Orquídeas

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Orquídeas

Orquídeas vivem bem dentro de casa com pouca água, ventilação e claridade

Ventilação, pouca água e claridade são os três principais requisitos para manter orquídeas vivas e floridas em casa.

De acordo com Elza Kawagoe, presidente da Associação Orquidófila de São Paulo, aquelas compradas em floriculturas normalmente florescem de duas a três vezes ao ano. Mas, para isso, são necessários alguns cuidados.

Ela explica que a espécie mais vendida no mundo é a Phalaenopsis -orquídea com haste longa e várias flores. “É uma flor que dura bastante e vive bem em apartamento.”

Quando as flores caírem, Kawagoe recomenda cortar a haste quase rente às folhas para que a flor volte a nascer com mais vigor. Ela diz que a planta só deve ser molhada se o vaso estiver seco.

“Para conferir, basta apalpar o local. A orquídea não gosta de local encharcado. Se a água ficar acumulada, a raiz morre.”

Outra dica é adubar a planta a cada 15 dias para manter a floração. O adubo é solúvel e deve ser borrifado nas folhas.

Kawagoe diz ainda que as orquídeas não gostam de terra – elas crescem em substratos feitos de fibras de coco, casca de pinus e musgos que devem ser trocados anualmente. “É no substrato que a orquídea guarda suas “vitaminas”. Se ele estragar, a raiz apodrece.”
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Original:
Jornal Folha de São Paulo
Caderno Equilíbrio
29out2009 pág.10
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Texto:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2910200908.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Saúde

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Saúde

.. .Não são os que gozam saúde que precisam de médico.
– Jesus. (Mateus.9:12.)

Aqui e ali encontramos inúmeros doentes que se candidatam ao auxílio da ciência médica, mas em toda parte, igualmente, existem aqueles outros, portadores de moléstias da alma, para os quais há que se fazer o socorro do espírito.

E nem sempre semelhantes necessitados são os viciados e os malfeitores, que se definem de imediato por enfermos de ordem moral, quando aparecem.

Vemos outros muitos para os quais é preciso descobrir o remédio justo e, às vezes, difícil, de vez que se intoxicaram no próprio excesso das atitudes respeitáveis em que desfiguraram os sentimentos, tais como sejam:

*os extremistas da corrigenda, tão apaixonados pelos processos punitivos que se perturbam na dureza de coração pela ausência de misericórdia;

*os extremistas da gentileza, tão interessados em agradar que descambam, um dia, para as deficiências da invigilância;

*os extremistas da superioridade, tão agarrados à idéia de altura pessoal que adquirem a cegueira do orgulho;

*os extremistas da independência, tão ciosos da própria emancipação que fogem ao dever, caindo nos desequilíbrios da licenciosidade;

*os extremistas da poupança, tão receosos de perder alguns centavos que acabam transformando o dinheiro, instrumento do bem e do progresso, na paralisia da avareza em que se lhes arrasa a alegria de viver.

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Há doentes do corpo e doentes da alma.
É forçoso não esquecer isso, porque todos eles são credores de entendimento e bondade, amparo e restauração.

Diante de quem quer que seja, em posição menos digna perante as leis de harmonia que governam a Vida e o Universo, recordemos as palavras do Cristo:

-Não são os que gozam saúde que precisam de médico.
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Emmanuel / Chico Xavier
do Livro Benção de Paz
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Bezerra de Menezes

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Bezerra de Menezes

Um dia, perguntei ao Dr. Bezerra de Menezes, qual foi a sua maior felicidade quando chegou ao plano espiritual.

Ele respondeu-me:
–  A minha maior felicidade, meu filho, foi quando Celina, a mensageira de Maria Santíssima, se aproximou do leito em que eu ainda estava dormindo, e, tocando-me, falou, suavemente:

–  Bezerra, acorde, Bezerra!
Abri os olhos e vi-a, bela e radiosa.
–  Minha filha, é você, Celina?!
–  Sim, sou eu, meu amigo.

