Gnose

*

Gnose

Um dos estudos mais fascinantes dentro do Tarot é o que combina a Numerologia (Gematria), a análise do nome e as lâminas do Tarot. Esse estudo tem estreita relação com a Kabbalah e aponta para aspectos muito importantes na prática com o Tarot. Um trabalho que acho fascinante é a TABELA MEDIEVAL DE BONGO que tem relação com a Kabbalah. Vamos fazer um pequeno estudo de nosso nome, para saber qual é o seu Arcano Pessoal?
*
Site:
http://www.taroterapia.com.br/arcano/cap.html
*
Colaboração:
Mario Leal Filho -SãoPaulo-SP
*

Átrio Mental

*

Daniela Marchi escreveu:

O ‘AtrioMental’ surgiu de minha necessidade de veicular através da ‘web’ conteúdos mais instrutivos, coisas novas, curiosas, importantes para a mente e para o espírito. Gotas de cultura, tudo o que possa trazer à lume novas idéias e perspectivas. Como sou um ser humano tentando evoluir, talvez nem consiga tanto, mas já estarei satisfeita em fazer com que alguém leia algo que beneficie seu estado físico e/ou espiritual.

Quero ainda com o ‘Atrio’ distribuir bênçãos mas, sobretudo, trazer ‘um pouco de tudo’ que nos ensine mais do amor de Deus por nós seus filhos, não só em palavras, mas também em imagens.

É isso: que o ‘Atrio’ traga muitas e imensas bênçãos. Sejam todos abençoados imensamente.

Por favor, visitem, leiam, comentem. Com vocês irei aprender muito.

Que brilhem sempre suas almas. Daniela Marchi.

Blog: http://atriomental.blogspot.com/
E-mail: atriomental@gmail.com
*

Amor, Imbatível Amor!

*

Amor, imbatível Amor!

O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.
É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mas se agiganta, na razão que mais se doa.
Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.
Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.
É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.
Quando aparente – de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato – se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.
Quando real, estruturado e maduro – que espera, estimula, renova – não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais.
Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. (…) A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não dependência, não exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações de afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível. Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e paz.
Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado…
O amor não se apega, não sofre falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos.
O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na Sua condição de Amante não amado. Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco
*
Colaboração:
Daniela Marchi – Araçatuba-SP
*

A primeira causa

*

A primeira causa

O propósito da ciência não é responder a todas as perguntas; sua missão é outra

Hoje, retorno a uma questão que parece boba, de tão simples. Mas talvez seja a mais complexa que podemos tentar responder. Tanto que, no meu livro “A Dança do Universo”, chamei-a de “A Pergunta”. Aí vai: como tudo começou?
O que complica as coisas é que pensamos sobre tudo como um encadeamento simples de causa e efeito: cada efeito tem uma causa que o precede.

Quando vemos uma bola de futebol voando, é porque alguém a chutou; se um carro passa na rua, é porque alguém está dirigindo; se a planta cresce, é porque consegue extrair nutrientes do solo e usar a luz solar como fonte de energia; se o Sol brilha, é porque em seu centro hidrogênio está sendo fundido em hélio, liberando quantidades enormes de energia; se o Sol existe, é porque uma nuvem de hidrogênio entrou em colapso há cerca de 4,6 bilhões de anos, atraída pela própria gravidade…
Se continuarmos nessa linha, terminamos, paradoxalmente, no começo de tudo, a origem do Universo. Se o Universo existe, “algo” o fez existir.

A primeira causa é o impulso inicial da criação. Assim ela tem sido vista desde que religiões começaram a tentar explicar o enigma da origem de tudo. No caso da religião, a estratégia funcionou bem: dado que deuses são entidades sobrenaturais, eles não vivem no tempo, tendo uma existência atemporal, eterna. Assim sendo, regras de causa e efeito, ou mesmo a mera aplicação do bom senso, não valem para divindades.

