mesmo tendo-o feito uma ou duas vezes. Faça isso, setenta vezes sete ou quatrocentas e noventa vezes…

6ª- Pensar em perdoar não é o bastante. Deve chegar um momento específico no qual dirá: “Com a ajuda de Deus eu agora perdôo…”

7ª- Repita o Pai Nosso, colocando nele o nome daquele que o ofendeu: “Perdoa-me minhas ofensas, assim como eu perdôo…”

8ª- Reze pela outra pessoa, pedindo para ela bênçãos específicas, especialmente em relação a assuntos que previamente mais o aborrecem.

9ª- Fale de maneira bondosa e agradável, tão freqüentemente quanto possível, sobre a pessoa com a qual mantém diferenças.

10ª- Faça um estudo sincero dos fatores que criam tão infeliz relacionamento, de forma que o “ponto errado” que existe em você nunca mais se manifeste.

Moral da História: Permita que Jesus transforme a sua vida através do perdão. Seja canal da Graça Divina e, para que isso aconteça, basta você abrir o coração e deixar que Deus restaure por completo a sua vida, e faça de você uma verdadeira testemunha do Seu Amor e da Sua Misericórdia…

(autor desconhecido)
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Fonte, acervo do Leal:
C:\#1_Leal\1_WPD\2007\20071115WPD_Misericórdia
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Ética

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ÉTICA

Lenita Maria Costa de Almeida

“A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta.” (Valls, Álvaro L. M.. O que é ética, ta. Edição Ed. Brasiliense, 1993, p.7)

De acordo com o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é “o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”.

Por outro lado, ética e moral parecem ser a mesma coisa. No nosso entender, entretanto, esses dois vocábulos se completam. Se, por um lado, ética é princípio, moral compreende condutas específicas; ética é permanente, moral é temporal; ética é universal, moral é cultural; ética é regra, moral é conduta da regra; ética é teoria, moral é prática. Etmologicamente, ética e moral são a mesma coisa.

Afinal, o que é ética? ÉTICA É ALGO QUE TODOS PRECISAM TER. ALGUNS DIZEM QUE TEM. POUCOS LEVAM A SÉRIO. NINGUÉM CUMPRE Á RISCA.
(COPYRIGHT 2002 – Prof. Vanderlei de Barros Rosas)

Passando para um ponto de vista prático, seria de perguntar como nasce o espírito ético e também quais os princípios morais que orientam uma pessoa.

Certa vez, dando aulas para uma sétima série do Curso Fundamental, um aluno foi mal educado e agressivo com o colega, ao discutirem determinada questão. Imediatamente conversei com eles e perguntei se sabiam o que era ética. Na ocasião, expliquei como pude, mas disse-lhes que aquela conduta que todos presenciaram não era ética. Disse-lhes que ser ético implicava princípios de educação, respeito ao próximo e não agir – como eles haviam feito – daquela forma. Portanto, embora as palavras do Prof. Vanderlei de Barros Rosas sejam sábias, no dia a dia temos os mais variados exemplos de atitudes não éticas por parte dos componentes de uma sociedade. A ética esbarra, sim, nos princípios morais que, não contendo a universalidade da ética, têm regras mais específicas, desprezando, por vezes, a flexibilidade das normas, quando necessário.

Quando Poncio Pilatos, o tribuno romano julgou Jesus, lavando as mãos e condenando o Mestre à cruz, passou por cima da ética e da moral, ao eximir-se de um julgamento justo. Postou-se acima da Lei dos homens e da espiritualidade, a Lei Maior que pertence a Deus.

Em nossos dias, mesmo politicamente falando, temos um Conselho de Ética no governo, para proteger as instituições e ações políticas individuais ou em grupo, de sua credibilidade e honorabilidade. São regras de conduta e comportamento que não podem ser subestimadas ou ignoradas , sob pena de julgamento e repressão.

O baluarte moral erguido pelas instituições religiosas, ao tratar de aspectos morais contribui nobremente para o desenvolvimento da ética na pessoa. É muito difícil agir eticamente, se não tiver havido nas bases, uma postura ética, vivenciada no lar, na escola e expandindo-se para o convívio social.

