Uma visita inesquecível

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UMA VISITA INESQUECÍVEL

Pelos idos dos anos 70 viajamos para a bela cidade de Uberaba para visitarmos o nosso querido Chico Xavier. Chegando na rua Eurípides Barsanulfo, embora ainda faltasse algum tempo para o inicio da reunião onde contaríamos com a presença do Grande Médium, já era intensa a movimentação em torno da Casa Espírita.

Mães, muitas delas carregando seus filhos ao colo, entravam pelo portão, para em seguida, acomodarem-se em torno de longa mesa tosca em busca da sopa reconfortante, cujos pratos, fumegantes, estavam sendo servidos por cerca de uma dezena de voluntários.

Algumas dessas mulheres carentes, ao mesmo tempo em que se alimentavam, procuravam amamentar seus rebentos. Essas criaturas, além de roupas e alimentos, recebiam assistência medica efetuada pelo Médico e Médium doutor Valdo Vieira. Ficamos emocionados com o trato carinhoso dispensado pelo companheiro do Chico, àquela verdadeira multidão de necessitados.

Valdo em pleno vigor da juventude, trazia no semblante sereno as marcas saudáveis e rubras do jovem que denotava usufruir os tempos felizes. Tal realidade não se dava somente no campo das aparências, pois nosso irmão durante os trabalhos da psicografia, em companhia do grande Chico, postava-se para a recepção das mensagens, lado a lado, ambos atuavam fazendo com que os lápis deslizassem com velocidade incrível sobre as alvas folhas de papeis. A igualdade e a grandeza do fenômeno não se davam apenas no campo das aparências, pois as belezas das mensagens eram tocantes e se confundiam.

O consultório onde Valdo prestava atendimento limitava-se a um cubículo, cuja porta era frontal à calçada, onde perfilavam crianças e adultos. A fila formada defronte o pequeno consultório estendia-se ao longo da murada e o mais impressionante é que muitos desses necessitados diziam-se forasteiros e que haviam empreendido longas caminhadas pela noite adentro até ali chegarem.

Aquela multidão de necessitados guardava profundo respeito pelos dois missionários. O que nos deixou emocionado foi o fato de constatar que os médiuns retribuíam cada vez que tinham suas mãos beijadas pelos maltrapilhos, abraçando-os fazendo festas, como se os tivessem reencontrado depois de muito tempo.

Convidado pelo Chico, para que lhe fizesse companhia, enquanto ele estivesse prestando atendimento Fraterno, as pessoas que compunham caravanas originárias dos diversos estados. Confesso que me enchi de importâncias, chegando a imaginar que ele assim procedia por necessitar que eu lhe desse “uma força”. Vejam até que ponto pode chegar a mísera pretensão humana.

Postei-me ao lado do grande Médium e ele iniciou o atendimento a aquela verdadeira multidão. Voltei-me para traz e constatei que não havia uma só cadeira. Como assim? Praticamente setecentas pessoas a serem ouvidas e nós aqui em pé ?
Mas era esse o procedimento daquela Grande Alma. Não se dava o direito de sentar-se enquanto aqueles que o buscavam permanecessem a sua frente em busca de uma palavra.

Aproximou-se uma senhora carregando nos braços uma menina de aproximadamente dois anos e perguntou ansiosa:
– Chico esta menina esteve tão doentinha, será que agora ela vai se arribá?
O Médium depois de um largo sorriso ergueu o bracinho da criança e disse eufórico:
-Querida irmã essa menina só pode sarar! Observe a mãozinha dela! Mais parece uma estrela!
Notei que os olhos da mulher marejaram.

Na verdade, até então não havia presenciado tamanha expressão de felicidade no semblante de uma mãe. Naquele momento pude avaliar a razão pela qual Chico houvera solicitado, para que eu pobre ignorante, ali ficasse ao seu lado, a fim de que pudesse assimilar tudo aquilo.