Uma vez que se aceita que algo pode existir fora do tempo e pode ter poderes absolutos que transcendem as leis da natureza, tudo é possível. Até a criação a partir do nada. No Gênese, Deus criou a luz e separou as águas da terra através do verbo. Segundo Santo Agostinho, que muito se preocupou com esse assunto, o tempo e o espaço surgiram com o mundo. Antes da criação, não havia o “antes”, pois o tempo não existia. Outras narrativas de criação do mundo resolvem a questão da primeira causa de forma semelhante, postulando a existência de entidades divinas e, portanto, alheias aos vínculos temporais que tanto nos limitam.

E a ciência? Será que é possível resolver a questão da primeira causa de modo científico? Esse é um debate ferrenho que, infelizmente, entrava o progresso cultural da humanidade. Remete-nos a “guerras” inúteis contrapondo ciência e religião, como se a ciência tivesse como função substituir a fé religiosa, uma grande distorção.

Se as pessoas acreditam que a ciência é capaz de responder a todas as perguntas, incluindo a questão da primeira causa, elas se sentem justamente ameaçadas: parece que a ciência tem como missão “roubar” Deus das pessoas. De forma alguma: ao contrário do que muitos dizem, não é essa a missão da ciência. A ciência não se propõe a responder a todas as perguntas. E por um motivo simples: nós nem sabemos que perguntas são essas. Dado que jamais teremos um conhecimento completo da realidade, jamais poderemos construir uma narrativa científica completa.

Sempre existirão questões não perguntadas e não respondidas; e mesmo questões que nada têm a ver com a ciência. A escolha do que fazemos com essa nossa ignorância perene é pessoal: existem aqueles que preferem optar por ter fé em entidades sobrenaturais e existem aqueles que, como eu, preferem aceitar a simplicidade do não-saber. Não ter todas as respostas é a pré-condição para o nosso crescimento. Nesse sentido, mesmo se a ciência não resolver o enigma da primeira causa -e existem obstáculos complicados que ficam para outro dia-, prefiro continuar tentando e aceitar que, por ser humano, minha visão de mundo tem limites.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”
*
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2709200904.htm
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*

Yom Kipur

*

Joyce Pascowitch

Yom Kipur

Começa neste domingo (27set2009) o dia mais sagrado do ano para os judeus, o Yom Kipur. Dia de energia máxima, dia de acertar as contas, se limpar para recomeçar uma nova fase. Uma coisa curiosa? Na noite deste sábado, em muitas sinagogas da cidade, aconteceu a cerimônia de Kaparot. E o que vem a ser Kaparot? Vem a ser uma ‘limpeza” astral feita por meio de uma galinha, que os religiosos passam na cabeça da gente enquanto rezamos pedindo para que sejam afastadas todas as forças ruins. Alguém por acaso está achando alguma semelhança com uma cerimônia de candomblé? É… pode até ser semelhante. Longas filas se armam de homens e mulheres esperando seu momento de rezar – a gente lê num papel que distribuem na hora. Depois, as galinhas são sacrificadas e, até onde sei, doadas para instituições de caridade. Enfim, todas as datas especiais religiosas têm sua liturgia. Todas têm um por quê. Eu, de minha parte, gosto de seguir, tenho prazer. E mais: me sinto bem. Melhor ainda se puder convencer algum “desgarrado” a ir comigo rezar, orar ou simplesmente participar. E dividir toda essa energia.
*
Comentário:
Paulo de Tarso disse:
cara Joyce
kaparot em hebraico significa expiação. é um costume de se matar um galo ou galinha, antes do yon kipur, como expiação vicária(no lugar de)um judeu ou judia.a ave é agitada e girada sobre a cabeça e deve se dizer:”isto é em substituição a mim, isso é em vez de mim, isto é minha expiação. este galo ou galinha irá morrer e eu irei para uma vida boa e longa e para a paz.mata-se a ave e dá-se aos pobres as entrenhas para os pássaros. como tudo no judaismo é muito simbólico.isto esta num livro bastante interessante chamado dicionário judaico de lendas e tradições. de aln unterman da jorge zahar editor. espero que goste da explicação att paulo de tarso
*
Fonte:
*
http://eujoyce.glamurama.uol.com.br/index.php/sem-categoria/canal-aberto/

