Nossa Primeira Viagem a Pirapitingui – Uma lição de Amor

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Nossa Primeira Viagem a Pirapitingui – Uma lição de Amor
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Vou procurar escrever um texto pequeno e simples porque não sou escritora nem conseguiria descrever senão uma mínima parcela do que vivenciamos nesta excursão.
O sucesso foi integral e tudo correu em paz, harmonia, e a felicidade era geral. A impressão era de que a organização efetiva não era a nossa, mas de que estávamos totalmente sob orientação e inspiração do alto.

Nossos corações estavam ligados aos corações dos nossos irmãos da espiritualidade. O ambiente desde a viagem era de gratidão e respeito, e uma ansiedade geral, pois afinal, tudo era novo e sabíamos de antemão, que não seria apenas um “passeio”, mas um grande trabalho espiritual estava organizado há tempos e, somente agora – 10 anos depois da existência do Centro Espírita Jésus Gonçalves – conseguíamos materializá-lo.

A expectativa era imensa da chegada, poucas conversas e manifestações discretas de alegria; no íntimo cada um dos integrantes entendia, intuitivamente, que aprenderíamos muito; estávamos todos sendo preparados para uma vivência especial.
Chegando a Pirapitingui, demos início a nossa peregrinação. Fomos conhecer o Centro Espírita fundado por Jésus Gonçalves, a casa onde ele viveu e passou seus últimos instantes, o cemitério onde ainda se encontram seus despojos, o Pavilhão “Jésus Gonçalves” – uma antiga e grande construção, já quase em ruínas, em homenagem a ele, e andávamos pelas ruas daquela “cidadela”, onde nosso querido amigo passou parte da sua vida, aprendendo com a dor da doença e expiando seu passado de enganos; mas principalmente amando seus semelhantes e distribuindo o bem e este amor imenso. Seu coração caridoso socorria a todos.

Jésus não viveu a doença como um castigo, ao contrário, fez dela o instrumento de que se utilizou para servir a Deus e ao próximo. Amou muito os seus companheiros de dor e mesmo ainda antes de se converter ao Espiritismo, já era muito amado e querido pelo bem que distribuía a todos e pela alegria e força moral que demonstrava. Fez da dor o degrau de elevação e aos que choravam levou alegria e esperança.

À tarde visitamos os Pavilhões das Enfermarias… Muita tristeza e dor. Marcas profundas no corpo, na pele, mas principalmente nos olhos e nos corações daqueles que sofrem o estigma desta doença.

Não muita coisa mudou desde a época em que Jesus Cristo curava os “leprosos” banidos do convívio social.

Hoje usamos outro nome, “hanseníase, temos outros recursos para aceitá-los em nosso meio, mas o estigma existe; são os “marcados pela lepra”, os filhos de Lázaro e há uma dor profunda em seus olhares.

Grande parte deles está mutilada pela doença, seus membros estão marcados e seus corações clamam por socorro.

Temem nossos abraços, envergonham-se da nossa chegada, tem medo, sentem- se humilhados e em alguns podemos sentir a revolta por não entenderem o processo da regeneração que o Espiritismo nos ensina.

A dor de quem os visita é enorme, a lição é inesquecível; com certeza levaremos para sempre conosco e por toda a eternidade. Mas sustenta-nos a fé e a compreensão, mesmo que imperfeita, da indiscutível justiça das Leis de Deus.

Nossa visita foi curta, tínhamos que cumprir os horários e eles, o doente eram tantos…

Algumas palavras de amor, muitos abraços, beijos carinhosos, passes aos que solicitavam… E muitos nos perguntavam: “vocês não tem medo?”.

Aquele abandono, aquela solidão, tristeza, mexia com as fibras mais íntimas do coração de todos os integrantes da Excursão. Nós lhes falamos com amor sobre paciência, fé e principalmente falamos de Jesus!