A visão ampla daquele homem revelava-se em seus mínimos gestos. Num determinado instante ele permitiu -se interromper o atendimento àquelas pessoas e voltando-se para uma voluntária da casa solicitou gentilmente:
-Mirtes, por favor, peça ao irmão Lázaro que venha até aqui.
Um minuto depois se aproximou o homem aparentando trinta e cinco anos. Colarinho da camisa todo puído e trazia o semblante marcado pela tristeza. Assim que deu um carinhoso abraço no Lázaro Chico perguntou-lhe:
-E então bom amigo, conseguiu safar-se da enfermidade?
-Sim Chico, mas será que eu vou conseguir arrumar emprego?
-Esteja certo disso Lázaro – disse enquanto erguia os braços da humilde criatura – Se Deus lhe deu dois instrumentos tão maravilhosos quanto esses, será que Ele vai negar-lhe um emprego?
Lázaro se foi pisando nas alturas, e eu cada vez mais abestalhado com tudo aquilo que acabava de presenciar.

Confesso que nem me lembro se minhas pernas estavam cansadas ou não, só sei que o grande Chico, na grandeza de sua humildade, fez de contas que não percebeu que viera marcar para sempre, com seus exemplos de Amor, a Alma desta mísera criatura.

Álvaro Basile Portughesi
clareon@uol.com.br
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Espiritismo Kardecista

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Espiritismo Kardecista

por Rubem César Fernandes

O Espiritismo Kardecista surgiu na França, no século XIX, por obra de Léon Hyppolite Dénizart Rivail, que se tornou conhecido como Allan Kardec. Fenômenos mediúnicos despertavam interesse nos salões franceses desde o século anterior, combinando a curiosidade filosófico-científica com a experimentação quase religiosa dos mistérios do espírito. Positivismo e misticismo combinavam-se. Kardec observou sistematicamente estes fenômenos e desenvolveu uma obra que se tornou referência clássica para um movimento que se expande ainda em nossos dias.

As idéias de Kardec tiveram boa recepção no Brasil. Despertaram o interesse de pessoas letradas que viam nelas sinais de modernidade contrastante com o conservadorismo católico. Ganharam adeptos nas elites formadas por profissionais liberais e militares. Em 1884, já eram difundidas o bastante para que se criasse uma Federação Espírita Brasileira. No século XX, o Brasil tornou-se o país de maior expressão espírita. Conta hoje com alguns milhões de fiéis declarados e suas idéias influenciam a cultura religiosa em seu conjunto. O princípio da reencarnação, por exemplo, é aceito, provavelmente, por uma maioria de brasileiros.

Os espíritas reúnem-se em “Centros”. A liderança do Centro não precisa ser formada por um Seminário, nem ser submetida a um rito qualquer de investidura. Os espíritas são econômicos quanto aos ritos, preferindo a comunicação verbal e direta. A formação de seus quadros é feita no dia-a-dia do Centro. As seções têm um forte caráter educativo, com palestras explicativas da doutrina. Ao final da palestra, os médiuns percorrem a audiência dando “passes”, que servem como um discreto rito de purificação.

As seções mediúnicas preservam o mesmo estilo. A incorporação não anula a consciência do médium e ocorre, costumeiramente, num ambiente de penumbra e recato. Se o espírito é superior, orienta os presentes, oferecendo-lhes conselhos. Se, ao contrário, o espírito sofre ainda pelas coisas terrenas perdidas, inverte-se a relação, cabendo aos médiuns o trabalho de doutrinar e oferecer ajuda àquele espírito sofredor.