Doutrina Espírita

*

Resumo da Doutrina Espírita

Deus é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom. Criou o Universo, que abrange todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais. Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espírita, isto é, dos Espíritos. O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo. O mundo corporal é secundário; poderia deixar de existir, ou não ter jamais existido, sem que por isso se alterasse a essência do mundo espírita. Os Espíritos revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte lhes restitui a liberdade. Entre as diferentes espécies de seres corpóreo, Deus escolheu a espécie humana para a encarnação dos Espíritos que chegaram a certo grau de desenvolvimento, dando-lhe superioridade moral e intelectual sobre as outras. A alma é um Espírito encarnado, sendo o corpo apenas o seu envoltório. Há no homem três coisas: 1°, o corpo ou ser material análogo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital; 2°, a alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo; 3°, o laço que prende a alma ao corpo, princípio intermediário entre a matéria e o Espírito. Tem assim o homem duas naturezas: pelo corpo, participa da natureza dos animais, cujos instintos lhe são comuns; pela alma, participa da natureza dos Espíritos. O laço ou perispírito, que prende ao corpo o Espírito, é uma espécie de envoltório semimaterial. A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro. O Espírito conserva o segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, porém que pode tornar-se acidentalmente visível e mesmo tangível, como sucede no fenômeno das aparições. O Espírito não é, pois, um ser abstrato, indefinido, só possível de conceber-se pelo pensamento. É um ser real, circunscrito, que, em certos casos, se torna apreciável pela vista, pelo ouvido e pelo tato. Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade. Os da primeira ordem são os Espíritos superiores, que se distinguem dos outros pela sua perfeição, seus conhecimentos, sua proximidade de Deus, pela pureza de seus sentimentos e por seu amor do bem: são os anjos ou puros Espíritos. Os das outras classes se acham cada vez mais distanciados dessa perfeição, mostrando-se os das categorias inferiores, na sua maioria eivados das nossas paixões: o ódio, a inveja, o ciúme, o orgulho, etc. Comprazem-se no mal. Há também, entre os inferiores, os que não são nem muito bons nem muito mais, antes perturbadores e enredadores, do que perversos. A malícia e as inconseqüências parecem ser o que neles predomina. São os Espíritos estúrdios ou levianos. Os Espíritos não ocupam perpetuamente a mesma categoria. Todos se melhoram passando pelos diferentes graus da hierarquia espírita. Esta melhora se efetua por meio da encarnação, que é imposta a uns como expiação, a outros como missão. A vida material é uma prova que lhes cumpre sofrer repetidamente, até que hajam atingido a absoluta perfeição moral. Deixando o corpo, a alma volve ao mundo dos Espíritos, donde saíra, para passar por nova existência material, após um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual permanece em estado de Espírito errante. Tendo o Espírito que passar por muitas encarnações, segue-se que todos nós temos tido muitas existências e que teremos ainda outras, mais ou menos aperfeiçoadas, quer na Terra, quer em outros mundos. A encarnação dos Espíritos se dá sempre na espécie humana; seria erro acreditar-se que a alma ou Espírito possa encarnar no corpo de um animal. As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas e nunca regressivas; mas, a rapidez do seu progresso depende dos esforços que faça para chegar à perfeição. As qualidades da alma são as do Espírito que está encarnado em nós; assim, o homem de bem é a encarnação de um bom Espírito, o homem perverso a de um Espírito impuro. A alma possuía sua individualidade antes de encarnar; conserva-a depois de se haver separado do corpo. Na sua volta ao mundo dos Espíritos, encontra ela todos aqueles que conhecera na Terra, e todas as suas existências anteriores se lhe desenham na memória, com a lembrança de todo bem e de todo mal que fez. O Espírito encarnado se acha sob a influência da matéria; o homem que vence esta influência, pela elevação e depuração de sua alma, se aproxima dos bons Espíritos, em cuja companhia um dia estará. Aquele que se deixa dominar pelas más paixões, e põe todas as suas alegrias na satisfação dos apetites grosseiros, se aproxima dos Espíritos impuros, dando preponderância à sua natureza animal. Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo. Os não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita; estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e acotovelando-nos de contínuo. É toda uma população invisível, a mover-se em torno de nós. Os Espíritos exercem incessante ação sobre o mundo moral e mesmo sobre o mundo físico. Atuam sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das potências da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos até então inexplicados ou mal explicados e que não encontram explicação racional senão no Espiritismo. As relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os maus nos impelem para o mal: é-lhes um gozo ver-nos e assemelhar-nos a eles. As comunicações dos Espíritos com os homens são ocultas ou ostensivas. As ocultas se verificam pela influência boa ou má que exercem sobre nós, à nossa revelia. Cabe ao nosso juízo discernir as boas das más inspirações. As comunicações ostensivas se dão por meio da escrita, da palavra ou de outras manifestações materiais, quase sempre pelos médiuns que lhes servem de instrumentos. Os Espíritos se manifestam espontaneamente ou mediante evocação. Podem evocar-se todos os Espíritos: os que animaram homens obscuros, como os das personagens mais ilustres, seja qual for a época em que tenham vivido; os de nossos parentes, amigos, ou inimigos, e obter-se deles, por comunicações escritas ou verbais, conselhos, informações sobre a situação em que se encontram no Além, sobre o que pensam a nosso respeito, assim como as revelações que lhes sejam permitidas fazer-nos. Os Espíritos são atraídos na razão da simpatia que lhes inspire a natureza moral do meio que os evoca. Os Espíritos superiores se comprazem nas reuniões sérias, onde predominam o amor do bem e o desejo sincero, por parte dos que as compõem, de se instruírem e melhorarem. A presença deles afasta os Espíritos inferiores que, inversamente, encontram livre acesso e podem obrar com toda a liberdade entre pessoas frívolas ou impelidas unicamente pela curiosidade e onde quer que existam maus instintos. Longe de se obterem bons conselhos, ou informações úteis, deles só se devem esperar futilidades, mentiras, gracejos de mau gosto, ou mistificações, pois que muitas vezes tomam nomes venerados, a fim de melhor induzirem ao erro. Distinguir os bons dos maus Espíritos é extremamente fácil. Os Espíritos superiores usam constantemente de linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade, escoimada de qualquer paixão inferior; a mais pura sabedoria lhes transparece dos conselhos, que objetivam sempre o nosso melhoramento e o bem da Humanidade. A dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, amiúde trivi
al e até grosseira. Se, por vezes, dizem alguma coisa boa e verdadeira, muito mais vezes dizem falsidades e absurdos, por malícia ou ignorância. Zombam da credulidade dos homens e se divertem à custa dos que os interrogam, lisonjeando-lhes a vaidade, alimentando-lhes os desejos com falazes esperanças. Em resumo, as comunicações sérias, na mais ampla acepção do termo, só são dadas nos centros sérios, onde intima comunhão de pensamentos, tendo em vista o bem. A moral dos Espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Fazer aos outros o que quereríamos que os outros nos fizessem, isto é, fazer o bem e não o mal. Neste princípio encontra o homem uma regra universal de proceder, mesmo para as suas menores ações. Ensinam-nos que o egoísmo, o orgulho, a sensualidade são paixões que nos aproximam da natureza animal, prendendo-nos à matéria; que o homem que, já neste mundo, se desliga da matéria, desprezando as futilidades mundanas e amando o próximo, se avizinha da natureza espiritual; que cada um deve tornar-se útil, de acordo com as faculdades e os meios que Deus lhe pôs nas mãos para experimentá-lo; que o Forte e o Poderoso devem amparo e proteção ao Fraco, porquanto transgride a Lei de Deus aquele que abusa da força e do poder para oprimir o seu semelhante. Ensinam, finalmente, que, no mundo dos Espíritos, nada podendo estar oculto, o hipócrita será desmascarado e patenteadas todas as suas torpezas, que a presença inevitável, e de todos os instantes, daqueles para com quem houvermos procedido mal constitui um dos castigos que nos estão reservados; que ao estado de inferioridade e superioridade dos Espíritos correspondem penas e gozos desconhecidos na Terra. Mas, ensinam também não haver faltas irremissíveis, que a expiação não possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes existências que lhe permitem avançar, conformemente aos seus desejos e esforços, na senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final. Este o resumo da Doutrina Espírita, como resulta dos ensinamentos dados pelos Espíritos superiores.Allan Kardec. Da obra: O Livro dos Espíritos. 76 edição. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br. Federação Espírita Brasileira. 1995.
POSTADO POR CE. AMOR EM GOTAS ÀS QUARTA-FEIRA, SETEMBRO 09, 2009
*
Fonte:
http://ceamoremgotas.blogspot.com/
*

