Gripe Suina

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Gripe Suina

SINTOMAS:

FEBRE ALTA (39° OU MAIS), DORES MUSCULARES, DORES ARTICULARES, ARDÊNCIA NOS OLHOS, DOR DE CABEÇA INTENSA.
PODEM OCORRER TOSSE, VÔMITOS E DIARRÉIA

CUIDADOS:

EVITAR AGLOMERAMENTOS

PREVENÇÃO:

TOMAR 1G DE VITAMINA C /DIA;

EXTRATO DE PRÓPOLIS 30 GOTAS 2X/DIA

GARGAREJAR COM ÁGUA MORNA, LIMÃO E SAL

ORIENTAÇÕES EM CASO SUSPEITO:

FONE SAÚDE: 0800-610-1997

Hospitais de referência:
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AC
Hospital Geral das Clínicas de Rio Branco (Rio Branco)
AL
Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (Maceió)
AM
Fundação de Medicina Tropical (Manaus)
AP
Hospital de Clínicas Doutor Alberto Lima (Macapá)
BA
Hospital Otávio Mangabeira (Salvador)
CE
Hospital Universitário Walter Cantídio (Fortaleza)
Hospital São José de Doenças Infecciosas (Fortaleza)
DF
Hospital Regional da Asa Norte (Brasília)
ES
Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Vitória)
GO
Hospital de Doenças Tropicais (Goiania)
Hospital Materno Infantil (Goiania)
MA
Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (São Luiz)
MG
Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte)
MS
Santa Casa de Misericória de Campo Grande (Campo Grande)
MT
Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (Cuiabá)
PA
Hospital Universitário João de Barros Barreto da Universidade Federal do Pará (Belém)
PB
Hospital Universitário Lauro Wanderley (João Pessoa)
PE
Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (Recife)
Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Recife)
PE
Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela (Teresina)
PR
Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (Curitiba)
Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná da Universidade Estadual de Londrina (Londrina)
Hospital Ministro Costa Cavalcanti (Foz do Iguaçu)
Hospital de Trabalhador da Secretaria Estadual de Saúde (Curitiba)
RJ
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (Rio de Janeiro)
Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Rio de Janeiro)
RN
Hospital Gizelda Trigueiro (Natal)
Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Rondônia)
RR
Hospital Geral de Roraíma (Boa Vista)
RS
Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (Pelotas)
Hospital Nossa Senhora da Conceição (Porto Alegre)
Hospital de Clínicas de Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre)
Hospital Universitário de Santa Maria (Santa Maria)
Hospital Geral de Caxias do Sul (Caxias do Sul)
Associação Hospitalar Beneficiente São Vicente de Paulo (Passo Fundo)
Hospital Santa Casa de Uruguaiana (Uruguaiana)
Associação de Caridade Santa Casa do Rio Grande (Rio Grande)
SC
Hospital Nereu Ramos (Florianopolis)
Hospital Infantil Joana de Gusmão (Florianopolis)
Hospital Regional Lenoir Vargas Ferreira (Chapecó)
SE
Hospital de Urgência de Sergipe Governador João Alves Filho (Aracajú)
SP
Hospital das Clínicas da Unicamp (Campinas)
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP (Ribeirão Preto)
Hospital de Base da Fundação Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (São José do Rio Preto)
Hospital Universitario da Universidade de São Paulo (São Paulo)
Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo (São Paulo)
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo (São Paulo)
Hospital de Infectologia Emilio Ribas (São Paulo)
Hospital Estadual de Bauru (Bauru)
Hospital Guilherme Álvaro (Santos)
TO
Hospital Geral de Palmas Doutor Francisco Aires (Palmas)
Fonte: Ministério da Saúde
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Colaboração:
Ianae Seabra Pitanguy – São Paulo-SP
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SinapsesLinks – Muito Obrigado!

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Amigo Visitante!

Tenha certeza que sua visita a este blog adiciona uma Estrela no nosso Céu, cuja luz beneficia a todos nós.

Aproveito o ensejo para encentivá-lo a mandar suas mensagens espíritas para que possam ser postadas no tempo.

Receba e transmita meu abraço fraterno,
Seja Abençoado!
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
ep-leal@uol.com.br
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Estejamos atentos!

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Estejamos atentos!

28/04/2009 às 08:11
Quando se trata de combater o egoísmo e o orgulho, observamos que a dificuldade é das mais diversas em muitas pessoas com as quais temos contato, dentro e fora das Casas Espíritas Cristãs.

Mesmo entre nós, espíritas, que buscamos nos movimentar sob o estandarte da caridade, é tarefa simples perceber que dentro de nossos muros há muitos adeptos ou simplesmente curiosos que apenas frequentam o Centro com o objetivo exclusivo de receber uma bênção, seja ela qual for.
Na verdade, ainda são pouquíssimos aqueles que aprenderam a vivenciar os postulados espíritas!

Isto posto, sem mesmo haver necessidade alguma de se colocar a mão no bolso para ser caridoso… Explicamos: há várias formas de se fazer caridade, e a material, embora seja a mais fácil, para os sovinas não o é! A doação de nosso tempo, atenção e carinho a quem quer seja vale sempre muito mais do que simplesmente entregar a alguém qualquer recurso monetário.

