Depressão

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Depressão

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Depressão
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Palestra Pública Mensal na Casa do Caminho
Rua Senador Dino Bueno, 203
Bosque da Princesa
Pindamonhangaba-SP
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Tema: Depressão
Expositor: Eudison de Paula Leal
Data: 27out2011 às 20 horas
Entrada franca
Contribua com 1Kg de alimento não perecível. Grato.
Seja bem-vindo(a)!
Fraternalmente,
Leal -71- aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
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Por favor:
Ajude a divulgar este evento. Muito obrigado.
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Decisões!

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Decisões!
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Amigo(a) Visitante,
Salve!
Quando você toma decisões… o faz em estado de serenidade?
Também o faz estando depressivo?
Também o faz estando eufórico?
Eu gostaria de conhecer sua opinião.
Muito obrigado.
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
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Resultado dos meus exames

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Resultado dos meus exames

Fui à clínica do Senhor para fazer uma consulta de rotina. E constatei que estava enfermo.

Quando Jesus me tomou a pressão, viu que estava baixa de ternura.

Ao medir-me a temperatura, o termômetro registrou 40º C de ansiedade.

Me fez um eletrocardiograma e o diagnóstico foi que necessitava bombear mais amor, pois as minhas artérias estavam bloqueadas de solidão e saudade, e não abasteciam meu coração vazio.

Passei pela ortopedia, já que não podia caminhar ao lado do meu irmão, e tampouco dar um abraço fraternal, porque havia me machucado ao tropeçar nos problemas.

Também me diagnosticou miopia, já que não podia ver mais nada além das coisas negativas do meu próximo.

Quando me queixei de surdez, Jesus disse que eu havia deixado de escutar Sua voz a cada dia.

É claro que Jesus me deu uma consulta gratuita e, graças à Sua misericórdia, prometo que ao sair desta clínica, tomarei somente os medicamentos naturais que me receitou através da Sua verdade.

Ao levantar-me, beber um copo de agradecimento.

Ao chegar ao trabalho, tomar uma xícara de paz.

A cada hora, ingerir um comprimido de paciência e uma cápsula de humanidade.

Ao chegar em casa, injetar uma dose de amor.

E, antes de dormir, tomar duas doses de consciência tranquila.

Não se deprima nem se desespere pelo que está vivendo hoje. Deus sabe o que você sente. Ele sabe perfeitamente o seu limite e não deixará passar deste ponto.

O propósito de Deus para você é admiravelmente perfeito. Ele deseja lhe mostrar muitas coisas que somente compreenderia estando exatamente no lugar onde está e na exata condição que vive agora neste lugar.

Que Deus o abençoe sempre!
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Autoria desconhecida
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Colaboração:
Irvênia de Santis
São Paulo-SP
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Publicado em: Sinapseslinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Depressão

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Clínico diagnostica apenas 47% dos casos de depressão

Revisão de 41 pesquisas publicada no “Lancet” mostra ainda que há falso diagnóstico em cerca de 20% dos casos

Estima-se que, no Brasil, cerca de 12% dos homens e 20% das mulheres terão algum nível de depressão em alguma fase da vida

JULLIANE SILVEIRA
DA REPORTAGEM LOCAL

Uma meta-análise de 41 estudos de dez países (envolvendo mais de 50 mil pacientes) mostra que somente 47% dos casos de depressão são diagnosticados no atendimento primário (durante uma consulta com um clínico-geral, por exemplo) e que há falso diagnóstico da doença em 20% dos casos.

O estudo, publicado na edição on-line do “Lancet”, avaliou trabalhos desenvolvidos em países europeus, além de nos EUA, no Canadá e na Austrália. “Essa questão [do diagnóstico] tem gerado um debate duplo. Existem afirmações de que a depressão é subdiagnosticada, e há a posição contrária -segundo a qual a depressão é exageradamente diagnosticada pelo fato de os pacientes tenderem a se identificar como deprimidos e os clínicos do atendimento primário aceitarem isso”, afirma o psiquiatra Marco Antônio Brasil, integrante do conselho consultivo da Associação Brasileira de Psiquiatria.

