Carta Aberta pro Chico

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Carta Aberta para:

Francisco Cândido Xavier
02abr1910-30jun2002
Rua da Grande Evolução
Plano Espiritual Superior
Supervisor: Jesus, o Cristo

Oi Chico!,
Saudades!
Querido Amigo!

Por duas vezes estive em Uberaba, mas, não tive a oportunidade de te ver.
Mas foi muito importante ter ido lá.
Os benefícios das vibrações inerentes que eu recebi guardo até hoje.

Chico, eu “te conheci” na década de 80, ou seja, meus primeiros contatos com a Casa Espírita, onde, amorosamente fui recebido. Seara Bendita Instituição Espírita, em São Paulo, capital.

Chico, você conhece minhas inúmeras limitações, mas os conhecimentos postulados nos seus livros, e, passados por dedicados servidores do bem, naquela instituição, conseguiram, no tempo, mudar o Leal… ele bebia, fumava, e, etc…

Chico, então, hoje, podemos constatar que existem dois personagens: um Antes e o outro, Depois da iniciação nas letras do Espiritismo, que esparge os magnos ensinamentos de Jesus, o Cristo, o Amor Fraterno.

Chico, no seu aniversário estou te fazendo mais um pedido: por favor, receba a Flor da Gratidão, pequena, mas do suave matiz e do delicado perfume, que está sendo colhida nos canteiros do meu coração. Muito obrigado.

Chico, eu muitas outras pessoas te amamos. Você foi e continua sendo um exemplo de humildade.

Muito obrigado por você ter reencarnado aqui entre nós, trazendo sua Luz.

Chico, receba meu abraço fraterno.
Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
Eudison de Paula Leal
Pindamonhangaba-SP
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Chico 99

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Chico Xavier, 99

Histórias e entrevistas: o caderno especial sobre o médium mineiro será publicado neste domingo.

O médium mineiro Francisco Cândido Xavier, mais conhecido como Chico Xavier, completaria 99 anos de idade na próxima quinta-feira, 2 de abril. Para celebrar a data, o Diário do Nordeste, pelo quinto ano consecutivo, elaborou uma edição especial, a ser publicada neste domingo.

Pelo Brasil, muitas iniciativas estão sendo realizadas para marcar os 99 anos de Chico Xavier. No Ceará, já está acontecendo a IV Semana Chico Xavier, com exposição no Shopping Aldeota, palestra e a apresentação da peça de teatro “E A Vida Continua”, no Centro de Convenções de Fortaleza.

Na edição especial, dentre outras surpresas, os leitores verão uma entrevista exclusiva com a Dra. Marlene Nobre, que organizou o livro “Lições de Sabedoria – entrevistas do médium Chico Xavier”. Ela revela detalhes de sua convivência (com quem ela trabalhou de 1959 a 1962) com o médium, num histórico depoimento.
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Texto completo:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=626171
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1968, antes e depois

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Entrevista com Chico Xavier

RP Online : Uma de suas reportagens mais marcantes foi a entrevista com o Chico Xavier, em 1968. Como foi o impacto desta reportagem em um país que na época era predominantemente católico?

Saulo : É, este foi e continua sendo, um dos trabalhos mais relevantes do jornalismo brasileiro. E claro, graças à liberdade que tínhamos de trabalhar na TV Tupi. As pessoas vivem me perguntando se eu lutei tanto para esta entrevista com o Chico Xavier porque eu era espírita, e eu sempre digo: “não, porque sou repórter”. Da mesma maneira, diziam que fui cassado em 1964 porque eu fazia política, mas ao contrário, o que incomodava é que eu cobria política com independência.

Eu percebi que o Chico era uma fonte de notícia e fui atrás. Demorei meses para me aproximar, e quando consegui, tive que deixar bem claro que era um trabalho sério, pois ele estava cansado de como era tratado pela grande mídia.