Quem tem a oportunidade de comentar o Evangelho ou as demais obras da nossa Doutrina de Paz e de Amor adquire uma visão privilegiada do recinto, pois fica de frente para os demais.

E, costumeiramente, em alguns irmãos que ali se encontram identificamos claramente algumas expressões características de desconforto, como, por exemplo: inquietação e trejeitos; justo no momento em que na preleção há o comentário da necessidade de que todos nós temos de trabalhar em favor do perdão, da humildade, da paciência e da caridade.

Nada contra tais, por favor, não é crítica a eles que estou querendo desenvolver no presente texto…
Pelo contrário, penso que está faltando algo mais é de nós mesmos, que temos convicção do que expomos, assim como dos demais companheiros cuja fé e amor de Jesus já tenha tocado intimamente!

Necessitamos é de mais exemplificação de nossa parte, tarefa que não é fácil para espíritos imperfeitos, eu bem o sei…

Mas devemos recordar, a todo o momento, que a causa é do Cristo e não nossa! Trabalhamos em nome do Senhor, não nos esqueçamos disto!
Adversários, sorrateiramente, têm se infiltrado dentro do Movimento Espírita, tentando desvirtuar o Consolador Prometido por Jesus… Estejamos atentos!
Não devemos pensar que os espíritos das Trevas se preocupam diretamente conosco, com o nosso limitado esforço, pois somos pequeninos e até certo ponto insignificantes para eles!

Todavia, reconhecemos que inteligências perversas intentam infatigavelmente atingir o Cristo, e sendo impossível a esses atingi-Lo de maneira direta, buscam atacá-Lo através das pessoas, dentro das quais identificam algum potencial para exemplificar os Seus ensinamentos.

A Espiritualidade Amiga têm nos enviado informações a respeito de grandes mudanças que acontecerão na Terra nos próximos lustros…
Somos espíritos imortais e iremos viver pela Eternidade, entretanto, o Mestre conta conosco no dia de hoje, com a diminuta parcela de contribuição que pudermos dar em favor do despertar da Humanidade!

Por outro lado, compreendemos que cada um dá apenas daquilo que possui! Fraterno lembrete aos trabalhadores da última hora: não nos deixemos iludir, repito: estejamos atentos!

Aproveitemos a oportunidade que nos é concedida… Afinal, o que importa o ridículo do mundo se estivermos operando na paz do Senhor?
Se nos tornamos fiéis escudeiros da mensagem de Jesus, triunfaremos!

Thiago Silva Baccelli é Orador Espírita, Psicólogo Clínico e bacharel em Direito.
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Fonte:
http://www.jornaldeuberaba.com.br/?MENU=CadernoA&SUBMENU=Opiniao&CODIGO=29813
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Chico Xavier

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Chico Xavier

Semana passada, cerca de 2.000 pessoas estiveram em Pedro Leopoldo participando do II Encontro Nacional dos Amigos de Chico Xavier – o maior médium que já existiu entre nós.

E volto no tempo, quando, numa noite fria em Uberaba, com 18 anos de idade, me vejo equilibrando-me no alto de uma janela. Eu e uma multidão que foi àquela cidade para vê-lo psicografando, em estado mediúnico.

O guarda me tirava e eu voltava correndo até, finalmente, conseguir adentrar na sala apinhada. A emoção era tanta que sequer piscava os olhos, sabia que estava diante de uma pessoa ímpar.

Lembro-me da casa simples, da mesa de madeira em que ele, com a cabeça abaixada e os olhos cerrados, psicografava mensagens daqueles que já se foram, dirigidas a parentes e entes queridos ali presentes. Imagino quanto conforto essas mensagens pessoais e detalhadas traziam a essa gente.

Nesse dia, adquiri vários dos seus livros, dentre os mais de 400 que já psicografou e cujos direitos autorais eram e continuam sendo doados a obras assistenciais.

Na manhã seguinte, acordei cedo para acompanhá-lo a uma peregrinação por bairros pobres da cidade. Humilde, caladinho, com uns óculos enormes e pesados, distribuía mantimentos e sorrisos tímidos. Voltei para Belo Horizonte com a certeza de ter visto um “santinho”.

Um “santinho” que ainda hoje, através de suas mensagens, me acompanha. Há anos, o livro “Calma”, psicografado pelo espírito Emmanuel, é meu livro de cabeceira.

Ao ler sua biografia, descubro que seu primeiro contato com a doutrina espírita foi em 1927. Quando criança, costumava ouvir vozes ou sentir mãos sobre as suas, guiando suas escritas. Menino, não compreendia como sua mãe, já desencarnada, continuava a lhe aparecer, principalmente nos momentos de aflição.

E me vem à mente uma experiência pessoal. Com 14 anos, acordei no meio da noite sendo observada por uma mulher. Refeita do susto inicial, levantei minha cabeça e fiquei ali, olhando para aquela senhora morena, alta, com uma espécie de coque que, em silêncio, me guardava. A imagem durou alguns segundos até se desfazer. Não tive medo, apenas curiosidade em saber quem era e o porquê de estar ali, ao meu lado, naquela madrugada fria. Deixei a luz acesa e, absorta em pensamentos, novamente adormeci.

