Site dos Cálculos

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Você encontra todos os cálculos disponíveis, agrupados por assunto:

Cálculos financeiros: Variação de índices, aplicação de correção monetária e juros.

Cálculos Trabalhistas: Rescisão de contrato de trabalho CLT e empregado doméstico, salário anual.

Dívidas vencidas: Boletos bancários, cartão de crédito, cheque especial, outros.

Cálculos periciais: Avaliação de valor de imóveis, avaliação de aluguéis e rescisão de contrato de trabalho.

Conversão de unidades: Conversão de medidas, peso, volume, temperatura, etc

Aluguéis: Cálculo de reajustes e dívidas.

Viagens: Fuso horários, conversão de moeda e orçamentos de viagem.

Empregados domésticos: Férias, salário, décimo terceiro e rescisão.

Outros: Cálculo de IPVA, cálculos judiciais, tarifas dos Correios e expurgo do FGTS.
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Colaboração:
Alfredo F. Corrêa
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
https://sinapseslinks.wordpress.com/
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Conheça também:
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Daniele Martins

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Por favor, click na imagem para ampliá-la. Grato.
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Olá Sr. Eudison de Paula Leal, eu sou Daniele Martins, sou tetraplégica e atleta de Bocha Paraolímpico, e peço desculpas por buscar seu auxílio sem que me conheça, mas encontrei seu perfil no blogger e acredito que, com sua influência social, você possa me ajudar a sensibilizar o Ministro do Esporte, para que dê mais atenção ao vergonhoso episódio ocorrido comigo. Trata-se da minha não convocação para a Seleção Brasileira de Bocha 2011, por critérios inexplicáveis.

Também faço faculdade de comunicação social, e meus amigos iniciaram um movimento na internet para mobilizar a opinião pública a favor da ética, transparência e justiça. Peço seu apoio, para que participe comentando e repassando esta campanha para seus contatos.

Também, se for possível, encaminhe minha história a outras pessoas socialmente influentes, que possam contribuir de alguma forma.

Abaixo seguem informações importantes sobre o caso. Por favor, me ajude!

AGRADEÇO MUITÍSSIMO!

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Dani Martins é atleta de Bocha Paraolímpico, atualmente possui os melhores resultados de sua classe, foi campeã brasileira em novembro de 2010 (bicampeã brasileira), está em 19º no ranking mundial, e prestes a obter classificação para as Paraolimpíadas de 2012, porém, não foi convocada para integrar a Seleção Brasileira de Bocha, que disputará a Copa do Mundo de Bocha em agosto de 2011.

Os critérios não foram esclarecidos satisfatoriamente, mesmo porque um dos atletas convocados não conquista medalha alguma, nos eventos oficiais (incluindo regionais), a mais de três anos, e pertence ao clube (associação) onde uma das técnicas da comissão responsável pelas convocações mantém vínculo profissional.

Após longas e inúteis tentativas de resolução por meios legais, a atleta não aceitou a sabotagem, e enviou uma carta ao Ministro do Esporte, Orlando Silva, solicitando sua intervenção, pelo caso ser de interesse nacional.

Precisamos da ajuda de vocês para divulgarmos este caso e sensibilizarmos as autoridades para que estabeleçam a transparência e a ética no sistema paraolímpico brasileiro. Vejam o vídeo da Campanha:
Vídeo:

Mais detalhes:
Blog oficial: http://daninomundial.blogspot.com/2011/03/dani-no-mundial-o-caso.html
Iniciativa: http://www.meninadoesporte.com/2011/03/caso-dani-no-mundial.html
Pôster: http://soffisticado.com/outros/dani-no-mundial-a-campanha#respond

APOIE NOSSA CAMPANHA!

