Contrastes

*

Contrastes

Existem contrastes exprimindo desigualdades.

Muitas criaturas encarnadas querem fugir da vida humana; contudo, as filas da reencarnação congregam milhares de candidatos ansiosos pelo renascimento…

Legiões de trabalhadores se esquivam do trabalho, no entanto, sempre há multidões de desempregados…

Numerosos alunos negligenciam os estudos; todavia, inúmeros jovens não têm qualquer oportunidade de acesso às casas de instrução, embora o desejem ardentemente…

***************

Existem contrastes tecendo contradições.

Tudo prova a presença do Criador no Universo; todavia, mentes recheadas de conhecimento não creem na Realidade Divina…

Todos podemos dar algo em favor do próximo; no entanto, muitos possuem em abundância e nada oferecem a ninguém…

Temos a apologia da paz onipresente; contudo, extensa maioria forja a guerra dentro de sí mesmo…

Existem contrastes gravando ensinamentos.

Há direitos idênticos e deveres semelhantes; contudo, há vontade diferentes, experiências diversas e méritos desiguais…

A caridade mais oculta aos homens é, no entanto, a mais conhecida por Deus…

A vida humana constitui cópia imperfeita da Vida Espiritual; todavia, a perfeição das Grandes Almas Desencarnadas da Terra foi adquirida no solo rude do Planeta…

Autoria: Espírito André Luiz
Obra: O Espírito da Verdade
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*
Colaboração:
Fernando Gomes de Souza
*

O eu no cérebro

*

O eu no cérebro

———————————————–
Quem já tentou meditar sabe o quanto é difícil “calar a mente”
———————————————–

Nosso cérebro, tal qual o de tantos outros animais, exerce funções bem corriqueiras, como a de manter o funcionamento do corpo, as batidas cardíacas, a digestão, e a respiração, atividades que não precisam de concentração para serem feitas. Podemos dizer que são executadas pela parte do cérebro que trabalha como uma espécie de piloto automático, o “cruise control” da mente.

No caso de cérebros humanos, de longe os mais sofisticados do reino animal, uma outra função essencial é exercida: o senso de individualidade, de você saber quem você é, de como você se encaixa na sociedade e no mundo. Os cientistas estão aprendendo cada vez mais sobre como o cérebro humano mantêm o senso individual de ser ele mesmo -um senso misterioso desde os primórdios da humanidade, às vezes chamado de alma.

Neurocientistas estudam corriqueiramente a atividade cerebral, com a ajuda de instrumentos sofisticados como a PET (tomografia por emissão de pósitrons) e a fMRI (imagem por ressonância magnética funcional), que medem o fluxo sanguíneo: quanto maior o número de neurônios ativos, mais oxigenação é necessária e maior é o sinal registrado.

O que surpreendeu os cientistas foi o nível de atividade quando os cérebros dos pacientes estavam em “repouso”, ou seja, quando não estavam focados em alguma tarefa explícita, como fazer um cálculo, escrever ou ouvir música. É nesses momentos que temos nossos devaneios diurnos, quando o pensamento parece ir à deriva, comandado por si mesmo.

Quem já tentou meditar sabe o quanto é difícil “calar a mente”, acalmar a atividade incessante do cérebro.

Esse estado, uma espécie de modo de atividade cerebral de fundo (ACF, para simplificar) (do inglês “default mode network”), parece ter características semelhantes em todos os indivíduos saudáveis, mesmo que individualmente existam diferenças.

O foco de ação ocorre principalmente na região divisória entre os dois hemisférios cerebrais e no córtex frontal e posterior. O interessante é que, quando o indivíduo exerce uma atividade intelectual, como memorizar uma lista de palavras, essa atividade de fundo diminui. Mas, quando o indivíduo relembra memórias pessoais, ou tenta decidir entre escolhas alternativas de procedimento, o nível de ACF aumenta acima dos valores em repouso. Juntas, as regiões de córtex frontal e posterior, engajadas em manter a ACF, parecem criar o nosso senso de quem somos, de como nos colocamos no mundo e de como procedemos como indivíduos diante de diversos desafios e escolhas alternativas. Possivelmente, esse modo de funcionamento representa o centro de operações da mente humana.

Neurocientistas vêm investigando conexões entre a ACF e patologias psiquiátricas, da esquizofrenia à síndrome de estresse pós-traumático. Em um estudo com 115 esquizofrênicos e 130 pessoas saudáveis, realizado por Vince Calhoun e seus colaboradores da Universidade do Novo México, alguns dos processos relativos à ACF jamais “desligavam”, dificultando que eles conseguissem se concentrar em tarefas comuns.