Daí, penso eu, as conclusões não muito esperançosas, do Prof. Vanderlei já citado. Num mundo onde o dinheiro é o valor mais alto, realmente fica difícil para pessoas não éticas, mudarem a postura. Se formos mais fundo, veremos que, indivíduos norteados pelo capitalismo selvagem ou outros interesses que só o dinheiro pode comprar, importem-se com ética ou moral, uma vez que não possuem nem uma, nem outra.

Em latim, existe uma frase “Nemo dat quod non habet” (ninguém dá o que não tem) confirma a dificuldade em ser ético, uma vez que os valores e exemplos com que nos deparamos, principalmente divulgados pela mídia, lamentavelmente nos tem mostrado exatamente a falta de ética nas pessoas e organizações e, porque não, falta de moral também.

Fortalecer o nosso próprio interior para abrigar ética e moral, fará de nós, com certeza, um exemplo positivo para consolidar o significado dessas duas palavras, que serão refletidas e observadas pela nossa maneira de ser. Seria a nossa contribuição para um mundo melhor.
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Sinopse da autora:
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A vida do Apóstolo Paulo de Tarso

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A vida do Apóstolo Paulo de Tarso

Era inicialmente chamado de Saulo, nascido na cidade de Tarso, capital da província romana da Cilícia, fabricante de tendas.

Depois de Jesus, é considerado a figura mais importante do cristianismo.

Era um judeu da Diáspora (Dispersão), de uma importante e rica família.

Começou a receber aos 14 anos a formação rabínica, sendo criado de uma forma rígida no cumprimento das rigorosas normas dos fariseus, classe religiosa dominante daquela época, e ensinado a ter o orgulho racial tão peculiar aos judeus da antiguidade.

Quando se mudou para Jerusalém, para se tornar um dos principais dos sacerdotes do Templo de Salomão, deparou-se com uma seita iniciante que tinha nascido dentro do judaísmo, mas que era contrária aos principais ensinos farisaicos.

Dentro da extrema honestidade para com a sua fé e sentindo-se profundamente ofendido com esta seita, que se chamava cristã, começou a persegui-la, culminando com a morte de Estêvão, diácono grego e grande pregador cristão, que foi o primeiro mártir do cristianismo.

No ano de 32 D.C., dois anos após a crucificação de Jesus, Saulo viajou para Damasco atrás de seguidores do cristianismo, principalmente de um, que se chamava Barnabé.

Na entrada desta cidade, teve uma visão de Jesus, que em espírito lhe perguntava: “Saulo, Saulo, por que me persegues?”.

Ficou cego imediatamente.
Foi então levado para a cidade.

Depois de alguns dias, um discípulo de Jesus, chamado Ananias, foi incumbido de curá-lo. Após voltar a enxergar, converteu-se ao cristianismo, mudando o seu nome para Paulo.

Paulo, a partir de então, se tornaria o “Apóstolo dos Gentios”, ou seja, aquele enviado para disseminar o Evangelho para o povo não judeu.

Em 34 D.C., foi a Jerusalém, levado por Barnabé, para se encontrar com Pedro e Tiago, líderes da principal comunidade cristã até então.

Durante 16 anos , após sua conversão, ele pregou no vale do Jordão, na Síria e na Cilícia. Foi especialmente perseguido pelos judeus, que o consideravam um grande traidor.

Fez quatro grandes viagens missionárias: 1ª Viagem (46-48 D.C.), 2ª Viagem (49-52 D.C.), 3ª Viagem (53-57 D.C.), 4ª Viagem (59-62 D.C.), sendo que na última foi à Roma como prisioneiro, para ser julgado, e nunca mais retornou para a Judéia.

Certamente escreveu inúmeras cartas, mas somente 14 destas chegaram até nós, chamadas de Epístolas Paulinas, que são:
Epístola aos Romanos;
1ª e a 2ª aos Coríntios;
aos Gálatas; aos Efésios,
aos Filipenses;
aos Colossenses;
1ª e a 2ª aos Tessalonicenses;
1ª e 2ª a Timóteo;
a Tito;
a Filemon e
aos Hebreus.
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