O número de afetados pela depressão no Brasil segue dados mundiais: 12% dos homens e 20% das mulheres terão a doença em alguma fase da vida. Em geral, nos serviços de atenção primária a incidência de depressão varia de 10% a 15% dos pacientes avaliados. “É uma taxa muito elevada, um problema de saúde pública. Em ambulatórios de cardiologia, os índices sobem para 20%”, diz o psiquiatra Renério Fráguas Júnior, supervisor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
O falso diagnóstico pode ocorrer quando o paciente apresenta sintomas facilmente confundíveis com depressão -caso de uma tristeza profunda por uma perda importante ou estresse. Isso pode levar a tratamentos desnecessários.

“Quando há treinamento, pode ocorrer excesso de diagnóstico. Mas mesmo pacientes [sem a doença] com alguns sintomas depressivos podem ter a qualidade de vida comprometida, com mais dificuldade para tomar decisões ou para se concentrar, por exemplo. Isso não quer dizer que tenham de tomar remédio, mas que eles precisam ser cuidados de alguma forma”, pondera o psiquiatra.

Subdiagnóstico
No entanto, de acordo com os especialistas, o subdiagnóstico é muito recorrente e mais preocupante. Para Geraldo Possendoro, psiquiatra e professor de medicina comportamental da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a sobrecarga do serviço público também contribui para dificultar o diagnóstico precoce. “A consulta costuma ser muito rápida, o que faz com que o clínico foque somente na área dele”, diz.

Segundo Brasil, é necessária a formação dos médicos generalistas para que o diagnóstico de depressão seja feito mais precocemente. “O deprimido não procura um psiquiatra, até por preconceito. Ele vai ao clínico, ao neurologista…”
O suporte de um psiquiatra no atendimento primário pode ser necessário para que os clínicos aprendam a identificar sintomas de depressão. No entanto, a formação somente teórica não é suficiente para capacitar os médicos generalistas. “Além disso, é preciso dar supervisão, discutir os casos reais desses pacientes. É preciso um psiquiatra para discutir casos de dúvida”, acrescenta Brasil.

Sintomas
A maior dificuldade do clínico-geral é associar sinais que podem ser creditados a outras doenças -como dores, cansaço, falta de ar e de energia- a uma possível depressão.

Um estudo realizado com 316 pacientes e 19 clínicos-gerais do Hospital das Clínicas de São Paulo e publicado em julho na revista “Clinics” (periódico da instituição) mostrou que lentidão, cansaço e falta de concentração são os sintomas de depressão mais difíceis de serem identificados pelo clínico durante o atendimento.
“No HC, procuramos dar uma formação, mas, diante da elevada prevalência de depressão em atenção primária, acho que o aluno de medicina deveria ter carga horária suficiente na faculdade para ser treinado em diagnosticar transtorno psiquiátricos”, sugere Fráguas.

Outro sintoma importante e pouco associado à doença, diz o psiquiatra, é a falta de interesse pela vida. “É um sintoma essencial. Dados gerais mostram que 40% das pessoas que têm depressão e perderam interesse passaram por um clínico no último mês. Ou seja, quem tem depressão procura o médico, que deve perguntar como anda o prazer pela vida. O paciente nem sempre está triste quando está deprimido”, explica.
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd1408200901.htm
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Depressão

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Exercícios Físicos ajudam a combater a depressão

Pesquisa realizada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com cientistas da Fundação Oswaldo Cruz, mostrou que as atividades físicas interferem no humor e no estado mental das pessoas, proposta cultivada por especialistas das áreas envolvidas, como psiquiatras, psicoterapeutas e profissionais da educação física. A comprovação se deu através de exames realizados em diversos pacientes com depressão. Duas vezes por semana, os voluntários caminhavam 4,5 quilômetros por 30 minutos na esteira instalada no Instituto de Psiquiatria, considerando uma atividade moderada sem grandes esforços. O resultado foi positivo.

