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Kardec no Facebook

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Kardec no Facebook

Wellington Balbo – Bauru – SP

Com a curiosidade natural dos jovens, dia desses minha filha questionou:
– Pai, se Kardec vivesse nos tempos de hoje ele teria Facebook ou Orkut?
Surpreso com a indagação, respondi:

– Não posso afirmar, filha, afinal, ele não vive nos dias de hoje. Porém, acredito que o Codificador utilizaria as mídias sociais para divulgar o Espiritismo.

Confesso que naquele momento não pude limpar da tela mental a imagem de Kardec interagindo com milhares de internautas divulgando e respondendo questões da Doutrina Espírita àqueles que se mostrassem verdadeiramente interessados em aprender sobre as verdades da vida.

Entretanto, vale destacar que Kardec ficou conhecido como o BOM SENSO ENCARNADO, tamanha sua capacidade de separar coisas sérias de abobrinhas. Não se precipite, caro leitor, não quero dizer que as redes sociais são abobrinhas. Absolutamente.

Somos, sim, obrigados a reconhecer que a internet com suas redes sociais modificou a interação estabelecida entre as pessoas. Em minha época de garoto era tudo tão diferente. Eu nem sonhava com Facebook, Ortkut e etc.

O segredo das meninas e dos meninos estavam todos muito bem trancafiados nos famosos diários. O acesso a essas verdadeiras fofocas adolescentes ficavam apenas aos cuidados de uns poucos amigos. Sabíamos do segredo de alguém apenas quando algum indiscreto dava com a língua nos dentes.

Hoje, entretanto, com as redes sociais os diários foram praticamente abandonados, assim como os velhos segredos. Está tudo escancarado e facilmente mergulhamos na vida do outro sabendo seus pensamentos, objetivos, se é casado, solteiro, se busca relacionamento ou quer apenas amizade, se odeia segunda feira ou se tem saudade do passado. Se gosta de trabalho ou apenas de balada, se curte gato ou o negócio é charuto, enfim, atualmente é muito simples saber as idéias de alguém.

Basta olhar em seu perfil em uma dessas inúmeras redes sociais espalhadas pela internet para ter uma noção sobre o os gostos de pessoas que conhecemos apenas de Oi, até logo, olá…

E por falta de bom senso, coisa que Kardec tinha de sobra, algumas pessoas se expõem de maneira desnecessária para o mundo todo. Revelam endereço, nome do cachorro, local de trabalho, cor predileta e até restaurante que freqüentam com os amigos.

No MSN, por exemplo, é comum verificarmos mensagens do tipo – TOMANDO BANHO – NA CASA DA PRIMA – e coisas do gênero. Sinceramente, considero que não há necessidade para tanta exposição. Mas isso não é o pior: não raro no perfil do cidadão estão fotos em churrascos, festas e outras coisas mais, expondo, aliás, familiares e amigos.

No entanto, essas pessoas que participam das redes sociais, são pessoas como todas as outras, querem vencer na vida, querem casar, têm sonhos e, nesses sonhos certamente almejam um bom emprego.

Poucas, entretanto, desconfiam que o mundo corporativo há muito tempo está de olho nas redes sociais para saber as preferências de seus candidatos ou funcionários.

Por isso é preciso bom senso, (relembrando Kardec de novo), sempre, em redes sociais ou não, tenhamos bom senso.

A propósito, recordo-me de um professor de Teoria Geral da Administração que dizia: Olha, meus filhos, muito cuidado com o que vocês fazem nesses churrascos de final de ano. Pense bem antes de beber todas e baixar o nível, porque embora estejam todos em momentos de descontração os chefes estarão lá. E geralmente eles têm boa memória e não se esquecem do que vocês fizeram.

Em realidade, meu professor aconselhava o bom senso. Tenham bom senso para não se arrependerem mais tarde. Já fiquei sabendo de carreiras promissoras em grandes organizações que foram decepadas pelos porres cometidos nessas festas de final de ano.

O mesmo princípio de meu velho professor aplica-se às redes sociais que se bem utilizadas só agregam valor sob o ponto de vista profissional e pessoal. Eu mesmo as utilizo e retiro delas gratas satisfações e alegrias.

Será que Kardec as utilizaria?

Acredito que com bom senso provavelmente o Codificador trocaria impressões com outros internautas.

No entanto, é preciso saber utilizá-las com inteligência, transformando-as em aliadas ao nosso processo de aprimoramento como ser humano e não como bombas que explodem por conta de nosso despreparo em lidar com essas mídias.

