Grande Obra Precisa Urgente!

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Grande Obra Precisa Urgente

Carpinteiros
Para serrar a madeira da incompreensão e arrancar os pregos do orgulho, do ódio e do egoísmo.

Pedreiros
Para assentar os tijolos da prece na construção da caridade.

Serventes
Para preparar a massa da boa vontade, derramando sobre a areia do sofrimento, o cimento da fé e o cal da compreensão.

Encanadores
Para canalizar a água viva da verdade na direção daqueles que tem sede de conhecimento.

Eletricistas
Para ligar a corrente positiva da fé, estendendo luz a todos que se acham na escuridão.

Aprendizes
Vaga sempre aberta para os de boa vontade, de qualquer idade.

Mestres
Não há vagas, pois temos o maior de todos – Jesus.

Local da obra
A Humanidade.

A Obra
O Evangelho de Jesus.

Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/

Salvar um criminoso

Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo
Caítulo XI Amar o próximo como a si mesmo
Caridade com os criminosos

15. Um homem está em perigo de morte. Para salvá-lo, deve-se expor a própria vida. Mas sabe-se que é um malvado, e que, se escapar, poderá cometer novos crimes. Deve-se, apesar disso, arriscar-se para o salvar?

LAMENNAIS Paris. 1862

Esta é uma questão bastante grave, e que pode naturalmente apresentar-se ao espírito.

Responderei segundo o meu adiantamento moral, desde que se trata de saber se devemos expor a vida, mesmo por um malfeitor.

A abnegação é cega. Socorre-se a um inimigo; deve-se socorrer também a um inimigo da sociedade, numa palavra, a um malfeitor.

Credes que é somente à morte que se vai arrebatar esse desgraçado?

É talvez a toda a sua vida passada. Porque, – pensai nisso, – nesses rápidos instantes que lhe arrebatam os últimos momentos da vida, o homem perdido se volta para a sua vida passada, ou melhor, ela se ergue diante dele.

A morte, talvez, chegue muito cedo para ele. A reencarnação poderá ser terrível. Lançai-vos, pois, homens! Vós, que a ciência espírita esclareceu, lançai-vos, arrancai-o ao perigo!

E então, esse homem, que teria morrido injuriando-vos, talvez se atire nos vossos braços.

Entretanto, não deveis perguntar se ele o fará ou não, mas correr em seu socorro, pois, salvando-o, obedeceis a essa voz do coração que vos diz:

“Podeis salvá-lo; salvai-o!”
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A indulgência

Livro:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo X:
Bem-aventurados os misericordiosos
Tema:
A Indulgência
Espírito: José
Espírito protetor, Bordeaux, 1863

16. Espíritas, queremos hoje falar-vos da indulgência, esse sentimento tão doce, tão fraternal, que todo homem deve ter para com os seus irmãos, mas que tão poucos praticam.

A indulgência não vê os defeitos alheios, se os vê, evita comentá-Ios e divulgá-Ios. Oculta-os, pelo contrário, evitando que se propaguem, e se a malevolência os descobre, tem sempre uma desculpa à mão para os disfarçar, mas uma desculpa plausível, séria, e não daquelas que, fingindo atenuar a falta, a fazem ressaltar com pérfida astúcia.

A indulgência jamais se preocupa com os maus atos alheios, a menos que seja para prestar um serviço, mas ainda assim com o cuidado de os atenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, nem traz censuras nos lábios, mas apenas conselhos, quase sempre velados. Quando criticais, que dedução se deve tirar das vossas palavras? A de que vós, que censurais, não praticastes o que condenais, e valeis mais do que o culpado. Oh, homens! Quando passareis a julgar os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos e os vossos próprios atos, sem vos ocupardes do que fazem os vossos irmãos? Quando fitareis os vossos olhos severos somente sobre vós mesmos?

Sede, pois, severos convosco e indulgentes para com os outros. Pensai n’Aquele que julga em última instância, que vê os secretos pensamentos de cada coração, e que, em conseqüência, desculpa freqüentemente as faltas que condenais, ou condena as que desculpais, porque conhece o móvel de todas as ações. Pensai que vós, que clamais, tão alto: “Anátema!” talvez tenhais cometido faltas mais graves.

Sede indulgentes, meus amigos, porque a indulgência atrai, acalma, corrige, enquanto o rigor desalenta, afasta e irrita.
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52 ESE Capítulo 17

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Sede Perfeitos

Fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec
Capítulo XVII – Sede Perfeitos – Jesus
Transcrição literal:

1. Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam. – Porque, se somente amardes os que vos amam que recompensa tereis disso? Não fazem assim também os publicanos? – Se unicamente saudardes os vossos irmãos, que fazeis com isso mais do que outros? Não fazem o mesmo os pagãos? -Sede, pois, vós outros, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial. (S. MATEUS, cap.V, vv. 44, 46 a 48.)
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