João de Deus – relato da Gisele

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João de Deus – relato da Gisele
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“Paizão,

Segue o meu relato em um momento de inspiração, profundo amor e gratidão infinita simplesmente pelo Ser e por estar aqui e agora.

Muito agradecida por você ser quem você é e por me dar a chance e a oportunidade de estar nesta existência com você!

Muita Luz e Amor em seu coração, Pai.”
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Gisele Camargo Leal
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Gisele Camargo Leal

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Gisele Camargo Leal
Americana-SP
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Natal de Jesus
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Este é dia especial por que nasceu Jesus e assim celebram-se em lugares no mundo todos a sua passagem aqui na Terra.

Quando aqui esteve deixou ensinamentos repletos de verdades universais, que há 2000 anos ajudam a humanidade a dar ao menos uma espiadela no que seria a plenitude, a fraternidade, a caridade e a transcendência do bem e do mal.

Bom seria trazer essa energia para cada segundo de nossas vidas, colocando de fato o amor à Deus sobre todas as coisas.

Vivo o momento presente intensamente, dando boas vindas a todos os acontecimentos.

Lembrem-se que o universo nos dá o que precisamos para evoluir, no lugar, e na hora exata.

O sofrimento em si existe quando não aceitamos o que é necessário na consciência Dele, e entregue o resultado para Ele, este é o caminho da rendição – que nos liberta.

Agradeça e comungue com a Natureza e permita-se conectar-se à Fonte.

Vivenciar a vida assim em cada segundo, dando espaço para ser Seu instrumento e ir ao encontro das verdades universais ensinadas pelo Mestre Jesus.

Eu tenho tanto à agradecer por tudo… mas nesta noite gostaria de agradecer do fundo da minha alma à minha mãe, que esteve masi presente do que nunca no momento que eu mais precisei.

Entre nós, formou-se um laço espiritual para toda a eternidade.

Como posso retribuir-lhe o seu amor incondicional, a sua doação altruísta?

Que Deus te ilumine hoje e sempre, para sua rápida evolução ao encontro Dele, tornando-se um com Ele, em plenitude e profunda paz.

Ao Gabriel, que tem sido um companheiro sempre presente, que me apoiou todos os dias, todos os momentos, e viver ao seu lado tem sido uma experiência única e de alma.

Obrigada Deus pela família maravilhosa, pela Sarah minha filha amada e que a humanidade possa se transformar em um só coração e em um espírito eterno de fraternidade.

Amém
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O Dia da Mulher

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O Dia da Mulher

Fiquei pensando por que haveriam inventado “O Dia da Mulher”.

Há milênios atrás é sabido que as mulheres eram veneradas, acreditava-se em Deusas. Vivíamos em uma sociedade matriarcal, por que o PODER de geração no ventre é da mulher. Contudo, o homem não sabia que seu sêmem é que fazia a mágica acontecer. Quando isso foi descoberto, um culto ao falo masculino se instituiu e longos séculos se seguiram de sublimação do homem e o subjulgo da mulher.

No século passado a mulher saiu do seu papel milenar de simplesmente viver para a casa, para os filhos e para o marido e passou a viver também para si própria em busca da tal chamada liberdade. Passou a estudar e a entender bem mais do que ler receitas de bolos. É interessante ler a história e perceber que há não muito tempo atrás as mulheres eram ensinadas a ler e a entender pouca matemática o suficiente para dar conta das receitas culinárias!

O sonho de liberdade e de igualdade nos trouxe até aqui onde estamos: estudamos muito, trabalhamos muito, ganhamos dinheiro, ajudamos em casa e quase surtamos com o fato de não termos tempo o suficiente para ficarmos com nossos filhos e marido – nos trazendo então o fardo da culpa.

Fato é que o dia continua tendo 24 horas um milênio atrás ou em pleno século XXI, e torcemos a cada dia que este tivesse 36 horas. Outra realidade é que ao invés de termos um foco só: a família, passamos a canalizar a nossa energia para vários focos. Isso cansa e muitas vezes frustra, como podemos por muita energia em todos os canais ao mesmo tempo?

Neste sonho todo está embutido também a busca da perfeição. Não somente a do corpo, mas também de dar conta de todas as tarefas, sendo exímia, pontual e sobretudo maravilhosa; mãe, filha, esposa, profissional e dona de seu próprio nariz!