A propósito, há até quem cometa o disparate de clonar um perfil. Isto mesmo. Clonaram o perfil do notável orador espírita Raul Teixeira no Facebook. No entanto, o orador já tratou de acertar a situação e avisar a todos que não se utiliza da ferramenta.

Perceba, caro leitor, como a falta de bom senso faz com que as pessoas extrapolem os limites e causem enorme dor de cabeça aos outros. Um absurdo!

Por isso, nos churrascos de final de ano ou em nossos perfis nas redes sociais o bom senso é que deve nortear a nossa conduta. Nada de extravagâncias, segredos contados e opções que só dizem respeito a nós partilhadas com o resto do mundo. Nada, também, de clonar perfil, de se fazer passar por outro. Tenhamos a coragem de assumir nossos pontos de vista e nossa identidade. Pois isso pega mal; pega mal e prejudica em processos de seleção, na expansão dos círculos de amizade, possibilitando, inclusive acerto de contas com a justiça.

Tomemos, pois, cuidado com o que andamos espalhando ao mundo sobre nós mesmos e os outros. Pois todos estão com os olhos bem abertos sobre o que pensamos, fazemos, sonhamos, enfim, sobre o que somos ou o que queremos ser, principalmente as empresas e aqueles que foram de uma forma ou outra prejudicados, como no caso de Raul Teixeira.
Pensemos nisso
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Gostamos mesmo de Aparecer

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Gostamos mesmo de Aparecer

Quando estamos online, perdemos um pouco a capacidade de crítica.

“Há uma sensação de anonimato e privacidade quando se está online. É comum as pessoas entrarem em estado alterado’ de consciência, semelhante ao sonhar.”

Para a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas de SP, gostamos mesmo de aparecer. “Queremos vender uma identidade.”

O problema é confundir o íntimo com o social e tomar público o particular, segundo ela. “Usamos as redes sociais como se fossem nosso quarto. Há uma deturpação da noção de intimidade.”

Owen Tripp diz mais: “O que antes escreviam na porta do banheiro vai hoje para o mural do Facebook.” E há um preço a pagar. A advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital, diz que falta a todos uma noção do risco real na intemet.
“As pessoas ‘podem falar o que pensam, mas respondem pelo que dizem.”

Faça a conta: se você tem 200 amigos no Facebook e cada um também tem 200, uma postagem sua pode chegar a 40 mil pessoas que você nem tem ideia de quem sejam.

Assustador, não?

Mas não ê preciso apagar o perfil em todas as redes sociais. Alex Primo, professor de comunicação da UFRGS, diz que é possível separar o profissional do pessoal em redes sociais com listas e configurações de privacidade.

Mas reconhece que internet é um convite à exposição.

“Quanto mais você se expõe, mais vantagens pode receber.

Só posso usar ferramentas do Google se der os meus dados.

O Facebook só é divertido quando atualizamos.”
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Fonte:
Folha Equilíbrio
Data: 28jun2011
Página 6
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Publicado em: SinapsesLinks
https://sinapseslinks.wordpress.com/
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A WEB em 2010

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A WEB em 2010

E-mails
107 trilhões de e-mails enviados.
89,1% eram os indesejados spams.
A média de mensagens enviadas foi de 294 bilhões/dia.
São 1,88 bilhão de usuários de e-mail em todo o mundo.
Só em 2010, 480 milhões entraram para este grupo.

Sites
Durante o ano, foram criados 21,4 milhões de sites.
Eram 255 milhões de sites em dezembro de 2010.

Blogs
O número de novos blogs no ano foi de 152 milhões.

Twitter
os tuiteiros enviaram 25 bilhões de mensagens de até 140 caracteres.
O serviço de microblog recebeu 100 milhões de novas contas durante o ano.

YouTube
Foram 2 bilhões de vídeos vistos por dia no site.
A cada minuto, foram publicadas 35 horas de vídeo.

Flickr
Até setembro, 5 bilhões de fotos foram postadas no site.
Foram publicadas mais de 3.000 fotos por minuto.

Facebook
A rede chegou a 600 milhões de usuários no final de 2010.
Destes, quase metade entrou ao longo do ano.
30 milhões de diferentes tipos de conteúdo (links, notas, imagens, vídeos, etc.)
20 milhões de aplicativos instalados por dia.
Mais de 2 bilhões de vídeos assistidos por mês na rede.
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Fonte:
JFSP19JAN2010F8
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Internet e Espiritismo

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Internet e Espiritismo

Atualmente há uma assustadora explosão dos sites de redes sociais, como o “MySpace”, “Facebook” e “Orkut”, que ganharam grande proeminência em face dos muitos milhões de pessoas inscritas para utilizá-los a fim de publicarem suas informações pessoais.

