Agroglifos

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Por favor, click sobre a imagem para ampliá-la. Grato.
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Agroglifos!
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Ilustre visitante, seja bem-vindo a este pequeno blog.
A presença da sua percepção é muito importante para todos nós.
Por favor, analise as imagens do PPS e tire as suas próprias conclusões.
MAS,
Deixe-nos conhecer a sua conclusão e/ou opinião.
O fenômeno é um desafio para a humanidade. Perceba!
Aguardo sua manifestação.
Muito obrigado.
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
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Veja a apresentação. Click aqui.
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Colaboração:
Telma Canettieri Ferrari
Pindamonhangaba-SP
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Espelho extraterrestre

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Espelho extraterrestre

Aos 50 anos, o programa Seti continua ativo e dividindo opiniões

Em 1960, o rádio-astrônomo americano Frank Drake organizou uma conferência meio às pressas, com um tema um tanto incomum: a possibilidade de detectar a existência de civilizações extraterrestres sem irmos até o planeta deles (ou eles até o nosso). Um ano antes, havia começado o programa Seti (Busca por Inteligência Extraterrestre, sigla em inglês), com o uso de telescópios capazes de detectar ondas de rádio emitidas, em princípio, por outros seres interessados em comunicação.

A ideia do projeto era simples: se outras civilizações inteligentes são parecidas conosco, terão, também, criado tecnologias como o rádio e a TV, que dependem da emissão e da recepção de ondas eletromagnéticas.

Essas ondas viajam na velocidade da luz, a 300 mil quilômetros por segundo. Portanto, em oito minutos, uma onda viaja da Terra até o Sol, pois a distância do Sol à Terra é de oito minutos-luz. Em quatro anos e meio, a onda chega à nossa estrela vizinha, Alfa Centauri, pois ela se localiza a 4,5 anos-luz daqui. Se nós, após apenas 400 anos de ciência, podemos fazer isso, sem dúvida outras inteligências espalhadas pelo cosmo também devem ser capazes de fazê-lo. Era só ligar os detectores e ficar ouvindo, esperando pelo primeiro “alô”.

Passados 50 anos, o projeto Seti continua ativo. Sua história tem sido meio turbulenta, dividindo as opiniões de cientistas e do público em geral. Existem aqueles que acham que o projeto é uma grande perda de tempo e de dinheiro. Como interpretar sinais de vida inteligente extraterrestre? Que “língua” eles falam? E se não tiverem o menor interesse em serem detectados ou de emitir ondas de rádio fora do seu sistema solar? Qual seria o sinal típico que poderíamos esperar de outras formas de inteligência? Será que todas inteligências pensam de forma semelhante?

Fora isso, não é nada óbvio, dizem os críticos, que exista vida extraterrestre inteligente em nossa vizinhança cósmica, e muito menos com habilidades tecnológicas. Afinal, em 4,5 bilhões de anos desde a origem da Terra, só nos últimos cem é que chegamos a esse ponto! Existem outras críticas, mas essas já dão uma ideia.

Por outro lado, os defensores do projeto dizem que só podemos ter certeza de que a busca será infrutífera se tentarmos: quem não arrisca não petisca. O impacto da descoberta de vida extraterrestre inteligente (ou da vida não inteligente, mas essa é uma outra história) seria tão épico e transformador que os esforços valem à pena.

O apelo popular é imenso. Tanto assim que, em 2007, a Nasa resolveu reiniciar o fomento ao projeto Seti, que havia sido suspenso na década de 1990. E o projeto tem crescido, graças ao entusiasmo de investidores privados. Por exemplo, Paul Allen, cofundador da Microsoft, doou US$ 25 milhões ao projeto.