Ufa! Acho que a mulher merece mesmo um dia só dela por hoje e por todo o seu passado. Vem conquistando seu espaço a cada dia, seja no trabalho voluntário, seja como executiva ou assistente, ou até como Presidente da República, as mulheres estão mostrando que tem uma força e determinação irradiante.

Não acredito que tenhamos atingido o nosso ponto de equilíbrio ainda. Contudo, acredito que estamos todos tentando achar esse centro, seja o homem buscando se adaptar à nova mulher, seja a mulher tentando segurar todos os pratinhos sem deixar cair nenhum.

Obrigada por este merecido dia e que em nossa busca possamos sempre realizar os valores fundamentais da vida humana, unindo todos os corações em pura fraternidade e fazendo do mundo um lugar melhor para se viver.

Por Gisele Camargo Leal
Mãe, Relações Públicas, Pós graduada em Gestão Empresarial, Vendedora e na tentativa de ser uma boa dona de casa…
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Autora:
Gisele Camargo Leal
Americana-SP
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Meditar é um ato de amor

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MEDITAR É UM ATO DE AMOR

Falarei de minha experiência de doze anos de prática de meditação.

Quero começar dizendo que talvez o que mais tenha me chamado atenção nessa prática é a simplicidade, é a espiritualidade ao alcance de todos, independente de raça, cor, sexo ou classe social.

É simples, sentar-se, fechar os olhos, começo a ouvir os sons externos, e aos poucos vou interiorizando e me conectando comigo mesma, sentindo a respiração, os batimentos cardíacos, até esquecer do corpo.

Em uma posição confortável, naturalmente relaxo. Aos olhos do mundo, estou parada, de olhos fechados, quase que estática, mas por dentro observo várias sensações, pensamentos, desejos, sentimentos, sonhos, talvez um turbilhão ou uma calmaria, depende do dia, depende do momento.

É como se olhar no espelho por dentro, enxergar claramente o que está acontecendo na mente e no coração. Amplia-se a visão do meu interior, entendendo a natureza do ser humano, as contradições, a dualidade do ser, e de repente observo então o silêncio, um branco, uma parada na mente, um vazio que ao mesmo tempo preenche todo o ser de amor, deixando a sensação de ser tudo o que preciso para ser feliz, então passo a depender menos do que tenho para depender mais do que sou. É uma sensação difícil de traduzir em palavras, pois me parecem muito grosseiras em relação à sutileza vivenciada neste momento que tento descrever.

Vejo as minhas fraquezas, as minhas limitações, mesmo que leve tempo, muito ou pouco, é um caminho, é um processo de auto-conhecimento intenso.

O espaço entre o que realmente sou e o que a sociedade determina que eu seja começa a se estreitar, por que já não me importa mais seguir padrões de comportamento (seja de que tipo for), por que aprendi a amar a mim própria, a melhorar o que precisa ser revisto dentro de mim. Os referenciais mudam, e noto uma infinidade e diversidade de possibilidades na vida, assim como existe em toda natureza.

Com o tempo, percebi diversos padrões de comportamentos e de pensamentos, que não serviam para nada a não ser para criar bloqueios mentais e emocionais em minha vida, impulsionando-me para baixo, portanto aprendi a deixá-las todas para trás, é o tal do desapego.

Aprendi que a mente é um laboratório onde podemos fazer diversos experimentos na forma de pensar, que os resultados serão diferentes, seja no nosso sentimento, seja em nossas atitudes. E a questão é que aprendemos a regular a mente, e trazer para nós aquilo que nos faz bem, enfim aquilo que nos leva ao nosso objetivo maior que é a união com Deus.

Acredito que o crescimento espiritual seja infinito, e ao passo que sigo na prática meditativa, percebo que o caminho a percorrer é longo. Não adianta escrever muito ou falar muito sobre essas experiências, por que a vida espiritual só se conhece vivenciando-a, não depende de compreensão intelectual, é totalmente prática.
Desejo a todos que os corações se encham de amor fraterno.

Autora: Gisele Camargo Leal
São Gabriel do Oeste-MS
Julho de 2006
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Pêndulo da Atenção!

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PARADOXO DO NOSSO TEMPO

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem! Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

GEORGE CARLIM
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Colaboração: Gisele Camargo Leal – Guaratinguetá-SP
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