Trilhos

20150525_Trilhos
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Palavras-Chaves:
(Keywords)

Allan Kardec, Alma, Ansiedade, Arte, Atômico, Átomo, Auto Ajuda, Autonomia, Autorrealização, Avatar, Célula Biológica, Célula Humana, Cérebro, Chico Xavier, Ciência, Competência, CorelDraw, Cosmo, Depressão, Dever, Dinheiro, Discernimento, DNA, Dor Humana, Edgard Armond, Encéfalo, Entendimento, Espiritismo, Espiritualidade, Ética, Espírito, Espírito Matéria, Ética, Eudison, Família, Filosofia, Física, Francisco Cândido Xavier, Genealogia, Holismo, Holístico, Honestidade, Inteligência, Inteligência Artificial, Inteligência Humana, Jan Val Ellam, Janelas da Alma, Jesus, Jesus o Cristo, José Grosso, Kardec, Leal, Lógica, Maçon, Macro, Medicina Alternativa, Meditação, Médium, Memória, Memória Humana, Metafísica, Miramez, Música Clássica, Neurônio, Palminha, Paranormal, Perispírito, Pineal, Prazer, Prestígio, Poder, Psico, Psicobiofísica, Psicofonia, Psicografia, Psicometria, Ramatis, Salto Quântico, Segurança, Sérgio Felipe de Oliveira, Sinapse, Sinapseslinks, Sinapsesartes, Teosofia, Valores Espirituais, Valores Eternos, Valores Humanos, VBA, Virtude, Visual Basic, WordPerfect, WordPress,
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* Pindamonhangaba-SP – Segunda-feira
* 25/mai/2015
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*** Trilhos
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Bom Dia!
Sejamos Abençoados!
Saúde!
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As “Palavras Chaves” da list acima são verdadeiros trilhos.
É o bom caminho pontilhado…
Nem sempre conseguimos trilhar o caminho “adequado”!!!
Cometemos erros, diariamente, de forma consciente ou não.
Assim…eu te peço, ajude-me a corrigir meus desvios para que o meu trem não sai dos trilhos causando cenários tristes e inconvenientes.
Conto com você.
Eu te agradeço.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 27.336 dias.
Eu TE Agradeço Senhor!
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Colabore com a divulgação. Grato.
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*** https://sinapseslinks.wordpress.com/

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Espiritualidade

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20130312_Espiritualidade
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Espiritualidade
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Linda presentação em PPS.
Click aqui para fazer o download. Grato.
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Colaboração:
Axel Herbsthofer e
Aylla Harard
Guaratinguetá-SP

Ciência e Espiritismo

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Ciência e Espiritismo

Nos tempos medievais, havia o consenso de oposição entre fé e razão (Ciência e Religião). Entronizava-se o paradigma religioso, através do qual tudo era explicado pelas imposições religiosas. Na Renascença, ocorreu a revolução do pensamento científico, mormente a partir de Galileu e, posteriormente, de Newton. A partir deles, o homem modificou a maneira de ver e interpretar o mundo, irrompeu-se um novo enfoque – o científico, desintegrando-se os medievais métodos religiosos. Nos fenômenos espirituais (metafísicos), defrontamos com limitações no que se refere à experimentação científica. Esta classe de fenômenos é, ainda, muito pouco estudada, quando comparada com outros objetos de estudo das ciências ortodoxas. Para Eduardo Marino, professor titular de física, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e membro da Academia Brasileira de Ciências, hoje, apesar de ainda polêmico, há coexistência entre Ciência e espiritualidade, configurando-se em novo paradigma acadêmico.

Em 1962, Thomas Kuhn, introduziu o conceito de paradigma (1). Atualmente, paira um clima de inexatidão racional, compatível com o livre-exame e incompatível com todo princípio que se pretenda absoluto. O físico Fritjof Capra é, totalmente, aberto à metafísica e crê ser capaz de fornecer a matéria-prima para a elaboração de hipóteses experimentais. Em 1975, declarou, em seu livro, “O Tao da Física”, que “o método científico de abstração é muito eficaz e possante, mas não devemos lhe pagar o preço, pois existem outras aproximações possíveis da realidade”. (2) A rigor, “os inconcebíveis fenômenos da percepção extrasensorial parecem, de certo modo, menos absurdos, comparados aos inconcebíveis fenômenos da física”. (3)

De toda classe de fenômenos, os ditos fenômenos espirituais são os menos redutíveis e controláveis e, por isso, mais distantes de atingir aqueles pretensos requisitos que dão o status de Ciência ou “mais ciência que as outras”. O fato de não se conseguir precisão e controle tão apurados, como nas Ciências exatas, não significa que os métodos e técnicas das Ciências que investigam a espiritualidade sejam menos eficazes ou mais limitados. Os fenômenos quânticos, por exemplo; mas outros tantos campos, como a teoria do caos, revelam, de maneira mais profunda, que quase nada é perfeitamente preciso e controlável. O genial lionês não caiu na psicose de adequação ao paradigma materialista, positivista e reducionista das Ciências do Século XIX. Contudo, preservou características fundamentais a fim de dar um caráter de cientificidade à Terceira Revelação.