Com o dinheiro, cientistas estão construindo uma gigantesca rede de detecção de ondas de rádio nas montanhas da Califórnia que terá 42 telescópios quando concluída, cada um com uma antena parabólica de sete metros de diâmetro. A busca está se diferenciando. Não são mais só ondas de rádio: astrônomos também procuram detectar pulsos de laser emitidos de outros sistemas estelares ou por projetos de engenharia em megaescala, algo que uma civilização avançada poderia fazer.

Por exemplo, extraterrestres com telescópios ultrassensíveis poderiam ver a muralha da China ou as luzes na superfície da Terra. Até mesmo lixo espacial está entrando na lista. O que prova um ponto interessante: vamos buscar nos ETs o que encontramos aqui. Nossa busca é limitada pelo que sabemos. Fico imaginado o que esses ETs estarão fazendo em cem anos.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”.
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1701201003.htm
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Jornal Folha de São Paulo
Edição de 17jan2010
Caderno Mais! Página 9
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Mostre-me Deus

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Prefácio do livro:

ATÉ o FINAL DA DÉCADA DE 1910, os humanos eram tão ignorantes sobre as origens cósmicas quanto sempre haviam sido.

Aqueles que não consideravam o Gênesis literalmente não tinham motivos para acreditar que houve um início.

O século XX viu uma explosão em nossa exploração do universo conforme novas técnicas e instrumentos tornaram-se disponíveis. Atualmente, a pesquisa de nossa origem é um campo muito ativo e avançado.

Este livro inovador explora a criação no ponto em que a ciência e a religião apresentam os mesmos questionamentos e compartilham os mesmos pensamentos. Esse é o lugar onde todos procuram e veem a mão de Deus.

Todos, leigos e cientistas, esperam encontrar esclarecimentos sobre as grandes questões envolvendo o início do universo.

Fred Heeren escreveu um envolvente e estimulante livro que sonda a fronteira da ciência e da fé, mostrando como elas se reconciliam.

Nesse livro, muito bem escrito, Fred trabalhou para mostrar que fé e ciência são compatíveis e se apoiamo Fiéis da Bíblia podem ficar seguros de que a observação do mundo é consistente com a palavra de Deus.

Na realidade, Mostre-me Deus argumenta que a ampliação do conhecimento irá somente aumentar o senso de maravilha e trazer mais segurança para a fé das pessoas.

Este livro pioneiro mostra que pessoas de fé e cientistas podem ter um diálogo saudável e construtivo para ambos, uma coisa que por muito tempo considerei crucial para a humanidade. É importante para o futuro da sociedade e da religião remover as barreiras dos mal-entendidos e desconfianças entre fé e ciência.

Ciência e religião não devem ser vistas como áreas separadas ou antagônicas. Essa visão negligencia uma parte de nossa humanidade e enfatiza outra parte de nós mesmos, como nossa carreira, e descarta a socialização, como família, amigos e comunidades, fazendo de nós pessoas incompletas.

Mostre-me Deus é um grande passo em direção à busca do conhecimento religioso e científico de forma bastante integral.

George F. Smoot
Laboratório Lawrence Berkeley Berkeley, Califórnia
Nobel de Física de 2006
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Publicado em: Sinapseslinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Extraterrestres/Marcelo Gleiser

Explicando…

Amigo visitante,
O quadro acima é uma “Análise Gráfica” do texto original do prof. Marcelo Gleiser que eu publiquei aqui no blog sob o título “Sobre a origem da Vida”.

Observe a beleza deste gráfico.
Quanto maior o tamnho da fonte do caracter, maior a incidência da palavra no texto original, assim caracterizando o “foco” que o autor aplicou.

O programa gerador deste gráfico pode ser visto e utilizado por qualquer pessoa no site – www.many-eyes.com – A autora do software é a dra. Fernanda Viégas, brasileira, do MIT.

O processamento do texto submetido é feito pela IBM.

As informações relativas ao site eu as obtive no Jornal Folha de São Paulo, datado de 29out08, Caderno de Informática, na página F4.