Esta foi uma das grandes lições que o Plano Espiritual responsável pela Casa do Caminho Centro Espírita JÉSUS GONÇALVES – reservou aos trabalhadores desta imensa equipe de encarnados e desencarnados que compõem a Fraternidade de Jésus Gonçalves.
Fomos num grupo de 27 pessoas, alguns muito jovens, preparando-se para o trabalho vindouro, outros em meia idade e mais velhos, aprimorando-se para abraçar com mais coragem o que nossos irmãos desta Fraternidade de Amor nos reservam, como prêmio nesta reencarnação. Nosso Trabalho apenas inicia.

Um belo socorro de resgate e atendimento aos desencarnados que ainda se encontram sob a impressão da “lepra”, foi realizado, quando em vários momentos o grupo se reuniu em prece, cantou e orou a JESUS por todos.

Muita emoção, amor, muitas lágrimas, mas também grande felicidade pela concessão que recebemos.

A Deus nosso PAI, a Jesus o MESTRE, e a nosso amado JÉSUS GONÇALVES e toda a equipe de Espíritos amigos que nos acompanharam, neste aprendizado de amor, agradecemos eternamente.

Se algo podemos pedir nesta hora, fazemos com o coração, implorando que JESUS nos conceda cada vez mais a possibilidade de continuar dando a humilde contribuição a este nosso companheiro de tanto tempo e oferecendo a ele o nosso preito de amor.
Quando emprestamos as palavras de Emmanuel para dizer “Servir é a honra que nos compete”; o fazemos com a alma profundamente agradecida; reconhecendo a alegria de Servir em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Muita Paz a Todos!

As bênçãos de Jesus Cristo a todos os voluntários da Casa do Caminho – Centro Espírita Jésus Gonçalves; que cada vez mais se fortaleçam no amor ao próximo e na vivência do Evangelho; única esperança para a transformação da Terra.

Texto escrito por
Mariângela de Castro – Presidente da Casa do Caminho – Centro Espírita Jésus Gonçalves. Pindamonhangaba, 04 de agosto de 2013
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Veja as 112 fotos da excursão. Click aqui. Grato.

Roteiro

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Roteiro

No corpo humano, temos na Terra o mais sublime dos santuários e uma das supermaravilhas da obra divina.

A bênção de um corpo, ainda que mutilado ou disforme, na Terra, é como preciosa oportunidade de aperfeiçoamento espiritual, o maior de todos os dons que o nosso planeta pode oferecer.

O corpo é para o homem santuário real de manifestação, obra-prima do trabalho seletivo de todos os reinos em que a vida planetária subdivide.

Os aleijões de nascença e as moléstias indefiníveis constituem transitórios resultados dos prejuízos que, individualmente, causamos à corrente harmoniosa da evolução.

A energia mental é o fermento vivo que improvisa, altera, constringe, alarga, assimila, desassimila, integra, pulveriza ou recompõe a matéria em todas as dimensões.

Por isso mesmo, somos o que decidimos, possuímos o que desejamos, estamos onde preferimos e encontramos a vitória, a derrota ou a estagnação, conforme imaginamos.

Os acontecimentos obedecem às nossas intenções e provocações manifestas ou ocultas.

Encontraremos o que merecemos, porque merecemos o que buscamos.

A existência, pois, para nós, em qualquer parte, será invariavelmente segundo pensamos.

A mente é manancial vivo de energias criadoras.

O pensamento é substância, coisa mensurável.

Encarnados e desencarnados povoam o planeta, na condição de habitantes dum imenso palácio de vários andares, em posições diversas, produzindo pensamentos múltiplos que se combinam, que se repelem ou que se neutralizam.

O idealismo operante, a fé construtiva, o sonho que age, são pilares de todas as realizações.

Quem mais pensa, dando corpo ao que idealiza, mas apto se faz à recepção das correntes mentais invisíveis, nas obras do bem ou do mal.

O Homem permanece envolto em largo oceano de pensamentos, nutrindo-se de substância mental em grande proporção.

Toda criatura absorve, sem perceber, a influência alheia nos recursos imponderáveis que lhe equilibram a existência.

