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Muito obrigado.
Seja Abençoado.
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
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Presente da Gigi

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Gigi e Sarinha,
Sejam Abençoadas!
Tô Feliz!
Muito obrigado pelo lindo presente!
Começarei a leitura ainda hoje!!!
1 beijo pra cada uma.
Paivô
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A Vontade de Deus

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Como saber a vontade de Deus para minha vida?

Nas últimas semanas, através de vários e-mails, foi-me proposta a pergunta acima. Por entender ser esta uma angústia de muita gente, resolvi transformar minha tentativa de resposta num texto público.

A vontade geral de Deus está exaustivamente registrada nas escrituras. Não mate, não adultere, não cobice, não seja idólatra, não minta, não roube, não se prostitua. Caminhando mais, aprofundando o fato de que Deus prefere obediência no lugar do sacrifício, a vontade dEle nos desafia a amar, a Ele e ao próximo, com toda alma, coração e entendimento. Um mundo que assim vivesse, sem dúvida, viveria melhor.

Mas penso que a pergunta que me foi feita anseia por respostas pessoais, específicas. Quem perguntou deve desejar saber a resposta sobre a vontade de Deus para sua vida particular. Então, aqui vai a minha resposta, da forma mais direta e honesta que posso expor: não sei! Já perdi a conta do número de vezes que me fiz esta pergunta entre lágrimas, dores, perdas, derrotas. Sem respostas, a resignação com os eventos da minha realidade junto a muita oração, clamor e espera, foram as únicas atitudes que consegui desenvolver.

E depois? Tive respostas? Algumas vezes, sim, outras, não. E minha fé? Minha vida? Com dificuldade ou não, tudo continuou. Desde cedo aprendi a não desistir, a não parar, a continuar lutando. Albert Einstein tem um pensamento inspirador para fases difíceis: “A vida é como andar de bicicleta, para manter o equilíbrio é preciso se manter em movimento”. Ou seja, parar e entregar-se a lamentações aceitando a derrota, numa passiva auto-comiseração tirará nosso equilíbrio, foco e força para lutar, para continuar.

Sim, não sei a resposta, mas sei de outras coisas. Sei do amor de Deus por todos nós. Sei do perdão do Pai para todos nós. Sei que a nossa justiça não passa de trapos imundos perante a santidade dEle. Sei que a nossa vida tem o propósito de glorificar a Deus e, lamentavelmente todos nós, sem excessão, falhamos. Sei que sem Ele, somos menos que nada, mas em Cristo, somos filhos, imperfeitos e pecadores, mas filhos. Sei que Ele é o “Pai nosso que estás no céu”, portanto toda vez que oramos, no céu, o Pai está pronto, atento, recebendo nossas orações. Sei que o cair é nosso e o levantar é dEle. Sei que as obras da nossa carne são exatamente isso, obras, orgulhosas, arrogantes, inconsequentes. Sei que o fruto do Espírito é exatamente isso, fruto, pois somente o Espírito Santo pode produzir em nós amor, paz, bondade, paciência, fé, mansidão, domínio próprio. Sei que nosso Senhor conquistou a vitória na cruz e nos desafia a tomarmos nossa cruz e seguí-lo. Sei que pela graça somos salvos e que, em novidade de vida, devemos dar a outra face e caminhar a segunda milha. Enfim, sei que apenas saber e não praticar de nada nos adiantará.

Por tudo isso e muito mais, devemos continuar caminhando, lutando e esperando, aprendendo a viver numa total dependência do Eterno. Afinal, ainda que nossa compreensão muitas vezes não alcance satisfação, nossa fé deve continuar a crer que Ele sabe os “porquês”, que Ele nunca falha, que Ele nunca se atrasa.

Para esta caminhada encontrei um conselho, bíblico e prudente, deixado por João Calvino: “A mais segura fonte de destruição dos homens é obedecer a si mesmo”. Bíblico porque esta é uma expectativa do céu, nossa espontânea e prazerosa obediência, não como pagamento para se conquistar a eternidade, simplesmente não é possível, mas como gratidão, reconhecimento e desejo de santificação em nossas vidas. Prudente porque obedecer nossos caprichos e achismos muitas vezes nos levará para os riscos da destruição.

Na maioria das vezes, são as fases de sofrimento que provocam a pergunta sobre a vontade de Deus para nossas vidas. Nas fases de bonança, paz e prosperidade, dificilmente questionamos se é justa ou não a vontade de Deus. No entanto, apesar das pressões, tensões e testes advindos das mais duras provas, devemos continuar crendo na proximidade e cuidado de Deus por nós, pelo menos foram estas as palavras do apóstolo Paulo à igreja de Corinto, com elas, termino este texto: “Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos”. II Coríntios 4.8-10.

Paz!