Teve muita reação e repercussão sim na época, pois o Brasil era apontado como a maior nação católica do mundo. Autoridades do espiritismo no país hoje dizem que a doutrina no Brasil tem o antes e o depois daquela reportagem.
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Texto completo:
http://www.ribeiraopretoonline.com.br/noticias/entrevista-com-saulo-gomes-o-reporter-do-brasil/28394
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Consulta

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Consulta

O Tribunal Superior Eleitoral decidiu recentemente que não vai responder a uma consulta protocolada por um partido da oposição sobre uma suposta “campanha antecipada” por parte de alguns membros do governo.

O substantivo feminino “consulta” é um deverbal (palavra originada de verbo) de “consultar”, que teve sua origem no termo latino ‘consultare’. A palavra designa, no texto acima, a ação ou resultado de buscar informação, opinião ou diagnóstico profissional. O termo pode ainda designar o atendimento de um profissional a um cliente, como, por exemplo, nas “consultas médicas”.

>> Definição do “iDicionário Aulete”.

consulta

(con.sul.ta)
sf.
1. Ação ou resultado de consultar, buscar informação, opinião ou diagnóstico profissional [ + a, com, sobre : consulta ao advogado: consulta com pediatra: consulta sobre construção de ponte. ]
2. Parecer, conselho: Prefere não dar consulta aos amigos fora do ambiente profissional.
3. Atendimento; serviço ou tempo determinado em que um profissional recebe um cliente, ouve suas dúvidas e as responde: O dentista aumentou o preço da consulta.: Na clínica, o dia de consulta é terça feira.
4. Reunião em que especialistas ou detentores de certos cargos trocam opiniões e deliberam a respeito de um assunto, apresentado oficialmente
[F.: Dev. de consultar.]

Fonte:
http://www.aulete.com.br
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Ação e Reação

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Ação e Reação

LEI DE AÇÃO E REAÇÃO E LIVRE-ARBÍTRIO, PODE O HOMEM SOBREVIVER ÀS TRAGÉDIAS HUMANAS?
(21.02.09)

Por que determinadas pessoas escapam da morte em acidentes aéreos, naufrágios, incêndios e outras situações trágicas? Alguns explicam, superestimando os papéis da “sorte” e do destino; outros destacam o lugar da própria reação dos que se encontram em perigo real. Amanda Ripley, em o livro “Impensável – Como e Por que as Pessoas Sobrevivem a Desastres”, diz que “qualquer que seja o desastre, partimos praticamente do mesmo ponto e passamos por três fases distintas.” A primeira etapa é a da negação, na qual tentamos achar formas de provar para nós mesmos que aquilo não está acontecendo. A Segunda fase é a deliberação, fase em que notamos que algo está incrivelmente fora da ordem e passamos a ponderar sobre as opções possíveis. Por fim, com a aceitação do fato de que estamos em perigo e com a contemplação de soluções, chega a hora da fase final, a da ação. “(1)

Normalmente, diante do desfile de horrores decorrentes de uma tragédia, boa parte das vítimas fica, simplesmente, paralisada. Pesquisas recentes mostram que pessoas confiantes (dotadas de uma espécie de fé) tendem a se sair bem em catástrofes. Sua forma de pensar atenua os efeitos devastadores do medo extremo. Muitos que enfrentam crises, e se recuperam bem delas, tendem a contar com três vantagens: acreditam que podem influenciar o que acontece em sua volta; conseguem encontrar sentido no caos da vida moderna; estão convencidos de que podem aprender com as experiências, sejam elas boas ou ruins. Num processo contínuo de disciplina, quanto mais controle tivermos sobre as nossas reações e atitudes, maiores serão as chances de sairmos vivos de uma catástrofe, por exemplo, defendem os pesquisadores.

Alguns se referem ao destino como não sendo uma palavra vã. Crêem, dependendo da posição que ocupamos na Terra, e das funções que aqui desempenhamos em conseqüência do gênero de vida que escolhemos, ser expiação ou missão. Muitas vezes, parece que somos perseguidos por uma espécie de fatalidade, independente da maneira por que procedamos. São, no entanto, provas que nos cabe sofrer e que escolhemos antes de reencarnarmos. Todavia, lançamos à conta do fatalismo o que, na verdade, é, apenas, consequência de nossas próprias faltas, motivo pelo qual é urgente higienizarmos a consciência em meio aos deslizes morais que nos afligem, para alcançarmos uma efetiva harmonia íntima, que nos capacite enfrentar quaisquer desafios, inclusive tragédias.