Em forma de impulsos e estímulos, a alma recolhe, nos pensamentos que atrai, as forças de sustentação que lhe garantem as tarefas no lugar em que se coloca.

Nossa inspiração está filiada ao conjunto dos que sentem como nós, tanto quanto a fonte está comandada pela nascente.

Somos obsidiados por amigos desencarnados ou não e auxiliados por benfeitores, em qualquer plano da vida, de conformidade com a nossa condição mental.

Precisamos compreender – repetimos – que os nossos pensamentos são forças, imagens, coisas e criações visíveis e tangíveis no campo espiritual.

Atraímos companheiros e recursos, de conformidade com a natureza de nossas idéias, aspirações, invocações e apelos.

Cada criatura recebe de acordo com aquilo que dá.

Cada alma vive no clima espiritual que elegeu, procurando o tipo de experiência em que situa a própria felicidade.

Estejamos, assim, convictos de que os nossos companheiros na Terra ou no Além são aqueles que escolhemos com as nossas solicitações interiores, mesmo porque, segundo antigo ensinamento evangélico, “teremos nosso tesouro onde colocarmos o coração”.
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Texto:
Frases extraídas da obra: Emmanuel (Espírito). Roteiro, [ditada] pelo espírito de Emmanuel, psicografada por Francisco Cândido Xavier. Rio de Janeiro: FEB, 1952.
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Colaboração:
Marlise C. O. Goncalves

Alegria!

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Alegria!
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“Deus é amor e bem-aventurança o extremo oposto da tristeza. O homem que conserva sua mente em Deus será inundado de alegria.”
Swani Prabhavananda

“Aquele em cujo coração Deus se manifestou leva a paz, a alegria e o encanto aonde quer que vá.”
Bhagavata

“O otimismo é a fé em ação. Nada se pode levar a efeito sem otimismo.”
Hellen Keller

“Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá a cada pessoa tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria.”
S. Brown

“O homem começa a envelhecer quando as lamentações começam a tomar o lugar dos sonhos.”
John Barrymore

“Onde há conhecimento verdadeiro há sempre alegria. “

“Como a verdade é eterna, assim a alegria que dela deriva é eterna.
Por isso, Deus é aquele que reúne em si a verdade, o conhecimento e a alegria.”
Gandhi

“Todos somos capazes de viver uma vida de intensa alegria. Dentro de cada um de nós existe um admirável espírito humano suficientemente forte para superar a dor e a desilusão. E, ainda que às vezes duvidemos disso, em qualquer situação sempre é possível captar essa força, essa sabedoria interior, e agir para criar mais alegria.”
Salle Merrill

“Regozijai-vos sempre…”
Paulo – I Tess. 5: 16

“Ninguém é tão infeliz que não possa produzir alguns pensamentos de bondade, nem tão pobre que não possa distribuir alguns sorrisos e boas palavras com seus companheiros de luta cotidiana.”
Emmanuel / F. C. Xavier
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Trabalho Nosso

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Trabalho Nosso
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Não te aflijas sobre a destinação do mundo.

A Eterna Sabedoria conhece o que deve ocorrer à vida planetária.

Agora é o nosso tempo.

Hoje é o dia em que nos compete fazer o que deva ser feito.

As criaturas que te pedem apoio, o lar que sustentas, as obrigações que assumiste, a causa que enobreces são, em si, o quadro dos desígnios superiores a que precisas atender.

Entesoura a cultura que desejas.

Antes de tudo, porém, atende aos deveres que se te fazem essenciais.

Espírito Emmanue1
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: “SINAIS DE RUMO” – Ed: GEEM

Brasil!

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Por favor, click sobre a imagem para ampliá-la. Grato.
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A Língua

“A língua também é um fogo.”
Tiago – 3:6.

A desídia das criaturas justifica as amargas considerações de Tiago, em sua epístola às comunidades do Cristianismo.

O início de todas as hecatombes do planeta localiza-se, quase sempre, no mau uso da língua.