A mediunidade espírita realiza a mesma combinação de esclarecimento e caridade que deve guiar a vida dos fiéis. Permite que o progresso moral atravesse a barreira da morte, colocando vivos (“encarnados”) e mortos (“desencarnados”) em comunicação. A literatura espírita, abundante, é ela própria fruto da mediunidade. Autores como Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier, redigem sob a influência direta de espíritos superiores, psicografando os seus ensinamentos. Há artistas que pintam em transe. Mais espetacular, chegando ao ponto de gerar polêmicas, é a prática médica, e mesmo cirúrgica, executada por espíritos desencarnados que se utilizam do “aparelho” do médium. O suposto cirurgião germânico Dr. Fritz continua a praticar no Brasil, utilizando-se de uma sucessão de médiuns e atraindo grande número de pacientes.

Não há centro espírita que não desenvolva alguma obra de caridade. Creches, asilos, ambulatórios, distribuição de alimentos etc., são objeto de trabalho voluntário que alcança um grande número de beneficiários. É a expressão mais visível da moral espírita, baseada no princípio do “carma”. Acreditam que toda ação, boa ou má, tem a sua conseqüência no caminho da evolução espiritual de cada indivíduo. O esclarecimento e a caridade conduzem o espírito ao longo de sucessivas reencarnações, num sentido evolutivo, que nos permite superar os sofrimentos terrenos e migrar para níveis mais elevados de existência.
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Fonte:
http://www2.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/artecult/religiao/espirit/index.htm
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Sobre o autor:
Rubem César Fernandes
Rubem César Fernandes formou-se em História, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fez mestrado em Filosofia, na Universidade de Varsóvia (Polônia), e tornou-se PhD na Universidade de Colúmbia (Nova York). Foi professor na Universidade de Colúmbia, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no Museu Nacional (Rio de Janeiro), na UFRJ e na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). É secretário executivo do Instituto de Estudos da Religião (ISER) e secretário executivo do Viva Rio. Autor, entre outros, de Romarias da Paixão (Rio de Janeiro, Rocco, 1995), Privado Porém Público (Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1995), Vocabulário de Idéias Passadas (São Paulo, Relume Dumará, 1995) e Novo Nascimento – Os Evangélicos em Casa, na Igreja e na Política (no prelo).
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Joanna de Ângelis

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Joanna de Ângelis

Venha assistir conosco no
Centro Espírita União e Caridade,
dia 03 de abril, próxima sexta-feira, às 19 horas, o belíssimo

Documentário: As Vidas de Joanna de Ângelis

O médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco narra as diferentes existências deste Espírito venerando, como Joana de Cusa, onde teve contato com o mestre nazareno e a abadessa Joana Angélica de Jesus, participando do movimento de independência do Estado da Bahia e também do Brasil. O documentário traz ainda confissões e casos pessoais do médium ocorridos entre os mais de 60 anos de mediunidade e divulgação do Espiritismo guiados pelo iluminado Espírito.

O Centro Espírita União e Caridade está localizado à
Rua Dr. Souza Alves, nº. 142, Centro – Taubaté.

A entrada é franca.

Em caso de dúvidas, por favor, entre em contato conosco por meio dos nossos endereços eletrônicos ou telefone:
kikagoncalves@gmail.com – Ana Cristina.
estelo7@yahoo.com.br – com Liane
ou pelo telefone 3635-3344 – Livraria do “Seu Zezinho”
Sua presença é muito importante para nós.
Muita paz e luz.
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Chico 100 anos em 2010

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Centenário de Francisco Cândido Xavier em 2010

Federativas espíritas reunidas em Aracaju
Objetivo é debater participação e projeto relativo aos 100 anos de Chico Xavier
30/03/2009 – 16:10

Nos dias 3, 4 e 5 de abril acontece em Aracaju a 23ª Reunião da Comissão Regional Nordeste, com a presença de todas as Federativas Espíritas dos estados nordestinos e mais dirigentes da Federação Espírita Brasileira (FEB). A freqüência do Encontro Regional, que acontece no Hotel Bello Mar, foi estimada em 100 pessoas.

As delegações de cada federativa compostas pelo presidente, assessor e mais oito coordenadores de áreas específicas serão recepcionadas pela anfitriã, Federação Espírita do Estado de Sergipe (Fees), na pessoa de seu presidente, engenheiro Júlio César Freitas Góes e demais diretores.

