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Paciente terminal poderá decidir o tratamento que vai receber no fim da vida
A nova resolução foi aprovada nesta quinta-feira (30) pelo Conselho Federal de Medicina
REDAÇÃO ÉPOCA COM AGÊNCIA BRASIL
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Recanto das letras

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Recanto das letras
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Colaboração:
Dr. Formiga
Rio de Janeiro-RJ

Suicídio e Eutanásia

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À espera de um milagre

Eutanásia e suicídio assistido refletem “niilismo insalubre”, diz especialista em bioética

EUCLIDES SANTOS MENDES
DA REDAÇÃO (Folha de SP)
Caderno Mais! Pag.6 – 14mar2010

Crítico feroz da eutanásia e do suicídio assistido, Wesley J. Smith, especialista em bioética do instituto de pesquisa norte-americano Discovery, avalia que a regulamentação legal dessas práticas em Estados norte-americanos (Oregon e Washington) e em países europeus (Suíça, Holanda, Bélgica e Luxemburgo) compromete a oferta de serviços de assistência médica a doentes terminais.

“A legalização traz à tona o mais considerável risco de coerção e abandono”, alerta. Para ele, a regulamentação não apenas interfere na qualidade dos tratamentos paliativos como pode levar os pacientes à depressão e ao medo. “Estou convencido de que a legalização do suicídio assistido transforma a cultura e a maneira como nós percebemos o valor do enfermo, do deficiente e do idoso.”

“Ele também questiona a igualdade humana, porque cria a casta das pessoas consideradas descartáveis”, conclui.

Autor de “Forced Exit – Euthanasia, Assisted Suicide and the New Duty to Die” (Saída Forçada – Eutanásia, Suicídio Assistido e a Nova Responsabilidade para Morrer, Encounter Books, 350 págs., U$ 12,82, R$ 23), Smith critica, em entrevista à Folha, associações como a Dignitas e o que chama de “indústria do turismo suicida”.

FOLHA – O sr. conhece a Dignitas? O que pensa a respeito do suicídio assistido e da eutanásia?
WESLEY J. SMITH – Dignitas é uma entidade que ajuda suicidas por um preço. A indústria do “turismo suicida”, da qual faz parte, é ligada a Jack Kevorkian [médico americano conhecido como “Dr. Morte”, por ter declarado que ajudou 130 pessoas a se suicidarem, entre 1990 e 1998, praticando a eutanásia]. A Dignitas não existe para ajudar outras pessoas, tratá-las sob o ponto de vista médico ou encontrar maneiras de aliviar suas dores. Existe para ajudá-las a morrer. É a pior forma de abandono.

FOLHA – O que o sr. pensa sobre a legalização da eutanásia e do suicídio assistido nos EUA e na Europa?
SMITH – Eu me oponho à legalização em todos em casos. Acho que a situação é ainda pior na Holanda, onde a eutanásia ativa é permitida. De fato, lá existem médicos que praticam eutanásia em bebês que nascem com deficiências sérias. Uma vez que a porta está aberta, torna-se muito difícil controlar. Considere também o potencial para utilizar a eutanásia como uma maneira de economizar dinheiro na medicina. A legalização traz à tona o mais considerável risco de coerção e abandono.

FOLHA – Como tal risco advém?
SMITH – Basta olhar o caso dos cuidados paliativos. Advogados dizem que são melhorados -apontando para o bom histórico em Oregon. Quando [o Estado norte-americano de] Rhode Island determinou a ilegalidade do suicídio assistido, mas esclareceu que o controle de uma dor agressiva era legal, a qualidade dos cuidados paliativos subiu dramaticamente.

Na Holanda, vários estudos mostram que a qualidade dos tratamentos paliativos é pior do que em outros países equivalentes. Ativistas de direitos de portadores de deficiências são quase unânimes em se opor ao suicídio assistido porque coloca esses pacientes em considerável risco.

