Você é meu amigo!

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20130625_Amizade
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Você é meu amigo!

Você me dá do seu tempo.
Você me ouve – e me escuta sem que me sinta julgado.
Você faz com que eu me lembre, rapidamente, de que tenho qualidades.
Você me ajuda a me curar quando estou sofrendo.
Você me diz a verdade quando ela é útil; não me diz a verdade quando ela não me ajudará.
Você me mostra, pelo seu comportamento, tom de voz e sorriso, que é importante para você que me sinta seguro, confortável, à vontade.
Você me mostra que fica triste quando fere os meus sentimentos; você permite que eu mostre que lamento quando firo os seus.
Você não abusa de mim. Nunca. Assegura-se de que eu saiba que procura proteger-me.
Você me faz pequenas surpresas.
Você encontra palavras que ressaltam o que há de melhor em mim.
Você me deixa chorar quando tenho necessidade.
Você me encoraja a lhe dizer a verdade e a admitir quando estou com medo.
É verdade, você é meu amigo e eu preciso de você.
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Autor não Identificado

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O ENIGMA da geração nova

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O ENIGMA da geração nova
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Nem sempre é fácil ser humilde, quando nos avaliamos gênios

LUIZ CARLOS FORMIGA

Quando entramos num ambiente contaminado por micróbios diferentes dos que são encontrados normalmente na microbiota humana, podemos ser colonizados. Estes elementos vindos do exterior, aderem à mucosa/ pele transformando-se em “flora” transitória. Podem posteriormente desaparecer em virtude da pressão seletiva exercida pelos habitantes autóctones ou por medidas saneadoras.

O tema “índigo” parece possuir microbiota transitória adquirida do meio de cultura original.

As amostras “liofilizadas” trazidas para o Brasil podem oferecer repiques ainda contaminados.
Alguns “cientistas” mais atentos e mais apressados, diante da contaminação cultural, podem desejar utilizar métodos de desinfecção drásticos e com isso ocasionar efeitos indesejáveis. Nesta hora é necessário ter a mente aberta, calma, e não usar logo de saída substâncias muito abrasivas. Uma boa medida é adotar a humildade científica.

Nem sempre é fácil ser humilde, quando nos avaliamos como gênio.

Na universidade, foram poucas as ocasiões, mas encontrei “cientistas” tão brilhantes e atentos que conseguiam encontrar defeitos em qualquer trabalho de pesquisa que não fosse de sua própria autoria.

Na época de Kardec professores universitários examinaram o fenômeno. No “A História do Espiritismo” encontramos uma infinidade de nomes ligados a produção do conhecimento que examinaram o fenômeno mediúnico. Uns se curvaram diante das novas possibilidades, outros, não.

Mas, Kardec foi mais além.

No ambiente cultural das Instituições de Ensino Superior alguns defendem meras dissertações como tese de mestrado e passam a mentalizar alunos de graduação como criaturas menores. Com a mente comprimida e o ego brilhante, cheio de verniz, são incapazes de perceber atitudes preconceituosas.

Alguns recebem dose de reforço, quando defendem a tese de doutorado.

Até então eram meros alunos de pós-graduação, orientados por professores mais experientes, pegando carona nas suas linhas de pesquisas. No entanto, esquecem com facilidade e como PhDeuses são adeptos das purpurinas.

Alguns se transformam em doutores de um trabalho só – a tese.

Nunca orientam ninguém, não produzem outras teses de doutorado ou mesmo mestrado.

Mas o ego não perde o verniz. Esses poderiam se tornar figuras perniciosas se participassem do movimento espírita e pensassem “comercialmente”. Ainda bem que este quadro não é encontrado entre nós e a carapuça não vai entrar em ninguém!

Não somos profissionais da mediunidade, da fé.

Chegar à terceira idade é um privilégio.

Embora possamos perder a visão física (mesmo com Verdana 14), já não nos incomoda a aparência exterior nem as sandálias douradas que alguns insistem em usar.