No dia seguinte, contei a minha mãe o ocorrido. Ela, sem estranhar, disse-me que, pela descrição, tratava-se da Chica, sua ama, amiga, confidente e protetora. Falecida há mais de 40 anos, jamais deixou de nos acompanhar. De acordo com minha mãe, foi quem ajudou a criá-la, dando-lhe conselhos e ensinamentos cheios de simplicidade e sabedoria. Dizem que, quando minha mãe nasceu, Chica passou um ramo de alecrim em seu rosto, banhou-a na água de rosas e disse: Nada de mal vai lhe acontecer. E desde então, nunca mais a deixou.

Quando a vi em meu quarto, foi num período difícil de nossas vidas, minha mãe estava doente e eu, meio perdida com a situação. Ainda hoje, mantenho em meus pertences uma sua foto. Ao vê-la, não tenho dúvidas, é a mesma que numa noite, num momento de provações, zelava por mim.

Às vezes, sinto uma ligação quase telepática com uma grande amiga que mora distante. Dizem que já fomos irmãs em outras vidas. Acontece também de pensar em determinada pessoa e ela no exato momento me ligar – o que ocorre com frequência entre meu marido e eu. Também a intuição se faz presente em várias circunstâncias. Sei que esse tipo de sensibilidade é comum a muitas pessoas. Não estou segura se poderia ser chamado de mediunidade, provavelmente não, mas, seja como for, não é nada que cause estranhamento.

Chico Xavier, numa certa ocasião, disse: “Nunca quis mudar a religião de ninguém, porque não acredito que a religião ‘a’ seja melhor que a religião ‘b’. Nas origens de toda religião cristã está o Pensamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se Allan Kardec tivesse escrito que ‘fora do Espiritismo não há salvação’, eu teria ido por outro caminho. Graças a Deus ele escreveu ‘Fora da Caridade’, ou seja, fora do Amor não há salvação…”.

Admiro e me identifico com a doutrina kardecista. Ouvir sobre o evangelho ou tomar um passe são coisas que me trazem conforto, assim como comungar numa igreja Católica ou participar de um encontro na Sociedade Teosófica (que não diz respeito a uma religião específica, mas à Verdade de todas). Estar num templo hinduísta na Índia, ao som de um mantra, é fascinante. O budismo, mais que religião, é uma filosofia de vida. Nunca entrei numa sinagoga, mas sei da profundidade e sabedoria da cabala. Admiro os evangélicos pela sua fé e pelo papel social que exercem nos conglomerados da cidade. Deus é igual para todos, não importa a que religiões pertençam.

Para finalizar, transcrevo uma das inúmeras manifestações escritas que o “santinho” Chico nos delegou: “Vida É o amor existencial. Razão É o amor que pondera. Estudo É o amor que analisa. Ciência É o amor que investiga. Filosofia É o amor que pensa. Religião É o amor que busca a Deus. Verdade É o amor que eterniza. Ideal É o amor que se eleva. Fé É o amor que transcende. Esperança É o amor que sonha. Caridade É o amor que auxilia. Fraternidade É o amor que se expande. Sacrifício É o amor que se esforça. Renúncia É o amor que depura. Simpatia É o amor que sorri. Trabalho É o amor que constrói. Indiferença É o amor que se esconde. Desespero É o amor que se desgoverna. Paixão É o amor que se desequilibra. Ciúme É o amor que se desvaira. Orgulho É o amor que enlouquece. Sensualismo É o amor que se envenena. Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente”.
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LAURA MEDIOLI laura@otempo.com.br
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Fonte:
http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1278&IdColunaEdicao=8399
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Gripe Suina

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Gripe suína agrava temor por viagens

Plantão | Publicada em 28/04/2009 às 18h21m
Reuters/Brasil Online

Por Catherine Bremer

CIDADE DO MÉXICO (Reuters) – Novos casos da gripe suína foram confirmados na terça-feira em diversas partes do mundo, e o espectro de uma pandemia começou a atingir em cheio o setor turístico, especialmente no México, onde 149 pessoas já morreram.

Nos Estados Unidos, o número de casos confirmados subiu para 65, nenhum com gravidade. O Canadá anunciou seis novos casos, e houve confirmações também em Israel e Nova Zelândia.

EUA, Canadá e União Europeia aconselharam seus cidadãos a evitarem viagens não-essenciais ao México, enquanto Cuba suspendeu durante 48 horas os voos de e para esse país. Tóquio aconselhou japoneses que estejam no México a anteciparem seu regresso.

A empresa Carnival Cruises cancelou as escalas de três navios seus no México na terça-feira, e a operadora canadense Transat AT adiou seus voos para o país até 1o de junho. O turismo é a terceira maior fonte de divisas para o México.

Algumas empresas estão adotando por conta própria restrições de viagens de seus funcionários não só para o México, mas também para qualquer outro país que tenha casos confirmados.

O presidente dos EUA, Barack Obama, pediu ao Congresso 1,5 bilhão de dólares para reagir à epidemia, e a Califórnia decretou estado de emergência, o que permite ao governo local mobilizar verbas e funcionários para o combate à doença.

A Organização Mundial da Saúde disse que uma pandemia (epidemia global) ainda não é inevitável, mas que todos os países – especialmente os mais pobres – devem se preparar para o pior. “Eles são atingidos de forma realmente desproporcional”, disse Keiji Fukuda, dirigente da OMS.

