Allan Kardec

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Allan Kardec
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Era o início do século XIX, dia 3 de outubro de 1804, quando na antiga cidade de Lyon – França, nascia Hippolyte Léon Denizard Rivail…
“Kardec é o hífen de luz unindo os repositórios sagrados de todas as gerações. O seu esforço ainda é o trabalho permanente da evolução de toda a cultura humana no Evangelho de Cristo”. (Chico Xavier)

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Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec,[1] notabilizou-se como o codificador do Espiritismo (neologismo por ele criado), também denominado de Doutrina Espírita. Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos que antes costumavam ser considerados inadequados para uma investigação do tipo.

Adotou o seu pseudônimo para uma diferenciação da Codificação Espírita em relação aos seus anteriores trabalhos pedagógicos.”
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 27.464 dias.
Eu TE Agradeço Senhor!
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Trilhos

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Palavras-Chaves:
(Keywords)

Allan Kardec, Alma, Ansiedade, Arte, Atômico, Átomo, Auto Ajuda, Autonomia, Autorrealização, Avatar, Célula Biológica, Célula Humana, Cérebro, Chico Xavier, Ciência, Competência, CorelDraw, Cosmo, Depressão, Dever, Dinheiro, Discernimento, DNA, Dor Humana, Edgard Armond, Encéfalo, Entendimento, Espiritismo, Espiritualidade, Ética, Espírito, Espírito Matéria, Ética, Eudison, Família, Filosofia, Física, Francisco Cândido Xavier, Genealogia, Holismo, Holístico, Honestidade, Inteligência, Inteligência Artificial, Inteligência Humana, Jan Val Ellam, Janelas da Alma, Jesus, Jesus o Cristo, José Grosso, Kardec, Leal, Lógica, Maçon, Macro, Medicina Alternativa, Meditação, Médium, Memória, Memória Humana, Metafísica, Miramez, Música Clássica, Neurônio, Palminha, Paranormal, Perispírito, Pineal, Prazer, Prestígio, Poder, Psico, Psicobiofísica, Psicofonia, Psicografia, Psicometria, Ramatis, Salto Quântico, Segurança, Sérgio Felipe de Oliveira, Sinapse, Sinapseslinks, Sinapsesartes, Teosofia, Valores Espirituais, Valores Eternos, Valores Humanos, VBA, Virtude, Visual Basic, WordPerfect, WordPress,
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* Pindamonhangaba-SP – Segunda-feira
* 25/mai/2015
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*** Trilhos
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Bom Dia!
Sejamos Abençoados!
Saúde!
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As “Palavras Chaves” da list acima são verdadeiros trilhos.
É o bom caminho pontilhado…
Nem sempre conseguimos trilhar o caminho “adequado”!!!
Cometemos erros, diariamente, de forma consciente ou não.
Assim…eu te peço, ajude-me a corrigir meus desvios para que o meu trem não sai dos trilhos causando cenários tristes e inconvenientes.
Conto com você.
Eu te agradeço.
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Colabore com a divulgação. Grato.
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Vultos do Espiritismo

 

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Vultos do Espiritismo!

Confrade, a tabela mostrada acima é resultado de uma pesquisa.

Ali estão mostrados 50 nomes de pessoas.

Você pode contribuir com a sua opinião, crítica e sugestões.

Seja bem-vindo.

Muito obrigado.

Fraternalmente,

Leal

sinapseslinks@gmail.com

Estudando o Espiritismo

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Estudando o Espiritismo
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O tema acima nos chama, logo de início, a algumas reflexões: O que é estudar? O que é espiritismo?

Segundo o dicionário Aurélio, o verbete estudo significa, entre outras coisas: Aplicação do espírito para aprender. Seria o voltar-se, com dedicação, para um objeto que é foco de nossa atenção, debruçando-se sobre ele para entendê-lo.

Qual seria esse objeto, no nosso caso? Seria o Espiritismo.

No livro O que é o Espiritismo, Kardec (sobre quem também nos debruçaremos mais adiante) traz: “O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal”.

“Ninguém, pois, se iluda: o estudo do Espiritismo é imenso; interessa a todas as questões da metafísica e da ordem social; é um mundo que se abre diante de nós” é o que nos alerta Kardec, no Livro dos Espíritos.

Como podemos, então, estudar o Espiritismo?