A Mãe de Jesus pediu-me que  lhe dissesse que você já se encontra na Vida Maior, havendo atravessado a porta da imortalidade.
Agora, Bezerra, desperte feliz.

Chegaram os meus familiares, os companheiros queridos das hostes espíritas que me vinham saudar.
Mas, eu ouvia um murmúrio, que me parecia vir de fora.
Então, Celina, me disse:
–  Venha ver, Bezerra.
Ajudando-me a erguer-me do leito, amparou-me até uma sacada, e eu vi, meu filho, uma multidão que me acenava, com ternura e lágrimas nos olhos.
– Quem são, Celina?
perguntei-lhe ?
– não conheço a ninguém.

Quem são?
São aqueles a quem você consolou, sem nunca perguntar-lhes o nome. São aqueles Espíritos atormentados, que chegaram às sessões mediúnicas e a sua palavra caiu sobre eles como um bálsamo numa ferida em chaga viva; são os esquecidos da Terra, os destroçados do mundo, a quem você estimulou e guiou.
São eles, que o vêm saudar no pórtico da eternidade…

E o Dr. Bezerra concluiu:
 
A felicidade sem lindes existe, meu filho,
como decorrência do bem que fazemos, das lágrimas que enxugamos, das palavras que semeamos no caminho, para atapetar a senda que um dia percorreremos.
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Extraído do Livro
“O Semeador de Estrelas”
de Suely Caldas Schubert.
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Colaboração:
Irvênia Prada – São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Medicina e Espiritualidade

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Medicina e Espiritualidade na USP
(segunda-feira, 26 de outubro de 2009)
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Faz alguns anos o curso de Medicina e Espiritualidade existe em diversas Faculdades de Medicina em nosso país e pelo mundo afora. A própria OMS*** – Organização Mundial da Saúde – leva em consideração o tema espiritualidade como um sistema autônomo de tratamento em parceria com a medicina oficial. Um dos nomes no Brasil responsável por tal integração, conferindo uma visão holística ao tema da medicina, da cura e da espiritualidade é o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira.

Abaixo estão links para vocês baixarem essas aulas sobre medicina e espiritualidade dadas na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo que são muito interessantes por quebrarem o paradigma materialista dentro do mundo acadêmico. Segue texto sobre o tema medicina e espiritualidade no mundo.

Em 1993, menos de 5 escolas médicas dos Estados Unidos tinham a disciplina de religião – espiritualidade em medicina. Em 1994, 17 das 126 escolas médicas americanas ofereciam cursos sobre Espiritualidade. Em 2000, este número subiu para 65 escolas, oferecendo cursos não eletivos, optativos. Em 2004, atingiu-se a importância de 84 escolas médicas.

Mesmo assim, apenas uma pequena percentagem dos médicos norte-americanos (menos de um terço) se sente à vontade para perguntar aos seus pacientes quais são as suas opções religiosas; nos outros dois terços, muitos, alegam falta de tempo, outros, incapacidade para lidar com o assunto, e outros ainda, pensam que a Espiritualidade não é relevante para a prática da Medicina(21).

Existem entidades que se preocupam com esta relevante questão, como a John Templeton Foundation, oferecendo apoio financeiro às escolas médicas que iniciam o curso de Espiritualidade e Medicina.

Na Escola de Medicina da Universidade de Harvard, no projeto de criação da disciplina Espiritualidade e Cura na Medicina: proporcionando suporte individualizado aos pacientes durante as crises de adoecimento , lê-se o seguinte: esperamos treinar os estudantes de medicina de Harvard a serem melhores ouvintes, comunicadores e profissionais, mais hábeis em proporcionar suporte às capacidades de cura do paciente em sua espiritualidade.