Outro estudo, com mulheres que sofreram traumas na infância, indicou falhas na conectividade entre os vários subprocessos da ACF. É sabido que pacientes com esse tipo de síndrome traumática podem perder o senso de identidade por um certo período de tempo. Aparentemente, a ACF vai criando ligações e desconectando outras conforme a criança vai crescendo. Nosso senso de quem somos vai mudando até a idade adulta, quando fica mais rígido. Ao menos para a maioria das pessoas.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro “A Harmonia do Mundo”
*
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe3008200904.htm
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*

Indulgência

*

Indulgência

A luz da Alegria dever ser o facho continuamente aceso na atmosfera da experiência.

Circunstâncias diversas e principalmente as da indisciplina podem alterar o clima de paz, em redor de nós, e dentre elas se destaca a palavra impensada, como forja de incompreensão, a instalar entrechoques.

Dai o nosso dever básico de vigiar a nós mesmos na conversação, ampliando os recursos de entendimento nos ouvidos alheios.

Sejamos inteligentes.
Se erramos, roguemos perdão.
Se outros erram, perdoemos.

O mal que desejarmos para alguém, hoje, suscitará o mal para nós, amanhã.

A mágoa não tem razão justa e o perdão anula os problemas, diminundo complicações e perdas de tempo.

É assim que a espontaneidade no bem estabelece a caridade real.
Quem não reconhece as próprias imperfeições demonstra incoerência em si mesmo.

Quem perdoa, desconhece o remorso.
Ódio é fogo invisível na consciência.
O erro, por isso, não pede aversão, mas, entendimento.

Erro nosso, requer a bondade alheia;erro de outrem,reclama a nossa clemência.

A Humanidade dispensa quem a censure, mas necessita de quem a estime.

E, ante o erro, debalde se multiplicam justificações e razões.

Antes de tudo, é preciso restaurar o trabalho em andamento, porque o retorno à tarefa é a consequência inevitável de toda fuga do dever.

Quanto mais conhecemos a nós mesmos, mais amplo em nós o imperativo de perdoar.

Aprendamos com o Evangelho, a fonte inexaurível da Verdade.

Você, amostra da Grande Prole de Deus, carece do amparo de todos e todos lhe solicitam amparo.

Saiba, pois, refletir o mundo em torno, recordando que se o espelho,inerte e frio,retrata todos os aspectos dignos e indígnos à sua volta, o pintor, consciente e respeitável, buscando criar atividade superior,somente exterioriza na pureza da tela os ângulos nobres e construtivos da vida.

Espírito André Luiz
*
Colaboração:
Fernando Gomes de Souza
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*

Dalai Lama e Leonardo Boff

*

Dalai Lama e Leonardo Boff

Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.

Leonardo Boff explica:

“No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga:
– “Santidade, qual é a melhor religião?”

Esperava que ele dissesse:
“É o budismo tibetano” ou “São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo.”

O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos
– o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia
contida na pergunta – e afirmou:
“A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito”.
É aquela que te faz melhor.”
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
– “O que me faz melhor?”
Respondeu ele:
-“Aquilo que te faz mais compassivo” (e aí senti a ressonância tibetana, budista,
taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado,
mais amoroso, mais humanitário, mais responsável… Mais ético…
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião…”

Calei, maravilhado, e até os dias de hoje
estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável…
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião.
O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo…

Lembremos:
“O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos”.
A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas. Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se ajo com o mal, receberei o mal.
Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade:
“terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros”.
Para muitos, ser feliz não é questão de destino. É de escolha.
*
Colaboração:
Telma Canettieri Ferrari
Pindamonhangaba-SP
*

Perdão

*

PERDOA AS NOSSAS OFENSAS

“E perdoa-nos as nossas ofensas, assim como nós temos perdoado a quem nos tem ofendido” (Mateus 6:12). Perdoar, o espinho na carne de muita gente. São muitos os que não conseguem livrar-se desse espinho, e sofrem com os males provocados pela incapacidade de perdoar, apesar de repetirem essa oração, mas sem liberarem o perdão.

Perdoar significa “dar completamente”, “abrir dentro de si”, “dar o próprio eu a outrem”, “liberar”. Em vez de sacrificar o ofensor a seu ódio, a seu rancor ou mágoa, o perdoador imola-se a si mesmo, abrindo assim, de par em par, as portas da alma ao influxo das torrentes divinas.

Quem ofende, pede perdão; quem é ofendido, perdoa. E não precisa esperar que o ofensor lhe peça perdão. Jesus, na cruz do Calvário, não esperou que os que o crucificaram lhe pedissem perdão. Antes, rogou ao Pai: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.

Se alguém guarda dentro de si sentimentos de rancor, ódio ou mágoa, e não perdoa a quem lhe ofendeu, conserva dentro de si as impurezas desses sentimentos. Essas impurezas podem acarretar o surgimento de enfermidades e, pior, deixa a pessoa afastada da comunhão com Deus.