Mensagem aos Espíritas

*

Mensagem aos Espíritas

Assunto: Preservação dos Princípios Doutrinários na Prática Espírita “É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios.” Bezerra de Menezes (Mensagem “Unificação”, psicografia de Francisco Cândido Xavier – Reformador, agosto 2001) * Considerando que as idéias espíritas, tais como reencarnação, imortalidade, comunicação com os Espíritos e vida após a morte, têm sido alvo de interesse geral, propiciando à mídia a divulgação de filmes, teatro, livros e notícias de fatos ocorridos, que mostram, cada vez mais, a certeza dessas verdades que a Doutrina Espírita revela há 150 anos; * Considerando que essa promoção é perfeitamente compatível com os propósitos do Movimento Espírita que é o de colocar ao alcance e a serviços de todos a mensagem consoladora e esclarecedora da Doutrina Espírita, dando sentido à vida e trazendo respostas às inquietações de muitos seres humanos com tendência ao suicídio, à violência, ao uso das drogas e à desagregação familiar; * Considerando que, com a divulgação feita pela mídia, independentemente da ação do Movimento Espírita, é natural que um número cada vez maior de pessoas procure os núcleos espíritas, interessado em aprofundar-se no conhecimento dos ensinos doutrinários e em receber a assistência, o esclarecimento e a orientação de que necessita, bem como preparar-se para o trabalho voluntário, na assistência e promoção social, no atendimento aos que necessitam de amparo espiritual e em outras atividades; * Considerando que esta circunstância oferece ao trabalhador espírita a oportunidade de intensificar o desenvolvimento de suas tarefas voltadas ao estudo, à difusão e à prática do Espiritismo, consciente de que a convicção do ser humano quanto à sua condição de Espírito imortal é fundamental para ajudá-lo a atravessar esta fase de transição em que nos encontramos, quando se prepara a Humanidade para ascender à condição de mundo de regeneração; * Considerando que o Centro Espírita continua a ser o núcleo básico da difusão espírita, propiciando espaço para todas as atividades de atendimento e de estudo aos interessados em receber os benefícios da Doutrina Espírita, tal como foi revelada pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec e nas obras que, seguindo suas diretrizes, lhe são complementares e subsidiárias, O CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL, EM SUA REUNIÃO DE 10 A 12 DE NOVEMBRO DE 2006, RECOMENDA: 1 – que os dirigentes e trabalhadores espíritas intensifiquem os seus esforços no sentido de colocar a Doutrina Espírita ao alcance e a serviços de todos os homens, divulgando os seus ensinos com o propósito de esclarecer fraternalmente, sem impor e sem pretender converter a quem quer que seja; 2 – que procuremos aprimorar, ampliar e multiplicar os núcleos espíritas, utilizando toda a sua potencialidade no atendimento às necessidades de assistência, de conhecimento, de estudo e de orientação que s seres humanos apresentam; 3 – que no desenvolvimento da tarefa de estudo, difusão e prática da Doutrina Espírita: 3.1 – estudemos constantemente a Doutrina Espírita, não só para o nosso próprio aprimoramento, como também, para manter o trabalho doutrinário dentro dos princípios espíritas, sem as influências nocivas de interpretações pessoais distorcidas; 3.2 – trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, impondo silêncio aos nossos ciúmes e às nossas discórdias, para não prejudicar e nem retardar a execução do trabalho, em qualquer área de atividade em que nos encontremos; 3.3 – mantenhamos o Espiritismo com a pureza doutrinária própria do Cristianismo nascente, sem incorporar à sua prática qualquer forma de ritual, de sacramento ou de idolatria, incompatível com os seus princípios. É lícito, justo e conveniente orarmos em benefício de alguém que nasce, de um casal que assume compromissos matrimoniais ou de alguém que retorna à vida espiritual. Não é lícito, todavia, sacramentarmos esses gestos, chamando-os de “batizado espírita”, “casamento espírita” ou “funeral espírita”, mesmo quando se apresentam sob aparente legalidade. As instituições que se classificam como espíritas, têm o dever decorrente de pautar a sua prática dentro dos princípios contidos nas obras básicas de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita, e tem o direito constitucional de preservar a sua autonomia e liberdade de ação na execução desses princípios. O Espiritismo não tem sacerdotes e nas atividades verdadeiramente espíritas a ninguém é dado o direito de consagrar atos ou fazer concessões, seja em nome de Deus, de Jesus, dos Espíritos Superiores ou da própria Doutrina Espírita; 3.4 – colaboremos com os órgãos públicos e com a sociedade em geral, em todas as suas ações marcadas pelos propósitos de solidariedade e de fraternidade, visando a assistência e a promoção material, social e espiritual do ser humano, preservando e praticando, todavia, a integridade dos princípios e objetivos doutrinários espíritas que caracterizam a instituição; 3.5 – relacionemo-nos com os representantes e seguidores de todos os segmentos religiosos, procurando construir a base de um convívio salutar, marcado pelo respeito recíproco e pela fraternidade, base fundamental para a construção de uma sociedade em que a multiplicidade de convicções sociais, filosóficas ou religiosas não seja impedimento para a coexistência fraterna. Com isto estaremos vivenciando e preservando plenamente os princípios da Doutrina Espírita. CFN – Brasília, 12 de novembro de 2006.
*
Fonte:
http://luzqueesclareceanossavida.blogspot.com/
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*

