Aquele que se eleva será rebaixado

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Aquele que se eleva será rebaixado

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Jesus entrou em dia de sábado na casa de um dos principais fariseus para aí fazer a sua refeição. Os que lá estavam o observaram. — Então, notando que os convidados escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes uma parábola, dizendo: “Quando fordes convidados para bodas, não tomeis o primeiro lugar, para que não suceda que, havendo entre os convidados uma pessoa mais considerada do que vós, aquele que vos haja convidado venha a dizer-vos: dai o vosso lugar a este, e vos vejais constrangidos a ocupar, cheios de vergonha, o último lugar. — Quando fordes convidados, ide colocar-vos no último lugar, a fim de que, quando aquele que vos convidou chegar, vos diga: meu amigo, venha mais para cima. Isso então será para vós um motivo de glória, diante de todos os que estiverem convosco à mesa; — porquanto todo aquele que se eleva será rebaixado e todo aquele que se abaixa será elevado.” (S. LUCAS, cap. XIV, vv. 1 e 7 a 11.)

Estas máximas decorrem do princípio de humildade que Jesus não cessa de apresentar como condição essencial da felicidade prometida aos eleitos do Senhor e que ele formulou assim: “Bem-aventurados os pobres de espírito, pois que o reino dos céus lhes pertence.” Ele toma uma criança como tipo da simplicidade de coração e diz: “Será o maior no reino dos céus aquele que se humilhar e se fizer pequeno como uma criança, isto é, que nenhuma pretensão alimentar à superioridade ou à infalibilidade.

A mesma idéia fundamental se nos depara nesta outra máxima: Seja vosso servidor aquele que quiser tornar-se o maior, e nesta outra: Aquele que se humilhar será exalçado e aquele que se elevar será rebaixado.
Espiritismo sanciona pelo exemplo a teoria, mostrando-nos na posição de grandes no mundo dos Espíritos os que eram pequenos na Terra; e bem pequenos, muitas vezes, os que na Terra eram os maiores e os mais poderosos. E que os primeiros, ao morrerem, levaram consigo aquilo que faz a verdadeira grandeza no céu e que não se perde nunca: as virtudes, ao passo que os outros tiveram de deixar aqui o que lhes constituía a grandeza terrena e que se não leva para a outra vida: a riqueza, os títulos, a glória, a nobreza do nascimento. Nada mais possuindo senão isso, chegam ao outro mundo privados de tudo, como náufragos que tudo perderam, até as próprias roupas. Conservaram apenas o orgulho que mais humilhante lhes torna a nova posição, porquanto vêem colocados acima de si e resplandecentes de glória os que eles na Terra espezinharam.

O Espiritismo aponta-nos outra aplicação do mesmo princípio nas encarnações sucessivas, mediante as quais os que, numa existência, ocuparam as mais elevadas posições, descem, em existência seguinte, às mais ínfimas condições, desde que os tenham dominado o orgulho e a ambição. Não procureis, pois, na Terra, os primeiros lugares, nem vos colocar acima dos outros, se não quiserdes ser obrigados a descer. Buscai, ao contrário, o lugar mais humilde e mais modesto, porquanto Deus saberá dar-vos um mais elevado no céu, se o merecerdes.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VII, itens 5 e 6.)

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Novo Amanhecer

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Novo Amanhecer

Despertamos, enfim, para um novo tempo que chega, radioso e alvissareiro: o tempo do despertar espiritual.

Allan Kardec foi o codificador deste novo amanhecer, trazendo para todos nós o farol sublime da Revelação do Consolador Prometido.

E, aos poucos, vamos percebendo uma nova fase do Espiritismo Cristão ganhar os quatros cantos do mundo, com ditosos e denodados trabalhadores, esparzindo suas luzes.

Urge, entretanto, não esperarmos facilidades. A responsabilidade, conquanto seu lume esteja a nosso favor, é proporcionalmente grande.

Aos tarefeiros espíritas cabem deveres dos quais não podemos jamais nos furtar, quer por dever moral que a Doutrina nos impele a seguir, quer pelo trabalho hercúleo que herdamos dos primeiros trabalhadores, que deram suas vidas à pavimentação, desta estrada onde hoje nos consolamos.