No encontro serão discutidos assuntos de alta relevância para o movimento espírita da região e nacional com destaque para o projeto ´Centenário de Francisco Cândido Xavier em 2010´, cuja homenagem será por ocasião do 3º Congresso Espírita Brasileiro.
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Fonte:
http://www.infonet.com.br/noticias/ler.asp?id=84089&titulo=cidade
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Solidão

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Solidão

Chico Xavier

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo… isto é carência.

Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar… isto é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos… isto é equilíbrio.

Tampouco é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida… isto é um Princípio da Natureza.

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado… isto é circunstância.
Solidão é muito mais que isto.

Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa alma.

Francisco Cândido Xavier
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Sexualidade Humana

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Sexualidade Humana

Seminário espírita reúne 500 pessoas

O 12º Seminário do Instituto de Cultura Espírita do Ceará debateu questões ligadas ao ser humano e sua sexualidade. As exposições e discussões trataram dos assuntos levando em conta as orientações da doutrina espírita.

Sexo é algo que o espírito necessita para exercitar o desenvolvimento do amor.

No início o buscamos pelo instinto, pela sensação do prazer, mas é por meio dele, que acabamos por chegar ao amor na sua concepção maior. As ideias foram apresentadas ontem na exposição do presidente do Instituto de Cultura Espírita do Ceará (ICE-CE), e Associação Médico-Espírita do Ceará (AME-CE), Francisco Cajazeiras, no 12º Seminário Espírita do ICE. O evento, com programação iniciada às 9 horas e encerrada às 18h30min no Hotel Oásis Atlântico, teve como temática central o ser humano e sua sexualidade. Além de Cajazeiras, o seminário também teve como expositor o ex-presidente da Federação Espírita de São Paulo, Avildo Fioravante.

Os cerca de 500 participantes puderam debater questões de comportamento, genética, erotização e o abuso sexual de crianças e adolescentes.

À luz do Espiritismo, conforme Cajazeiras, o fato de um adulto se interessar sexualmente por uma criança significa na base o adoecimento daquele espírito, problema que pode estar ligado a dramas de vidas passadas. No caso do pai que abusa de filhas, é um espírito que tem dificuldade de se reconhecer no seu papel atual de pai, não conseguindo superar isso. O seminário, disse ele, buscou tocar numa questão sempre atual sobre a qual todos têm muitas dúvidas.

Embora as pessoas se acreditem muito conhecedoras do assunto, estão muito aquém de um conhecimento real.

Segundo o expositor, o Espiritismo tem uma concepção que ajuda as pessoas a entenderem o significado da vida levando em conta que o ser humano não se limita à matéria, é espírito, e essas dimensões se interpõem. Isso nos permite fazer discussões sobre os problemas do cotidiano levando em conta o lado racional, ou seja, que não se deixa levar pelas paixões, vai além do material. Nesse sentido, afirmou, a sexualidade não pode ser compreendida somente como uma expressão genital, mas como potencialidade para a vivência do amor, reforçou.

Cajazeiras disse que o sexo, assim como a inteligência humana, não são bons nem ruins. Isso vai depender da utilização que o ser inteligente dá a cada uma dessas coisas, o que pode torná-las positivas ou negativas. Ambas utilizadas para o bem podem enriquecer, mas ao contrário, utilizadas para o mal, só vão trazer dor e sofrimento. Francisco Cajazeiras é cearense, médico e professor dos cursos de Medicina e de Psicologia da Universidade de Fortaleza (Unifor). É presidente do ICE-CE.

E-Mais

O Instituto de Cultura Espírita do Ceará foi Fundado em agosto de 1996, por um grupo de trabalhadores espíritas. Contando com um grupo de 50 membros, o ICE recebe mensalmente cerca de 1.200 pessoas nas suas diversas atividades. A casa tem uma grande preocupação com a divulgação da Doutrina Espírita, por isso está sempre realizando estudos e palestras para disseminar o conhecimento.