Preconceitos

*

PRECONCEITOS

Todo preconceito é um erro de visão. É uma distorção visual com relação ao mundo.
Não existe ninguém igual a outro, cada um de nós é único e diferente das demais pessoas. Essa diferença e singularidade vão-se manifestar na cor da pele, no tipo físico, na condição social, na escolha religiosa, na opção sexual, na nacionalidade, etc.

Esse é um lado da questão. Existe outro. Embora desiguais, somos profundamente semelhantes aos outros. Pelo fato de sermos gente e pertencermos à família humana, no essencial nos assemelhamos.

O branco não é o contrário do preto, assim como mulher não é o contrário do homem.
As pequenas diferenças entre os seres não nos dão o direito de colocá-los em campos opostos, como inimigos e competidores.

O preconceito é fruto de focarmos exageradamente as diferenças, esquecendo-nos da semelhança humana que nos faz partícipes da mesma festa da vida. Antes que negro, que mulher, que homossexual, que rico, que jovem, que mulçumano, somos gente.

Há dois erros lógicos na postura preconceituosa.

Primeiro, enfatizamos o secundário, o periférico em detrimento do essencial. Por que enxergar a Maria Alice e defini-la como “preta” se, no essencial, ela possui um corpo com mesma beleza e funções de qualquer ser humano?