Nunca há fatalidade nos atos da vida moral, mas, no que concerne à morte física, à desencarnação, achamo-nos submetidos, em absoluto, à inexorável lei da fatalidade, por não podermos escapar à sentença que nos marca o termo da existência, nem ao gênero de morte que haverá de cortar o fio da existência física. Ainda, sobre a fatalidade, lembremos que ela existe, unicamente, pelas provas requeridas por nós ou por proposta dos guias espirituais, antes da reencarnação, mas sempre de forma lucrativa para o espírito. Uma vez aceitas ou compulsoriamente estabelecidas, cria-se um calendário a ser cumprido, uma espécie de roteiro fatal para nós, que é a conseqüência mesma da posição em que nos achamos situados. Considerando, aqui, as provações a que somos submetidos, é de fundamental importância sabermos que elas podem mudar de curso, dependendo de como usamos o livre-arbítrio, se para o bem ou se para o mal, pois sempre somos senhores da nossa vontade, de ceder ou de resistir.

Uma coisa é importante discutir no debate, ou seja, a proteção espiritual. Ao nos depararmos fraquejando, um bom Espírito pode nos socorrer, mas, obviamente, sem influir sobre nós de maneira absoluta, ao ponto de dominar nossa vontade. Todos nós temos os nossos amigos protetores no além, lídimos guardiões, segundo as nossas condições evolutivas. Entretanto, é necessário lembrar que há uma hierarquia em todos os planos, tendo em vista que, quando o problema escapa à competência do espírito protetor, este solicita do seu superior a necessária intervenção. Todavia, os pormenores dos fatos que nos ocorrem, esses ficam subordinados às circunstâncias que criamos pelas experiências, sendo que, também, nessas circunstâncias, podemos ser influenciados pelos pensamentos que sugiram os bons Espíritos.

Não podemos acreditar que tudo o que nos sucede “esteja escrito” nas linhas do destino, como costumam dizer. Um acontecimento qualquer pode ser a conseqüência de um ato que praticamos por livre vontade, de tal sorte que, se não o houvéssemos praticado, o efeito poderia não se materializar. O fato de sermos surpreendidos, algumas vezes, em situação de perigo, constitui um mecanismo de alerta, endereçado pelos guias espirituais, a fim de nos desviarmos do mal e nos tornarmos melhores. Se escaparmos a esse perigo, quando ainda estivermos sob a impressão do risco que corremos, é sinal de que estamos sensíveis à influência dos Espíritos bons. Porém, se persistirmos rebeldes em não aceitarmos os convites superiores do bem, o obsessor, ou seja, o mau Espírito (digo mau, subentendendo o mal que ainda existe nele), vincula-se a nós, interferindo em nossas mentes, sugerindo-nos pensamentos depressivos, num processo perverso de vingança. Em verdade, através dos perigos que corremos, Deus nos adverte quanto à nossa fraqueza e a fragilidade da nossa existência. Se examinarmos a causa e a natureza do perigo, verificaremos que, quase sempre, suas conseqüências teriam sido a correção (punição?) de uma falta cometida ou da negligência no cumprimento de um dever. Deus, por essa forma, exorta-nos a um mergulho na própria consciência a fim de retificar a caminhada.

