Fraternidade

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20130730_Fraternidade
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Liberdade, Igualdade e Fraternidade
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Liberdade, Igualdade, Fraternidade, três palavras que por si sós constituem o programa, que realizaria o mais absoluto progresso da Humanidade se os princípios que o representam pudessem receber inteira aplicação. Vejamos os obstáculos que no estado atual da sociedade, se lhes podem opor e, conhecendo o mal, procuremos o remédio.

A fraternidade, na mais rigorosa acepção da palavra, resume todos os deveres do homem para com o próximo. Significa devotamento, abnegação, tolerância, benevolência, indulgência. É a caridade evangélica por excelência e a aplicação da máxima fazer aos outros que desejamos que nos façam. O oposto dela é o Egoísmo. A fraternidade aconselha Um por todos e todos por um . O Egoísmo diz: Cada um por si . Sendo estes dois atributos a negação um do outro, é tão impossível ao egoísta agir fraternalmente para com seus semelhantes como o avarento ser generoso, ou um homem pequeno atingir a altura de um homem alto. Ora, sendo o egoísmo o flagelo dominante da sociedade, enquanto ele reinar senhor absoluto será impossível implantar a fraternidade. Cada um desejará em proveito próprio mas não em proveito dos outros; ou, se for fraterno, assim agirá depois de estar seguro de nada perder.

Do ponto de vista de sua importância para o bem-estar social, a fraternidade ocupa a primeira linha: é a base. Sem ela não poderá existir nem a igualdade nem liberdades verdadeiras. A igualdade decorre da fraternidade e a liberdade é conseqüência das duas. (…)

Allan Kardec
Obras Póstumas.
Liberdade, Igualdade, fraternidade.
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Acervo do Leal:
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Espírito Palminha

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Espírito Palminha
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Relato ditado, através da audição, pelo espírito de José Grosso ao médium Ênio Wendling.

Ao fundo, música suave de um coral espírita que cita nomes de vários amigos espirituais. Registramos a presença de alguns mentores espirituais: José Grosso, Palminha, Scheilla e de outros numerosos espíritos da Fraternidade.

Assinalamos, também, a presença do espírito Charles Baudelaire e percebemos que os amigos espirituais são velhos conhecidos.

José Grosso inicia, assim, o relato:

Viemos de longe, de passadas eras e vamos falar sobre nosso irmão, chamado carinhosamente de Palminha*, simplesmente Palminha.

Hoje, nessa altura de sua caminhada espiritual, deseja firmemente desempenhar, como vem fazendo, a tarefa da fraternidade, sob a égide de Jesus. Busquemos reportar marcantes épocas da vida desse querido amigo. Reafirmamos que viemos de longe. Vislumbramos os tempos dos Vedas. Os grandes templos de Amon. As colunas formidáveis da cidade de Soma (subúrbio de Memphis), sob a areia do deserto no antigo Egito. Identificamos, ainda, o nosso irmão Palminha em Tebas e Memphis.

Consta que após algumas encarnações de mandos e desmandos, reencarnou-se como escravo núbio, vivendo por pouco tempo nessa condição, pois devido a circunstâncias que desconhecemos tornou-se senhor.

Podemos percebê-lo descansando nos alpendres dos jardins de grande palácio, nas tardes solarengas e cálidas de verão, às margens do Nilo. Como senhor, mercadejou com escravos e não demonstrou nenhum sentimento fraterno para com eles, esquecendo-se de que já fora um deles.

Habitou, também, os templos de Carnac. Viveu em áreas longínquas na China. Conviveu com os Persas. Nosso Palminha viveu na época do cristianismo em Roma. Suas idas ao circo romano o empolgaram bastante.

Segundo Charles Baudelaire, que se encontra citado acima nesse relato: “a multidão sanguinolenta reunia-se no vasto circo de Roma. O coliseu regurgitava ao murmúrio sinistro de patrícios e plebeus que buscavam, na dor dos desgraçados, o prazer e o tumulto”.

Vivendo em Roma, Palminha conheceu e se identificou com muitos cristãos. Ouviu-os falarem de Jesus. Muitos deles estão reencarnados e vivendo no Brasil de hoje.

Naquela época, alguns fizeram parte dos quinhentos da Galiléia. Viveu e ajudou a destruir os templos de Heliópolis, incendiando-os. Conviveu no palácio do Califa de Samira, sendo um de seus familiares.

Renasceu na Pérsia, reviu a Índia, mas desejava, nesse tempo, algo mais da vida. Seus sentimentos começaram a mudar.

Conviveu com amigos e com a turba dos que gostavam de anarquia e destruição, pois seu passado falava muito forte, ainda, em seu espírito. Viveu numa aldeia em Simiansqui, ao norte do império Chinês. Participou das ordens de Gengis Khan. Estreitou laços com os afins.

Teve reencarnações na Tartaria, após essa existência viveu nos Balcãs e reencontrou um espírito muito querido na Germânia: o nosso José Grosso. Pertenceu, também, ao grupo dos seguidores de Alarico VIII. Após esse período, Palminha desejou ardentemente modificações mais profundas em seu espírito.

Vieram, então, reencarnações mais suaves, tranqüilas e religiosas na França, Espanha e Brasil.

Nos dias de hoje, sua identificação espiritual com os companheiros encarnados é grande. Quer ser lembrado somente como Palminha.

Seus objetivos se encontram no apostolado do bem, na simplicidade consciente e responsável do espírito que deseja valorizar o atual momento em que estamos vivendo, pois são marcos decisórios para a sua evolução e a de todos nós.

