Princípios são inegociáveis

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Princípios São Inegociáveis

Os psicólogos ainda não chegaram a conclusão sobre a porcentagem de influencia do meio e da genética na formação da personalidade do homem. Podemos descrever inúmeros exemplos em que o meio interagiu de forma tão abrupta quer alterou até a estatura física do indivíduo, e temos também casos em que mesmo em meio totalmente diferente, algumas características são preservadas.

Como não sou autoridade nesse assunto, vamos apenas discorrer aleatoriamente sobre princípios. Eles nos são apresentados desde a a tenra idade quando nossa mãe nos ensina que devemos dividir o brinquedo com o coleguinha da escola. Que não devemos mentir em hipótese alguma e que devemos socorrer os menos favorecidos em suas necessidades. Porém como amadurecimento, levar adiante alguns princípios fica tão difícil, que começamos a negociar com eles, e sem perceber, estamos vendendo nossos valores morais, dignidade já não tem tanta importância, e exemplos já não nos preocupam mais.

Mas nessa jornada, nosso “eu” foi se perdendo pelo caminho. Quando não quero atender a porta, mando meu filho dizer que não estou, quando me deparo em uma fila quilométrica” sugiro que furemos a fila, e chegamos ao extremo de nos aproveitar de um troco recebido errado.”todo mundo faz”.E os seus valores, ficam onde? Seus princípios se esvaíram, pelo ralo, ou foram negociados com projeção e benefícios financeiros.

Não podemos nos omitir em frente a situação de nosso pais, onde parece que tudo foi banalizado. Os discursos de campanha, mudam de acordo com as pesquisas, então como ficamos? O que eu posso fazer frente a esse caos? Sendo apenas um grão de areia não posso fazer muita coisa, mas posso deixar rastros para que a geração futura possa lembrar de mim como alguém que embora não tenha conseguido notoriedade publica, não abriu mão de ser alguém decente.

Temos que ter uma postura firme para que possamos chegar a noite e afirmar como o salmista Davi” Em paz me deito e logo pego no sono, porque Tu estas comigo” Isso é descansar com a consciência tranqüila, consciente de que Deus vai cuidar de sua vida. Sempre devemos nos lembrar que haverá pessoas constantemente nos observando em todas as nossas atitudes. É certo que não conseguimos fazer tudo certinho sempre, seguir o “script” não é fácil, mesmo que o tenhamos na ponta da língua, mas nosso trabalho e estar sempre tentando acertar.

Meu discurso particular com meus amigos é: “tenha paciência comigo, estou em reforma” e nunca me envergonho demudar de idéia, pois quem muda, é porque esta sempre aprendendo e a vida é uma super escola e nessa formatura não teremos um grande festa e sim a comemoração sera a pegadas que deixaremos para serem seguidas.

Atelier Kátia Koch
http://migre.me/4gahI
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Fonte:
Revista Lupa
Edição 29 – ano 3
Novembro 2010
Página 8
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Publicado em: SinapsesLinks
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Páscoa

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Um Pouco da História da Páscoa

A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera.

Para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar à Idade Média e lembrar que os antigos povos pagãos europeus, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Easter, em inglês, derivada de Eostre, deusa anglo-saxã do amanhecer. Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres. Os antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.

Em hebraico, temos a “Pessach”, a chamada “Páscoa Judaica”, que se originou quando os hebreus, há cerca de 3 mil anos, celebraram o êxodo e libertação do seu povo, após 400 anos de cativeiro no Egito, pela mão de Moisés. Comemoravam assim a passagem da escravidão para a libertação: saíram do solo egípcio, ficaram 40 anos no deserto até chegar à região da Palestina, terra prometida, atualmente chamada de Israel.

A festa da Páscoa passou a ser uma festa cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressurreição de Cristo e sua elevação ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a sua aparição. A celebração sempre começa na quarta-feira de cinzas e termina no domingo de Páscoa: é a chamada semana santa. A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicea, em 325 d.C, como sendo “o primeiro domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal”.

Fonte: http://www.terra.com.br/almanaque/datas/index.htm
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Documento original:
C:\#1_Leal\1_WPD\2006\20060321WPD_pascoa.WPD
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