Nos Estados Unidos existem muitos Centros de Pesquisa sobre Saúde e Espiritualidade ligados às principais Universidades como: Duke University’s Center for Spirituality, Theology and Health, The George Washington Institute for Spirituality and Health, Center for Spirituality and Health – University of Florida, Center for the Study of Health, Religion and Spirituality Indiana State University, Medical University of South Carolina Center for Spirituality and Health, Center for Spirituality and Healing at University of Minnesota, Higher Education Research Institute at UCLA, Health Sciences Library System University of Pittsburgh Medical Center – Doctoral Dissertations on Religion and Medicine e Harvard University.

No Brasil destacam-se os seguintes Centros de Pesquisa sobre Espiritualidade e Saúde: Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos, na Universidade de São Paulo, o Grupo WHOQOL-Brasil, instalado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora e o Núcleo Avançado de Saúde Ciência e Espiritualidade, na Universidade Federal de Minas Gerais.

A primeira Universidade brasileira a introduzir um curso de extensão universitária sobre Saúde e Espiritualidade foi a Universidade Santa Cecília (Santos-SP), no ano de 2002. A primeira Faculdade de Medicina a abordar curricularmente a questão da Espiritualidade foi na Universidade Federal do Ceará no ano de 2004, no ano seguinte, a Faculdade do Triângulo Mineiro iniciou disciplina optativa sobre Saúde e Espiritualidade, juntamente com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais e em 2006 a Universidade Federal do Rio Grande do Norte iniciou a Disciplina optativa de Medicina, Saúde e Espiritualidade.

Paralelamente a estas atividades institucionais, outras escolas médicas também possuem grupos acadêmicos que realizam Seminários sobre Saúde e Espiritualidade, como na Universidade de São Paulo, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, na Universidade Estadual de São Paulo / Botucatu, no Centro Universitário Lusíada (Santos) e na Universidade Federal de São Paulo, cujo Simpósio ocorreu de 09 a 13 de abril de 2007, tendo um público médio de 300 pessoas por dia, demonstrando o grande interesse que este tema desperta na comunidade acadêmica, estimulando a criação do Núcleo Universitário de Saúde e Espiritualidade da Unifesp.

Opinião pessoal

Eu não sou espírita. Sigo um caminho pessoal que já passou em certas épocas por escolas diferentes como a Umbanda, o Espiritismo (Kardecismo), a Teosofia, a Gnose, o Quarto Caminho e por aí vai. Mas a abordagem que o Dr. Sérgio Felipe faz nessas aulas que aqui disponibilizamos é revolucionária dentro dos moldes da ciência acadêmica porque permite a investigação do fenômeno mediúnico e paranormal como elemento coadjuvante no processo de cura. Quem gostou da palestra do Dr. Sérgio sobre a glandula pineal poderá apreciar o valor de um curso acadêmico de pós-graduação dentro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, uma das mais conceituadas no país. Fato este que ajuda a romper com o preconceito de alguns com relação a fenômenos que merecem ser investigados pelos verdadeiros cientistas.
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Vide texto completo em:
http://esteste.blogspot.com/2009/10/medicina-e-espiritualidade-na-usp.html
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Nota do Leal:
Em 1997 e 1998 fui aceito como aluno-ouvinte do Curso de Psicobiofísica ministrado pelo Dr. Sérgio Felipe de Oliveira.
O conteúdo programático de cada aula promoveu incontáveis benefícios à minha pessoa e à minha Família. Uso aqueles conhecimentos até hoje. Agradeço ao Dr. sérgio. Muito!
É o Espiritismo na sua melhor forma: Ciência, sem misticismo, tudo em bases epistemológicas.
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Alforria do John

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De pernas para o ar

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Na confusão da boate, uma morena de saia justa parou desafiadora diante dele e sorriu
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UM CONGRESSO no Rio e uma visita à boate Help viraram de pernas para o ar a vida do cientista britânico.

John nasceu há mais de 50 anos numa cidadezinha no norte da Inglaterra. Neto de um pastor anglicano, foi criado dentro dos princípios rígidos da educação inglesa daquele tempo, que lhe custaram disciplina férrea em casa e oito anos de internato em colégio religioso, para onde foi mandado assim que nasceu a irmã caçula.