Philip Yancey, em seu livro MARAVILHOSA GRAÇA, cita um pensamento de George Herbert, que diz: “Aquele que não pode perdoar, destrói a ponte sobre a qual ele mesmo tem de passar”.O perdão quebra as cadeias do ódio e do ressentimento, cicatriza as feridas deixadas pela mágoa, traz paz ao coração.

Perdoar é um gesto de amor, de nobreza, de temor a Deus, de espiritualidade; pedir perdão é um gesto de humildade, de arrependimento, de consciência espiritual de quem quebrou um estado harmônico que necessita ser restabelecido pelo perdão.
Não perdoar e não pedir perdão são atitudes de soberba, orgulho, frutos do homem não-espiritual.

Então, devemos pensar bem ao orarmos o Pai Nosso. Que não seja uma oração mecânica, mas possamos refletir bem sobre a profundidade da expressão “assim como nós temos perdoado aos nossos ofensores”. Será que temos, realmente, liberado perdão aos nossos ofensores ?

Agora, devemos perdoar totalmente, em nosso íntimo, e não apenas verbalmente. Há pessoas que dizem: “Eu perdôo, mas não esqueço o que ele fez”, ou, “Perdôo tudo, menos isto”.

Não podemos, ao perdoar, deixar resquícios ou raiz de amargura, de ódio ou ressentimento dentro de nós. Deus, quando nos perdoa, apaga todas as nossas transgressões:
“Eu, eu mesmo, sou o que apaga as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados já não me lembro” (Isaías 43:25)

Quando, em nossa oração, pedirmos ao Pai que nos perdoe assim como perdoamos aos nossos ofensores, lembremo-nos, também, que Jesus, ao ensinar essa oração, acrescentou: “…se, porém, não perdoardes os homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”.

Vale lembrar que errar é humano; perdoar é divino. Diz Huberto Rohden que “para a negatividade da ofensa feita deve ser liberada a positividade do amor. O positivo do amor, expresso no ato de perdoar, anulará o negativo da ofensa de seu irmão. “

“Aquele que recebe a ofensa e não perdoa, é como a água, que é alérgica às impurezas do ambiente e é por elas contaminada. Já aquele que perdoa, é como luz, que é absolutamente incontaminável pelo ambiente; não existe luz impura; ela é pura no meio do ambiente impuro. A imunidade da luz é absoluta, ao passo que a imunidade da água é relativa”.

Experimente perdoar aqueles que lhe ofenderam, e sinta a paz que reinará em seu coração quando, ao orar o Pai Nosso, disser ao Senhor: “…assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

Passe esta mensagem adiante; você pode estar ajudando alguém a quebrar as algemas do ódio, do rancor, da mágoa, da amargura; a restabelecer uma amizade, a plantar sementes de amor e a propagar o Evangelho; a tornar este mundo menos poluído e mais saudável.
*
Autoria desconhecida
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*
Colaboração:
Daniela Marchi
Araçatuba-SP
*

Respeito à Vida Humana

*

Respeito à Vida Humana

A Federação Espírita Brasileira convida a todos os espíritas e simpatizantes para participar de mais um passo rumo ao respeito à vida humana, desde a concepção: a 3ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida.

Como parte central da programação, a 3ª Marcha, que este ano faz parte do Projeto Cultura, Cidadania e Vida, ocorrerá no dia 30 de agosto com Concentração no Eixão Sul, altura da 208, a partir das 15h, em Brasília (DF). O encerramento deste grande evento contará com um show com a cantora Elba Ramalho, aberto ao público, com entrada franca.

Do projeto Cultura, Cidadania e Vida constam ainda: show com o Grupo Arte Nascente no dia 28 de agosto na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, às 19h, lançamento da Exposição pela Vida pela Paz, com obras de arte doadas por renomados artistas do Distrito Federal, oficina de trabalho sobre o tema “A contribuição das artes para a promoção da defesa da vida e da cultura da paz”.

A FEB defende o respeito à vida desde a fecundação e o Movimento Brasil Sem Aborto!

Informações sobre a Marcha pelo telefone (61) 3345-0221, correio eletrônico pelavidapelapaz@gmail.com ou na página http://www.brasilsemaborto.com.br
Assessoria de Comunicação da FEB: imprensa@febnet.org.br; fone (61) 2101-6175.
*

Curso de Formatação Eletrônica

*

Curso de Formatação Eletrônica e
Normatização de Trabalhos Acadêmicos

Saiba usar os melhores recursos
do MS Word em seu trabalhos

Criar modelos pré-formatados para serem utilizados várias vezes.
Criação de sumários dinâmicos, onde o aplicativo altera sozinho o número das páginas e títulos.
Personalizar os comandos.
Utilizar estilos.
Aprenda a formatar seu próprio TCC, Monografia, Dissertação ou Tese no curso.
E muitos outros recursos.