Os contatos pessoais da Dani são:
E-mail: danimartins.udi@gmail.com
Twitter: @DanimartinsUdi
Tel.: (34) 9197 1197 / 9226 7944 / 3084 8148
Para conferir um pouco mais sobre ela:
http://www.facebook.com/profile.php?id=100000124630633
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13121487654830500110
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Conversa sobre a fé e a ciência

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Conversa Sobre a Fé e a Ciência

Os caminhos da razão e do espírito são um só: a busca por significado em um mundo cheio de mistérios

NA SEMANA QUE VEM sai meu novo livro, em parceria com Frei Betto e com intermediação de Waldemar Falcão, “Conversa Sobre a Fé e a Ciência”, pela Nova Fronteira.

Temos alguns eventos no Rio e em São Paulo, de que espero participar via teleconferência, aproveitando os benefícios de nossa era digital.

Conversas sobre ciência e religião, em geral, terminam em briga. Mas não deveriam. Talvez seja essa uma das lições mais importantes que Frei Betto e eu queremos passar.

Reconheço que somos dois exemplos um pouco alternativos. Eu, como cientista, mantenho uma posição de respeito pela religião. Frei Betto, como pensador político e teólogo cristão, mantém uma posição aberta em relação à ciência. Começamos a conversa sem nos conhecermos e terminamos amigos.

Frei Betto concorda comigo que é absurdo fechar os olhos para os avanços da ciência, negando suas descobertas. Concorda, também, que a religião não deve ser usada fora de seu contexto, especialmente como um substituto da ciência.

Usar a Bíblia como texto científico, tentar extrair de sua narrativa simbólica fatos sobre o surgimento do Universo e da vida, é retornar ao obscurantismo da Idade Média. Por outro lado, concordamos plenamente que a ciência não se propõe a atingir uma verdade “absoluta”.

Verdades dependem de quando são formuladas, ou seja, do contexto histórico em que são buscadas. Por exemplo, para os gregos, era “verdade” que a Terra era o centro do Universo; até o fim do século 18, era “verdade” que o Sol era o centro do Universo; até 1924, era “verdade” que a Via Láctea era a única galáxia no Universo. Com o avanço da ciência, essas verdades foram substituídas por outras.

Apesar de não haver dúvida de que certos fatos científicos permanecem inalterados com o passar do tempo (por exemplo, as leis de Newton), chamá-los de “verdades” talvez seja imprudente.

A ciência é uma narrativa que se ocupa do mistério, do não saber. Ela não tem capítulo final. Seu foco não é a busca pela verdade, mas por uma descrição do mundo que esteja de acordo com nossas observações.

Por outro lado, as religiões organizadas, com seu dogmatismo intransigente, distorcem o real sentido da fé. Nisso, Frei Betto e eu também concordamos plenamente (para ver no que mais concordamos e no que discordamos, é preciso ler o livro).

No cerne da religião, no ato de devoção religiosa, encontramos a espiritualidade pura, individual, que tece uma relação profunda entre o homem e o Universo e entre o homem e a sua consciência.

Frei Betto menciona Santa Teresa D’Ávila como alguém que alcançou um nível exemplar de transcendência pessoal e de comunhão com o divino. Aprendi muito durante nossa “conversa” e saí admirando meu interlocutor ainda mais.

Vejo a ciência, no aspecto mais puro e humano, como uma busca por transcendência, em que o espírito humano se une ao mundo natural para criar novas formas de pensar a nossa existência e, por meio da tecnologia, para criar expressões materiais dessa comunhão. Sob esse prisma, os caminhos da razão e do espírito são um só, simbolizando a essência do ser humano, que é a busca por significado num mundo cheio de mistérios.

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “Criação Imperfeita”
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2003201103.htm
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Câncer

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Câncer une as melhores Universidades

“Muito da nossa força reside na interação entre pessoas criativas”, disse à Folha Drew Faust, reitora de Harvard

SE FOREM ANUNCIADOS tratamentos revolucionários ou vacinas contra o câncer a partir de agora, há uma chance razoável de que o Instituto Koch, um centro de pesquisas inaugurado neste mês nos Estados Unidos, tenha participado -ou mesmo sido o polo- da descoberta.