Com a Doutrina Revelada pelos Espíritos, o Evangelho, esse código divino, ganha nos corações humanos um maior significado sem os atavismos religiosos que as religiões tradicionais impuseram à força nos ensinamentos do Cristo.

O Espiritismo é destarte uma luz sem precedentes na marcha da humanidade terrena.

Responsabilidade e consciência reta!

Façamos, assim, cada qual a sua parte no dever que nos conclama.

Estamos, sim, em um novo amanhecer.

O chamado é do Cristo!

“Quem tiver ouvidos de ouvir, que ouça”!

Com o carinho e o abraço do amigo irmão, Canuto Abreu.

(Mensagem psicografada na “Casa de Eurípedes”, em Taubaté-SP, no dia 01 de fevereiro de 2014, pelo médium J.G. Argel).

A Casa e a Causa Espírita

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A Casa e a Causa Espírita
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Interessante notar que entre as palavras Casa e Causa a diferença é um simples U de União.

Mas, quem trabalha pela Causa Espírita conhece bem a dificuldade de se fazer entendido na Casa Espírita.

Há dirigentes que não divulgam eventos que se realizam em outros Centros Espíritas, pois com isto receiam perder freqüentadores de “sua” Casa.

A dificuldade encontrada por participantes dos órgãos de unificação para serem recebidos por algum diretor da Casa Espírita é muito grande, pois estão sempre ocupados em alguma atividade interna. As cartas enviadas, em sua grande maioria são ignoradas, pesquisas não são respondidas, dificilmente tem alguém para enviar às reuniões que tratariam de atividades em conjunto, é muito difícil delegar poder, se o presidente não puder comparecer, raramente indicará alguém.

Para entendermos a necessidade da União entre as Casas Espíritas e, por conseqüência, entre os espíritas, recorramos ao mestre, Allan Kardec. Do livro Obras Póstumas, no capítulo “Constituição do Espiritismo”, vemos a preocupação de Allan Kardec com os rumos do Espiritismo, vamos pinçar alguns pensamentos.

Para a pergunta se o Espiritismo estará preservado dos cismas.

Eis a resposta que nós dá: Não, certamente, porque terá, sobretudo no começo de lutar contra idéias pessoais, sempre absolutas, tenazes, refratárias a se amalgamarem com idéias de outrem. E terá de lutar contra a ambição dos que, a despeito de tudo se empenham por ligar seus nomes a uma inovação qualquer… Conseguintemente, seitas poderão formar-se ao lado da Doutrina, seitas que não lhe adotem os princípios ou todos os princípios, porém não dentro da Doutrina. É este o primeiro ponto de capital importância.O segundo ponto está em não sair das idéias práticas… Não atravanquemos a Doutrina de princípios que possam ser considerados quiméricos e fazer que a repilam os homens positivos. O terceiro ponto, enfim, é inerente ao caráter essencialmente progressivo da Doutrina.

No capitulo “O chefe do Espiritismo”, Kardec mostra a preocupação de se formar “uma direção central superior, guarda vigilante da unidade progressiva e dos interesses gerais da Doutrina”. Discorre nesta parte da impossibilidade de se ter um “escolhido” para esta função e conclui: “O problema é, pois, o de constituir-se uma direção central em condições, de força e estabilidade, que a ponham ao abrigo de todas as flutuações; que correspondam a todas as necessidades da causa e oponham intransponível barreira às tramas da intriga e da ambição”. “Em vez de um chefe único, a direção será confiada a uma comissão central permanente, cuja organização e atribuições se definam de maneira a não dar azo ao arbítrio”.Diz mais o codificador: hoje claramente demonstrada a Doutrina não podia sair de um único centro, completamente estruturada, da mesma maneira que toda a ciência astronômica não poderia sair de, inteiramente constituída, de um único observatório.Qualquer centro que tentasse erguê-la exclusivamente, sobre suas observações faria coisa incompleta e se acharia, com relação à infinidade de pontos, em contradição com outros. Se mil centros quisessem fazer cada um a sua doutrina, não haveria duas iguais em todos os pontos. Se estivessem de acordo quanto aos fundamentos, difeririam inevitavelmente quanto à forma.