Pr. Edmilson Mendes

Edmilson Ferreira Mendes é teólogo. Atua profissionalmente há mais de 20 anos na área de Propaganda e Marketing. Voluntariamente, exerce o pastorado há mais de dez anos. Além de conferencista e preletor em vários eventos, também é escritor, autor de quatro livros: ‘”Adolescência Virtual”, “Por que esta geração não acorda?”, “Caminhos” e “Aliança”.
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Contatos com o pastor Edmilson Mendes:
mendeslongo@uol.com.br
http://www.mostreatitude.com.br
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Compaixão

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COMPAIXÃO

Segundo o que versa o verbete do Dicionário Digital Aulete sobre COMPAIXÃO, temos: Sentimento pesar, pena e simpatia para com o sofrimento de outrem, associado ao desejo de confortá-lo, ajudá-lo etc.; DÓ; PIEDADE.

A compaixão, este sentimento tipicamente humano, tem sido destaque da mídia ultimamente. Quantas não foram as calamidades de toda sorte ocorridas recentemente, nas quais milhares de pessoas mobilizaram-se para auxiliar seus irmãos desafortunados e vítimas de tsunamis, guerras civis, terremotos, enchentes, enfim, diversos eventos provocados pelo homem ou pela natureza e que são exaustivamente veiculados nas emissoras de TV, imprensa escrita, internet… Diante dessa avalanche de informações e de sua reiterada repetição, não é difícil que as pessoas tenham seu íntimo despertado para este sentimento: a compaixão.

Desperta a compaixão em nossos íntimos, passamos então a nos mobilizar para auxiliar nossos irmãos ou pelos menos minimizar seus tormentos. Entidades de ajuda humanitária então demovem grandes esforços, doações são realizadas e levadas a quem necessita. Quantas dores então são amainadas, quantos necessitados enxergam então um norte de esperança…a compaixão! A compaixão que leva à caridade, à solidariedade…
E quanto à compaixão anônima, aquela que podemos praticar nos pequenos gestos do dia-a-dia?

Quantos reparam no irmão bem próximo, familiar, amigo, vizinho, a ponto de perceber uma angústia em seu olhar, uma necessidade de uma palavra de encorajamento ou um gesto de afeto?

Quantos, ao passar por um indigente que esmola uns trocados, permanecem sem se irritar ou se questionar se aquele infeliz é criminoso ou viciado ou o que ele poderá fazer com os trocados que vier a dar? Então, não dá os trocados e isenta sua consciência, justamente por conta da idéia preconceituosa, também isenta de compaixão… Quantos, nesta situação, aproximam-se do irmão de jornada (já que todos somos filhos de uma mesmo Pai estamos neste Planeta em evolução) e lhe pergunta: Tens fome? Posso lhe oferecer algo para comer? Mas é mais fácil pré conceber a situação e nada fazer, apesar de penalizar-se da pessoa…

E nesse último exemplo vemos a diferença ainda entre dó e compaixão: enquanto aquela é estática, esta é dinâmica, leva à ação, ao movimento, ao fazer, ou seja, conduz à caridade em ação.

É justamente o medo de envolver-se com o outro que torna a compaixão difícil de ser praticada, nesta realidade globalizada e, ao mesmo tempo, individualista em que vivemos, que paradoxo!. Remeter donativos às vítimas da fome na África e isentar a consciência é fácil, mas que dizer de estender a mão a quem precisa, envolver-se em seus problemas, ajudar a resolvê-los? Mas não, o problema não é seu, cada um que resolva os que tem, porque nos falta tempo e vemos tais atitudes até entre os irmãos de causa religiosa, em quaisquer denominações.

Será tão difícil exercitar a compaixão e tirarmos a ferrugem da porção de humanidade que temos latente em nossas almas? Seria muito complicado oferecer uma sobra de comida a um animalzinho abandonado que aporta à soleira de sua porta em busca de abrigo e em fuga aos maus tratos? Tão difícil, em seu local de trabalho, deixar de lado a competitividade insana e perguntar ao colega visivelmente abatido: estás bem, precisa conversar? Tão complicado assim dar um abraço em alguém? Isso mesmo, quantas vezes abraçou alguém nesta semana?

A compaixão, como todos nossos propósitos para o bem, exige prática diuturna, pois com o tempo desabrocha como qualidade natural que reside em nós e passa não só ser uma obrigação para com nossos irmãos, mas uma necessidade para nossos espíritos que buscam o caminho da luz e da perfeição relativa. ‘Sede perfeitos, como Vosso Pai é perfeito’, disse nosso querido Mestre.

Avante então irmãos, mãos à obra, deixemos aflorar a compaixão guardada em nós, coloquemo-nos na situação de nossos irmãos, pratiquemos a caridade e, acima de tudo, busquemos agora e, cada vez mais, nos tornarmos mais ‘humanos’.
Um grande abraço e muita paz.
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Autora:
Daniela Marchi
Araçatuba-SP
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