CorelDraw X5

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Agradeço à cada um de vocês:
Ao professor;
Aos colegas de turma;
Aos discentes, funcionários e docentes de forma ampla.
Muito obrigado por fazerem parte da minha psicosfera.
Sejam Abençoados!
Fraternalmente,
Leal -71- aprendiz em todas as instâncias da Vida
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What Happens When You Die?

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What Happens When You Die?
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Hi everybody. Cara Santa Maria here. Perhaps you’re one of the eight million Americans who claim to have had a near-death experience. Did you see a bright white light at the end of a tunnel? Maybe you floated above yourself in an out-of-body experience. Overwhelmingly, people who’ve had so-called near-death symptoms report a calmness, lack of fear, and feeling of being one with the universe.
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Conheça o vídeo e o texto completo em: http://huff.to/GVXkJd
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Saber é…


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Saber é…

Do livro: “O Circulo de Luz”

Na hora da vingança, ame.
Na hora da tristeza, sorria.
Na hora de gritar, faça silêncio.

Na hora da morte, viva;
E na hora de viver, nasça para a vida eterna.
Na hora do medo,seja corajoso.

Na hora da incerteza, use a auto-segurança.
Na hora dos apegos, doe;
E na hora de doar desapegue-se.

Na hora de lutar não se imponha, resista.
Na hora de dispersar, ajuste.
Na hora de maldizer, abençoe.

Na hora das trevas, procure a Luz.
Na hora do mal, faça todo o bem que puder.
Na hora de omitir, revele.

Na hora da desarmonia, harmonize-se.
Na hora da guerra, pacifique-se.
Na hora da riqueza, seja pobre;
E na hora da pobreza, seja rico em sua alma, em suas ações, em seu saber, em seu amor.

Na hora da vaidade, seja apenas simples.
Na hora da inconsciência, medite;
E na hora de meditar, conscientize-se.

Na hora de destruir, construa.
Na hora da união, use a sublime virtude da ternura, é a força compensadora.
O Amor tem o poder de fazer 2 =1

Colaboração:
Aylla Harard
Guaratinguetá-SP

Faces


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Faces
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Lenita Maria Costa de Almeida

Desde sempre, em minha vida, pensei muito no significado cristão de oferecer a outra face, quando se fosse agredido em uma delas. Antes de aparecer a palavra pró-ativa, acho que eu já o era sem saber. Não me conformava com o ato de não revidar a uma ofensa, ser passiva e deixar tudo por isso mesmo. Até que um dia, lendo um dos capítulos do livro O Redentor, que discorre sobre a vida de Cristo, detive-me em um dos muitos capítulos, que resumirei a seguir:

Quando, em Suas peregrinações, o Mestre passava por determinada cidade, logo as pessoas se aglomeravam para ouvir Sua palavra. Isso causava profundo mal estar para a elite rica e dominante, que sentia-se, talvez, ameaçada. Essa elite, então, armou uma cilada para Jesus. Patrocinou farto jantar e convidou o Mestre. Pretendia-se preparar uma armadilha para Jesus, para poder agarra-Lo nas tramas da Lei. Jesus, mesmo sabendo do risco, humildemente, aceitou o convite. Ao chegar, todos os convidados haviam tido seus pés lavados, como de costume, menos Jesus. Tentaram embaraçá-lo promovendo debates teóricos que pudessem confundir o Mestre, que a tudo refutava, dentro da sua grande sabedoria. Ao distribuírem guardanapos de linho e água para molhar os dedos antes de partir o pão, também como era o costume, só Jesus não foi contemplado.

Em dado momento, houve muito barulho na porta fechada. Era Maria de Magdalo, também conhecida por Maria Madalena que, sabendo da situação de Jesus, forçava sua entrada no recinto. Ao ver o Mestre, ajoelhou-se, tirou o perfume que trazia numa caixinha presa a uma corrente de ouro, jogando nos pés do Mestre as preciosas gotas para lavá-los, ao que juntou suas lágrimas. Isso feito, enxugou os pés de Jesus com seus lindos e longos cabelos.

No mesmo momento, os doutores da Lei interpelaram o Mestre, sobre como ele permitira ser tocado por uma mulher impura, o que era contra a Lei.

Jesus, calmamente, valendo-se de sua moral interna ou força interior, como queiram, disse-lhes: quando eu aqui cheguei, meus pés não foram lavados, a água e o guardanapo de linho não me foram oferecidos e eu nada falei. Agora, essa mulher aqui vem até para corrigir essa situação e vocês a reprovam? Todos se calaram, e ele disse “Vá, mulher e não peques mais.

Fico emocionada cada vez em que lido com esse texto.
No meu entender, Jesus não ofereceu a outra face, mas reagiu, Mestre que era, como Pacificador, mas colocando cada coisa em seu lugar.

Os espíritas sofrem muito em seus afazeres diários, pois, para alguns, ser espírita é aceitar tudo e todos. Posso estar enganada, mas, no meu entender, Jesus, sabiamente, como não poderia deixar de ser, foi e continua a ser um revolucionário, usando, sabiamente, a moderação, o equilíbrio e a paz. Isso faz parte da grande herança do modelo cristão a ser seguido nas nossas lidas mundanas. O Mestre é, sem sombra de dúvida, o grande Consolador .
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