Para muitos internautas o uso das redes de relacionamento é algo tão comum como tomar banho, escovar os dentes e pentear os cabelos pela manhã. Todavia, a natureza quase íntima dessas redes sociais leva as pessoas a compartilharem informações confidenciais sobre sua família, relacionamentos afetivos, situação financeira e vários outros conteúdos de cunho particular, deixando-as, não raro, sujeitas a todo tipo de armadilhas, considerando que esses dados fornecidos na web municiam as pessoas mal intencionadas. …….CONTINUA

Texto completo:
http://migre.me/2lFT6
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Solidão no Facebook

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Solidão no Facebook

As redes sociais mascaram a ausência de comunicação entre as pessoas, diz o sociólogo francês Dominique Wolton

MARCOS FLAMÍNIO PERES
DE SÃO PAULO

Agora que o Facebook virou filme e as redes sociais parecem ter liberado o homem para toda forma possível de comunicação, vem um intelectual francês dizer que vivemos sob a ameaça da “solidão interativa”.

Dominique Wolton, 63, que esteve no Brasil há duas semanas, bate ainda mais pesado. Para ele, a internet não serve para a constituição da democracia: “Só funciona para formar comunidades” -em que todos partilham interesses comuns-, “e não sociedades” -onde é preciso conviver com as diferenças.

Sociólogo da comunicação e diretor do Centro Nacional de Pesquisa Científica (Paris), ele defende na entrevista abaixo que, depois do ambiente, a “comunicação será a grande questão do século 21”. Em tempo: “A Rede Social”, de David Fincher, estreia nos cinemas brasileiros no início de dezembro.

Folha – Como vê a internet?
Dominique Wolton – Faço parte de uma minoria que não é fascinada por ela. Claro, é formidável para a comunicação entre pessoas e grupos que se interessam pela mesma coisa e, do ponto de vista pessoal, é melhor do que o rádio, a TV ou o jornal.

Mas, do ponto de vista da coesão social, é uma forma de comunicação muito frágil. A grandeza da imprensa, do rádio e da TV é justamente a de fazer a ligação entre meios sociais que são fundamentalmente diferentes. Nesse sentido, a internet não é uma mídia, mas um sistema de comunicação comunitário.

Mas e as redes sociais?
Elas retomam uma questão social muita antiga, que é a de procurar pessoas, amigos, amor. São um progresso técnico, sem dúvida, mas a comunicação humana não é algo tão simples.

Porque em algum momento será preciso que as pessoas se encontrem fisicamente -e aí reside toda a grandeza e dificuldade da comunicação para o ser humano.

Então a solidão é um risco nessas redes?
Sem dúvida: a “solidão interativa”. Podemos passar horas, dias na internet e sermos incapazes de ter uma verdadeira relação humana com quer que seja.

Isso tem a ver com o conceito que criou -o de “sociedade individualista de massa”?
Sim, porque na comunicação ocidental procuramos duas coisas inteiramente contraditórias: a liberdade individual -modelo herdado do século 18- e a igualdade por meio da inserção na sociedade de massa -que é o modelo do socialismo.

Usamos a internet porque ela é a liberdade individual. Na internet, todo mundo tem o direito de dar sua opinião, mas emitir uma opinião não significa comunicar-se.

Porque, se a expressão é uma fase da comunicação, a outra é o retorno por parte de um receptor e a negociação que implica -e isso toma tempo!

Há um fascínio pela rapidez da internet e por sua falta de controle.
Mas essa falta de controle é demagógica, porque a democracia não é a ausência de leis, mas a existência de leis utilizadas por todos.

A internet foi decisiva para a eleição de Barack Obama?
Acho que se projetou um sonho que não correspondeu à realidade. Obama sempre foi ligado às questões sociais e sabia de sua importância. O que fez foi usar a internet para multiplicar a eficácia dessas relações. Usou a internet de modo bastante clássico.

O Google está nos tornando estúpidos?
Ele está se tornando a primeira indústria do conhecimento, concentrando de forma gigantesca a informação e o saber -o que é um perigo.

Se um grupo de mídia quisesse concentrar toda a distribuição de informação, alguém diria: “Atenção, monopólio!”. Mas não se faz isso em relação à internet, tamanho é o fascínio pela técnica na sociedade atual.

O papel está condenado?
Ao contrário! Porque internet é rapidez, livros e jornais são lentidão e legitimidade -informação organizada. A abundância de informações não suprime a questão prévia de que educação é formação.
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq0911201004.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Nota do Leal:
Estou no Facebook: Eudison Leal
Endosso o artigo.
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