Drogado Arrependido

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Drogado Arrependido

(Diálogo ocorrido em reunião mediúnica)

ENTIDADE: É horrível morrer desta doença, a gente fica todo deformado. A gente fica… a gente baba… a gente fica todo manchado, sem cabelo. É a pior degradação que há.
COORD: Por que será que acontece isso com a gente, meu querido? Tem idéia?
ENTIDADE: Ai, eu vivi a minha vida. Vivi com droga, vivi com tudo.
COORD: Tudo aquilo que você pensou fazer, fez. Só que você não queria passar pela prova.
ENTIDADE: É muito difícil, é muito difícil. Às vezes me pergunto se Deus realmente existe.
COORD: Vamos ajudar você a melhorar um bocadinho? Preciso que nos conte por que motivo chegou até aqui. Trouxeram-no ou pediu para vir?
ENTIDADE: Eu não sei, eu não sei.
COORD: Tinha ouvido falar que havia um lugar onde curavam as pessoas que, como você, estavam naquela situação?
ENTIDADE: Olha, estou pedindo ajuda faz muito tempo.
COORD: Você mentalizou o socorro e alguém se aproximou para socorrê-lo. Vamos reformulando a mente do nosso companheiro para que ele possa ter entendimento de como as coisas acontecem quando nós não cuidamos devidamente do nosso corpo físico. Provas de vida, hábitos…
ENTIDADE: Eu vivi a vida como rei… eu só me diverti…
COORD: Você se divertiu muito, passou por todas as provas e teve como conseqüência esse final.
ENTIDADE: Isso é um pagamento?
COORD: É, de uma forma ou de outra, é um pagamento. Eu diria que é um reajustamento para a gente crescer.
ENTIDADE: Ai, ele falou para mim que é resgate.
COORD: É um resgate. Mas muita coisa que a gente resgata não é de outras vidas anteriores, mas pode ser desta última, por exemplo.
ENTIDADE: É, só pode ter sido desta última, porque eu peguei esta doença de tanta droga que eu usei, de tanta seringa que todo mundo usou.
COORD: O que você me diz, companheiro, dos que queriam aproveitar até ao último momento?
ENTIDADE: Que não vale a pena, não vale a pena nada.
COORD: Não vale a pena, não é verdade? Não vale?
ENTIDADE: Se eu pudesse ajudar uma pessoa que fosse, para não contrair esta doença…
COORD: Agora vamos pedindo aos nossos companheiros para fornecer ectoplasma suficiente a fim de dar um reajustamento, vamos dizer, generalizado no perispírito do nosso companheiro. (Vamos acalmando, vamos conseguindo que ele possa respirar com naturalidade, para que tenha um momento de reflexão maior e se lembre desta promessa que fez há minutos atrás, e ter condições de auxiliar aqueles que enveredam por esse caminho terrível). Está se sentindo melhor?
ENTIDADE: Eu estou. Eu agradeço muito e não vou esquecer nunca de ajudar, de trabalhar para ajudar essas pessoas.
COORD: Mas até agora há pouco, você estava no meio daqueles outros, que se juntavam àquela falange grande e incitavam as criaturas que ainda estavam por aqui a fazer uso daquilo, não é verdade?
ENTIDADE: E como, e como…
COORD: Não valeu a pena, não é meu querido?
ENTIDADE: Não.
COORD: Não, claro que não. Veja, você já está razoavelmente reajustado. Não completamente porque o seu caso foi mais profundo e teve uma participação muito ativa sobre criaturas que foram levadas por você, pelo seu grupo, a incidirem nas drogas. É preciso que tenha força de vontade muito grande, para não voltar a se reunir àqueles amigos seus, que não eram nada amigos, não eram amigos.
ENTIDADE: É que eu preciso de ajuda, eu preciso de ajuda, ajuda para não voltar mais para lá.
COORD: Então, você não vai mais voltar para aquele lugar, mas vai agora seguir um grupo destacado, que está aqui à nossa volta e vai conduzi-lo. Vamos recompor ligeiramente o seu aspecto, porque é preciso que ainda enfrente tudo isso, para valorizar mais a vida, os valores que Deus nos dá. Não é, meu querido? Está bom? Olhe aí um grupo muito dedicado. Você vai reconhecer entre eles alguns daqueles que vocês fizeram entrar nessas drogas e, por sua vez, agora, vão recompensá-lo na sua recuperação. Vamos desligando e você irá fazer comigo uma coisa que havia esquecido de fazer – uma prece. A prece vai ajudar você a se desligar mais rapidamente de tudo aquilo que está para trás. Se você quiser, repete, se não quiser, mentaliza o que eu for dizendo e vai devagarinho seguindo o seus companheiros, para uma recuperação mais aprimorada. “Pai Nosso que estais no céu….”
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Livro: Orientação a Desencarnados
Autor: Renato Ourique de Carvalho
Página 210
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Drogas by Daniela Marchi