O diferencial da pesquisa – primeira a tratar razões fisiológicas para implementar exercícios físicos no tratamento terapêutico para a saúde mental – é a forma como a depressão é tratada. Isso porque, normalmente, os estudos eram analisados a partir de sintomas e não de quadros clínicos. “O que a gente queria era ver o efeito do exercício como tratamento da doença. Portanto, era fundamental que avaliássemos pessoas com um quadro de depressão maior.”, explica Andrea Camaz Deslandes, coordenadora do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB) e responsável pelo estudo.

Fonte:
http://www.olharvital.ufrj.br/2006/index.php?id_edicao=156&codigo=2
Autoria:
Cília Monteiro e Marcello Henrique Corrêa

Exercícios físicos podem auxiliar no tratamento de depressão. É o que diz um estudo concluído recentemente, realizado por uma equipe interdisciplinar da UFRJ, em parceria com cientistas da Fundação Oswaldo Cruz. O trabalho foi realizado a partir do acompanhamento de idosos atendidos pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB) e rendeu ao grupo de pesquisa o prêmio “Saúde é Vital”, oferecido pela Editora Abril. A pesquisa, coordenada por Andrea Camaz Deslandes, pesquisadora do Instituto, foi escolhida dentre mais de 300 outras publicações participantes.

A idéia de que atividades físicas influenciam o humor e o estado mental das pessoas já era cultivada há um tempo pela maioria dos especialistas das áreas envolvidas, como psiquiatras, psicoterapeutas e profissionais da educação física, mas a pesquisa é pioneira em mostrar razões fisiológicas para incentivar a implantação de exercícios físicos como complemento terapêutico para promover a saúde mental. De acordo com Deslandes, que já havia tido a idéia há mais de três anos, faltava na literatura trabalhos mais objetivos sobre essa relação. “Já existem vários estudos na literatura mostrando que os exercícios poderiam contribuir para algumas alterações no cérebro, mas tudo isso era bem novo. Tentamos então ver o efeito do exercício como tratamento da depressão”, explica.

A depressão a que se refere a professora, no entanto, é que faz o diferencial da pesquisa. Segundo a psiquiatra, que também é formada em Educação Física, esse tipo de relação, quando estudado, era analisado a partir de sintomas de depressão e não de quadros clínicos. “O que a gente queria era ver o efeito do exercício como tratamento da doença, portanto era fundamental que avaliássemos pessoas com o quadro de depressão maior. Fizemos esse recrutamento e esses pacientes que realmente tinham diagnóstico de depressão maior”, conta a pesquisadora.

A pesquisa passo a passo

A vontade de realizar um estudo de peso sobre o assunto já instigava Andrea Deslandes há três anos, antes do começo de seu doutorado. Quando a professora concluiu o curso, percebeu a hora de mergulhar em análises mais profundas. A primeira fase da pesquisa foi o recrutamento de pacientes. Instalada no Instituto de Psiquiatria, a professora teve acesso aos casos clínicos de pacientes com depressão, com mais de 65 anos, critério para participar da pesquisa. Ao final da fase de recrutamento, o grupo havia conseguido reunir 60 idosos. Destes, 30 aceitaram participar das avaliações, mas dez não quiseram participar dos exercícios. O grupo final ficou composto por dez pacientes que realizaram exercícios regulares durante seis meses e dez outros, que permaneceram apenas com o tratamento farmacológico, também continuado para o grupo que se exercitava, por determinação do comitê de ética.

As atividades físicas as quais o grupo foi submetido são consideradas moderadas pela professora. A bateria de exercícios era feita duas vezes por semana no próprio Instituto. “Eles caminhavam por volta de 4,5 km na esteira que foi instalada no Instituto de Psquiatria, por 30 minutos, o que é considerada uma atividade moderada e não representa um esforço muito grande”, explica Andrea.