O nó da questão é que o “espiritual”, no senso comum, tende ao “sobrenatural”, destarte, não pode ser testado. Ora, não podendo ser testado e verificado, não pode ser científico. Por isso, para que exista uma “ciência espiritual” é preciso que este elemento não seja “sobrenatural” a fim de que possa ser observado e testado. Porém, o fato de ser natural não significa que seja material e nem, tampouco, que esteja sujeito aos mesmos meios de verificação da matéria. Alguns fenômenos quânticos possuem a característica de serem imprevisíveis e determinados por causas “imateriais”. Além disso, tem-se comprovado a participação da consciência do observador como elemento determinante no desenrolar de fenômenos físicos.

Para a teoria quântica, a matéria nem possui uma existência física real, mas uma probabilidade à existência. O que faz a matéria emergir do universo probalístico, para irromper como onda ou partícula, é a consciência do observador. Por isso, observador e coisa observada formam um único e mesmo sistema. A consciência, mais do que interferir sobre a matéria, é o elemento que torna possível a própria existência da matéria analisada e, como ela não pode ser causa e efeito ao mesmo tempo, é necessário admitir que consciência e matéria possuem naturezas distintas.

O Espiritismo, desde o princípio, reconheceu que a crença e o estado de espírito do observador têm influência direta sobre estes fenômenos e, ao invés de ignorar esse fato, considera-o como elemento fundamental para o sucesso na observação de fenômenos mediúnicos. Embora o Espiritismo trate de assuntos que escapam ao domínio das ciências clássicas, que se circunscrevem aos fenômenos físicos, Kardec, no Século XIX, escreveu que o “Espiritismo e a ciência se completam, reciprocamente”. (4)

Quando citamos ciência e espiritualidade, não estamos referindo a coisas incompatíveis e opostas. Todavia, devemos reconhecer que o objeto fundamental do Espiritismo não se pode comparar ao das ciências tradicionais, salvo nas interfaces ou nos pontos comuns. A Ciência, emancipada da fé, estabeleceu seus métodos de investigação, como meio de se aproximar da realidade, baseando-se em provas, princípios, argumentações e demonstrações que garantam a sua legítima validade.

Em verdade, o Espiritismo toca domínios, até agora, reservados às religiões. Porém, em metodologia, o Espiritismo difere, radicalmente, das religiões tradicionais, porque rejeita a fé dogmática, a crença cega, as práticas ritualizadas, o culto exterior ou esotérico. “Se não é justo que a Ciência imponha diretrizes à religião, incompatíveis com as suas necessidades de sentimento, não é razoável que a religião obrigue a Ciência à adoção de normas inconciliáveis com as suas exigências do raciocínio.” (5)

Os que declaram que os fenômenos Espíritas não são objetos da Ciência, não sabem o que dizem, pois que “O objeto especial do Espiritismo é o conhecimento das leis do princípio espiritual, (…) uma das forças da natureza, que reage, incessante e reciprocamente, sobre o princípio material.” (6)

O genial lyonês afirma que “Espiritismo e Ciência se completam, reciprocamente. A Ciência, sem o Espiritismo, acha-se na impossibilidade de explicar certos fenômenos só pelas leis da matéria. Ao Espiritismo, sem a Ciência, faltariam apoio e comprovação. Seria preciso alguma coisa para preencher o vazio que as separava, um traço de união que as aproximasse; esse traço de união está no conhecimento das leis que regem o mundo espiritual e suas relações com o mundo corporal” (7)

O Codificador lembra, ainda, que “O Espiritismo, caminhando com o progresso, não será jamais ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrarem que está em erro sobre um ponto, ele se modificará sobre esse ponto; se uma nova verdade se revelar, ele a aceitará.” (8)

Jorge Hessen
E-Mail: jorgehessen@gmail.com
Site: http://jorgehessen.net
Blog: http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com

FONTES:
(1) Os paradigmas são descobertas científicas universalmente reconhecidas que, por um tempo, fornecem a uma comunidade de pesquisadores problemas típicos e soluções
(2) Cf. Kempf Charles, artigo O Espiritismo é uma Ciência? Traduzido por: Paulo A. Ferreira, revisado por: Lúcia F. Ferreira, disponível acesso em 07-04-08
(3) Koestler , Arthur. As Razões da Coincidência, RJ: editora Nova Fronteira, 1972
(4) Kardec, Allan. A Gênese, RJ: Ed. FEB, 2003, Cap. 1, parágrafo 16,
(5) Xavier, F. Cândido, Segue-me, ditada pelo Espírito Emmanuel, SP: 7.ed. Matão, Editora O CLARIM, 1994
(6) Kardec, Allan. A Gênese, RJ: Ed. FEB, 2003, Cap. “Os milagres e as predições segundo o Espiritismo”, item 16v (7) Kardec, Allan. O Evangelho Segun
do o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 1984, p. 37
(8) Kardec, Allan. A Gênese, RJ: Ed. FEB, 2003, cap. 1, item 55
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Leia mais: http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/2010/02/coexistencia-entre-ciencia-e.html#ixzz0gXYcTTrD
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Ciência e Espiritualidade

