8º CONEC

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Seja Feliz

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Seja Feliz

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.

Só você pode evitar que ela vá à falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a DEUS a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “NÃO”.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para falar “EU ERREI”.
É ter ousadia para dizer “ME PERDOE”.
É ter sensibilidade para expressar “EU PRECISO DE VOCÊ”.
É ter capacidade de dizer “EU TE AMO”.

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…

Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.

Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.

E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.

E descobrirá que…

Ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.

Jamais desista das pessoas que você ama.

Jamais desista de ser feliz,
pois a vida é um espetáculo imperdível.

VOCÊ É UM SER HUMANO ESPECIAL!
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Autor: desconhecido
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Colaboração:
Alfredo F. Corrêa
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Filme Nosso Lar

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Vida após vida
A esperada estreia de Nosso Lar

Filme revela a trajetória de autoconhecimento e transformação do médico André Luiz depois da morte

Luiz Fernando Vieira
Da Redação
Um dos maiores best sellers da história da literatura brasileira trata do tema vida após a morte. A narrativa é feita por alguém que já não estava mais neste plano, o médico André Luiz, assim como aquele que foi o canal para que a história chegasse ao papel, o médium Chico Xavier. A obra é Nosso Lar, publicação que serviu de base para a criação do filme homônimo, de Wagner de Assis, que estreia hoje nos cinemas brasileiros. As outras novidades do fim de semana (que podem ser conferidas na página 3), são a continuação da disputa entre eternos rivais Como Cães e Gatos 2 – A Vingança de Kitty Galore e o romântico Par Perfeito.

Nosso Lar revela como é esse lugar especial por meio da experiência do médico André Luiz. Um homem bem sucedido que viu sua vida sofrer uma grande reviravolta e mudou totalmente a forma de ver o mundo e as pessoas. O caminho para a mudança começa quando abre os olhos e percebe que não está mais vivo, embora sinta fome, sede e frio. André Luiz não pertence mais ao mundo dos encarnados e, ao seu redor, encontra uma planície escura, desértica, tenebrosa, marcada por gritos e seres que vivem à sombra, um lugar chamado Umbral pela doutrina espírita.

Ali o médico começa uma nova jornada de autoconhecimento e transformação, desde os primeiros dias numa dimensão de dor e sofrimento, até ser resgatado e levado para a cidade espiritual Nosso Lar, que dá nome ao filme e que paira nas camadas mais altas da atmosfera terrestre. Enquanto aprende como é a vida em outra dimensão, André Luiz anseia por voltar à Terra e rever a família. No entanto, ao conseguir ver seus entes queridos, ele percebe a grande verdade: a vida continua para todos.

Para mostrar com detalhes o percurso do médico André Luiz e o lugar, de arquitetura ímpar, Nosso Lar contou com uma direção de arte caprichada e efeitos especiais jamais vistos em produções locais e que só foram possíveis graças à computação gráfica. Eles foram desenvolvidos no Canadá pela empresa Intelligent Creatures – a mesma responsável por filmes como Fonte da Vida, Babel e Watchmen. Foram mais de 350 imagens com algum tipo de inserção gerada por computadores. Quantidade de efeitos nunca tinha sido feita numa produção brasileira. Um trabalho que encantou até mesmo os experientes profissionais da equipe do supervisor de efeitos visuais Geoff D. E. Scott.

Outro destaque é o elenco, formado por profissionais experientes e de reconhecido talento. O cast traz Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno e ainda participações especiais de Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart. A trilha sonora de Philip Glass e a fotografia de Ueli Steiger também valem o registro, pois foram essenciais para criar o clima do filme.

O livro – O filme leva às telas a mais importante obra do médium mineiro Chico Xavier que, através de relatos do espírito do médico André Luiz, descreve em detalhes a vida no lugar chamado Nosso Lar. A obra está em sua 60º edição no Brasil e já vendeu cerca de 2 milhões de exemplares (somando mais de 16 milhões de leitores). Foi traduzida para o inglês, alemão, francês, espanhol, esperanto, russo, japonês, tcheco, braille, grego e é um dos campeões de venda da literatura espírita – considerado como um dos 10 melhores do século XX.
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Fonte:
http://www.gazetadigital.com.br/materias.php?codigo=269252&codcaderno=17&GED=6853&GEDDATA=2010-09-03&UGID=1700c4de4a86b8c7c232d7f2f31337a3
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Erros Humanos

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Erros Humanos

Domingo, 23 de setembro de 2007.
Estudo sobre erros humanos pode explicar intuição
Gerald Traufetter

Sempre que os seres humanos reconhecem um erro, uma misteriosa onda elétrica percorre o cérebro. Os pesquisadores acreditam que o sinal poderia explicar os vícios, a correção de erros e até mesmo o sexto sentido.

No Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), parte da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (Nasa) dos Estados Unidos, o estresse é parte da vida dos 5,5 mil cientistas e engenheiros. Eles sabem que, sempre que tomam uma decisão, até mesmo o menor erro pode ter conseqüências graves.

Afinal, as lembranças de 1999 continuam frescas. Oito anos atrás, quando a sonda espacial Mars Polar Lander entrou na atmosfera de Marte, o contato de rádio foi subitamente perdido. O veículo simplesmente desapareceu das telas do centro de controle. Era como se US$ 400 milhões tivessem sido engolidos pelo silêncio.