Depois do período de atividades físicas, era a hora de avaliar os resultados. Antes de começarem o tratamento, os voluntários passaram por exames de eletroencefalografia, que forneceram os dados iniciais da atividade cerebral dos pacientes. Além da melhora nos sintomas da depressão, humor e capacidade funcional, avaliados pelas entrevistas, o estudo se destacou exatamente pela melhora dos dados encefalográficos. “A coisa mais importante para gente foi a resposta da atividade eletroencefalográfica, porque, na literatura mundial, poucos são os estudos feitos com exercícios com pacientes diagnosticados com depressão”, diz a pesquisadora, lembrando que há mais de 400 estudos publicados que avaliam os sintomas da depressão, mas poucos analisam casos clínicos.

Próximos movimentos

Depois dos resultados favoráveis no primeiro momento, o grupo pretende estudar os efeitos de treinamentos de força, que podem ter resultados diferentes do treinamento aeróbico (a caminhada na esteira). A idéia é comparar os efeitos dos dois tipos de treinamento, para propor terapêuticas para outros problemas mentais, como as doenças de Alzheimer e Parkinson. “Vamos começar o recrutamento de pacientes com Alzheimer e observar os efeitos da atividade aeróbia. Num futuro, também pensaremos em propostas para o mal de Parkinson”, informa Andrea Deslandes.

A professora aposta no crescimento da importância do exercício físico no tratamento, diminuindo a necessidade de antidepressivos. Segundo ela, em idosos, essa diminuição seria bem-vinda, já que, nas idades mais avançadas, é comum que o paciente já recorra a remédios para solucionar outros problemas.

Para a doutora, o cenário parece favorável à difusão do conhecimento sobre os benefícios dos exercícios físicos. De acordo com ela, muitos psiquiatras já indicam a atividade física como terapia complementar, assim como a psicoterapia. Entretanto, a falta de conhecimento neurofisiológico das alterações provocadas no cérebro pelos exercícios ainda é a regra.

A expectativa da professora é de que esse conhecimento seja difundido entre a comunidade científica, mas, principalmente entre os pacientes, no caso, os idosos. “Acreditamos que o conhecimento não deva ficar centralizado na Universidade. Fazemos a pesquisa para que a população possa ter esse conhecimento”, comenta. Com isso, Andrea acredita que medidas preventivas possam ser buscadas. Segundo ela, ações desse tipo funcionam melhor e são mais baratas do que tratamentos emergenciais, quando o problema já está instalado.

Colaboração:
Maria Christina Camargo Leal

Publicado em:
http://sinapseslinks.blogspot.com/

Pânico, ansiedade e depressão

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Pânico, ansiedade e depressão

“Síndrome do pânico, ansiedade e depressão” é tema de palestra em Taubate

Para comemorar 60 anos de fundação, a Associação Espírita Joana D´Arc, promove dia 2 de maio, às 20 horas, uma Palestra sobre Síndrome do Pânico, Ansiedade ou Depressão? A palestra será ministrada pela psicóloga Dra. Lourdes Possato, autora dos livros “Em busca da Cura Emocional”, “É tempo de mudança”, “Essência do Encontro” e “Ansiedade sob controle”, todos sucessos de venda. Para abrir a noite, os convidados serão recepcionados com uma apresentação artística do Quarteto de Cordas da Escola de Artes Fêgo Camargo.

A palestra será na sede da Associação Espírita Beneficente Joana D´Arc, que fica na Rua do Colégio, 151- Bom Conselho, em Taubaté.

As inscrições para os participantes são gratuitas e podem ser feitas através do telefone (12) 3025-6780, com Cristiane.
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Fonte:
http://www.diariotaubate.com.br/display.php?id=13130
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