A memória consegue voltar aos arquivos do passado, embora, as vezes, esqueçamos de tomar o remédio antes do café da manhã.

Lembro que em 1987 estávamos professor e escrevemos no “O Sol Nascente”, ano 18, número 220, no mês de junho, um artigo.

Utilizamos os dados do porta-voz da Comissão Nacional Criança-Constituinte, em 7 de abril de 1987 (Dia Mundial da Criança).

Eram dias memoráveis que nos trouxeram a Constituição de 88. Iniciamos dizendo que quarenta e dois milhões de crianças brasileiras viviam em condições péssimas de vida. Condições indignas. Metade da população brasileira era constituída de jovens.

Em 1986 haviam morrido 400 mil crianças tendo como causa doenças que se podiam prevenir (vacinação/evangelização).

O número equivalia ao resultado produzido por uma bomba de Hiroxima.

Entre 1979 e 1986 morreram dois milhões e 200 mil crianças, número 44 vezes maior do que as baixas sofridas pelo exército americano, em sete anos, na guerra do Vietnã.

No “O Sol Nascente” dissemos que o futuro de qualquer nação dependia da qualidade e competência dos seus profissionais, da extensão em que a excelência fosse cultivada e do grau em que as condições favoráveis ao desenvolvimento do talento intelectual estiverem presentes desde os primeiros anos de vida.

Nem suspeitaria que em 2007 ouviria o senador Jefferson Peres dizer que “A Casa está desmoronando”, ao referir-se desanimado ao que chamou de “farsa montada” no caso do senador Renan Calheiros. O senador sem esperanças disse que indignados eram apenas “uns quatro ou cinco”.

O progresso de qualquer nação ocorre a partir do esforço de toda a sua população, mas não se pode negar que os papéis decisivos pertencem aos que lideram a comunidade política, científica, industrial, administrativa, tecnológica e militar.

Aqueles que exercem seus papéis em conseqüência de seus dotes intelectuais superiores – aristocracia intelectual. Quais as implicações individuais e sociais sem o correspondente desenvolvimento ético? O senador desesperançado disse ainda que é impressionante o “abastardamento dos costumes políticos”. E, não é só isso.

Quadrilhas de estudantes universitários agridem mulheres, deixando explicito o roubo com violência e lesões graves, embora filhos da classe média alta. Qual a razão?

O movimento espírita, em São Paulo, está discutindo um desafio de urgência – a educação da geração nova, referida por Kardec.

Índigos, ou não, precisam ser olhadas a partir de uma nova visão ou estaremos cometendo crime de lesa-humanidade. Estudando a educação não se quer ver no futuro a manchete: “Escândalo no senado, Roriz renuncia para não ser cassado, suplente também está envolvido em irregularidades”.

Já passamos pela aristocracia dos chefes de família; da autoridade da força bruta; da aristocracia do nascimento. Elegemos posteriormente novo poder, o do ouro, e chegamos a da inteligência que, no entanto, nem sempre é penhor de moralidade.

Podemos repetir o senador: “o senado está no chão”. Estamos cansados das manchetes: “ Prostituta acusa galãs da TV de agressão e roubo”. A moralidade pode não ter capacidade e a supremacia durável será da “intelecto-moral”.

Na universidade convivemos com alunos que se transformaram em brilhantes pesquisadores. Dos anos 70 aos dias de hoje conhecemos na graduação, mestrado e doutorado mentes brilhantes, no entanto, o mesmo brilho não era encontrado no emocional-afetivo.

Os investimentos realizados no domínio cognitivo sempre foram maiores. O emocional-afetivo deve ser também muito valorizado no período infantil. Nos anos 80, o superdotado no Brasil, era grupo pouco compreendido e profundamente negligenciado.