Na vida, tudo tem uma razão de ser, nada ocorre por acaso conosco, ainda mesmo quando as situações se nos afigurem trágicas. Antes de reencarnarmos, sob o peso de débitos de antanho, somos informados, no além-túmulo, dos riscos a que estamos sujeitos, das formas pelas quais podemos quitar a dívida, porém, o fato, por si só, não é determinístico, até, porque, dependem de circunstâncias várias em nossas vidas a sua consumação, uma vez que a Lei de Causa e Efeito admite flexibilidade, quando o amor rege a vida, porque “o amor cobre uma multidão de pecados.” (2)

Como disse antes, “fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só é o instante da morte” (3), pois, como disseram os Espíritos a Kardec: “quando é chegado o momento de retorno para o Plano Espiritual, nada “te livrará” e frequentemente o Espírito também sabe o gênero de morte por que partirá da terra”, “pois isso lhe foi revelado quando fez a escolha desta ou daquela existência”.(4) Mais, ainda: “Graças à Lei de Ação e Reação e ao Livre-Arbítrio, o homem pode evitar acontecimentos que deveriam realizar-se, como também permitir outros que não estavam previstos”.(5) A fatalidade só existe como algo temporário, frente à nossa condição de imortais, com a finalidade de “retomada de rumo”. Fatalidade e destino inflexível não se coadunam com os preceitos kardecianos. Quem crê ser “vítima da fatalidade”, culpa somente o mundo exterior pelos seus sofrimentos e se recusa a admitir a conexão que existe entre ação e reação.

Jorge Hessen
E-Mail: jorgehessen@gmail.com
Site: http://jorgehessen.net

FONTES:
1 Ripley, Amanda. “Impensável – Como e Por que as Pessoas Sobrevivem a Desastres, Rio de Janeiro: Editora Globo, 2008
2 Cf. Primeira Epístola de Pedro Cap. 4:8
3 Kardec, Allan.
O Livro dos Espíritos, RJ: Ed FEB, 1979, pergs. 851 a 867
4 idem
5 Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed FEB, 1979,
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Original:
http://jorgehessen.net/
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Publicado no SinapsesLinks:
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Conheça: SinapsesArtes:
http://sinapsesartes.blogspot.com/
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Conheça: Janelas da Alma
https://sites.google.com/site/eudisonleal/
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Coincidência

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Coincidência

‘Coincidência é um termo que Deus inventou para os seus mais sublimes propósitos’.

1.
Uma fatia de cenoura parece um olho humano. A pupila, íris e linhas raiadas são semelhantes ao olho humano… e SIM, a ciência agora mostra que a cenoura fortalece a circulação sanguínea e o funcionamento dos olhos.

2.
Um tomate tem quatro câmaras e é vermelho. O coração é vermelho e têm quatro câmaras. Toda a investigação mostra que o tomate é de facto um puro alimento para o coração e circulação sanguínea.

3.
As uvas crescem em cacho que tem a forma do coração. Cada uva assemelha-se a uma célula sanguínea e toda a investigação hoje em dia mostra que as uvas são também um alimento profundamente vitalizador para o coração e sangue.

4.
Uma noz parece um pequeno cérebro, com hemisférios esquerdo e direito, cerebelos superiores e inferiores. Até as rugas e folhos de uma noz são semelhantes ao neo-cortex. Agora sabemos que as nozes ajudam a desenvolver mais de 3 dúzias de neurotransmissores para o funcionamento do cérebro.

5.
Os feijões realmente curam e ajudam a manter a função renal e sim, são exactamente idênticos aos rins humanos.

6.
O aipo, bok choy, ruibarbo e outros são idênticos a ossos.
Estes alimentos atingem especificamente a força dos ossos. Os ossos são compostos por 23% de sódio e estes alimentos têm 23% de sódio. Se não tiver sódio suficiente na sua dieta o organismo retira sódio aos ossos, deixando-os fracos. Estes alimentos reabastecem as necessidades do esqueleto.

7.
Berinjelas, abacates e pêras ajudam à saúde e funcionamento do ventre e do cervix feminino – eles são parecidos com estes órgãos. Actualmente a investigação mostra que quando uma mulher come um abacate por semana, equilibra as hormonas, não acumula gordura indesejada na gravidez e previne cancros cervicais.
E que profundo é isto?… Demora exactamente 9 meses para um cultivar um abacate de flor a fruta. Existem mais de 14 000 componentes químicos fotolíticos em cada um destes alimentos (a ciência moderna apenas estudou e nomeou cerca de 141).