A ideia [do suicídio] lhes sugere que suas vidas são menos dignas de existirem, conduzindo-os à depressão e ao medo. Isso leva a sociedade a olhar de cima o doente e o portador de deficiência, a percebê-los como “cargas” ou pessoas que não beneficiam a sociedade. Isso pode provocar naquele que sente dor ou está muito doente uma pressão para “escolher” o suicídio assistido.

Contudo, estudos mostram que, quando a prevenção adequada é oferecida, mesmo os mais doentes ou deficientes com propensão ao suicídio mudam frequentemente de ideia.

FOLHA – Como é a burocracia da morte por eutanásia ou suicídio assistido nos Estados norte-americanos onde é permitida?
SMITH – O passo a passo burocrático é para criar alguma forma de controle. Mas não há um controle real. Em Oregon, por exemplo, se um médico diz não, o paciente pode procurar outro. Quase todos os casos de suicídio assistido lá são facilitados pela Compassion and Choices [Compaixão e Escolhas], um grupo de defesa do suicídio assistido. Frequentemente, os médicos não conhecem os pacientes antes da consulta para uma prescrição letal. Além disso, o Estado não inspeciona tudo. Apenas recebe os documentos emitidos pelo médico depois do fato.

FOLHA – Cada ser humano deve ter o direito de morrer?
SMITH – Não acredito que haja o “direito de morrer”. Temos, penso, o direito de recusar um tratamento médico não desejado, porque forçá-lo seria uma agressão. Mas isso não significa direito de morrer. Também não temos o direito de ter uma outra pessoa para facilitar nosso suicídio ou nos matar porque queremos morrer. A questão então se torna: qual é a reação apropriada para uma comunidade quando um dos seus membros está tão desesperado a ponto de querer morrer?

FOLHA – Quais são as alternativas?
SMITH – As alternativas são cuidados melhores, mais inclusão, prevenção do suicídio e amor do paciente pela família, pelos amigos e pela sociedade.
De fato, acho estranho que justo quando realmente podemos impedir pessoas de morrer em agonia, a eutanásia se torne mais popular.
Isso é estranho. Acho que há águas culturais profundas aqui que podem refletir um niilismo insalubre.
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1403201009.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Eutanásia

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Matadouros

Empresa suíça que oferece suicídio assistido choca pela natureza industrial

SOU contra a pena de morte. Não interessa se a pessoa a merece. Ou se a solicita. Matar é matar. Excluindo casos de autodefesa, que não entram na categoria, penas capitais são homicídios voluntários.

Ludwig Minelli discorda. Quem é Minelli? Segundo a última edição da revista americana “The Atlantic”, que dedica ao homem artigo notável e arrepiante, é fundador da polêmica Dignitas, empresa suíça que permite uma morte eficaz a quem não tem uma vida plena. Ou, no mínimo, perspectivas de uma vida plena.

Até o momento, foram mil os clientes da Dignitas que entraram pelo próprio pé e saíram entre quatro tábuas, ou reduzidas a uma urna de cinzas. Existem 6.000 na lista para limpeza futura. E o sonho de Minelli, se “sonho” é a palavra certa para aspiração tão macabra, é poder um dia aplicar o tratamento a qualquer pessoa que o deseje, doente ou não. Nas palavras de Minelli, o suicídio é “o último direito humano”.

Verdade que a Suíça não está isolada na lista dos países onde o suicídio assistido é legal. Na Holanda, na Bélgica, no Luxemburgo e em certos Estados americanos, como em Wa- shington ou Montana, doentes terminais podem apressar o fim. Mas a Suíça é mais “liberal” na prática; e a Dignitas é o símbolo dessa liberalidade, aceitando clientes de todo o mundo que viajam para Zurique em busca de uma saída. “Turismo suicida”, eis o nome do fluxo. Que nome.