Ela está posta entre os membros do organismo humano como o pequeno leme de uma embarcação poderosa, como lembra o grande apóstolo de Jerusalém.

Em sua potencialidade está o recurso sagrado de criar, como o leme de proporções reduzidas foi instalado para conduzir.

A língua guarda a centelha divina do verbo mas o homem, de modo geral, costuma desviá-Ia de sua função grandiosa para o pântano de cogitações subalternas, e aí temos como fonte de quase todos os desvarios da Humanidade sofredora, cristalizada em propósitos mesquinhos, à mingua de humildade e de amor.

A guerra nasce da linguagem dos interesses criminosos, insatisfeitos.

As grandes tragédias sociais se originam da linguagem dos sentimentos inferiores.

Poucas vezes, a língua do homem há consolado e edificado aos seus irmãos; notemos, porém, que a sua disposição é sempre ativa para excitar, disputar, deprimir, enxovalhar, acusar e ferir
desapiedadamente.

O discípulo sincero encontra, nos apontamentos de Tiago, uma tese brilhante para todas as suas experiências.

E, quando chegue a noite de cada dia, será justo que interrogue a si mesmo: – “Terei hoje utilizado a minha língua como Jesus utilizou a dele?”

Emmanuel
Médium: Francisco Cândido Xavier
do livro: “SEGUE-ME” – Edição: O Clarim

Refugia-te em paz

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Refugia-te em paz
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“Havia muitos que iam e vinham e não tinham tempo para comer.” (Marcos, 6:31.)

O convite do Mestre, para que os discípulos procurem lugar a parte, a fim de repousarem a mente e o coração na prece, é cada vez mais oportuno.

Todas as estradas terrestres estão cheias dos que vão e vem atormentados pelos interesses imediatistas, sem encontrarem tempo para a recepção de alimentação espiritual.

Inúmeras pessoas atravessam a senda, famintas de ouro, e voltam carregadas de desilusões.

Outras muitas correm, às aventuras, sedentas de novidade emocional, e regressam com o tédio destruidor.

Nunca houve no mundo tantos templos de pedra, como agora, para as manifestações de religiosidade, e jamais apareceu tamanho volume de desencanto nas almas.

A legislação trabalhista vem reduzindo a atividade das mãos, como nunca; no entanto, em tempo algum surgiram preocupações tão angustiosas como na atualidade.

As máquinas da civilização moderna limitaram espantosamente o esforço humano, todavia, as aflições culminam, presentemente, em guerras de arrasamento científico.

Avançou a técnica da produção econômica em todos os setores, selecionando o algodão e o trigo por intensificar-lhes as colheitas, mas, para os olhos que contemplam a paisagem mundial, jamais se verificou entre os encarnados tamanha escassez de pão e vestuário.

Aprimoraram-se as teorias sociais de solidariedade e nunca houve tanta discórdia.

Como acontecia nos tempos da permanência de Jesus no apostolado, a maioria dos homens permanece no vai-e-vem dos caminhos, entre a procura desorientada e o achado falso, entre a mocidade leviana e a velhice desiludida, entre a saúde menosprezada e a moléstia sem proveito, entre a encarnação perdida e a desencarnação em desespero.

Ó meu amigo, se adotaste efetivamente o aprendizado com o Divino Mestre, retira-te a um lugar à parte, e cultiva os interesses de tua alma.

É possível que não encontres o jardim exterior que facilite a meditação, nem algum pedaço de natureza física onde repouses do cansaço material, todavia, penetra o santuário, dentro de ti mesmo.

Há muitos sentimentos que te animam há séculos, imitando, em teu íntimo, o fluxo e o refluxo da multidão. Passam apressados de teu coração ao cérebro e voltam do cérebro ao coração, sempre os mesmos, incapacitados de acesso à luz espiritual.

São os princípios fantasistas de paz e justiça, de amor e felicidade que o plano da carne te impôs.