Carga Horária: 40 horas
Dias: Segunda, Quarta e Sexta
Horário: 16h30 às 18h30
MATERIAL DIDÁTICO INCLUSO
CURSO 100% PRÁTICO
MINISTRADO NO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
1 MÊS DE CURSO APENAS

Faça sua inscrição na Secretaria de Extensão
Seg. à Sex. das 8h às 12h e das 17h às 21h

Prof. Ms. Wisley Francisco Aguiar
Faculdade Católica de Uberlândia-MG
(34) 3236-0336
*

Gabriela, Parabéns!

*

Gabriela,
Bom Dia!
Seja Abençoada!
Muita Saúde para você e os seus pais!
*
Querida Neta Espiritual,
Ontem 12,
Hoje 13,
Amanhã 14…
E, assim vamos construindo nossa História… Única, unívoca!
No seu aniversário quero te fazer um pedido:
De hoje em diante, ao escrever no seu Diário Pessoal, sempre que você for grafar o nome de uma pessoa, anteceda com o desenho de um Coraçãozinho.
Motivo: Todas as pessoas e Todos os Corações são muito delicados.
Gabriela, tenha certeza que ao desenhar um Coraçãozinho antes de cada nome, você estará massageando-o… para a eternidade.
*
Gabriela, que Jesus, o Cristo, o Mestre dos Mestres, mantenha sua Luz Bendita projetada sobre o seu Ser.
Feliz Aniversário nas Esferas mais Altas da Espirutalidade Maior.
Todos estão Celebrando!
*
Fraternalmente,
Vô Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
*

O Diamante

*

O Diamante

Um velho sábio hindu chegou aos arredores de certa aldeia e aí sentou-se para dormir debaixo de uma árvore.

Chega correndo, então, um habitante daquela aldeia e diz, quase sem fôlego:

– Aquela pedra! Eu quero aquela pedra.

– Mas que pedra? Pergunta-lhe o Hindu.

– Ontem à noite eu vi meu Senhor Shiva e, num sonho, ele disse que eu viesse aos arredores da cidade, ao pôr-do-sol; aí devia estar o Hindu que me daria uma pedra muito grande e preciosa que me faria rico para sempre.

Então, o Hindu mexeu na sua trouxa e tirou a pedra e foi dizendo:

– Provavelmente é desta que ele lhe falou; encontrei-a num trilho da floresta, alguns dias atrás; podes levá-la! E assim falando, ofereceu-lhe a pedra.

O homem olhou maravilhado para a pedra.
Era um diamante e, talvez, o maior jamais visto no mundo. Pegou, pois, o diamante e foi-se embora. Mas, quando veio a noite, ele virava de um lado para o outro em sua cama sem conseguir dormir.

Então, rompendo o dia, foi ver novamente o Hindu e o despertou dizendo:

Eu quero que me dê essa riqueza que lhe tornou possível desfazer-se de  um diamante tão grande assim tão facilmente!

E você já aprendeu a desfazer-se de alguns diamantes seus assim tão facilmente….?
*
Autoria:
Aylla Harard
Guaratinguetá-SP
*
Colaboração:
Maria Christina Camargo Leal
Pindamonhangaba-SP
*

Tecnologia do Abraço

*

A TECNOLOGIA MINEIRA DO ABRAÇO

O matuto falava tão calmamente,
que parecia medir, analisar e meditar
sobre cada palavra que dizia…

“É …
das invenção dos hómi, a que mais tem sintido é o abraço.”

O abraço num tem jeito dum só apruveitá!

Tudo quanto é gente, no abraço, participa duma beradinha…

Quandu ocê ta danado de sordade,
o abraço de arguém ti alivia…

Quandu ocê ta danado de reiva,
vem um, te abraça e ocê fica até sem graça de continuá cum reiva…

Si ocê ta filiz e abraça arguém, esse arguém pega um poquim de sua alegria…

Si arguém ta duente, quandu ocê abraça ele, ele começa a miorá,i ocê miora junto tamém…

Muita gente importante e letrado
já tentô dá um jeito de sabê pruquê quié qui o abraço tem tanta tequilonogia,
mas ninguém inda discubriu…

Mas, iêu sei…
Foi o isprito santo de Deus qui mi contô…
I êu vô conta proceis uqui foi qui ele mi falô:

O abraço é bão prucausa do Coração…

Quandu ocê abraça arguém, fais massage no coração!…

I o coração do ôtro é massagiado tamém!

Mas num é só isso, não…

Aqui ta a chave do maior segredo de tudo:

É qui, quandu abraçamo arguém, nóis fiquemo tudo é com dois coração no peito!…

(autor desconhecido)
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*