Português

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20130805_flor_Português
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Português
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SOMENTE A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO…

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo
pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo…
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
– Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
– Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.
Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar
perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles,
pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…” Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar.
Pensei.
Portanto, pronto pararei.
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Acervo do Leal:
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Caridade

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20130730_Caridade
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Caridade
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❝ 10. Meus filhos, na máxima: Fora da caridade não há salvação, estão contidos os destinos do homem sobre a Terra e no Céu.

Sobre a Terra, porque, a sombra desse estandarte, eles viverão em paz; e no Céu, porque aqueles que a tiverem praticado encontrarão graça diante do Senhor.

Esta divisa é a flama celeste, a coluna luminosa que guia os homens pelo deserto da vida, para conduzi-los à Terra da Promissão. ❞

Fonte: ESE, Instruções dos Espíritos, Fora da Caridade não há salvação, Paulo, Paris, 1860.

C Compreensão
A Amor
R Responsabilidade
I Insistência
D Doação
A Alegria
D Divisão
E Esperança

(Psicografado em nov/99)
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Acervo do Leal:
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Principais Termos Usados no Espiritismo

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20130316_Termos_Espiritismo
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Principais Termos Usados no Espiritismo
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AERÓBUS – carro aéreo espiritual de transporte de espíritos que não podem locomover-se.

AGÊNERE. (do grego, a , privativo, e géiné, geinomai, engendrar; que não foi engendrado). Variedade de aparição tangível; estado de certos Espíritos que podem revestir, momentaneamente, as formas de uma pessoa viva, ao ponto de fazer completa ilusão.
AURA – Emanação fluídica do corpo humano e dos demais corpos.

APARIÇÃO – como é formado de substância etérea , o Espírito , em certos casos, pode , por ato da sua vontade, faze-lo passar por uma modificação molecular que o torna momentaneamente visível.É assim que se produzem as aparições.

ANIMISMO – é o fenômeno pelo qual a pessoa arroja ao passado, os próprios sentimentos, “de onde recolhe as impressões de que se vê possuída”.

ÁGUA FLUIDIFICADA – água que recebe os eflúvios magnéticos dos planos espirituais através das nossas rogativas fervorosas e sinceras.

ANJO DE GUARDA – é sempre um Espírito Superior.Chefe de falange ou da legião espiritual a que pertencemos , Espírito de alta elevação moral e intelectual.

ANJO – um espírito purificado.

BATEDOR – Qualidade de certos Espíritos. Os Espíritos batedores são os que revelam sua presença por meio de pancadas e de ruídos de diversas naturezas.

BATISMO – João batizava os homens na água, e Jesus no Espírito – e o batismo de Jesus é a vida do Espírito , porque seu batismo é a palavra – e as palavras de Jesus são espírito e vida.

BICORPOREIDADE – é a faculdade , ou dom , que têm certos indivíduos de se apresentarem ao mesmo tempo em dois lugares distintos.
BÔNUS-HORA – Remuneração espiritual relativa a cada hora de serviço prestado nas colônias espirituais.
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Faça o download do texto completo em PDF.
Click aqui. Grato.
Acervo do Leal

Felicidade

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20130312_Felicidade
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Felicidade
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Passamos a vida em busca da felicidade.
Procurando o tesouro escondido.

E, assim, uns fogem de casa para serem felizes.
Outros fogem para casa em busca da felicidade.

Uns se casam pensando em serem felizes.
Outros de divorciam para serem felizes.

Uns desejam viver sozinhos para serem felizes.
Outros desejam possuir uma grande família a fim de serem felizes.

Uns fazem viagens caríssimas buscando serem felizes.
Outros trabalham além do normal buscando a felicidade.

Uns desejam ser profissionais liberais para comandar a sua própria vida e poder serem felizes.
Outros desejam ser empregados para ter certeza do salário no final do mês e, assim, poderem ser felizes.
Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão, assegurando que o seu esforço se transforme em melhor remuneração e assim serem felizes.

É uma busca infinita. Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão.
Nunca o fruto está maduro.
Nunca o carinho recebido é suficiente.

Mas, há uma forma melhor de viver!

A partir do momento em que decidimos sermos felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa. E jamais está a venda. Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte. Sempre que dependemos de fatores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção.

A felicidade não se encontra nas coisas exteriores.