Em certas circunstâncias da experiência transitória, podem ser úteis, entretanto, não vivas exclusivamente ao lado deles.

Exerceriam sobre ti o cativeiro infernal.

Refugia-te no templo à parte, dentro de tua alma, porque somente aí encontrarás as verdadeiras noções da paz e da justiça, do amor e da felicidade reais, a que o Senhor te destinou.
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Benefícios Imediatos

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Benefícios Imediatos
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Entre o Aprendiz e o Orientador se estabeleceu o precioso diálogo:

-Instrutor, qual é a força que domina a vida?

-Sem dúvida, o amor.

-Esse poder tudo resolve de pronto?

-Entre as criaturas humanas, de modo geral, ainda existem problemas, alusivos ao amor que demandam muito tempo a fim de que se atinja a solução no campo do entendimento.

-E qual o recurso máximo que nos garante segurança entre as desarmonias do mundo?

-A fé.

-Pode a fé ser obtida, de momento para outro?

-Não é assim. A confiança raciocinada reclama edificação vagarosa no curso dos dias.

-A que fator nos cabe recorrer, para que nos conservem o ânimo e a alegria de servir entre conflitos da existência?

-A paz. -E a paz surge espontânea?

-Também não. Ninguém conhece a verdadeira paz sem trabalho e todo trabalho pede luta.

-Então instrutor, não existe elemento algum no mundo que nos assegure benefícios imediatos?

-Existe.

-Onde está esse prodígio, se vejo atritos por toda parte, na Terra?

-O Mentor fez expressivo gesto de compreensão e rematou:

-Filho, a única força capaz de proporcionar-nos triunfos imediatos, em quaisquer setores da vida, é a força da paciência.

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Francisco Cândido Xavier. Da obra: Pronto Socorro.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
C.E.U.
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Colaboração:
Elaboração: Integral Terapia Holística – Rua Prudente de Moraes, 304 – Centro – Pindamonhangaba – S.Paulo.
Terapeuta Responsável: David Ascenço – CRT. N. 43108.
Filiado ao Sinte – Sindicato dos Terapeutas.

Humanidade real

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Humanidade real
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“…Eis o Homem!”  Pilatos (João, 19:5) 

Apresentando o Cristo à multidão, Pilatos não designava um triunfador terrestre…Nem banquete, nem púrpura. Nem aplauso, nem flores. Jesus achava­-se diante da morte.

Terminava uma semana de terríveis flagelações.

Traído, não se rebelara. Preso, exercera a paciência. Humilhado, não se entregou a revides. Esquecido, não se confiou à revolta. Escarnecido, desculpara. Açoitado, olvidou a ofensa.
Injustiçado, não se defendeu. Sentenciado ao martírio, soube perdoar. Crucificado, voltaria à convivência dos mesmos discípulos e beneficiários que o haviam abandonado, para soerguer-­lhes a esperança. Mas, exibindo, diante do povo, Pilatos não afirma: — “Eis o condenado, eis a vítima!” Diz simplesmente: — “Eis o Homem!” Aparentemente vencido, o Mestre surgia em plena grandeza espiritual, revelando o mais alto padrão de dignidade humana.

Rememorando, pois, semelhante passagem, recordemos que somente nas
linhas morais do Cristo é que atingiremos a Humanidade Real.

Espírito Emmanuel

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Espírito Emmanuel
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Por último, aqui deixamos o testemunho de Sônia Barsante, residente em Uberaba-MG e freqüentadora do Grupo Espírita da Prece, de Chico Xavier, que contou que num determinado dia do ano 2000, estando ela e outros companheiros reunidos com Chico, este se tinha ausentado em transe mediúnico durante alguns instantes. Ao regressar, contou-lhes alegremente que tinha ido em desdobramento espiritual até uma cidade do Estado de São Paulo visitar um bebê, que era o espírito de Emmanuel, já reencarnado. E rematou dizendo a todos os que estavam presentes:
“Vocês ainda vão reconhecê-lo!”