Outro erro na maneira de pensar preconceituosamente é a generalização. Situamos o outro dentro de uma classe ou categoria(pré concebemos uma suposta personalidade) e perdemos contato com aquela pessoa específica. Assim não nos relacionamos com Maria, Vicente, Jacó e Pedro, mas com o velho, o judeu, o estrangeiro, o pobre ou o rico, e ao generalizarmos, atribuímos àquelas pessoas todas as características que fantasiamos a respeito de sua categoria: “todos os homens são iguais”, “todos os velhos são bons”, “ os brasileiros são criativos”, “os mulçumanos são terroristas”, “os políticos são desonestos”.

A discriminação de uma raça, da mulher, do homossexual ou qualquer outra serve a um propósito: Compensar o sentimento de inferioridade daquele que discrimina. Para nos sentirmos superiores, elegemos no outro uma diferença que, na nossa maneira míope de enxergar, o coloca em situação inferior a nós.

Elevado ao extremo, nosso ímpeto dominador e arrogante face aos “inferiores” nos conduz à hostilidade, e até à tentativa de destruir o outro na sua diferença secundária.

Historicamente, temos um exemplo disso nas suas piores conseqüências. Hittler, do alto de sua inferioridade, exterminou milhões de judeus.

Todo preconceito é insano e cruel e é a negação do amor na relação com o outro.
A diferença é bonita, ela institui o direito de cada pessoa ser ela mesma.

A diversidade enriquece a vida e amplia o mundo.

Admiramos a quantidade de flores diferentes, de distintos animais e não conseguimos ter o mesmo olhar para a grande maravilha da natureza: O SER HUMANO.

Sonhamos com um mundo padronizado, onde todas as pessoas devam ser feitas à nossa imagem e semelhança. Tememos o diferente, o estranho, o esquisito, o “anormal”.

E como o preconceito é cultural, até mesmo as pessoas objeto da discriminação também internalizaram o preconceito.

A sensação de superioridade ou de inferioridade é mental. É fruto de uma comparação. Se cada pessoa é única, completa em si mesma, como pode haver superiores e inferiores?

Contemplar a semelhança humana, admirando as diferenças individuais é a única forma de nos aproximarmos uns dos outros e de nos encaminharmos para o amor, o afeto e o respeito.

Preconceito é uma doença emocional provocada por uma forma inadequada de ver o outro.
Texto de Antônio Roberto

Lar do Caminho, um Grupo Espírita no Alto da Serra
Grupo de Estudo do Comporatanto Homano
Responsável:
Sergio R. Goldstein
*

Estresse e Hipertensão Arterial

*

Estresse e Hipertensão Arterial

Tenho a satisfação de anunciar o lançamento de meu novo livro “Estresse e Hipertensão Arterial”, o primeiro volume da coleção “Harmonizando o Espírito – Exercícios Terapêuticos”.

Esta coleção procura associar os conhecimentos que a medicina, a psico-neuro-endocrino-imunologia e outras ciências conhecidas nos apresentam com as informações que a doutrina espírita nos transmite, possibilitando melhores oportunidades para conquistarmos maior equilíbrio espiritual.

Escrito numa linguagem acessível, de forma a ser compreendido por qualquer pessoa, o objetivo desta coleção é fornecer um maior entendimento em relação a determinados quadros clínicos, sob enfoque físico e espiritual, bem como colaborar para um melhor controle dos mesmos, através da prática de exercícios de respiração, relaxamento e meditação orientados através de um CD que acompanha o livro. Os exercícios foram idealizados para auxiliar no tratamento médico dos problemas abordados.

O livro, editado pela Editora Francisco Spinelli, ligada a Federação Espírita do Rio Grande do Sul (FERGS), já se encontra a disposição das pessoas interessadas na Livraria Cultura (www.livrariacultura.com.br), Livrarias Curitiba (www.livrariascuritiba.com.br), e Livraria do Centro Espírita Leon Denis no Rio de Janeiro. As livrarias espíritas poderão entrar em contato com a FERGS que está realizando a distribuição do livro para todo o Brasil.

Agradeço a sua atenção. Um abraço fraterno.
José Carlos Pereira Jotz
*