8.
Figos estão cheios de sementes estão pendurados aos pares quando crescem. Os figos aumentam a mobilidade e aumentam os números do esperma masculino, assim como ajudam a ultrapassar a esterilidade masculina.

9.
As batatas doces são idênticas ao pâncreas e de facto equilibram o índice glicémico de diabéticos.

10.
Azeitonas ajudam a saúde e funcionamento dos ovários.

11.
Toranjas, laranjas e outros citrinos assemelham-se a glândulas mamárias femininas e realmente ajudam à saúde das mamas e à circulação linfática, dentro e fora das mamas.

12.
As cebolas parecem células do corpo. A investigação actual mostra que a cebola ajuda a limpar materiais excedentes de todas as células corporais. Até produzem lágrimas que lavam as camadas epiteliais dos olhos…
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Colaboração:
Telma Canettieri Ferrari – Pindamonhangaba-SP
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Entusiasmo

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Entusiasmo

A palavra entusiasmo vem do grego e significa “ter um deus dentro de si”.
Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses.

A pessoa entusiasmada era aquela “preenchida” por um dos deuses e por isso
poderia transformar a natureza e fazer as coisas acontecerem.

Assim, se você fosse entusiasmado por Deméter (deusa da Agricultura, chamada
Ceres na mitologia romana) você seria capaz de fazer acontecer a melhor
colheita, e assim por diante.

Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os
desafios do cotidiano, criar uma realidade ou modifica-la. Portanto, era
preciso entusiasmar-se, ou seja, “abrigar um deus em si”!

Por isso, as pessoas entusiasmadas acreditam em si, agem com serenidade,
alegria e firmeza.

E acreditam igualmente nos outros entusiasmados.

Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso.

O entusiasmo é bem diferente do otimismo.

Otimismo significa esperar que uma coisa dê certo.

Entusiasmo é acreditar que é possível fazer dar certo.
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Colaboração:
Mário Leal Filho – São Paulo-SP
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Equilíbrio

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Equilíbrio

Busque o equilíbrio na vida

Em uma conferência numa universidade americana, um executivo falou sobre a relação entre o trabalho e outros compromissos da vida.

– Imagine a vida como um jogo de malabares, em que você lança ao ar cinco bolas. Essas bolas são o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.

O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.

Entenda isso e busque o equilíbrio na vida. Como?

• Não diminua seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só você está em condições de escolher o que é melhor para você;

• Dê valor e respeite as coisas mais queridas do seu coração. Apegue-se a elas como a própria vida. Sem elas, a vida carece de sentido. Não deixe que a vida escorra entre os dedos, vivendo no passado ou no futuro. Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de sua vida;

• Não desista, quando você ainda é capaz de um esforço a mais. Nada termina, até o momento em que se deixa tentar. Não tem admitir que não é uma pessoa perfeita;

• Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes;

• Não exclua o amor de sua vida, dizendo que não é possível encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dando amor. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegando-se demasiadamente a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dando-lhe asas;

• Não corra tanto pela vida, a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai;

• Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente;

• Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Eles são coisas que jamais poderemos recuperar;

• A vida não é uma corrida, mas uma viagem que deve ser desfrutada passo a passo;

• Lembre-se: ontem é história, amanhã é mistério e hoje é uma dádiva. Por isso é que se chama “presente.” Reflita sobre esses conselhos.

Leia e releia cada um deles e, aos poucos, adote-os como filosofia de vida.

Viva com equilíbrio.
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Colaboração:
Klyvian Flores Camargo Leal – São Paulo-SP
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Falar

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Falar

Quando falar, pronuncie apenas palavras que abençoe a vida de alguém; se vai repreender alguém, faça-o com amor e sabedoria; proclame a sua opinião apenas quando foi solicitada; fale o necessário e somente e quando tiver algo de bom a acrescentar.
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“Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida…
O mexeriqueiro espalha os segredos; por isso fique longe de quem fala demais.”
(Tg. 4:11; Pv 13:3 e 20:19)
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