Tinha cinco anos de idade quando o pai o deixou na sala do diretor do colégio com uma malinha de roupas e um nó na garganta. Só conseguiu conter o choro por causa do ar de reprovação antecipada estampado no cenho do progenitor.

De terninho e gravata, assim que tocou o sino do recreio no primeiro dia de aula, louco de vontade de urinar, perguntou a um colega mais velho onde ficava o banheiro. De maldade, o menino disse que costumavam ir atrás de uma árvore próxima. Morto de vergonha atrás do tronco, enquanto os coleguinhas riam e apontavam para ele, John foi agarrado pelos cabelos pela supervisora de disciplina e espancado com uma régua de madeira, companheira inseparável da educadora.

Quando contou que o local havia sido indicado pelo aluno mais velho, a mulher não teve dúvidas: largou-o com as pernas cheias de vergões, agarrou o outro menino pelos cabelos e repetiu a cena de espancamento didático.

Formar-se em medicina foi um custo. Não que lhe faltasse interesse, era fascinado pelos processos biológicos envolvidos no funcionamento das células, sua dificuldade era com a clínica: não tinha a menor vocação para lidar com doentes. Dizia que se não fosse necessário conversar com eles nem aturar suas famílias, de bom grado teria se dedicado à infectologia; diante da perspectiva contrária, no entanto, escolhera relacionar-se com os vírus, seres infinitamente mais silenciosos.

Ao receber o diploma, mudou-se para Cambridge, contratado para trabalhar com vírus causadores de câncer em seres humanos e outros animais. Pesquisador talentoso, quatro anos mais tarde recebeu um convite irrecusável de uma universidade da Califórnia.

Lá, casou com uma americana de família tradicional com quem teve três filhos, mulher de temperamento enérgico, fanática pela organização metódica da rotina, que cuidava dos meninos e do lar como se o marido não existisse. Os afazeres domésticos, a educação dos meninos a cargo da esposa, a vida emocional sem sobressaltos e o talento como pesquisador permitiram que ele publicasse mais de 300 trabalhos científicos e realizasse a proeza de fazê-lo pelo menos uma vez por ano em revistas como “Cell”, “Science” ou “Nature”, nas quais publicar um único artigo durante a vida inteira é motivo de orgulho para qualquer mortal.

Então, aconteceu a viagem para a Conferência do Rio de Janeiro.

Na primeira noite, no saguão do hotel, quando estava prestes a se recolher, dois conterrâneos sugeriram o tal programa na Help. Cansado da viagem, John hesitou, mas a voz do destino falou mais forte.

Na confusão da boate, uma morena de saia justa, braços de fora e uma flor lilás no cabelo parou desafiadora diante dele, sorriu e tirou-o para dançar.

John quase perdeu a aula que deveria dar, no dia seguinte. No sábado, adiou por cinco dias a viagem de volta. Nos seis meses que se seguiram, veio três vezes para o Brasil, foi apresentado à família da moça na favela da Maré e aceitou todos os convites para congressos na Europa, com a única finalidade de encontrá-la, já que a moça não conseguia o visto do consulado americano.

Num domingo de manhã, John acordou com a casa em silêncio. Fez um café e foi para a janela ver a neve que revoava. O mundo estava branco, em ordem, e ele com o coração apertado de saudades do Brasil, da mulher que amava, da bagunça das ruas, do ritmo dos sambistas do Carioca da Gema, na Lapa, e do sexo com a morena, a experiência que jamais havia imaginado viver.

Quando o encontrei dois anos mais tarde num congresso internacional, contou que, naquele instante, diante da neve sentiu ter a vida uma dimensão desconhecida. Disse que a ex-esposa havia ficado furiosa com a separação e contratado o escritório de advocacia mais renomado de Los Angeles. Todos os bens do casal agora eram dela.

Ainda assim, estava feliz, como nunca na vida, casado com a morena.
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Autor:
Drauzio Varela
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2410200922.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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