Somos um Iceberg!

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Somos um Iceberg!
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Quando olhamos para uma pessoa vemos uma pequeníssima parte da sua realidade, pois, o repertório de conhecimentos e experiência de cada um de nós está oculto: Faz Parte do Nosso Acervo Cultural de Múltiplas Encarnações.

Somos Únicos!
Somos indevassáveis! Graças a Deus-Pai!
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
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Decisões

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Decisões!!!
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Quantas vezes ao dia você toma decisões?
Ao decidir você usa o critério do painel?
Suas decisões são sempre tomadas em estado de serenidade?
Suas decisões são sempre acertadas?
Você pode se manifestar?
Muito obrigado.
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Aguardo sua mensagem.
Fraternalmente,
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
sinapseslinks@gmail.com
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Obesidade Mental

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Obesidade Mental

O prof.  Andrew Oitke publicou o seu polemico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.

Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.

“Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada.

Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.”

Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns quede hidratos de carbono.

As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.

Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.

Os cozinheiros desta magna “fast food” intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema.

Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»

O problema central está na família e na escola.

«Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate.

Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados,videojogos e telenovelas.

Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção… é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»

Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado “Os Abutres”, afirma:

«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de  cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de  restos mortais das realizações humanas.

A imprensa deixou há muito de informar, para apenas  seduzir, agredir e manipular.»

O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante.

«Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»

Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.

«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.

Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.

Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.

Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».

As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.

«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes
realizações do espírito humano estejam em decadência.

A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil…paradoxal ou doentia.

Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.

Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam.
É só uma questão de obesidade.

O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.

O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de Dieta Mental.
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Formatação
Fernando Loureiro
Texto – Prof. Andrew Oitke
Volta Redonda – RJ – 2011
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Colaboração:
Célia Amirabile
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
https://sinapseslinks.wordpress.com/
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Conheça também:
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Radiação em Fukushima

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Contaminação
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Fukushima: nível de radiação no solo se compara ao de Chernobyl

Usina japonesa também já liberou mais radiação do que acidente de Three Mile Island, nos Estados Unidos

Classificado como nível 6 na Escala Internacional de Eventos Nucleares e Radiológicos, que mede a gravidade de incidentes envolvendo material atômico, o acidente no complexo de Fukushima, no Japão, já liberou mais radiação do que a usina de Three Mile Island, que teve seu núcleo danificado em 1979, nos Estados Unidos. Os cálculos são da Comissão de Segurança Nuclear do Japão e foram divulgados neste sábado pelo jornal japonês Asahi Shinbum.

Em paralelo, especialistas ouvidos pelo mesmo jornal afirmaram que a contaminação do solo em localidades próximas à usina já é comparável àquela causada pelo acidente de Chernobyl, em 1986. Isso significa que a terra se tornou inviável para a agricultura por décadas.

Segundo Tetsuji Imanaka, da Universidade de Kyoto, análises realizadas no vilarejo de Iitate, 40 quilômetros ao norte da usina de Fukushima, detectaram os níveis mais altos de radiação. “A situação em Iitate demanda que a população seja evacuada”, disse Imanaka ao jornal. “Nessas áreas, a contaminação já pode ser comparada à de Chernobyl. E a radiação continua sendo liberada pelos reatores de Fukushima.”

Mar em perigo – Mais cedo, neste sábado, a Agência de Segurança Nuclear do Japão afirmou que amostras de água do mar obtidas em Fukushima revelaram uma concentração de iodo radioativo 1.250 vezes superior ao limite considerado seguro.

De acordo com o porta-voz da agência, espera-se que a contaminação diminua conforme a água se espalhe com as correntes marinhas. Ele procurou deixar claro que essa radioatividade não significa uma ameaça imediata para os moradores mais próximos da usina.

Balanço oficial – Neste sábado, a polícia japonesa divulgou o último balanço oficial das vítimas da tragédia natural que atingiu o Japão. O número de mortos aumentou para 10.151, enquanto 17.053 pessoas continuam desaparecidas.
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Fonte: Revista Veja.
http://migre.me/47MkP
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