Um dos mistérios desse surto é o fato de que todas as mortes ocorreram no México, enquanto fora do país os casos foram mais benignos. Especialistas alertam que essa tendência pode não resistir ao avanço da epidemia.

Caso ocorra uma pandemia, o turismo, o comércio e a indústria devem ser afetados, revertendo os ainda frágeis sinais de recuperação na crise global. A última pandemia de gripe ocorreu em 1968, tendo origem em Hong Kong e matando cerca de 1 milhão de pessoas no mundo.

Espanha e Grã-Bretanha já confirmaram casos da nova gripe suína, e muitos outros países tem casos suspeitos.

O epicentro da crise continua sendo a Cidade do México, onde muitos moradores preferem ficar em casa – mesmo porque escolas, igrejas, cinemas e muitos restaurantes estão fechados.

O vírus não é transmitido pelo consumo da carne de porco e derivados, mas vários países, a começar por China e Rússia, proibiram a importação de carne suína dos EUA. A UE diz que não tem intenção de seguir essa medida.

“Os mercados estão fazendo aquilo que tendem a fazer, se assustar”, disse Howard Wheeldom, estrategista da BGC Partners, de Londres. “Mas, na minha opinião, isso é totalmente desnecessário.”

(Reportagem adicional de Maggie Fox em Washington; Jonathan Lynn e Laura Macinnis em Genebra; Helen Popper, Robin Emmott e Mica Rosenberg na Cidade do México; Jeff Franks em Havana; Tan Ee Lyn em Hong Kong; e Lincoln Feast em Cingapura)
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Fonte:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/04/28/gripe-suina-agrava-temor-por-viagens-755482475.asp
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Mãe Jussara de Yansã

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OBALUAIÊ – OMULU – XAPANÃ – SAPATÁ

Um dos Orixás mais temidos dentro de qualquer culto afro, e também um dos mais respeitado e poderosos, tanto que seu nome nunca deve ser mencionado em vão.

Suas raízes até hoje ainda são discutidas, pois cada escritor, cada lenda, o traz de lugar diferente. Filho de Nanã com Orixalá, dependendo da nação, tem um nome como Omulu, Obaluaê, Xapanâ ou Sapatá. Dono das doenças, das pragas, da miséria, domina a terra árida e quente, como o calor do sol e do fogo. Conhecido por sua personalidade muito forte, sempre contra os malfeitores e àqueles que não têm caráter, mas sempre indispensável dentro de qualquer ritual do candomblé ou outros.

Este orixá tem também um grande poder sobre os eguns (espíritos desencarnados ou ancestrais). Conhece todos os segredos da morte, sendo as vezes confundido com eku (a própria morte), é quem faz a limpeza do corpo, levando assim o egum para o outro plano. Seu principal símbolo é o xaxará, feito com a palha extraída da folha da palmeira, enfeitado com búzios e contas. Com esta ôarma® é que ele varre as doenças, os feitiços, a miséria e os males incuráveis. Usa também um longo cajado com três cabaças presas, onde carrega todo o segredo da criação.

Sua vestimenta é sempre de palha das costas, cobrindo o corpo inteiro, sua dança tem um ritmo totalmente particular chamado ôopanijé®. Sua saudação, dependendo da nação é Atôtô, ou Abawo. Tradicionais casas de Candomblé ou Umbanda do Brasil cultuam este Orixá no mês de Agosto, proporcionando cerimônias ôOlubajé® em sua homenagem. Normalmente, na casa de Candomblé, Obaluaiê tem o papel fundamental nos ebós (trabalhos) para que sejam afastados os obsessores, as doenças e a negatividade. Sua festa anual é o Olubajé, (Olu-aquele que, ba-aceita, jé-comer ; ou ainda aquele-que-come), são feitas oferendas e são servidas suas comidas votivas, seus “filhos” devidamente “incorporados” e paramentados oferecem as mesmas aos convidados/assistentes desta festa, em folhas de bananeira ou mamona.
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Mãe Jussara de Yansã (Axé Cantuá)
mae_jussara@hotmail.com
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Fonte:
http://www.opovo.com.br/opovo/colunas/ocultismo/873267.html
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Medium (TV series)

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Medium (TV series)

Medium is an American supernatural and dramatic television series which premiered on NBC on January 3, 2005. The series is about Allison DuBois (Patricia Arquette) who acts as a research medium for the Phoenix, Arizona, district attorney’s office. The show is based on experiences from self-proclaimed spiritual medium Allison DuBois, who has claimed to have worked with law enforcement agencies across the country in criminal investigations.

Medium was created by Glenn Gordon Caron and is produced by Picturemaker Productions and Grammnet Productions in association with CBS Paramount Television (originally Paramount Television in the first two seasons; it was the second show set in Arizona produced by the Paramount Television Group in four years, the first being Greetings from Tucson from Big Ticket Television and Warner Bros. subsidiary Turner Entertainment).

Allison DuBois (Patricia Arquette) is a strong-willed mother of three, a devoted wife and law student who starts to believe that she can talk to dead people, see the future in her dreams, and read people’s thoughts. Fearing for her mental health, she turns for support to her husband Joe (Jake Weber), an aerospace engineer, who slowly comes to believe that what his wife is telling him just might be true, upon discovering that some of her dreams match the details of a murder in Texas.