Será que basta pegarmos um livro e abrir ao acaso, lendo uma mensagem ou uma pequena parte? Kardec (ainda no Livro dos Espíritos, Introdução) contribui também para essa reflexão: “Acrescentemos que o estudo de uma doutrina, qual a Doutrina Espírita, que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande, só pode ser feito com utilidade por homens sérios, perseverantes, livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado.” E continua: “Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente, começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento das idéias. Que adiantará aquele que, ao acaso, dirigir a um sábio perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore? Poderá o próprio sábio, por maior que seja a sua boa-vontade, dar-lhe resposta satisfatória? A resposta isolada, que der, será forçosamente incompleta e quase sempre por isso mesmo, ininteligível, ou parecerá absurda e contraditória.”

Assim, nossa proposta, nesse espaço proporcionado pela Internet e pelo C.E.C.A., é desenvolvermos juntos uma forma organizada e sistemática de estudar o Espiritismo.

Claro que essa não é a única forma, mas é uma opção viável para tal empreendimento.

O material aqui apresentado será basicamente extraído das Obras Básicas, de Kardec, sempre entre aspas e com referência bibliográfica, para que haja possibilidade de aprofundamento do leitor no texto citado.

E para começar, propomos estudar primeiro sobre como surgiu o Espiritismo, o que estava acontecendo no mundo quando ele surgiu, quem estava à frente desse movimento, e como ele aconteceu. Vamos conhecer Kardec, quem era, o que fez e como fez para codificar a Doutrina Espírita. Em seguida, partiremos para o estudo dos princípios básicos do Espiritismo (Deus, imortalidade, reencarnação, comunicabilidade entre os espíritos, pluralidade dos mundos habitados), buscando conhecê-los a partir das explicações de Kardec e de exemplos concretos. As Leis Divinas, fundamentais para a compreensão das relações que movem o mundo em que vivemos, vem na seqüência.

Prontos para embarcar nessa proposta?

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O INÍCIO

Quando Kardec ouviu falar pela primeira vez das mesas girantes (passatempo baseado em manifestações que atraíram a atenção das pessoas na Europa) respondeu ao seu amigo:

– Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. Até lá, permita que eu não veja no caso mais do que um conto para fazer-nos dormir em pé.¹

Para que possamos entender essa “resistência” de Kardec, temos que voltar no tempo e encontrá-lo ainda menino, estudioso e atento à lição de seu mestre Pestalozzi. Voltando mais ainda, saberemos que Kardec se chamava na verdade Léon-Hippolyte-Denizart Rivail, nasceu em Lião, na França, em 1804, numa família que pode encaminhá-lo para os estudos da ciência e filosofia.

Numa época conhecida como o século das revoluções, num ambiente em que a ciência aparecia e ia ganhando seu espaço contra o misticismo e fanatismo, este menino cresceu. Teve a oportunidade de estudar em Yverdon, com Pestalozzi, importante educador na época e que até hoje é reconhecido como pioneiro na reforma educacional, com seu método pedagógico que parte do mais simples ao mais complexo.

Assim o menino foi crescendo e se destacando, passando muitas vezes a auxiliar seu mestre na função do ensino. Tornou-se educador como ele, foi para Paris lecionar e fazia traduções de obras inglesas e alemãs para o francês.

Com apenas 18 anos escreveu seu primeiro livro (Curso Prático e Teórico de Aritmética)² voltado para propiciar aos estudantes o conhecimento. Esse jovem professor enumerou, neste primeiro trabalho, alguns princípios a serem seguido na educação: Valorizar a observação das crianças; cultivar a inteligência para que o aluno descubra por si mesmo as regras; evitar toda atitude mecânica, levando o aluno a conhecer o fim e a razão de tudo o que faz; só deixar à memória aquilo que a inteligência já conquistou. Produziu outras obras, fundou uma escola, casou-se, continuou lecionando, pesquisando e fazendo projetos para a reforma do ensino francês.

Com este espírito científico e sério, já é possível compreender sua frase quando soube daquela brincadeira européia que atraía nobres aos salões desde 1853: as mesas girantes. Vários grupos de experimentadores se formaram, muitos com o intuito apenas de se divertir. Daquelas primeiras atividades, que poderiam ser atribuídas apenas ao magnetismo, surge a brincadeira de se fazer perguntas às mesas, que passaram a responder através de códigos, como por exemplo duas pancadas para sim, uma pancada para não.

Foi convidado a participar dessas reuniões diversas vezes, não aceitava. Mas em 1855, como foi convidado por pessoas sérias que viam ali mais do que uma mera brincadeira, o professor começa a frequentar essas reuniões, sem contudo, deixar seu espírito investigador de lado.

