Perdão!

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Perdão – necessidade humana

Perdoar não é apenas esquecer a ofensa, mas lembrar que o ofensor é um irmão doente e precisa ser amado.

Quem permanece em seu juízo perfeito jamais magoa alguém.

Quanto mais ilimitada a tua capacidade de compreender e amar, menos te sentirás exigido em matéria de perdão.

Agredido a cada instante, porque não assimilava os golpes que lhe eram desferidos, Jesus não experimentava a necessidade humana de perdoar.

Se a ofensa coloca à mostra as limitações de quem a pratica e o perdão, o grau de consciência de quem luta para superar-se, quem nada tem a perdoar revela que já se encontra um passo além no caminho do verdadeiro amor.

Irmão José
(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”, na manhã de 18 de julho de 2009, em Uberaba – MG)
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A Morte

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A Morte
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Decreto
Por que será que os homens criam tantas palavras inócuas?
Será a lâmina fria, o explosivo, a asfixia, a fome, a sede ou qualquer método imaginário ou real, capaz de provocar a morte?
Louco é o que persegue o inexistente.
Tolo é o que acredita no irreal.
Deus é o autor da Vida e não iria contradizer-se criando a morte.
Ninguém jamais enfrentou a morte…
Apenas lutava pela vida.
Portanto, fica decretado a partir de agora: onde existir a palavra morte, leia-se mudança, viagem, migração, transformação, ou alguma outra com cheiro de eternidade.
E revoguem-se todas as disposições em contrário
Luiz Gonzaga Pinheiro