Em sucessivas reencarnações, nosso Irmão Palminha experimentou derrotas, conquistas e sofrimentos atrozes.

Mas, hoje, considera o momento um oásis de bênçãos na tarefa junto aos companheiros espíritas do Brasil e da Fraternidade.

Não podemos deixar de citar a encarnação de Palminha no Brasil como Antônio da Silva, um dos nove filhos do casal Gerônimo e Francisca, e irmão de José da Silva -José Grosso.

Pertenceu, também, a um dos bandos da época, na década de trinta, no nordeste. Desencarnou com ferimentos, quando do cerco policial nas imediações da cidade de Floriano, no Piauí. Consta que tentava fugir quando foi alvejado.

Correu sem perceber que seu corpo ficara para trás. Voltou e constatou que “havia desencarnado”.

Não é sabido quanto tempo levou até ser amparado pelos espíritos de Joseph, Scheilla e José Grosso. Com o passar do tempo, foi convocado a cooperar nas reuniões do grupo Scheilla, em Belo Horizonte.

O nosso querido Palminha é incansável trabalhador e um dos mentores da nossa Fraternidade.

Agradecemos a Jesus pelo privilégio de tê-lo junto a nós. Que ele receba o nosso carinho e as nossas vibrações fraternas. Que o nosso Divino Amigo Jesus o abençoe hoje e sempre.

* Palminha: nome dado ao espírito que, quando se manifestava em reuniões de efeitos físicos, batia palmas e de suas mãos saíam raios de luz.
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Fraternidade

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Fraternidade

Fraternidade, o mundo te Procura

Porque és a extensão do bem em todo canto,

Palma cariciosa, lenço enxugando o pranto

A fonte luminosa que aplaca a noite escura.

O enfermo te busca em agonia,

Na gota de remédio que a grande dor acalma,

A frase reconforto, doce amparo para a alma,

Que a dor do quase morto sempre anestesia.

Atende a mãezinha de seio que secou,

Onde o rebento nada encontra e reclama,

Sê veloz e preciso coração que ama,

A atender de pronto à voz de quem chamou.

Sê o guia fiel do cego que tateia

No caminho íngreme que a vida oferta,

Encaminha e conduz na jornada certa,

Seguindo em frente, luminar candeia.

Caminha, Fraternidade, o Cristo espera

Encontrar-te em serviço na extinção da fome,

Transforma o inverno em linda primavera,

Construindo o mundo que leva teu nome.

Fonte: http://www.edicoesclareon.com

Autor: Álvaro Basile Portughesi

Marianne

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Marianne
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Você sabe a relação entre a estátua da liberdade e a mulher estampada nas notas do real ?

Você sabe a relação entre a Estátua da Liberdade e a mulher estampada nas notas do Real?
Elas são a mesma pessoa: Marianne.
E, por incrível que pareça, Marianne não está presente apenas nos EUA e em nosso rico dinheirinho. A mulher que serve como modelo para a estátua da Liberdade e que aparece nas notas de Real teve origem na Maçonaria.

Até os livros escolares já se renderam à verdade de que a Maçonaria teve papel fundamental na Revolução Francesa, com a qual compartilha seu principal lema: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”.

Pois bem, a Liberdade deveria ser o primeiro princípio a ser alcançado, pois sem Liberdade não haveria como promover a Igualdade e vivenciar a Fraternidade.

E os franceses adotaram como símbolo dessa liberdade a imagem de uma mulher, a qual ficou conhecida como Marianne.

Seu surgimento deu-se entre Setembro e Outubro de 1792, e seu nome nada mais é do que a união de Marie e Anne, dois nomes muito comuns entre as mulheres francesas do século XVIII.

Marianne se tornou símbolo da Revolução e de seus ideais e, com o êxito do povo, alegoria da República.
Era chamada por uns de “Senhora da Liberdade” e por outros de “Senhora da Maçonaria”.

Bustos de Marianne contendo o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” não somente podem ser vistos em praticamente todas as prefeituras e principais edifícios públicos da França, como é peça obrigatória em todos os templos maçônicos daquele país.
Há várias versões de Marianne portando objetos diversos, entre o famoso barrete, feixes, coroa, triângulo, estrela flamígera ou mesmo segurando uma colméia (ah, vá?).
Em uma de suas versões mais populares, Marianne veste uma faixa maçônica contendo Esquadro e Compasso, abelhas (veja “Colmeia”), Nível e Prumo.

Quando a França resolveu presentear os EUA em comemoração aos seus 100 anos de declaração de independência, fez isso através da Estátua da Liberdade: uma versão maçônica de Marianne, feita pelo maçom Frederic Auguste.
Não demorou para que Marianne se tornasse alegoria da República em todo o Ocidente, incluindo, é claro, o Brasil.
Se os americanos conseguem ver a Maçonaria na nota de um dólar, através do “Olho que tudo vê”, nós brasileiros podemos encontrá-la em todas as nossas notas através dela, Marianne, a Senhora da Liberdade, a Senhora da Maçonaria.
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Colaboração:
Ir.: José Rufino Xavier
São Caetano do Sul-SP
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TFA
Ir.: Leal
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Muito obrigado.
Leal -71- aprendiz em todas as instâncias da vida
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Amigo visitante, Salve!
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Perceba que você está nutrindo meu Coração.
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Sua presença é Alimento Espiritual.
Eu te agradeço e peço a Jesus, o Cristo para que te Abençoe Sempre!
Receba meu abraço fraterno.
Leal -71- aprendiz em todas as instâncias da Vida
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz! Hoje!
Caminhemos em direção à Luz!
Fraternalmente,
Leal -70- aprendiz em todas as instâncias da Vida
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