Ficarei muito agradecido se você se manifestar, dando seu parecer.
Muito grato,
Fraternalmente,
Leal
ep-leal@uol.com.br
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Sobre a origem da Vida

Sobre a origem da vida

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Mesmo se existirem, os extraterrestres devem ser raros
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+ Marcelo Gleiser

Dos grandes mistérios que despertam enorme interesse tanto de especialistas quanto do público em geral, poucos são tão fascinantes quanto a questão da origem da vida. Existem várias facetas diferentes, cada uma com seu conjunto de questões em aberto. Uma das mais óbvias diz respeito à possível existência de vida extraterrestre. Se existe vida na Terra, por que não supor que ela exista também em outros planetas?

Essa pergunta em geral é respondida com outra pergunta. Do que a vida precisa para existir? Se usarmos a Terra como base -e só conhecemos a vida aqui-, consideramos que são essenciais a água líquida, certos compostos químicos e calor ou alguma outra fonte de energia. Água líquida impõe que o planeta não esteja muito distante ou muito perto de sua estrela.
Caso contrário, teria apenas água congelada ou vapor. A água líquida cria o meio onde as reações químicas que sustentam a vida podem ocorrer. Não é à toa que somos mais de 60% água.

Planetas que podem ter água líquida estão na chamada “zona habitável”, um cinturão cuja distância varia com o tipo de estrela. No caso do Sol, cobriria Vênus, Terra e Marte. Imediatamente, vemos que estar na zona habitável não é suficiente.

Vênus tem uma temperatura que vai além de 500C, por causa de um acentuado efeito estufa.

Marte, como foi descoberto recentemente, teve água líquida no passado, tem alguma hoje e também tem gelo, mas não foram encontrados rios, oceanos ou lagos. A possibilidade de vida lá hoje não é nula, mas é remota.

Aprendemos que composição e densidade da atmosfera e a história do planeta são determinantes. A vida precisa de certos elementos químicos. Carbono, nitrogênio, oxigênio e hidrogênio são essenciais. Fósforo, ferro, cálcio, potássio também são importantes. Esses elementos são sintetizados em estrelas durante seus últimos estágios de vida. Quando a estrela “morre”, explode com tremenda violência, emitindo esses e todos os outros elementos da tabela periódica pelo espaço interestelar.

Planetas capazes de desenvolver formas de vida precisam estar numa região com os ingredientes certos. Fora isso, os ingredientes precisam ser combinados corretamente. Pelo que vemos aqui, mesmo as formas mais primitivas de vida dependem de compostos orgânicos consistindo de cadeias muito longas de átomos de carbono ligados a uma série de radicais.

Os átomos de carbono são os ossos da espinha dorsal, dando suporte ao resto.

Como que esses átomos formaram cadeias tão complexas? Essa questão permanece em aberto. Mas em 1953, Stanley Miller fez uma grande descoberta: combinando substâncias que acreditava terem feito parte da atmosfera primitiva (metano, gás carbônico, água e outros), Miller isolou-as num frasco e passou faíscas elétricas que simulavam raios.

Para sua surpresa, ao examinar os compostos acumulados no fundo do frasco, percebeu que tinha sintetizado alguns aminoácidos, componentes fundamentais das proteínas. Miller não produziu a vida no laboratório, mas demonstrou que processos naturais podem tornar uma química simples numa química complexa.

Assim como o experimento de Miller, a vida precisa de uma fonte de energia. Aqui, estamos acostumados com o Sol.

Mas a descoberta de formas de vida que vivem na mais completa escuridão, em fossas submarinas profundas, demonstra que processos químicos independentes da luz podem gerar a energia capaz de impulsionar os mecanismos da vida. Não basta afirmar que o vasto número de planetas no cosmo torna a vida extraterrestre inevitável. O que aprendemos é que, mesmo se existir, será rara.

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MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2610200803.htm

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Outra visão:
http://www.freewebs.com/ovniseets/
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