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Drogas by Daniela Marchi

Daniela deixou um novo comentário sobre a sua postagem “Drogadictos”:

Meu querido, esta questão talvez seja uma das mais preocupantes da sociedade moderna: o bombardeiro de química em nossos corpos!

Li no fantástico livro ‘As Crianças Índigo’ que o o Transtorno da Deficiência da Atenção e Hiperatividade (TDAH), manifesta-se na maioria das vezes em crianças extremamente inteligentes, espíritos maduros e muito antigos, reencarnado massivamente que, em corpos de crianças, apresentam o psiquismo avançado e por isso o excesso de atividade e falta de atenção na escola, afinal, para eles nada mais é novidade.

Se a orientação destas crianças fosse abordada de maneira diversa e criativa, nenhuma delas precisaria ser bombardeada com a famigerada ‘Ritalina’, medicamento ‘da moda’ que transforma as pobres crianças em autômatos.

Li inclusive que com tais crianças pode-se abordar assuntos mais complexos e rebuscados e não é preciso tratá-las como ‘bobonas’.

Já o assunto que tange à depressão é igualmente grave: as pessoas supervalorizam o ego e a imagem que precisam apresentar para a sociedade, esquecendo-se do cultivo dos verdadeiros espirituais, então, se entopem de substâncias que depreciam a delicada atividade do cérebro, mas não bloqueiam, certamente, o funcionamento da mente, que atributo do espírito imortal, sendo que para se equilibrar, a mente desencadeia a reação de retração ou expansão, que não ocorre a contento com as intervenções químicas dos medicamentos.

Hoje em dia, toda e qualquer melancolia ou estado de tristeza passageiro costuma ser diagnosticado como depressão e as pessoas são impedidas de utilizarem sua poderosa força mental para reagirem por si mesmas e se reequilibrarem.

O resultado é que a humanidade tem ficado com seus nervos em ‘frangalhos’, sendo que, por conta da depleção da atividade mental, bloqueda pelos medicamentos usados indiscriminadamente, toda e qualquer decisão corriqueira do dia a dia parece um calvário para as pessoas.

A Espiritualidade nos ensina que todo deprimido, outrora, abusou da arrogância e supervalorizou seu ego em detrimento de seus irmãos… Se todos buscassem nas máximas Evangélicas lenitivos para seus males, na maioria das vezes fáceis de se vencer por si só, seriam, com certeza, mais felizes.

Lembremos o que o doce Mestre nos disse: ‘Aquele que se humilha, será exaltado perante Meu Pai’. Beijos!
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Daniela Marchi
Blog: http://atriomental.blogspot.com/
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Drogadictos

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Juventude medicada

Eduardo é um garoto de dez anos que adora ir à escola, mas não gosta de estudar. As delícias da escola, para ele, estão na chegada, no recreio e na volta para casa. Já as aulas são um martírio. O problema é que Eduardo não consegue parar, tampouco prestar atenção. O corpo de Eduardo o controla.

Ele não aprendeu que pode controlar seu corpo e que precisa se esforçar para focar a atenção e aprender. Então ele brinca, fala e pula o tempo todo.

A mãe de Eduardo não se conforma com as notas baixas e com as constantes reclamações sobre seu comportamento.

“Ele é um aluno inteligente, mas é hiperativo”, disse um dia sua professora. Eduardo foi levado a vários médicos que disseram à mãe que o garoto nada tinha. Mas ela não desistiu até encontrar um que dissesse que Eduardo é portador do transtorno de deficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e indicasse uma medicação. Hoje, o menino toma um remédio e isso deixa todos os adultos que convivem com ele tranquilos.