The real challenge is initially convincing her boss, D.A. Devalos (Miguel Sandoval) — and subsequently the other doubters in the criminal justice system — that her psychic abilities can give them the upper hand when it comes to solving violent and horrifying crimes, whose mysteries often reside with those who lie beyond the grave. Information on certain people or crimes come to her in dreams or visions in cryptic forms, and often do not mean what they seem to.

All of her daughters appear to have inherited Allison’s gift, with Ariel (Sofia Vassilieva) and Bridgette (Maria Lark) also having visions or dreams, which usually occur when their mother is in a bind in searching for answers to her own dreams. In Season 3, Allison’s youngest daughter, Marie (Madison and Miranda Carabello), is also shown to have a paranormal inclination. Currently, she has only been shown to watch a premium TV channel that the family does not subscribe to, as well as reading the mind of her optometrist in order to pass her sight test. In early seasons, Bridgette never appears to be bothered by her abilities, but during season 4 she has some moments of frustration either understanding her visions or communicating them to her parents. Ariel usually has a harder time trying to cope with a gift she knows very little about.

Allison’s younger half brother, Michael “Lucky,” has the family gift too, but doesn’t like to acknowledge it much, since it always seems to bring him trouble.

Allison is often accompanied by Det. Lee Scanlon (David Cubitt), who initially did not believe in her “gift.” Allison often bends the rules of the law when she is determined to stop a crime from happening about which she’s had a vision. Additionally, Allison has helped and been helped by Captain Kenneth Push of the Texas Rangers (Arliss Howard), who is the first law-enforcement person to whom Allison revealed her gift, and Cynthia Keener (Anjelica Huston) of AmeriTips.

Fonte:
http://en.wikipedia.org/wiki/Medium_(TV_series)
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Criacionismo e evolucionismo

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Criacionismo e evolucionismo são duas verdades possíveis

Cristãos que não aceitam a realidade do evolucionismo pregam a criação bíblica do mundo. quando esses seis dias são períodos de milhões de anos.

A teoria evolucionista já era defendida pelo filósofo grego Anaximandro, no século VI a. C., que imaginou que o princípio de tudo era o infinito. Seria sua ideia de Deus? O certo é que infinito designa o que é indeterminado. E o biólogo francês Chevalier Lamarck, que morreu em 1829, concebeu também a evolução orgânica, antes apenas a geológica era aceita. Ele defendeu igualmente a polêmica teoria da geração espontânea e a do transformismo.

Erasmo Darwin, médico inglês, poeta, avô de Charles Darwin, e autor do poema “O Jardim Botânico”, já havia levantado também a ideia da evolução biológica. Mas coube a Charles Darwin e Alfred Russel Wallace, um dos criadores da geografia zoológica, ficar consagrados como sendo os verdadeiros criadores da teoria evolucionista. Wallace não tinha nenhum contato com Darwin. Mas havia uma semelhança tão grande entre uns seus trabalhos literário-científicos e a obra de Darwin “A Origem das Espécies” (1859), que houve até um entendimento entre os dois, quando da publicação dessa obra de Darwin.

Darwin não era ateu. Em “A Descendência do Homem” (1871), ele tem uma certa tendência agnóstica. Mas ele sempre creu em Deus. É dele esta frase: “Por maiores que tenham sido as crises por que passei, nunca desci até ao ateísmo, nunca cheguei a negar a existência de Deus” (Eliseu F. da Mota Jr, “Que é Deus?”, página 107, Ed. O Clarim, Matão, SP, citando a revista “Globo Ciência”). E, quanto a Wallace, ele foi um dos grandes escritores da área científica espírita. A fama de os evolucionistas serem ateus se deve à adesão ao evolucionismo de outros cientistas materialistas, dentre eles T. H. Huxley, criador da palavra “agnóstico” (revista “Ultimato”, nº 317, pág. 48).

As teorias criacionista e evolucionista ganharão a polêmica, pois são consentâneas com a ciência e a filosofia espiritualistas. O padre católico, antropólogo e arqueólogo Pierre Teilhard de Chardin aceitava ambas. O espiritismo é também criacionista e evolucionista. A finalidade da reencarnação é justamente a evolução do espírito. Aliás, se trata da religião mais espiritualista que existe, pois lida diretamente com os espíritos. Também a Igreja Católica e várias outras igrejas cristãs e demais religiões existentes no mundo são criacionistas e evolucionistas. O Vaticano não se desculpa com Darwin, pois nunca o condenou formalmente, afirma o padre Juarez de Castro (www.padrejuarez.com.br), secretário de Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, citado pelo padre Gladstone Elias de Souza (pág. 7 do “Jornal de Opinião” de 19 a 25.1.2009, da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Discordamos de santo Agostinho, que ensinou que Deus criou o mundo do nada (“ex nihilo”), pois cremos que Deus o engendrou do Todo, que é Ele! Mas concordamos com esse grande sábio santo católico, quando ele afirma que a criação foi em estado potencial ou de semente, que vai se atualizando com o decorrer dos tempos.

Existem cristãos que ainda não aceitam a realidade do evolucionismo, e que pregam a criação bíblica literal do mundo, em seis dias de 24 horas, quando esses dias são períodos consecutivos de milhões de anos cada um. E eles creem também que Deus descansou mesmo no sétimo dia, quando Deus é incansável, e quando essa afirmação é só para nos ensinar que nós, sim, temos que descansar.