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Acervo do Leal:
As vidas sucessivas de Emmanuel.pdf
O documento completo está no formato PDF.
Click aqui para baixá-lo. Grato.

Fonte Viva

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Fonte Viva
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Esta obra, de autoria do Espírito Emmanuel, e, psicografada pelo Francisco Cândido Xavier, é ótima.
São 180 temas lindos e edificantes.
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em toda as instâncias da Vida

Aprendamos a Agradecer

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155-APRENDAMOS A AGRADECER
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“Em tudo dai graças.” – Paulo I TESSALONICENSES, 5: 18

Saibamos agradecer as dádivas que o Senhor nos concede cada dia:
A largueza da vida;
o ar abundante;
a graça da locomoção;
a faculdade do raciocínio;
a fulguração da idéia;
a alegria de ver;
o prazer de ouvir;
o tesouro da palavra;
o privilégio do trabalho;
o dom de aprender;
a mesa que nos serve;
o pão que nos alimenta;
o pano que nos veste;
as mãos desconhecidas que se entrelaçam no esforço de suprir-nos a
refeição e o agasalho;
os benfeitores anônimos que nos transmitem a riqueza do
conhecimento;
a conversação do amigo;
o aconchego do lar;
o doce dever da família;
o contentamento de construir para o futuro;
a renovação das próprias forças…
Muita gente está esperando lances espetaculares da “boa sorte
mundana”, a fim de exprimir gratidão ao Céu.
O cristão, contudo, sabe que as bênçãos da Providência Divina nos
enriquecem os ângulos mais simples de cada hora, no espaço de
nossas experiências.
Nada existe insignificante na estrada que percorremos.
Todas as concessões do Pai Celeste são preciosas no campo de nossa
vida.
Utilizando, pois, o patrimônio que o Senhor nos empresta, no serviço
incessante ao bem, aprendamos a agradecer.

Remuneração Espiritual

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Remuneração Espiritual
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Emmanuel
Paulo II Timóteo, 2:6.

Além do salário amoedado o trabalho se faz invariavelmente, seguido de remuneração espiritual respectiva, da qual salientamos alguns dos itens mais significativos: acende a luz da experiência; ensina-nos a conhecer as dificuldades e problemas do próximo, induzindo-nos, por isso mesmo, a respeitá-lo; promove a auto-educação; desenvolve a criatividade e a noção do valor do tempo; imuniza contra os perigos da aventura e do tédio; estabelece apreço em nossa área de ação; dilata o entendimento; amplia-nos o campo das relações afetivas; atrai simpatia e colaboração; extingue, a pouco e pouco, as tendências inferiores que ainda estejamos trazendo de existências passadas.

Quando o trabalho, no entanto, se transforma em prazer de servir, surge o mais importante da remuneração espiritual: toda vez que a Justiça Divina nos procura no endereço exato para a execução das sentenças que lavramos contra nós próprios, segundo as leis de causa e efeito, se nos encontra em serviço ao próximo, manda a Divina Misericórdia que a execução seja suspensa, por tempo indeterminado.

E, quando ocorre, em momento oportuno, o nosso contato indispensável com os mecanismos da Justiça Terrena, eis que a influência de todos aqueles a quem, porventura, tenhamos prestado algum benefício, aparece em nosso auxílio, já que semelhantes companheiros se convertem espontaneamente em advogados naturais de nossa causa, amenizando as penalidades em que estejamos incursos ou suprimindo-as de todo, se já tivermos resgatado em amor aquilo que devíamos em provação ou sofrimento, para a retificação e tranquilidade em nós mesmos.