Como ele mesmo diz: Foi ali que fiz os meus primeiros estudos sérios sobre espiritismo, não tanto pelas revelações, como pelas observações.³

Na seqüência vamos ver como se deu, então, a codificação espírita; como Kardec, a partir desse encontro com os fenômenos espíritas, organizou as obras básicas.

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Referências Bibliográficas

1. AUDI, E. Vida e Obra de Allan Kardec. RJ: Lachâtre, 1999, p.46.

2. WANTUIL, Z. & THIESEN, F. Allan Kardec. RJ: FEB, 1979, p. 85

3. KARDEC, A. Obras Póstumas, SP: LAKE, 1998. p. 217
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Autora:
Marlene Fagundes Carvalho Gonçalves
São Paulo-SP

Fraternidade

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Liberdade, Igualdade e Fraternidade
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Liberdade, Igualdade, Fraternidade, três palavras que por si sós constituem o programa, que realizaria o mais absoluto progresso da Humanidade se os princípios que o representam pudessem receber inteira aplicação. Vejamos os obstáculos que no estado atual da sociedade, se lhes podem opor e, conhecendo o mal, procuremos o remédio.

A fraternidade, na mais rigorosa acepção da palavra, resume todos os deveres do homem para com o próximo. Significa devotamento, abnegação, tolerância, benevolência, indulgência. É a caridade evangélica por excelência e a aplicação da máxima fazer aos outros que desejamos que nos façam. O oposto dela é o Egoísmo. A fraternidade aconselha Um por todos e todos por um . O Egoísmo diz: Cada um por si . Sendo estes dois atributos a negação um do outro, é tão impossível ao egoísta agir fraternalmente para com seus semelhantes como o avarento ser generoso, ou um homem pequeno atingir a altura de um homem alto. Ora, sendo o egoísmo o flagelo dominante da sociedade, enquanto ele reinar senhor absoluto será impossível implantar a fraternidade. Cada um desejará em proveito próprio mas não em proveito dos outros; ou, se for fraterno, assim agirá depois de estar seguro de nada perder.

Do ponto de vista de sua importância para o bem-estar social, a fraternidade ocupa a primeira linha: é a base. Sem ela não poderá existir nem a igualdade nem liberdades verdadeiras. A igualdade decorre da fraternidade e a liberdade é conseqüência das duas. (…)

Allan Kardec
Obras Póstumas.
Liberdade, Igualdade, fraternidade.
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Acervo do Leal:
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Caridade

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Caridade
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❝ 10. Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão contidos os destinos do homem sobre a Terra e no Céu.

Sobre a Terra, porque, a sombra desse estandarte, eles viverão em paz; e no Céu, porque aqueles que a tiverem praticado encontrarão graça diante do Senhor.

Esta divisa é a flama celeste, a coluna luminosa que guia os homens pelo deserto da vida, para conduzi-los à Terra da Promissão. ❞

Fonte: ESE, Instruções dos Espíritos, Fora da Caridade não há salvação, Paulo, Paris, 1860.

C Compreensão
A Amor
R Responsabilidade
I Insistência
D Doação
A Alegria
D Divisão
E Esperança

(Psicografado em nov/99)
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Acervo do Leal:
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O princípio das coisas

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O princípio das coisas
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Conhecimento do princípio das coisas

17. É dado ao homem conhecer o princípio das coisas?
“Não, Deus não permite que ao homem tudo seja revelado neste mundo.”
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18. Penetrará o homem um dia o mistério das coisas que lhe estão ocultas?
“O véu se levanta a seus olhos, à medida que ele se depura; mas, para compreender certas coisas, são-lhe precisas faculdades que ainda não possui.”
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19. Não pode o homem, pelas investigações científicas, penetrar alguns dos segredos da Natureza?
“A Ciência lhe foi dada para seu adiantamento em todas as coisas; ele, porém, não pode ultrapassar os limites que Deus estabeleceu.”
Quanto mais consegue o homem penetrar nesses mistérios, tanto maior admiração lhe devem causar o poder e a sabedoria do Criador. Entretanto, seja por orgulho, seja por fraqueza, sua própria inteligência o faz joguete da ilusão. Ele amontoa sistemas sobre sistemas e cada dia que passa lhe mostra quantos errou tomou por verdades e quantas verdades rejeitou como erros. São outras tantas decepções para o seu orgulho.
***
20. Dado é ao homem receber, sem ser por meio das investigações da Ciência, comunicações de ordem mais elevada acerca do que lhe escapa ao testemunho dos sentidos?
“Sim, se o julgar conveniente, Deus pode revelar o que à ciência não é dado apreender.”
Por essas comunicações é que o homem adquire, dentro de certos limites, o conhecimento do seu passado e do seu futuro.