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CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE
CONVERGÊNCIAS PARA UM NOVO ESPAÇO DE CONHECIMENTO

palestra aberta a cargo de Geshe Lhakdor
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A qualidade dos pensamentos, sentimentos e ações “modelam” o cérebro, conforme concluem os neurocientistas da atualidade. O estresse, a ansiedade, a frustração crônica prejudicam as estruturas cerebrais responsáveis pela criatividade e a disposição para a aprendizagem. Estas descobertas resultam do esforço conjunto da espiritualidade e da ciência em somar suas habilidades e competência sem, no entanto, descaracterizar suas metodologias e propósitos.
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Em 1987 iniciam os diálogos entre duas ordens de conhecimento que se mantiveram distantes durante séculos. Sua Santidade o Dalai Lama convida na ocasião cinco especialistas em ciências cognitivas com quem estabelece um fórum permanente de debates. Hoje esses fóruns proliferam em universidades, mosteiros e espaços culturais permitindo que as pesquisas de ambos saberes complementem suas contribuições para expandir os horizontes da incessante busca humana por bem-estar e conhecimento.
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Geshe Lhakdor foi tradutor e assistente religioso de Sua Santidade o Dalai Lama de 1989 a 2005, tendo participado de inúmeras conferências e fóruns por todo o mundo e traduzido livros de autoria do Dalai Lama do inglês para o tibetano e do tibetano para o inglês. Em abril de 2005 assumiu o cargo de Diretor da Biblioteca e Arquivo de Estudos Tibetanos em Dharamsala.
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Geshe Lhakdor é também membro da Fundação para Responsabilidade Universal, membro do Conselho do Instituto de Clássicos Tibetanos de Montreal e Professor Honorário da University of British Columbia, no Canadá. É Doutor em Metafísica pela Universidade Monástica de Drepung em Mundgod, Índia. Autor do livro Meditação e Compreensão da Mente, recém publicado pela Palas Athena Editora.
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Na ocasião haverá o pré-lançamento dos DVDs
O Dalai Lama no Brasil, documentário contendo 7 horas de gravação
de sua última visita ao Brasil, em 2006.
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11 de setembro de 2009 · sexta-feira · 19 horas
local: Anfiteatro A – UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo
Rua Botucatu, 740 – Vila Clementino – São Paulo / SP
próximo à Estação Santa Cruz do metrô
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ENTRADA FRANCA
Realização: UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo e Associação Palas Athena Site: http://www.palasathena.org.br
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Colaboração:
Mario Leal Filho – São Paulo-SP
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52 Mediunidade – Curso

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Curso MEDIUNIDADE & ESPIRITUALIDADE (extensivo) – Turmas 2007

Instrutores:

Maísa Intelisano e C.H. Souto

http://www.stum.com.br/maisaintelisano

Estudo teórico-prático da mediunidade, dividido em dois módulos, incluindo, entre outros assuntos:

– mediunidade: histórico, mitos e fatos, melhores práticas;
– animismo e mistificação;
– duplo, perispírito, aura e chacras;
– obsessão e desobsessão;
– formas-pensamento;
– ectoplasma e materializações;
– bioenergias e sintomas bioenergéticos;
– sintomas mediúnicos e fenomenologia orgânica da mediunidade;
– o fenômeno mediúnico em várias correntes espiritualistas, como Umbanda e Candomblé, por exemplo;
– práticas bioenergéticas comparadas, como cromoterapia, passe, reiki e cura prânica, entre outros;
– estudo do mecanismo de vários fenômenos mediúnicos;
– a mediunidade no Brasil e no mundo;
– desenvolvimento mediúnico e prática do Método das 5 Fases de Edgard Armond.
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TURMA 1 – aulas sempre às segundas-feiras, das 20h às 22h30, no Espaço Oásis, podendo, eventualmente, se estender até as 23h, dependendo do assunto ou da prática a ser desenvolvida,
Início: 26 de fevereiro de 2007
Término: 17 de dezembro de 2007
Horário: das 20h às 22h30
Local: Associação Espaço Oásis
Rua Michigan, 333 – Brooklin – São Paulo-SP
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TURMA 2 – aulas sempre aos sábados, das 9h às 12h30, no IPPB.
Início: 3 de março de 2007
Término: 15 de dezembro de 2007
Horário: das 9h às 12h30
Local: Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas – IPPB – http://www.ippb.org.br
Rua Gomes Nogueira, 168 – Ipiranga
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Para informações e inscrições, favor entrar em contato com Maísa Intelisano, exclusivamente pelo e-mail alfamintelis@yahoo.com.
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Fonte: Maisa Intelisano
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