Perdemos tempo ao escrever? Mas, fizemos o registro, chamamos a atenção para a necessidade do investimento em valores nos nossos possíveis futuros governantes, naqueles que ocuparão o poder. Isso não é tarefa que possa ser negligenciada. O movimento paulista não deve desistir, mesmo diante das eventuais contaminações do meio de cultura original.

O homem é produto do meio? Depende de sua predeterminação genética? DNA é importante? Qualquer que seja o resultado deste balanço herança-meio, é possível saber de que camada social surgirão os líderes dos grupos de decisão política, científica etc?

Vejam o Lula Lá. É necessário grande esforço para que possamos sair da “guerra” referida pelo Constituinte Porta-Voz. Há que se investir na criança, marginalizada ou na provação no palácio. Onde estarão estes milhões de superdotados reencarnados no Brasil de hoje?

Naqueles dias de Assembléia Nacional Constituinte calculava-se em milhões os superdotados do Brasil encontrando-se em 25% da população abaixo de 18 anos. Quais são os números de hoje? Certamente muitos foram atraídos pelo mercado de trabalho e melhores condições de vida dos países do Primeiro Mundo.

Alguns com mil dificuldades estão fundando, no exterior, Casas Espíritas e divulgando a Doutrina Espírita pela internet.

O tema índigo é revelador e pode dar frutos ligados a Campanha Permanente de Evangelização Infanto-Juvenil. Antes de nos candidatarmos a membros da banca examinadora desta tese, vamos pensar com a devida extensão e profundidade. É preciso ter coragem para fazer o trabalho sério prático nas clínicas, escolas e laboratórios.

O que é um índigo?

Lembro da aula de virologia. O que é um vírus? São micróbios excepcionalmente simples ou componentes químicos tão complexos que podem ser parasitas genéticos?

O tema índigo pode estar contaminado, cheio de detritos impertinentes, mas devemos tomar cuidado para não jogar fora a criança com a água suja da bacia.

Na infância de meus filhos, retirei algumas horas do laboratório e fui fazer o curso de pedagogia.

Havia percebido que ser pai era também tarefa difícil e cheia de armadilhas.

Depois acabei me desvirtuando na “Educação em Saúde”, mas valeu.

Pude melhor perceber a importância da identificação precoce desses seres “diferentes” na escola inclusiva, reflexiva, crítica e para a capacitação de professores nesta Área de Altas Habilidades.

Que eles possam oferecer contribuição na identificação e atendimento dos alunos com superdotação na área musical como dizia Gardner. Tom Jobim disse que “no Brasil o sucesso é proibido porque pode gerar hostilidade.” Gardner aponta várias formas de inteligência:a espacial; a interpessoal; a lógico-matemática, a lingüística e a esportiva.

O Rio de Janeiro vai mostrar muitos neste PAN 2007. Temos no Brasil as outras inteligências e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que sejam 1% da população escolar.

O apoio é decisivo para o aproveitamento de seus potenciais.

Talvez o senador Peres dissesse, sem esperança, que investimos apenas 0,5% do Produto Interno Bruto. Mas serão esses jovens que irão compor nossa elite científica e intelectual e necessitamos cuidar da educação, da ciência e da tecnologia, porque enquanto não fizermos isso o ingresso do Brasil no Primeiro Mundo será apenas exercício de retórica de candidatos a governos populistas e repetiremos as mesmas peças incompetentes nos senados da vida.
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Prof. Dr. Luiz Carlos Formiga
Rio de Janeiro

Vidas Espreitadas

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20130624_Redes_Sociais
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Vidas Espreitadas
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1. Invadir (lugar que é ou que se pretende ser defeso).
2. Espreitar, ver, olhar (para lugar defeso).
3. Ter vista para dentro de.
4. Pesquisar; publicar, divulgar.
5. Tornar lasso.
6. Infringir (proibição ou privilégio).
7. Tornar relaxado; tornar licencioso; deitar a perder (moralmente).
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