Reflitamos nisso e concluamos que trabalhar e servir, em qualquer parte, ser-nos-ão sempre apoio constante e promoção à Vida Melhor.
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Psicografia: Francisco Cândido Xavier.
Livro: Perante Jesus
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Leia mais: http://sinapseslinks.blogspot.com/search?q=benef%C3%ADcio#ixzz2Dh5kGlPv
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Renúncia

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Renúncia
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FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
ROMANCE DITADO PELO ESPÍRITO EMMANUEL
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ÍNDICE
VELHAS RECORDAÇÕES
PRIMEIRA PARTE
CAPÍTULO 1 = Sacrifícios do amor
CAPÍTULO 2 = Anseios da mocidade
CAPÍTULO 3 = A caminho da América
CAPÍTULO 4 = A varíola
CAPÍTULO 5 = Na infância de Alcione
CAPÍTULO 6 = Novos rumos
CAPÍTULO 7 = Caminhos de luta
SEGUNDA PARTE
CAPÍTULO 1 = O padre Carlos
CAPÍTULO 2 = Novamente em Paris
CAPÍTULO 3 = Testemunhos de fé
CAPÍTULO 4 = Reencontro
CAPÍTULO 5 = Provas redentoras
CAPÍTULO 6 = Solidão amarga
CAPÍTULO 7 = A despedida
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Ajudemos a Vida Mental

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Ajudemos a Vida Mental
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“E seguia-o uma grande multidão da Galiléia, de Decápolis, de
Jerusalém, da Judéia e de além do Jordão.” – MATEUS, 4:25

A multidão continua seguindo Jesus na ânsia de encontrá-lo,
mobilizando todos os recursos ao seu alcance.
Procede de todos os lugares, sequiosa de conforto e revelação.
Inútil a interferência de quantos se interpõem entre ela e o Senhor,
porque, de século a século, a busca e a esperança se intensificam.
Não nos esqueçamos, pois, de que abençoada será sempre toda
colaboração que pudermos prestar ao povo, em nossa condição de
aprendizes.

Ninguém precisa ser estadista ou administrador para ajudá-lo a
engrandecer-se.

Boa-vontade e cooperação representam as duas colunas mestras no
edifício da fraternidade humana. E contribuir para que a coletividade
aprenda a pensar na extensão do bem é colaborar para que se efetive
a sintonia da mente terrestre com a Mente Divina.

Descerra-se à nossa frente precioso programa nesse particular.

Alfabetização.
Leitura edificante.
Palestra educativa.
Exemplo contagiante na prática da bondade simples.
Divulgação de páginas consoladoras e instrutivas.
Exercício da meditação.

Seja a nossa tarefa primordial o despertar dos valores íntimos e pessoais.
Auxiliemos o companheiro a produzir quanto possa dar de melhor ao
progresso comum, no plano, no ideal e na atividade em que se encontra.

Orientar o pensamento, esclarecê-lo e sublimá-lo é garantir a
redenção do mundo, descortinando novos e ricos horizontes para nós mesmos.

Ajudemos a vida mental da multidão e o povo conosco encontrará Jesus, mais facilmente, para a vitória da Vida Eterna.

Solidão

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Solidão
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“O presidente, porém, disse: – mas, que mal fez ele? E eles mais
clamavam, dizendo: – seja crucificado.” – (MATEUS, 27:23.)

A medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio
dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te
constringe a alma sensível.

Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da
primeira mocidade? Onde pousam os corações que te buscavam o
aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos te
partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras ri dentes do início?
Certo, ficaram…

Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, à maneira das
borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da
menor chama de luz que se lhes descortine à frente.

Em torno de ti, a claridade.. mas também o silêncio…

Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não
seres compreendido…

Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga em vão.

Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a
grande distância e que coração faminto de calor do vale se
abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?
Choras, indagas e sofres…

Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?

A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e
a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.

A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.

A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o Sol que
alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.

Não te canses de aprender a ciência da elevação.

Lembra-te do Senhor, que escalou o Calvário, de cruz aos ombros
feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois
malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.
Recorda-te dele e segue…

Não relaciones os bens que já. espalhaste.

Confia no Infinito Bem que te aguarda.

Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e
engrandecimento. E não olvides que, pelo ministério da redenção que
exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e
sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.
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Livro fonte:
Fonte Viva
Psicografia:
Francisco Cândido Xavier
Autor Espiritual:
Emmanuel