Claudia é uma adolescente de 15 anos com um tipo físico que ela chama de “cheinho”: ela não é magra como se exige atualmente nem consegue ser.

As amigas são bem magras e, na visão de Claudia, fazem sucesso com os garotos por causa disso.

A garota sofre e está sempre triste. A mãe a colocou para fazer terapia, mas isso já faz um ano e a menina continua triste.

Então, alguém disse à mãe que levasse a filha a um psiquiatra.

Ela não consultou um, mas vários. No fim da jornada, conseguiu o que buscava desde o início: a indicação de um antidepressivo. Hoje Claudia toma um comprimido por dia e sua mãe está bem mais feliz.

Paula e Ricardo são amigos.
No ano passado, fizeram cursinho enquanto terminavam o segundo grau para prestar vestibular em uma universidade concorrida. Apesar de a família dos dois jovens não pressionarem, eles próprios se pressionaram além da conta porque queriam entrar na faculdade neste ano a qualquer custo.

Isso gerou uma ansiedade sem tamanho nos dois: palpitações, crise de choro, desânimo, irritação excessiva e insônia, entre outros, foram sintomas que se alternaram e transformaram a vida dos dois jovens em um inferno. O ginecologista da garota receitou um ansiolítico e ela indicou o remédio para o amigo. Até hoje os dois tomam o comprimido.

Rafael é um jovem com pouco mais de 20 anos, fanático por musculação e escultura do corpo. Na academia, aprendeu que podia facilitar o trabalho tomando anabolizante, que ele já indicou para vários conhecidos.

Está feliz com os resultados.
Os nomes citados são fictícios, mas as histórias, reais. E, ao contrário do que possamos pensar, não são casos isolados.

Tomar medicamentos na infância e na adolescência tem sido um fato muito mais corriqueiro do que deveria ser.

Pelo jeito, estamos estimulando a formação de uma geração de drogadictos -pessoas com dependência, física ou psíquica, de substâncias químicas- usuários de remédios. E nos preocupamos tanto com o uso das drogas ilícitas pelos jovens, não é verdade?

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de “Como Educar Meu Filho?” (ed. Publifolha)
roselysayao@uol.com.br
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2801201007.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Galopando a Vida!

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Galopando a Vida!

Quando estiveres em dúvida dá o próximo passo.

A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

Não tens que vencer todos os argumentos: Concorda para discordar.

Duas coisas indicam fraqueza: O calar-se quando é preciso falar, e o falar quando é preciso calar-se.

Exige muito de ti e espera pouco dos outros.

Muito sabe quem conhece a própria ignorância.

O que não te mata torna-te mais forte.

Inveja é perda de tempo: Já tens tudo o que precisas.

Envelhecer é melhor do que morrer jovem.

Aceita por completo a tua presença na Terra e escolhe, a cada momento, a beleza, a bondade, a verdade e a vida, lembrando-te sempre de que tudo isto e Deus é a mesma coisa.

Não te armes em vítima e não te comportes como um salvador.

Faz a paz com o teu passado, para que ele não estrague o teu presente.

O que os outros pensam de ti não é da tua conta.

O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros.

Põe definitivamente de parte o hábito de querer mudar os outros.

Mantém a cabeça sempre fria, o coração sempre quente e a mão sempre larga.

Comporta-te como um “curandeiro” que traz alegria e luz, em vez de críticas ou indiferença.

Deixa-te guiar pela intuição pessoal em vez de agires sob a pressão do medo.

A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.

Quem não pode o que quer, que queira o que pode.

É melhor morrer de pé do que viver de joelhos.

Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.

Colaboração:
Daniela Marchi – Araçatuba-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Mostre-me Deus

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Prefácio do livro:

ATÉ o FINAL DA DÉCADA DE 1910, os humanos eram tão ignorantes sobre as origens cósmicas quanto sempre haviam sido.

Aqueles que não consideravam o Gênesis literalmente não tinham motivos para acreditar que houve um início.

O século XX viu uma explosão em nossa exploração do universo conforme novas técnicas e instrumentos tornaram-se disponíveis. Atualmente, a pesquisa de nossa origem é um campo muito ativo e avançado.