Os dois executivos encarregados do projeto estavam convencidos de que seriam demitidos sem direito a apelação. “Em nossa cultura, é assim que lidamos com erros”, disse Markus Ullsperger. Mas, naquela ocasião, os executivos foram poupados, relembra Ullsperger, pesquisador do cérebro no Instituto Max Planck de Pesquisa Neurológica, em Colônia, Alemanha. “E a decisão foi boa”, acrescenta. “Afinal, milhões haviam sido investidos em seu treinamento e educação”.

Do ponto de vista da neuropsicologia, a decisão administrativa foi excelente. Os erros, Ullsperger está convencido, são de fato uma das mais valiosas fontes de conhecimento de que dispomos. “Os erros de um homem são seus portais de descoberta”, afirmou certa vez o escritor irlandês James Joyce, antecipando uma conclusão que a ciência moderna agora veio a confirmar.

Capacidade de detectar os próprios erros

Ullsperger, como uma dúzia de outros grupos de pesquisa em todo o mundo, no momento vem conduzindo um estudo sobre como o cérebro rastreia e processa seus erros. “Nosso cérebro dispõe de uma fascinante capacidade de detectar erros, e, caso já tenham ocorrido, de aprender com a experiência”, ele afirma.

O conceito de “negatividade relacionada a erros” (NRE) vem cativando o mundo científico, e se refere a uma onda característica de energia elétrica que percorre o cérebro e pode ser medida sempre que este detecta que um erro foi cometido. Especialmente surpreendente é o fato de que o sinal da NRE já começa a se manifestar antes mesmo que a pessoa esteja consciente de seu erro.

No começo dos anos 90, Michael Falkenstein, neurofisiologista na cidade de Dortmund, oeste da Alemanha, observou pela primeira vez como a voltagem cai em pelo menos 10 milivolts em um determinado grupo de células cerebrais, e que isso ocorre apenas 100 milissegundos depois que uma pessoa cometeu um erro – mais ou menos o tempo que o cursor de um computador precisa para reagir a um clique de mouse.

A descoberta de Falkenstein marcou o início de um período de estudo sistemático do afiado sistema cerebral de detecção de erros. Isso abriu caminho para novas e fascinantes teorias sobre questões como os motivos para que surjam distúrbios compulsivos ou para que certas pessoas hesitem enquanto outras tomam decisões confiantes. E também serve para iluminar o processo de desenvolvimento dos vícios.

Subitamente começou a se tornar claro porque uma pessoa pode muitas vezes evitar erros com base apenas em um palpite. “As experiências do sistema de erros fornecem exatamente o conhecimento inconsciente no qual a intuição se baseia”, afirma Ullsperger.

Sensação de vaga inquietação

O sistema de detecção de erros age de duas maneiras. Primeiro, ele interfere de modo corretivo quando uma pessoa comete um erro. Mas também dispõe de uma capacidade de alerta. Quando reconhece que uma ação pode não conduzir ao resultado esperado, esse reconhecimento é expresso na forma de uma sensação de vaga inquietação.

Ullsperger e os demais pesquisadores planejam descobrir exatamente de que maneira funciona esse mecanismo, usando um sistema de ressonância nuclear magnética (NMR). Os objetos de estudo que são analisados na cápsula de NMR passam por testes simples, como a tarefa Eriksen-Flanker, uma ferramenta conhecida e comum dos neurocientistas. No teste, grupos de letras como SSHSS, SSSSS ou HHSHH brilham diante dos olhos do participante, e ele é convidado a premir um de dois botões: o da esquerda se a letra central for um S e o da direita se ela for um H.

Não é uma tarefa tão fácil quando pode parecer. As letras à esquerda e à direita da principal confundem o observador, especialmente quando o tempo para executar a tarefa é limitado; os participantes muitas vezes corrigem suas respostas iniciais, alguns segundos mais tarde. “Eles se comportam como fazemos ao cometer um erro em uma fala: percebemos o erro e rapidamente corrigimos”, diz Ullsperger.

Um capacete equipado de eletrodos mede as ondas NRE que surgem no cérebro dos pacientes durante o processo, enquanto a máquina de NMR observa a área do cérebro na qual as células nervosas demonstram grau considerável de atividade.

O método torna possível reproduzir a anatomia da detecção de erros, e revela que, imediatamente depois da onda NRE, o cérebro central subitamente deixa de produzir dopamina. O sinal neuroquímico é transferido aos gânglios basais e assim ao sistema límbico, no qual as emoções são geradas.

Os pesquisadores também descobriram que outro feixe de nervos está envolvido na detecção de erros. Ele conduz a uma seção profunda do córtex, que distribui o sinal de maneira mais ampla pelo córtex cerebral. “Essa cascata envia os seguintes sinais às posições executivas: Pare, alguma coisa de errado está acontecendo aqui. Verifique e, se necessário, corrija imediatamente”, explica Ullsperger.
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Tradução: Paulo Migliacci ME
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Fonte:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1931599-EI8147,00-Estudo+sobre+erros+humanos+pode+explicar+intuicao.html
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