Porque então a dificuldade da União?

Importa termos em mente que não somos deste ou daquele Órgão , desta ou daquela Casa Espírita, e sim estamos neste ou naquele órgão ou nesta ou naquela Casa Espírita, somos Espíritas todos nós, e a casa dividida torna-se ingovernável.

A recomendação do Espírito de Verdade é muito clara “Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo” se não conseguirmos atender ao primeiro, de bem pouco nos valerá o segundo.

Deixamos agora uma citação de Bezerra de Menezes para que possamos refletir sobre o que cada um de nós está fazendo com a Doutrina Espírita: “Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos. Distanciados entre nós, continuaremos à procura do trabalho com que já nos encontramos honrados pela divina providência”.
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Fonte: http://migre.me/9noGW
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Fenômenos espíritas e a ciência

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Fenômenos espíritas e a ciência

A investigação dos fatos e causas do fenómeno mediúnico é objecto de estudo pela Pesquisa Psíquica, ramo da parapsicologia (substituindo a metapsíquica). Seu primeiro interesse é o de verificar a ocorrência dos aludidos factos, mediante o uso de metodologia própria, que inclui a estatística e o chamado teste duplo-cego. Faz-se investigação científica [12] também em âmbito universitário, mas os resultados obtidos até o momento não permitem a conclusão científica da existência de espíritos[13].

Para além dos aspectos doutrinais, existe uma diversidade de práticas que vêm suscitando uma crescente curiosidade dos pesquisadores da área – a ectoplasmia, psicoquinesia, levitação, telepatia, clarividência, clariaudiência, pré-cognição via onírica (sonhos), psicografia, psicopictografia, medicina e cirurgia mediúnica, radiestesia e rabdomancia.

Kardec, no preâmbulo de “O Que É o Espiritismo?”, afirma que ele “é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal”. Dentro dessa perspectiva, Kardec teria fundado o que naquele momento se chamou de “ciência espírita”[14], tendo como objecto de estudo o espírito e adotando uma postura teórico-metodológica própria, ou seja, não baseada no método científico [15]. Na “Revue Spirite”, que publicou até à sua morte, Kardec analisa vários relatos de fenômenos aparentemente mediúnicos ou sobrenaturais, oriundos de diversas partes do mundo. Esmerava-se por distinguir os acontecimentos que considerava verossímeis de charlatanismo e da simples imaginação superexcitada pela fé.
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Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritismo

Espiritismo

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Espiritismo e Apometria

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Espiritismo e Apometria
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O médico carioca residente em Porto Alegre Dr. José Lacerda desde os anos 50, espírita que era então, começou a realizar atividades mediúnicas normais numa pequena sala de Hospital Espírita de Porto Alegre e ali realizou investigações pessoais que desaguaram no movimento denominado Apometria.

Não irei entrar no mérito nem no estudo da apometria porque eu não sou apômetra, eu sou espírita, mas o que posso dizer é que a apometria, segundo os seus próprios seguidores, não é Espiritismo. Suas práticas estão em total desacordo com as recomendações de O Livro dos Médiuns.

A presunção de alguns chegou a afirmar que a apometria é um passo avançado ao movimento Espírita e que Allan Kardec encontra-se totalmente ultrapassado já que sua proposta era para o século XIX e para parte do século XX e que a apometria é o degrau mais evoluído. A prática e os métodos violento s de libertação dos obsessores que este e outros métodos correlatos apresenta, a mim me parecem tão chocantes que me fazem recordar da lei de Talião, que já foi suavizada por Moisés, com o código legal, e que Jesus sublimou através do amor.

ASSUNTOS DOUTRINÁRIOS
De acordo com aqueles métodos, quando as entidades são rebeldes os doutrinadores, depois de realizarem uma contagem cabalística ou um gestual muito específico, as expulsam com violência para o magma da Terra, substância ainda em ebulição do nosso planeta, ou as colocam em cápsulas espaciais que são disparadas para o mundo da erraticidade.