A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos. Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz um inconformado.

As necessidades de cada um de nós são poucas. Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar, seremos felizes.

Tenhamos certeza:
A única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida. Repartir nossas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: Sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos.

* Se chover, seja feliz com a chuva que molha os campos, varre as ruas e limpa a atmosfera.
* Se fizer sol, aproveite o calor.
* Se houver flores em seu jardim, aproveite o perfume.
* Se tudo estiver seco, aproveite para colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar a floração.

“O tempo é muito lento para os que esperam.
Muito rápido para os que têm medo.
Muito longo para os que lamentam.
Muito curto para os que festejam.
Mas para os que amam, o tempo é eternidade.” (Autor desconhecido)
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Acervo do Leal:
D:\#1_Leal_D\#WordPerfect5032304.doc

Sugadores de Energia

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20130212_sugadores_energia
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Sugadores de Energia
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(Revista Espírita Allan Kardec – Mar/98)
Parece mentira, mas há pessoas que parecem “sugar” energia da gente! O Ph.D. em Administração de Empresa Luiz Almeida Marins Filho, relatou em um dos seus livros, que certa vez estava muito bem, alegre e satisfeito. E encontrou-se num shopping com um amigo e em meia hora de conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro “trapo”, deprimido, triste.

Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela conversa horrível do “amigo”, falando só de doenças, roubos, estupros, filhos de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc. acabou roubando-lhe a sua energia positiva!

Quando acabou a conversa (onde só o amigo falou) ele parecia estar melhor do que nunca e, diz o Dr. Luiz, eu… em profunda depressão.

Cuidado com esses “sugadores de energia positiva”. Eles estão em todo o lugar: no trabalho, na família, na roda de amigos. Eles só sabem falar de desgraças. Só lêem obituário dos jornais e a seção de crimes horrendos, gravam em vídeo o noticiário policial.

Fazem estatísticas e sabem de cor quantos sequestros ainda não foram desvendados, quantas crianças continuam desaparecidas, quantos sem-teto, sem terra, sem-emprego, sem-tudo existem no mundo!

Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um piquenique elas logo dizem: “- Vai chover!”. São pessoas que azedam baldes de sal-de-fruta.

Eles são sempre “do contra”. Avisam que “não vai dar certo” e torcem para que nada aconteça. Depois dizem: “- Eu sabia que não ia dar certo…”.

Esses “sugadores de energia” vivem da energia alheia e é muito difícil conviver com alguém “puxando você prá baixo” o tempo todo.

Não seja você também um “sugador de energia”

Que felicidade que seria a nossa, se aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, idéias tristes e deprimentes. Com certeza, nossa força iria multiplicar se pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e animam.

Há pessoas que não podem se lembrar das coisas agradáveis.

Quando nos encontram, tem sempre algo de triste a contar. Com qualquer mal que sofreram, se angustiam muito. Como se não bastasse, se preocupam até com que vão sofrer… Sabem lembrar-se só de fatos discordantes.

Dão a idéia de um armazém de quinquilharias, objetos inúteis e deteriorados. Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez ou outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está entulhado de detritos…

Bastaria que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões inúteis e depois, organizassem o que sobrou, para terem êxitos. No entanto, não são incomuns, pessoas que se “enterraram” na infelicidade e na desarmonia. Outras, fazem exatamente o contrário. Falam sempre de coisas agradáveis e
interessantes experiências que têm feito.

São indivíduos que passaram até perdas, aflições, mas falam delas tão poucas vezes, que parece nunca terem tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se amar.

O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o resultado do nosso equilíbrio interior.

Quando estamos tristes por algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo.

Geralmente, porém, quando sofremos, buscamos a causa fora de nós.

Vemos pessoas se queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho é a causa, porque não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive, pelos conhecidos.

Se examinarmos as circunstâncias da vida destas pessoas, verificaremos que a queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões e indisciplinada, ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, econômica, modesta, não calunia, nem adula.

Emprega bem o seu tempo disponível lendo bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando seu próximo, sendo útil. Por isso, é estimada. Ao passo que a queixosa, está sempre perdendo (tempo, trabalho, fregueses, dinheiro, a família e os amigos), e sempre não tem tempo.

Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja e a descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.
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Autoria desconhecida
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Acervo do Leal – 1998