Esses cristãos – não o cristianismo – estão atrasados, mas eles ainda têm um tempo sempiterno para evoluir e conhecer a verdade que liberta!

José Reis Chaves
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Fonte:
http://www.otempo.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1277&IdColunaEdicao=8395
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O luxo sem etiqueta

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O LUXO SEM ETIQUETA

O cara desce na estação do metrô de NY vestindo jeans, camiseta e boné,encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes,ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo,um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro,copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

Conclusão: Estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.

Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
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Colaboração:
Francisco de Assis Leonel – São Paulo-SP
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Mensagem Espírita

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Mensagem Espírita

“Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras.
A frase que você acabou de ouvir foi dita por uma das mais importantes personalidades do século vinte: Mahatma Gandhi.
Veja quanta sabedoria nas palavras do homem que liderou a independência da Índia sem jamais recorrer à violência.

Nos tempos atuais, são raros os que realmente têm uma posição como a de Gandhi, que manifestava um profundo respeito pela opção religiosa dos outros.
Muitos acreditam que sua religião é superior às demais. Acreditam firmemente que somente elas estão salvas, enquanto todos os demais estão condenados.
Pouquíssimos pensam na essência da mensagem que abraçam, já que estão muito preocupadas em converter almas que consideram perdidas.

E, no entanto, Deus é Pai da Humanidade inteira. Todos nós temos a felicidade de trazer, em nossa consciência, o sol da Lei Divina. Ninguém está desamparado.
De onde vem, então, essa atitude preconceituosa, exclusivista, que nos afasta de nossos irmãos?
Vem de nosso pensamento limitado e ainda egoísta. Quase sempre o homem acredita que tem razão.

Imagina que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Você já notou que a maior parte das pessoas acha que tem muito a ensinar aos outros?
É que, em geral, as pessoas quase não se dispõem a ouvir o outro: falam sem parar, dão opiniões sobre tudo, impõem sua opinião.

São almas por vezes muito alegres, expansivas, que adoram brincar. Chamam a atenção pela vivacidade, pelos modos espalhafatosos, pelas risadas contagiantes e pelas conversas em voz alta.

Mas são raras as vezes em que param para escutar o que o outro tem a dizer.
Como são crianças um tanto egoístas, para quem o mundo está centrado em si ou na satisfação de seus interesses.

É uma atitude muito semelhante a que temos quando acreditamos que o outro está errado, simplesmente por ser de uma religião diferente. É que não conseguimos parar de pensar em nossas próprias escolhas.

Não estudamos a religião alheia, não nos informamos sobre o que aquela religião ensina, que benefícios traz, quanta consolação espalha.
Se estivéssemos envolvidos pelo sentimento de amor incondicional pelo próximo, seríamos mais complacentes e mais atentos às necessidades do outro.
E então veríamos que, na maioria dos casos, as pessoas estão muito felizes com a sua opção religiosa.

A nossa religião é a melhor? Sim, é a melhor. Mas é a melhor para nós.
É obvio que gostamos de compartilhar o que nos faz bem. Ofertar aos outros a nossa experiência positiva é uma atitude louvável e natural.
Mas esse gesto de generosidade pode se tornar inconveniente quando exageramos.
Uma coisa é ofertar algo com espírito fraternal, visando o bem. Mas diferente quando desejamos impor aos demais a nossa convicção particular.
Se o outrro pensa diferente, respeite-o! Ele tem todo o direito de fazer escolhas. Quem de nós lhe conhece a alma? Ou a bagagem espiritual, moral e intelectual que carrega?

Deus nos deu nosso livre arbítrio e o respeita. Por que não imitá-lo?
Enquanto não soubermos amar profundamente o próximo, respeitando-lhe as escolhas, não teremos a atitude de amor ensinada por todas as religiões e pelos grandes Mestres da Humanidade.
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Autor: não identificado
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Fonte:
http://www.ilustrado.com.br/noticias.php?edi=260409&id=00000017
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Padre, você é feliz?

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Padre: você é feliz?

As recentes revelações sobre os casos de paternidade do ex-bispo católico e atual presidente do Paraguai, Fernando Lugo, lançam novamente na ordem do dia o debate sobre o celibato sacerdotal. Além disso, na pauta da reunião da CNBB, em São Paulo, nestes dias, está em destaque o tema da elaboração das novas diretrizes para a formação dos futuros presbíteros. O texto está estruturado em três grandes partes, abordando os fundamentos da formação dos padres, o período do seminário e a formação permanente. As novas diretrizes continuam contemplando a formação do presbítero segundo as cinco dimensões: humano-afetiva, comunitária, espiritual, intelectual e pastoral. Destaca-se a ligação entre todas elas e a consideração do presbítero como pessoa humana, ressaltando-se a sua dimensão humano-afetiva, com o acento de que esta sempre necessita se completar com as demais.

Sabemos que há muito tempo a Igreja vem sofrendo uma enxurrada de críticas a respeito do celibato sacerdotal até porque em nosso mundo a revolução sexual dos anos 60 modificou tremendamente uma série de princípios e fez de fato uma revolução nos costumes e na moral sexual.