Este livro inovador explora a criação no ponto em que a ciência e a religião apresentam os mesmos questionamentos e compartilham os mesmos pensamentos. Esse é o lugar onde todos procuram e veem a mão de Deus.

Todos, leigos e cientistas, esperam encontrar esclarecimentos sobre as grandes questões envolvendo o início do universo.

Fred Heeren escreveu um envolvente e estimulante livro que sonda a fronteira da ciência e da fé, mostrando como elas se reconciliam.

Nesse livro, muito bem escrito, Fred trabalhou para mostrar que fé e ciência são compatíveis e se apoiamo Fiéis da Bíblia podem ficar seguros de que a observação do mundo é consistente com a palavra de Deus.

Na realidade, Mostre-me Deus argumenta que a ampliação do conhecimento irá somente aumentar o senso de maravilha e trazer mais segurança para a fé das pessoas.

Este livro pioneiro mostra que pessoas de fé e cientistas podem ter um diálogo saudável e construtivo para ambos, uma coisa que por muito tempo considerei crucial para a humanidade. É importante para o futuro da sociedade e da religião remover as barreiras dos mal-entendidos e desconfianças entre fé e ciência.

Ciência e religião não devem ser vistas como áreas separadas ou antagônicas. Essa visão negligencia uma parte de nossa humanidade e enfatiza outra parte de nós mesmos, como nossa carreira, e descarta a socialização, como família, amigos e comunidades, fazendo de nós pessoas incompletas.

Mostre-me Deus é um grande passo em direção à busca do conhecimento religioso e científico de forma bastante integral.

George F. Smoot
Laboratório Lawrence Berkeley Berkeley, Califórnia
Nobel de Física de 2006
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Publicado em: Sinapseslinks
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O segredo da cebola

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O SEGREDO DA CEBOLA

Em 1919 quando a gripe matou 40 milhões de pessoas, havia um médico que visitava muitos granjeiros para ver se os podia ajudar a combater a gripe. Muitos dos granjeiros e suas famílias haviam contraído a gripe e muitos haviam morrido.

O médico chegou a uma granja e para sua surpresa, todos estavam muito saudáveis. Quando o médico lhes perguntou que coisa diferente estavam fazendo, a esposa respondeu que ela havia colocado uma cebola com cascas em um prato nas habitações do lugar.

O médico não podia crer…perguntou se podiam lhe dar uma delas para colocar sob o microscópio. Ela lhe deu e ele encontrou o vírus na cebola.
Obviamente, ela havia absorvido a bactéria mantendo saudável toda a família.

Também escutei outra história de minha cabeleireira. Ela me contou que há vários anos muitas de suas funcionárias caiam enfermas com gripe e suas clientes também. No ano seguinte ela colocou vários pratos com cebolas no local. Para sua surpresa, ninguém de sua equipe caiu enfermo.

Mandei esta informação a uma amiga em Oregon, que colabora comigo regularmente com material sobre saúde. Ela me contou esta interessante experiência acerca das cebolas:

“Não sei sobre a história dos granjeiros porém, sei que contraí pneumonia e estive muito enferma… Topei com um artigo que dizia que deveríamos cortar ambos os extremos de uma cebola, furar com um garfo em um dos extremos e colocá-la em um prato ao lado do paciente à noite. Dizia que a cebola se tornaria negra pela manhã por conta dos germes… Dito e feito, sucedeu tal e qual:… a cebola estava um desastre e eu comecei a sentir-me muito melhor.”

“Outra coisa que li no artigo é que cebolas e alhos disseminados nas habitações salvaram da peste negra a muitos, faz anos. Têm poderosas propriedades antibacterianas e antissépticas.”

A moral desta história é: compre umas cebolas com cascas e coloque-as em pratos por toda sua casa. Se trabalha em um escritório, coloque uma ou duas em sua oficina ou escritório ou em cima de algo por aí. Nós fizemos isto e nunca contraímos gripe.

A cebola lhe ajudará e a seus entes queridos a não enfermar-se e, se gripar, esta poderia ser bem mais leve… Seja o que seja… Que tem a perder? Só uns trocados em cebolas!!!
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Colaboração:
Erda Nemitz – São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
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