Tereza Cabbaz Bicudo

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Tereza Cabbaz Bicudo
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Comentário:
“Há muitas opiniões a respeito, porém, fico eu pensando cá com meus botões, se não existisse uma inteligência supra suma em todas as coisas deste mundo, como é que surgiu o homem com todas as funções funcionando dentro de diretrizes que amparam a vida do ser?

Isto somente dentro da nossa galáxia, e por aí afora em outros planetas e outras galáxias, como surgiria tudo isto que conhecemos e que desconhecemos, não temos a mínima noção do que ocorre em outros mundos, seus habitantes, seus costumes, suas aparências, seus modos de contemplar a beleza, invenções de tecnologias avançadas, robôs etc, etc.

Ora, é ser muito ingênuo para defender a teoria do ateísmo.

A diversidade de comportamento dos seres, de pensamentos, de inteligência, de compreensão etc, E desde que o mundo é mundo de onde sairiam tantas almas para habitar os mundos infinitos do nosso universo?

Será que já não estaria esgotado o número de viventes para fazer parte da vida de todos estes universos? Porque uns são tão atrasados e outros entre aspas têm um raciocínio bem mais aprimorado que outros?

Ora, quando as pessoas falam que morreu, acabou, o ser perde completamente a consciência de si mesmo e passa a não mais existir. Se assim fosse, para que nos esforçarmos em ser bons e fazer tudo dentro das diretrizes colocadas neste mundo por quem?

Se não existe espírito, se não existe Deus, quem colocaria tudo isto aqui e no acolá?

As pedras, os rios, as montanhas, os fiordes? os dinossauros? Ora façam-me o favor.

Não me obriguem a pensar que vocês estão abaixo da escala em matéria de inteligência do mais ínfimo inseto existente aqui na terra. Desculpem-me esta expressão muito forte, mas, é a maneira que tenho para colocar lá em baixo os achismos com que se expressaram com relação a não existência de Deus.
Eu Tereza Cabbaz Bicudo”
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A Porta Estreita

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A porta estreita

3. Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta da perdição e espaçoso o caminho que a ela conduz, e muitos são os que por ela entram. – Quão pequena é a porta da vida! quão apertado o caminho que a ela conduz! e quão poucos a encontram! (S. MATEUS, cap. VII, vv. 13 e 14.)

4. Tendo-lhe alguém feito esta pergunta: Senhor, serão poucos os que se salvam? Respondeu-lhes ele: – Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois vos asseguro que muitos procurarão transpô-la e não o poderão. – E quando o pai de família houver entrado e fechado a porta, e vós, de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos; ele vos responderá: não sei donde sois: – Pôr-vos-eis a dizer: Comemos e bebemos na tua presença e nos instruíste nas nossas praças públicas. – Ele vos responderá: Não sei donde sois; afastai-vos de mim, todos vós que praticais a iniquidade. Então, haverá prantos e ranger de dentes, quando virdes que Abraão, Isaac, Jacob e todos os profetas estão no reino de Deus e que vós outros sois dele expelidos. -Virão muitos do Oriente e do Ocidente, do Setentrião e do Meio-Dia, que participarão do festim no reino de Deus. – Então, os que forem últimos serão os primeiros e os que forem primeiros serão os últimos. – (S. LUCAS, cap. XIII, vv. 23 a 30.)

5. Larga é a porta da perdição, porque são numerosas as paixões más e porque o maior número envereda pelo caminho do mal. E estreita a da salvação, porque a grandes esforços sobre si mesmo é obrigado o homem que a queira transpor, para vencer suas más tendências, coisa a que poucos se resignam. E o complemento da máxima: “Muitos são os chamados e poucos os escolhidos.” Tal o estado da Humanidade terrena, porque, sendo a Terra mundo de expiação, nela predomina o mal. Quando se achar transformada, a estrada do bem será a mais freqüentada. Aquelas palavras devem, pois, entender-se em sentido relativo e não em sentido absoluto. Se houvesse de ser esse o estado normal da Humanidade, teria Deus condenado à perdição a imensa maioria das suas criaturas, suposição inadmissível, desde que se reconheça que Deus é todo justiça e bondade. Mas, de que delitos esta Humanidade se houvera feito culpada para merecer tão triste sorte, no presente e no futuro, se toda ela se achasse degredada na Terra e se a alma não tivesse tido outras existências? Por que tantos entraves postos diante de seus passos? Por que essa porta tão estreita que só a muito poucos é dado transpor, se a sorte da alma é determinada para sempre, logo após a morte? Assim é que, com a unicidade da existência, o homem está sempre em contradição consigo mesmo e com a justiça de Deus. Com a anterioridade da alma e a pluralidade dos mundos, o horizonte se alarga; faz-se luz sobre os pontos mais obscuros da fé; o presente e o futuro tornam-se solidários com o passado, e só então se pode compreender toda a profundeza. toda a verdade e toda a sabedoria das máximas do Cristo.
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Livro fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec
Capítulo XVIII – Muitos os chamados e poucos os escolhidos