Até então a sexualidade humana era vista dentro de padrões rígidos, fechados, dominada por uma moral que considerava o sexo tabu e onde parecia que a religião ou os preceitos religiosos reforçavam ainda mais essa ideia. Embalada por tantas mudanças, resumidas na famosa expressão “sexo, drogas e rock’n’roll”, a sociedade desde então não parou mais de mexer neste tema. E chegamos hoje a um outro extremo de tanta exposição e banalização que parece que o assunto “sexualidade humana”, paradoxalmente, está no mesmo extremo, ou seja, continua sendo um tabu.

Mas o que nos interessa aqui é exatamente ir às causas desta situação tão conturbada que envolve a sexualidade humana sem cairmos em soluções mágicas, modismos ou coisa parecida que pouco possa acrescentar à matéria. Tampouco aqui nos manifestamos para defender ou encobrir quem errou, afinal de contas, muitas vezes ouvimos em nossos ambientes de Igreja a famosa expressão “a Igreja é santa e pecadora”, para justificar os erros dos próprios cristãos, dos seus líderes, enfim, da Igreja. Mas esquecemos que o documento do Concílio Ecumênico Vaticano II Lumen Gentium assim escreve: “A Igreja é santa e necessitada de conversão”. É uma concepção diferente, porque nos mostra que não basta chorar o leite derramado, é preciso realmente conversão, mudança de vida, correção de rota quando se está no caminho errado. Não bastam justificativas vazias e desculpas esfarrapadas. Para quem quer seguir nos passos do Mestre e Senhor, Jesus Cristo, a caminhada é exigente, porque os valores a serem vividos realmente configuram uma transformação profunda.

Na verdade, tanto em relação ao ministério ordenado nos seus três graus – episcopado, presbiterado e diaconado – quanto no que diz respeito ao sacramento do matrimônio, quando tocamos no problema de infidelidade das pessoas nestes sacramentos (chamados de serviço), talvez não nos demos conta, mas a causa do problema nunca está relacionada diretamente aos ideais que são traídos nestas vocações, mas há um âmbito anterior que tanto para religiosos quanto para leigos não está sendo percebido adequadamente. Hoje, infelizmente, falta-nos a iniciação cristã. A secularização da sociedade, o avanço de tantas ideologias lançando o olhar humano só para o âmbito imanente da vida, a perda da tradição cristã, o desmantelamento da família, uma catequese pré-eucarística que não forma o adulto na fé e tantas outras deficiências na formação humana, cristã, espiritual e no quadro de valores, tudo isso tem deixado as pessoas numa verdadeira orfandade humana e espiritual, ou mais especificamente numa carência humano-afetiva.

Já diziam os medievais que “a graça supõe a natureza”, não adianta querer empurrar goela abaixo um ideal religioso ou seja qual for. Não se faz um cristão e um padre “a facão”. Como também não se forma um cidadão de bem da noite para o dia. Em nossa realidade, hoje, não há como fugir da tarefa de formar a pessoa humana, o cristão e aí, sim, o vocacionado específico, seja ele para o ministério ordenado, para a vida consagrada ou para a vivência como fiel cristão leigo.

Nesta formação cristã das pessoas e na dos futuros padres, não adianta encobrirmos o problema, ou melhor, a solução. Teremos que passar por um processo profundo e forte de iniciação cristã.

O verdadeiro problema não está na ponta, na consequência, como quando ouvimos a toda hora das pessoas o velho e batido chavão “se o padre casasse, nada desses problemas aconteceria”. Melhor nos corrigirmos na base e na origem de nossa formação humana e cristã enquanto a misericórdia divina nos dá esta chance. Aplicado esse processo, aí, sim, se poderá afirmar: o padre é uma pessoa feliz! E não só ele, como todo cristão e todo vocacionado.

Rogério Flores
Pároco da Igreja Nossa Senhora da Conceição, de Viamão
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Fonte:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2488472.xml&template=3898.dwt&edition=12189&section=1012
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A construção da crença

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A construção da crença

Ângela Bessa Linhares
25 Abr 2009

Imprimir Corrigir O que pode ser mais fantástico e inesperado para mim do que a realidade? – era a pergunta que o escritor Dostoievski se fazia. As problemáticas de hoje e as possibilidades da realidade conquistada socialmente são tão duras e severas como fantásticas e cheias de possibilidades de paz e bem; são, na verdade, complexas. São realidades que estão a exigir cada vez mais um encontro com a dimensão espiritual que todos temos.

Como se constrói a crença? – vemos muitas pessoas se perguntarem. Algumas falas, como ondas que vêm, nos mostram como algumas pessoas têm vivido esse caminho de construção da crença.

Outro dia ouvi, olha: – Tem um lugar do meu ser que eu sempre escuto, quando volto a mim. Meu eu se espalha o dia todo: entre panelas, meninos na escola e chuvas, consertos de canos e a rosa dália que plantei em um vaso da sala; tem uma hora que eu me procuro e não me acho entre meus sentidos ali. É então que eu me volto para uma espécie de eu mais profundo e vejo que tem um sentido espiritual que posso buscar. Quando estou muito afogada nas paixões e aperreios da lida do dia mesmo, sinto que esse sentido me foge e vem apenas como um relâmpago fugidio. Quando tento juntar os dois planos da vida, me percebendo como um ser espiritual para pensar minhas questões, parece que entro em uma construção que vou palmilhando como um caminho de sabedoria”.

