Relação Mãe-Filho

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Relação Mãe-Filho
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A relação mãe-filho nunca é um mar de rosas, nem deveria ser. Isso porque é com a mãe que a criança exercita suas primeiras emoções: ora adora a mãe, ora odeia a mãe. E é nesse mar de sensações que a criança aprende a lidar com suas próprias emoções. Às vezes é do desequilíbrio que chegamos à harmonia.

Apenas um vínculo muito forte é capaz de sustentar os momentos de raiva, tristeza profunda e guerras psicológicas que os filhos muitas vezes teimam em travar. E os filhos aprendem, por fim, que as pessoas têm limite. E assim, aprendem a respeitar os seus limites e também os dos outros. E aí sim estão prontos para testar novas relações fora do lar de forma mais equilibrada e sadia.

Sem nossas mães seria difícil treinar nossas emoções, e raramente desenvolveríamos nosso autocontrole, capacidade de tolerar frustrações, capacidade de dar e receber, terminar e recomeçar, etc.

Através do olhar de nossas mães, nos fazemos inteiros. Seu amor nos aceita, nos preenche, nos dá confiança, e potencializa nossa força interna, nossa fé, para que possamos colocar em prática os nossos maiores projetos de vida.

Ao sermos pais, temos a oportunidade de olhar o outro lado da moeda. É nossa vez de dar suporte, acolher, orientar e amar incondicionalmente, independente do momento que nossos filhos estejam passando. Percebemos então, que não somos perfeitos, que nem sempre temos todas as respostas e que ficamos confusos enquanto pais, e assim, perdoamos as faltas, que por ventura, nossas mães e pais tenham deixado.

Sendo assim, as melhores relações não podem ser um “mar de rosas”. É preciso “ondas” que nos façam exercitar a paciência, a tolerância, a compreensão, o autocontrole, a disciplina, a humildade, a vontade, e outras importantes virtudes.

Nesse Dia das Mães, vamos agradecer àquela que nos ajudou a sermos o que somos! Dêem um abraço muito forte em suas mães e agradeçam…Mãe, muito obrigado!!
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Autora:
Meiry Kamia
São Paulo-SP

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Ser Mãe

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Ser Mãe
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Quando Deus criou as mães

Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.

Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.
Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.
Uma mulher. Uma mãe.
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Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.

Redação do Momento Espírita.
Em 04.05.2010.

Tecnologia para crescer

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Tecnologia para crescer
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Qual outro evento (invento) promoverá o crescimento material da Humanidade?
Os três mostrados acima são filhos da Física.
Qual outra área do Conhecimento (click) humano será a responsável?

Amigo leitor, você pode opinar?
O que nos espera no futuro próximo?
Gostaria muito de ouvir a sua “Voz”.
Escreva-me: sinapseslinks@gmail.com
Muito obrigado.
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Em tempo: Haveria um gráfico semelhante a este para caracterizar a Evolução Moral da Humanidade?
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Desejo que o seu Novo Dia Concedido seja: Feliz!
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Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Encarnado há 26592 dias. Obrigado Senhor!