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O LIVRO DOS ESPÍRITOS
Dos cinco livros fundamentais que compõem a Codificação do Espiritismo, este foi o primeiro, reunindo os ensinos dos Espíritos Superiores através de médiuns de várias partes do Mundo. Ele é o marco inicial de uma Doutrina que trouxe uma profunda repercussão no pensamento e na visão de vida de considerável parcela da Humanidade, desde 1857, data da primeira edição francesa. Estruturado em quatro partes e contendo 1.019 perguntas formuladas pelo Codificador, aborda os ensinamentos espíritas, de uma forma lógica e racional, sob os aspectos científico, filosófico e religioso. Independentemente de crença ou convicção religiosa, a leitura de “O Livro dos Espíritos” será de imenso valor para todos, porque trata de Deus, da imortalidade da alma, da natureza dos Espíritos, de suas relações com os homens, das leis morais, da vida presente, da vida futura e do porvir da Humanidade, assuntos de interesse geral e de grande atualidade.

Conheças as obras básicas da Codificação Espírita:
http://www.febnet.org.br/blog/geral/divulgacao/downloads-divulgacao/obras-basicas/

Veja algumas orientações espíritas sobre o aborto, a violência, o suicídio, dentre outros:
http://www.use-sjc.org.br/template.php?pagina=candeia.php&idmateria=494

Conheça uma casa espírita de São José dos Campos:
http://www.use-sjc.org.br/template.php?pagina=centros.php&idmateria=7
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Colaboração:
Armindo Ricco
Taubaté_SP

Indulgência

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Indulgência
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A indulgência (III)

Caros amigos, sede severos convosco, indulgentes para as fraquezas dos outros.

É esta uma prática da santa caridade, que bem poucas pessoas observam.

Todos vós tendes maus pendores a vencer, defeitos a corrigir, hábitos a modificar; todos tendes um fardo mais ou menos pesado a alijar, para poderdes galgar o cume da montanha do progresso.

Por que, então, haveis de mostrar-vos tão clarividentes com relação ao próximo e tão cegos com relação a vós mesmos? Quando deixareis de perceber, nos olhos de vossos irmãos, o pequenino argueiro que os incomoda, sem atentardes na trave que, nos vossos olhos, vos cega, fazendo-vos ir de queda em queda?

Crede nos vossos irmãos, os Espíritos.

Todo homem, bastante orgulhoso para se julgar superior, em virtude e mérito, aos seus irmãos encarnados, é insensato e culpado: Deus o castigará no dia da sua justiça.

O verdadeiro caráter da caridade é a modéstia e a humildade, que consistem em ver cada um apenas superficialmente os defeitos de outrem e esforçar-se por fazer que prevaleça o que há nele de bom e virtuoso, porquanto, embora o coração humano seja um abismo de corrupção, sempre há, nalgumas de suas dobras mais ocultas, o gérmen de bons sentimentos, centelha vivaz da essência espiritual.

Espiritismo! doutrina consoladora e bendita! felizes dos que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos dos Espíritos do Senhor! Para esses, iluminado está o caminho, ao longo do qual podem ler estas palavras que lhes indicam o meio de chegarem ao termo da jornada: caridade prática, caridade do coração, caridade para com o próximo, como para si mesmo; numa palavra: caridade para com todos e amor a Deus acima de todas as coisas, porque o amor a Deus resume todos os deveres e porque impossível é amar realmente a Deus, sem praticar a caridade, da qual fez ele uma lei para todas as criaturas. — Dufêtre, bispo de Nevers. (Bordéus.)
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(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, item 18.)
Link: http://www.oconsolador.com.br/

Os órfãos

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Os órfãos
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Os órfãos

Meus irmãos, amai os órfãos.

Se soubésseis quanto é triste ser só e abandonado, sobretudo na infância!

Deus permite que haja órfãos, para exortar-nos a servir-lhes de pais.

Que divina caridade amparar uma pobre criaturinha abandonada, evitar que sofra fome e frio, dirigir-lhe a alma, a fim de que não desgarre para o vício!

Agrada a Deus quem estende a mão a uma criança abandonada, porque compreende e pratica a sua lei.

Ponderai também que muitas vezes a criança que socorreis vos foi cara noutra encarnação, caso em que, se pudésseis lembrar-vos, já não estaríeis praticando a caridade, mas cumprindo um dever.