O artigo não tece nenhum julgamento sobre as práticas de Minelli. A lei permite. Cumpra-se a lei. Mas, lendo as descrições do negócio, é difícil não sentir um arrepio de horror pela espinha abaixo.

O horror começa na natureza “industrial” das matanças. O cliente chega. É instalado em quarto da empresa. No dia combinado, e na hora estabelecida, é levado para uma divisão apropriada, onde recebe uma mistura química que vai neutralizando os seus sinais vitais.

Finalmente morto, o corpo é removido. Conta Minelli que, antes da Dignitas ter instalações mais apropriadas, longe da vista comum, o cortejo de corpos provocava indignação entre as vizinhanças burguesas. Imagino.

Depois de removidos, os corpos são levados para os fornos crematórios. Onde eu já ouvi isso? Aliás, as ressonâncias do cenário não ficam pelos fornos. Também se aplicam ao método. Na Suíça, existem quatro grandes empresas que operam no negócio da morte. E todas elas usam pentobarbital sódico, uma combinação poderosa que permite uma morte “limpa” e “indolor”.

Infelizmente para Minelli, os médicos não são generosos na prescrição do pentobarbital, e a maioria desaprova os entusiasmos mórbidos da Dignitas. Minelli tem procurado outros meios para os mesmos fins.

Nos últimos tempos, tem gaseado os clientes. O espetáculo, admite o próprio, não é bonito de ver. Um corpo moribundo, perpassado por violentos espasmos, nunca é bonito de ver. Mas, garante Minelli, não há qualquer dor no processo.

Acredito. Mas a dor não é apenas uma questão física; também existe uma dor moral que parece ausente da consciência do homem. Minelli e seus cúmplices aproximam-se da morte, e da eliminação física de seres humanos, com a mesma naturalidade mecânica que podemos observar nos matadouros. A lei permite? Sem dúvida.

Mas essa espécie de positivismo ético não nos leva longe: uma história da legislação humana, ao longo dos tempos, seria sempre uma história de brutalidades abençoadas pelos códigos. O negócio de Minelli suplanta os códigos e lida com a pergunta última da nossa condição: seremos apenas meros animais para abate quando a doença nos visita?

JOÃO PEREIRA COUTINHO
jpcoutinho@folha.com.br
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1602201017.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Eutanásia

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Eutanásia

Feetins faz seminário sobre o polêmico tema da eutanásia

Um homem está agonizante, vítima de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado não tem esperanças. É permitido poupar-lhe alguns instantes de agonia, apressando o seu fim? A Ciência nunca se enganou nessas previsões? Mas, se não há nenhuma esperança fundada de um retorno definitivo à vida e à saúde, não há também incontáveis exemplos de que, no momento de dar o último suspiro, o doente se reanima e recobra sua lucidez por alguns instantes? São Luís, no “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cap. 5 (Bem Aventurado os Aflitos), item 28, responde estas indagações e acalenta com suas repostas as aflições do ser humano sobre a morte.

É natural ao Homem o medo nato daquilo que não conhece. Pensando nisso, e como parte de suas comemorações dos 20 anos, a Federação Espírita do Estado do Tocantins – FEETINS está promovendo o seminário “Eutanásia – Valorizando a Vida” que terá uma mesa redonda com a participação de um juiz, um médico, uma bióloga e um psicólogo.

Na oportunidade será exibido o filme “Mar Adentro” que tem como foco dois casos de eutanásia. Serão respondidas perguntas da platéia que poderá participar do seminário gratuitamente discutindo um tema atual e polêmico que divide opiniões em todo o mundo.

O seminário acontece no próximo sábado dia 25 de abril de 2009, às 19h, na sede da Feetins, na quadra 106 Norte, alameda 02, número 02 fone 3215-3859.
Feetins: http://www.feetins.org.br/
Federação Espírita do Estado do Tocantins
Em 2009 a Feetins está completando 20 anos
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Fonte:
http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=%C3%9Altimas%20Not%C3%ADcias&idnoticia=5662
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