León Denis nos lembra que a causa de nossas misérias morais é que pomos em oposição esses dois planos da vida ou focos psíquicos, como ele diz: o plano das vidas terrestres e o espiritual. Para identificar um com o outro, pode-se começar juntando nossa necessidade de justiça, nossas aspirações mais acalentadas, sonhos, sentimentos do belo e do bem, desejos de saber, a esse chamado “sentido íntimo” espiritual, que encerra nosso eu integral, como diz Kardec.

É que sob a superfície de nosso eu, agitado pelos temores e desejos, conflitos e esperanças, há um eu profundo onde se encontra nossa consciência integral, sede dos saberes e aprendizados que fizemos nas múltiplas reencarnações e nos períodos vividos entre uma reencarnação e outra. William James já observara: “Os prolongamentos do ‘eu’ consciente dilatam-se muito além do mundo da sensação e da razão, em certa região que se pode chamar mística ou sobrenatural”. A região de onde Jesus, com sua pedagogia do amor, nos chama.

Na verdade, como diz o espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier, o que acumulamos em saber e amor, ao longo do tempo, se diz por meio de nossas tendências e faculdades, dificuldades e afetos, que nos apontam os aprendizados a fazer no agora. O que não aprendemos antes bate à porta como aprendizado a cobrar reflexão e ação; o que já sabemos vai impulsionando mais e mais nossa evolução.

O eu integral envolve a faculdade de perceber o mundo, de amar, sentir, pensar e querer, que acordam a nossa capacidade de sermos sujeito de escolhas afetivas e morais. Sabe-se que quanto maior a evolução do espírito, mais ele escolhe as formas e situações que vive na reencarnação terrestre. E, de algum modo, em geral, estudamos e escolhemos, antes de reencarnar, grande parte do que e como seriam nossos aprendizados fundamentais na reencarnação. O que não se pode esquecer é que os espíritos possuem graus de adiantamento, e o que não aprendemos agora o faremos depois; com dificuldades maiores, se deixamos se avolumar compromissos.

A crença se constrói cotidianamente; não é uma construção intelectual, somente, mas implica a (re)educação do sentimento e faculdades do ser imortal que somos.

A humanidade somos nós mesmos, os seres que ontem aqui estávamos e que voltamos para continuar nossa evolução pessoal e coletiva, muitas vezes mudando de lugar nas cenas da história.

Os impulsos de ontem vêm ao hoje para mudarmos, e não para nos vangloriarmos de nossa inferioridade. A vida de relação – conosco, com os objetos do mundo e com os outros, as esferas da educação, como diz Rousseau – nos chama a cumprir as experiências por meio das quais aprendemos a ser melhores. Já as noções elevadas da personalidade real – que vamos desenvolvendo como esse sentido íntimo, transcendente, que nos ajuda a nos percebemos como ser espiritual -, é um olhar lúcido da alma a desenvolver a cada passo. Estes três âmbitos da vida – impulsos, experiências e noções elevadas, que incluem os sentidos espirituais – correspondem no cérebro físico à região dos nervos, do córtex e dos lobos frontais, mas têm sede na alma; na verdade, são nosso passado (que vem como impulsos a elaborar), presente (experiências em curso) e futuro, respectivamente. A construção da crença se dá por meio dessa educação do ser vista em sua inteireza; e é trabalho inadiável de nossa evolução. Como temos alimentado em nós a construção da crença?

ÂNGELA BESSA LINHARESO – É membro da Federação Espírita do Estado do CE
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Fonte:
http://www.opovo.com.br/opovo/espiritualidade/873031.html
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Médium: James Van Praagh

Em rápida passagem pelo Brasil, James Van Praagh, criador e orientador da série americana Ghost Whisperer, do canal Sony, concedeu uma entrevista exclusiva a Rosana Beni.

Conhecido como médium das estrelas de Hollywood ele, que está lançando o livro Espíritos entre Nós, garantiu à apresentadora do programa Dimensões, exibido pelo Canal de São Paulo, da TVA, que não estamos sós na hora da morte.

“James não segue a doutrina espírita. Ele nasceu com o dom de conversar com espíritos, que garantem: todas as pessoas, mesmo as suicidas, são amparadas na hora da morte. E todas estão presentes em seus funerais, para poder compreender o que aconteceu com elas”, explicou Beni.

A apresentadora que já esteve em palestras ministradas pelo vidente, nos EUA, contou ainda que, ao reencontrá-lo, foi surpreendida por um comentário:

“Assim que me viu, ele me disse que os meus bebês estavam bem e já estavam de cabeça para baixo. Eu acabava de vir do ginecologista, que tinha dito o mesmo. Também comentou que o menino era a reencarnação de uma pessoa da família e isso bateu com o comentário de outra vidente que conheço”.

Para quem não crê no dom de James Van Praagh, Rosana revelou:

“Em suas palestras, muitos espíritos se manifestam e mandam mensagens para a plateia. No Brasil, muitas pessoas se emocionaram, quando ele contou passagens que só elas próprias sabiam. Não é à-toa que ele já vendeu 4 milhões de livros”.
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Fonte:
http://ofuxico.terra.com.br/materia/noticia/2009/04/23/rosana-beni-entrevista-medium-das-estrelas-de-hollywood-110695.htm
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