Assim, pois, meus amigos, todo sofredor é vosso irmão e tem direito à vossa caridade: não, porém, a essa caridade que magoa o coração, não a essa esmola que queima a mão em que cai, pois frequentemente bem amargos são os vossos óbolos!

Quantas vezes seriam eles recusados, se na choupana a enfermidade e a miséria não os estivessem esperando!

Dai delicadamente, juntai ao beneficio que fizerdes o mais precioso de todos os benefícios: o de uma boa palavra, de uma carícia, de um sorriso amistoso.

Evitai esse ar de proteção, que equivale a revolver a lâmina no coração que sangra e considerai que, fazendo o bem, trabalhais por vós mesmos e pelos vossos.
Um Espírito familiar. (Paris, 1860.)

Livro fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo XIII – ítem 18.

A Cólera

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A Cólera
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9. O orgulho vos induz a julgar-vos mais do que sois; a não suportardes uma comparação que vos possa rebaixar; a vos considerardes, ao contrário, tão acima dos vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece.

Que sucede então? – Entregais-vos à cólera.

Pesquisai a origem desses acessos de demência passageira que vos assemelham ao bruto, fazendo-vos perder o sangue-frio e a razão; pesquisai e, quase sempre, deparareis com o orgulho ferido.

Que é o que vos faz repelir, coléricos, os mais ponderados conselhos, senão o orgulho ferido por uma contradição?

Até mesmo as impaciências, que se originam de contrariedades muitas vezes pueris, decorrem da importância que cada um liga à sua personalidade, diante da qual entende que todos se devem dobrar.

Em seu frenesi, o homem colérico a tudo se atira: à natureza bruta, aos objetos inanimados, quebrando-os porque lhe não obedecem.

Ah! se nesses momentos pudesse ele observar-se a sangue-frio, ou teria medo de si próprio, ou bem ridículo se acharia! Imagine ele por aí que impressão produzirá nos outros.

Quando não fosse pelo respeito que deve a si mesmo, cumpria-lhe esforçar-se por vencer um pendor que o torna objeto de piedade. Se ponderasse que a cólera a nada remedeia, que lhe altera a saúde e compromete até a vida, reconheceria ser ele próprio a sua primeira vítima.

Mas, outra consideração, sobretudo, devera contê-lo, a de que torna infelizes todos os que o cercam.

Se tem coração, não lhe será motivo de remorso fazer que sofram os entes a quem mais ama? E que pesar mortal se, num acesso de fúria, praticasse um ato que houvesse de deplorar toda a sua vida!

Em suma, a cólera não exclui certas qualidades do coração, mas impede se faça muito bem e pode levar à prática de muito mal.

Isto deve bastar para induzir o homem a esforçar-se pela dominar.

O espírita, ao demais, é concitado a isso por outro motivo: o de que a cólera é contrária à caridade e à humildade cristãs.
Um Espírito protetor. (Bordéus, 1863.)
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Livro Fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
CAPÍTULO IX
BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO BRANDOS E PACÍFICOS

O Evangelho Segundo o Espiritismo

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O Evangelho Segundo o Espiritismo
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Link de acesso ao original:
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Allan Kardec

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Allan Kardec
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AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO

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AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO
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4. “Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”, é a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo.

Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para padrão, do que devemos fazer aos outros, aquilo que para nós desejamos.

Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência e devotamento para conosco, do que os temos para com eles?

A prática dessas máximas tende à destruição do egoísmo.

Quando as adotarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão a verdadeira fraternidade e farão que entre eles reinem a paz e a justiça.

Não mais haverá ódios, nem dissensões, mas, tão-somente, união, concórdia e benevolência mútua.
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Livro fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo XI
Allan Kardec – o codificador

O Livro dos Espíritos

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O Livro dos Espíritos
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A obra veio a público em 18 de abril de 1857, lançada no Palais Royal, em Paris, na forma de perguntas e respostas, originalmente compreendendo 501 itens.

Foi fruto dos estudos de Kardec sobre os fenômenos das mesas girantes, difundidos por toda a Europa em meados do século XIX, e que, segundo muitos pesquisadores da época, possuíam origem mediúnica.

Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.

As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente as jovens Caroline e Julie Boudin (respectivamente, com 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (com 18 anos à época) no processo de revisão do livro.

Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido à comparação com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, num total de “mais de dez”, nas palavras de Kardec, cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação do texto.

Só a partir da segunda edição francesa, lançada em 16 de março de 1860 com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas, é que aparecem 1018 perguntas e respostas.
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Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_dos_Esp%C3%ADritos
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