Isso se explica não só porque se juntaram nesse projeto as duas mais renomadas universidades do mundo (Harvard e MIT), o que já não é nada fácil, mas porque estão sendo reunidos num mesmo prédio, cruzando as pesquisas, 650 cientistas das mais variadas especialidades: oncologistas, químicos, biólogos e geneticistas, em meio a diversos tipos de engenheiro. A ideia é criar um consórcio planetário de pesquisadores, como o nosso Instituto do Câncer em São Paulo.

Espera-se que essa quebra de barreiras espaciais ajude a promover a inovação: engenheiros, por exemplo, podem desenvolver com químicos e biólogos minúsculos chips que, injetados no corpo, destruam os tumores sem prejudicar as células saudáveis.

Essa é uma terapia que combina dinheiro com vontade e inteligência, mas o efeito do projeto vai mais longe do que o combate aos tumores -o efeito é a forma como se produzem as descobertas.

Estamos falando aqui de duas universidades que geraram ou têm entre seus professores cerca de 120 vencedores do Nobel e vivem se digladiando para ficar nos primeiros lugares das listas das melhores instituições de ensino superior do mundo.

Fazendo uma comparação vulgar, é como se o Palmeiras e o Corinthians fizessem uma parceria para desenvolver uma melhor técnica futebolística -aliás, a direção do MIT e a de Harvard lançaram um texto conjunto na semana passada em que afirmam que a economia americana depende do que se produz. Foi por isso, segundo elas, que a decadência do país, tantas vezes prevista, ainda não aconteceu.

O que faz uma universidade ficar nos primeiros lugares em rankings de qualidade são, em essência, suas pesquisas. Isso acaba atraindo mais dinheiro e, naturalmente, os melhores alunos e professores, num círculo virtuoso.

Na conversa que teve comigo e com a repórter Luciana Coelho, da Folha, Drew Faust, a reitora de Harvard, deixou claro que um de seus principais interesses na visita ao Brasil é atrair talentos. Talentos se traduzem em invenções. “Muito da nossa força reside nessa interação entre pessoas criativas”, diz ela.

A forma como se inova depende da quebra de paradigmas. Daí por que aquele instituto do câncer vai além da medicina. A produção de conhecimento exige que se rompam as barreiras entre os departamentos acadêmicos, que pouco se falam, provocando desperdícios. Isso significa quebrar barreiras políticas, burocráticas e até aquelas próprias do jogo de vaidades.

Fora isso, há o risco de obsoletismo. Como obsoletismo não atrai talentos, entra-se num círculo vicioso.

Temos visto como as novas tecnologias têm virado de cabeça para baixo a forma de produzir saber. Um dos melhores exemplos é o site Wikipedia, uma biblioteca mundial produzida coletivamente e cada vez mais confiável. Assim vão nascendo as inovações.

A IBM desenvolve extraordinários programas na internet apenas para aproximar seus milhares de pesquisadores espalhados pelo mundo, gerando um ambiente único de aprendizagem -a IBM é a maior produtora de patentes do mundo.

Empresas lançam produtos em teste para recolher sugestões do público e pagam por elas.

Uma das novas estrelas da internet, a Netflix, que está reinventando a forma como se alugam filmes, ofereceu US$ 1 milhão a quem desenvolvesse um programa capaz de adivinhar o filme que seus clientes gostariam de ver. É pouco perto dos US$ 3 milhões oferecidos por uma empresa de seguro médico (Heritage Provider) a quem desenvolver um software capaz de estimar quando seus clientes vão acabar num hospital para que, com essa informação, possa tomar medidas preventivas.

Nada poderia ser mais exemplar desse jeito de ver o mundo do que duas universidades rivais se unirem para descobrir a cura do câncer.

PS- Veja como um grande problema pessoal vira uma enorme solução coletiva. O bilionário David Koch descobriu, há 20 anos, que tinha câncer.

Desde então, já gastou quase US$ 1 bilhão para ajudar a descobrir novos tratamentos para a doença. Ao instituto que leva seu nome deu US$ 200 milhões até agora. Essa é uma daquelas pessoas que, com ou sem câncer, ficam imortais.

Gilberto Dimenstein
gdimen@uol.com.br
JFSP20MAR2011C5
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