Não iremos examinar a questão esdrúxula desse comportamento, mas se eu, na condição de espírito imperfeito que sou, chegasse desesperado num lugar pedindo misericórdia e apoio à minha loucura, e outrem, o meu próximo, me exilasse para o magma da Terra, para eu experimentar a dureza de um inferno mitológico ou ser desintegrado, ou se me mandassem expulso da Terra numa cápsula espacial, eu renegaria aquele Deus que inspirou esse adversário da compaixão.

A Doutrina Espírita, baseada no ensino de Jesus, centraliza-se no amor e todas essas práticas novas, das mentalizações, das correntes mento-magnéticas, psico-telérgicas para nós, espíritas, merecem todo respeito, mas não têm nada a ver com Espiritismo.

O mesmo se dá com as práticas da Terapia de Existências Passadas realizadas dentro da casa espírita ou da cromoterapia ou da cristalterapia, que fogem totalmente da finalidade do Espiritismo.

Casa Espírita não é uma clínica alternativa. Não é lugar onde toda experiência nova deve ser colocada em execução. Tenho certeza de que aqueles que adotam esses métodos novos não conhecem as bases Kardequianas e ao conhecerem-nas nunca as vivenciaram.

Temos todo o material revelado pelo mundo espiritual nestes tantos anos de codificação, no Brasil e no mundo, pela mediunidade inco mparável de Chico Xavier; as informações que vieram pela notável Yvone do Amaral Pereira; por Zilda Gama e por tantos médiuns nobres conhecidos e desconhecidos.

Então, se alguém prefere a apometria, divorcie-se do Espiritismo.

É um direito! Mas não misture para não confundir. A nossa tarefa é de iluminar, não é de eliminar. O espírito mau, perverso, cruel é nosso irmão na ignorância. Poderia haver alguém mais cruel do que o jovem Saulo de Tarso? Ele havia assassinado Estevão a pedradas, havia assassinado outros, e foi a Damasco para assassinar Ananias. Jesus não o colocou numa cápsula espacial e disparou para o infinito.

Apareceu a ele! Conquistou-o pelo amor: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Pode haver maior ternura nisso? E ele tomado de espanto perguntou: “Que é isto?” “Eu sou Jesus, aquele a quem persegues”. E ele, então, caiu em si.

Emmanuel ensina que o termo “caindo em si” significa que a capa do ego cedeu lugar ao encontro com o ser profundo. Ele despertou, e graças a ele nós conhecemos Jesus pela sua palavra, pelas suas lutas, pelo alto preço que pagou, apedrejado várias vezes, jogado por detrás dos muros nos lugares do lixo, foi resgatado pelos amigos e continuou pregando.

Então, os espíritos perversos merecem nossa compaixão e não nosso repúdio. Coloquemo-nos no lugar deles.

Não temos nada contra a Apometria, as correntes mento-magnéticas, aquelas outras de nomes muito esdrúxulos e pseudo-científicos. Mas, como espíritas, nós deveremos cuidar da proposta Espírita.

Na minha condição de Espírita, exercendo a mediunidade por mais de 60 anos, os resultados têm sido todos colhidos da árvore do amor e da caridade e a nossa mentalidade espírita não admite ritual, gestual, gritaria, nem determinados comportamentos.
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Divaldo Pereira Franco, na TV aberta

Transcrito do programa Presença Espírita da Rádio Boa Nova a partir de palestra de Divaldo Pereira Franco.

Fonte: Revista GOIÁS ESPÍRITA Nº32-2009.
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Colaboração:
Alvaro Basile Portughesi
Blog: http://aportughesi.wordpress.com/
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Mundo Espiritual perguntas e respostas

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Mundo Espiritual Perguntas e Respostas
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Novo livro de Saara Nousiainen
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Respondendo a perguntas e questionamentos sobre os seguintes temas:
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Espiritismo
Deus
Reencarnação
Mundo Espiritual
Mundo Espiritual – Umbral
Mundo Espiritual – Nosso Lar
Mundo Espiritual – Bônus-hora
Ação e reação
Transcomunicação Instrumental
Desencarnação
Desencarnações coletivas
Mediunidade
Espíritos sofredores
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