Gnose

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Gnose

Um dos estudos mais fascinantes dentro do Tarot é o que combina a Numerologia (Gematria), a análise do nome e as lâminas do Tarot. Esse estudo tem estreita relação com a Kabbalah e aponta para aspectos muito importantes na prática com o Tarot. Um trabalho que acho fascinante é a TABELA MEDIEVAL DE BONGO que tem relação com a Kabbalah. Vamos fazer um pequeno estudo de nosso nome, para saber qual é o seu Arcano Pessoal?
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Site:
http://www.taroterapia.com.br/arcano/cap.html
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Colaboração:
Mario Leal Filho -SãoPaulo-SP
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Átrio Mental

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Daniela Marchi escreveu:

O ‘AtrioMental’ surgiu de minha necessidade de veicular através da ‘web’ conteúdos mais instrutivos, coisas novas, curiosas, importantes para a mente e para o espírito. Gotas de cultura, tudo o que possa trazer à lume novas idéias e perspectivas. Como sou um ser humano tentando evoluir, talvez nem consiga tanto, mas já estarei satisfeita em fazer com que alguém leia algo que beneficie seu estado físico e/ou espiritual.

Quero ainda com o ‘Atrio’ distribuir bênçãos mas, sobretudo, trazer ‘um pouco de tudo’ que nos ensine mais do amor de Deus por nós seus filhos, não só em palavras, mas também em imagens.

É isso: que o ‘Atrio’ traga muitas e imensas bênçãos. Sejam todos abençoados imensamente.

Por favor, visitem, leiam, comentem. Com vocês irei aprender muito.

Que brilhem sempre suas almas. Daniela Marchi.

Blog: http://atriomental.blogspot.com/
E-mail: atriomental@gmail.com
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Amor, Imbatível Amor!

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Amor, imbatível Amor!

O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.
É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mas se agiganta, na razão que mais se doa.
Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.
Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.
É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.
Quando aparente – de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato – se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.
Quando real, estruturado e maduro – que espera, estimula, renova – não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais.
Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. (…) A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não dependência, não exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações de afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível. Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e paz.
Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado…
O amor não se apega, não sofre falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos.
O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na Sua condição de Amante não amado. Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco
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Colaboração:
Daniela Marchi – Araçatuba-SP
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A primeira causa

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A primeira causa

O propósito da ciência não é responder a todas as perguntas; sua missão é outra

Hoje, retorno a uma questão que parece boba, de tão simples. Mas talvez seja a mais complexa que podemos tentar responder. Tanto que, no meu livro “A Dança do Universo”, chamei-a de “A Pergunta”. Aí vai: como tudo começou?
O que complica as coisas é que pensamos sobre tudo como um encadeamento simples de causa e efeito: cada efeito tem uma causa que o precede.

Quando vemos uma bola de futebol voando, é porque alguém a chutou; se um carro passa na rua, é porque alguém está dirigindo; se a planta cresce, é porque consegue extrair nutrientes do solo e usar a luz solar como fonte de energia; se o Sol brilha, é porque em seu centro hidrogênio está sendo fundido em hélio, liberando quantidades enormes de energia; se o Sol existe, é porque uma nuvem de hidrogênio entrou em colapso há cerca de 4,6 bilhões de anos, atraída pela própria gravidade…
Se continuarmos nessa linha, terminamos, paradoxalmente, no começo de tudo, a origem do Universo. Se o Universo existe, “algo” o fez existir.

A primeira causa é o impulso inicial da criação. Assim ela tem sido vista desde que religiões começaram a tentar explicar o enigma da origem de tudo. No caso da religião, a estratégia funcionou bem: dado que deuses são entidades sobrenaturais, eles não vivem no tempo, tendo uma existência atemporal, eterna. Assim sendo, regras de causa e efeito, ou mesmo a mera aplicação do bom senso, não valem para divindades.

Uma vez que se aceita que algo pode existir fora do tempo e pode ter poderes absolutos que transcendem as leis da natureza, tudo é possível. Até a criação a partir do nada. No Gênese, Deus criou a luz e separou as águas da terra através do verbo. Segundo Santo Agostinho, que muito se preocupou com esse assunto, o tempo e o espaço surgiram com o mundo. Antes da criação, não havia o “antes”, pois o tempo não existia. Outras narrativas de criação do mundo resolvem a questão da primeira causa de forma semelhante, postulando a existência de entidades divinas e, portanto, alheias aos vínculos temporais que tanto nos limitam.

E a ciência? Será que é possível resolver a questão da primeira causa de modo científico? Esse é um debate ferrenho que, infelizmente, entrava o progresso cultural da humanidade. Remete-nos a “guerras” inúteis contrapondo ciência e religião, como se a ciência tivesse como função substituir a fé religiosa, uma grande distorção.

Se as pessoas acreditam que a ciência é capaz de responder a todas as perguntas, incluindo a questão da primeira causa, elas se sentem justamente ameaçadas: parece que a ciência tem como missão “roubar” Deus das pessoas. De forma alguma: ao contrário do que muitos dizem, não é essa a missão da ciência. A ciência não se propõe a responder a todas as perguntas. E por um motivo simples: nós nem sabemos que perguntas são essas. Dado que jamais teremos um conhecimento completo da realidade, jamais poderemos construir uma narrativa científica completa.

Sempre existirão questões não perguntadas e não respondidas; e mesmo questões que nada têm a ver com a ciência. A escolha do que fazemos com essa nossa ignorância perene é pessoal: existem aqueles que preferem optar por ter fé em entidades sobrenaturais e existem aqueles que, como eu, preferem aceitar a simplicidade do não-saber. Não ter todas as respostas é a pré-condição para o nosso crescimento. Nesse sentido, mesmo se a ciência não resolver o enigma da primeira causa -e existem obstáculos complicados que ficam para outro dia-, prefiro continuar tentando e aceitar que, por ser humano, minha visão de mundo tem limites.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2709200904.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Yom Kipur

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Joyce Pascowitch

Yom Kipur

Começa neste domingo (27set2009) o dia mais sagrado do ano para os judeus, o Yom Kipur. Dia de energia máxima, dia de acertar as contas, se limpar para recomeçar uma nova fase. Uma coisa curiosa? Na noite deste sábado, em muitas sinagogas da cidade, aconteceu a cerimônia de Kaparot. E o que vem a ser Kaparot? Vem a ser uma ‘limpeza” astral feita por meio de uma galinha, que os religiosos passam na cabeça da gente enquanto rezamos pedindo para que sejam afastadas todas as forças ruins. Alguém por acaso está achando alguma semelhança com uma cerimônia de candomblé? É… pode até ser semelhante. Longas filas se armam de homens e mulheres esperando seu momento de rezar – a gente lê num papel que distribuem na hora. Depois, as galinhas são sacrificadas e, até onde sei, doadas para instituições de caridade. Enfim, todas as datas especiais religiosas têm sua liturgia. Todas têm um por quê. Eu, de minha parte, gosto de seguir, tenho prazer. E mais: me sinto bem. Melhor ainda se puder convencer algum “desgarrado” a ir comigo rezar, orar ou simplesmente participar. E dividir toda essa energia.
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Comentário:
Paulo de Tarso disse:
cara Joyce
kaparot em hebraico significa expiação. é um costume de se matar um galo ou galinha, antes do yon kipur, como expiação vicária(no lugar de)um judeu ou judia.a ave é agitada e girada sobre a cabeça e deve se dizer:”isto é em substituição a mim, isso é em vez de mim, isto é minha expiação. este galo ou galinha irá morrer e eu irei para uma vida boa e longa e para a paz.mata-se a ave e dá-se aos pobres as entrenhas para os pássaros. como tudo no judaismo é muito simbólico.isto esta num livro bastante interessante chamado dicionário judaico de lendas e tradições. de aln unterman da jorge zahar editor. espero que goste da explicação att paulo de tarso
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Fonte:
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http://eujoyce.glamurama.uol.com.br/index.php/sem-categoria/canal-aberto/