Rosa Sá
da Redação
30 Mar 2009

Fonte:
http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/866341.html
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Chico Xavier

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Chico Xavier

Pedro Leopoldo e Uberaba – A primeira, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é a cidade natal; a segunda, no Triângulo Mineiro, é adotada.

Chico Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, onde morou até os 49 anos; depois, partiu para Uberaba e lá ficou até morrer, aos 92 anos.

Foi nos dois municípios que Francisco Cândido Xavier praticou seus 75 anos de mediunidade, deixou a marca de sua obra espiritual e assistencial e as lembranças de uma trajetória cheia de fé, admiração e respeito. “Pedro Leopoldo foi o berço natal e Uberaba o berço que o acolheu”, explica o filho de criação do médium Eurípedes Humberto Higino dos Reis, que cuida do legado de Chico em Uberaba. “Ele dizia que Pedro Leopoldo era a mãe e Uberaba, a tia”, revela o curador da Casa de Chico Xavier em Pedro Leopoldo, Hélcio Marques.

Conheça o perfil de Chico Xavier

A Casa de Chico Xavier está instalada onde ele morou. Ela abriga exemplares em diversos idiomas dos mais de 400 livros psicografados pelo médium e das 170 obras que versam sobre ele, além de reportagens de jornais, revistas e em fitas de vídeo. Além desse espaço, Pedro Leopoldo tem o Centro Espírita São Luiz Gonzaga, erguido no local onde era a casa em que Chico nasceu, em 1910. Uma das principais praças da cidade, desde 1980, recebeu o nome do médium.

A Fundação Cultural Chico Xavier está encarregada da construção do Memorial Chico Xavier, no Açude do Capão, local em que, em 1931, o médium viu, pela primeira vez, seu benfeitor espiritual, Emmanuel.

Cada local ligado à história de Chico Xavier representa uma etapa dos Caminhos da Luz, marcados por placas indicativas. Estão incluídas a Fábrica de Tecidos Cachoeira Grande e a Fazenda Modelo, onde ele trabalhou, e a Mostra Permanente Chico Xavier, com parte do acervo recolhido pelo pesquisador Geraldo Leão, que integram o Arquivo Público Municipal de Pedro Leopoldo.

Em Uberaba, há o Museu Chico Xavier, instalado na casa do médium e em fase de ampliação. Lá estão o quarto onde ele dormia – o Recanto do Chico –, preservado como no dia em que desencarnou, em 2002, a mesa em que ele psicografava e a coleção dos bonés que eram sua marca registrada. Podem ser vistos também suas obras, material sobre ele e um amplo acervo de fotografias e de informações sobre sua trajetória.

CASA DA PRECE
O Grupo Espírita da Prece continua realizando cultos aos sábados no local que ficou conhecido popularmente como Casa da Prece. Era lá que Chico, às sextas-feiras e aos sábados, recebia mais de 500 pessoas. Eurípedes dos Reis conta que ele começava a atender às 14h e ia até as 5h do dia seguinte.

Por iniciativa da Prefeitura de Uberaba e de outras instituições locais, foi criado o Instituto Chico Xavier, com o objetivo de construir um memorial que contará com biblioteca, sala de vídeo, galeria e auditório, em 1,3 mil metros quadrados de área construída. A obra está em andamento.

O instituto pretende recolher e reunir em um só local mensagens, cartas e imagens, além de todo o acervo já disponível. O material impresso sobre o memorial preconiza: “Chico Xavier é mundial, um antagonismo entre o tamanho de sua fama e sua simplicidade. O memorial será universal, tal qual o seu exemplo”. Os espaços de Uberaba e de Pedro Leopoldo deverão estar prontos para as comemorações do centenário de nascimento de Chico, no próximo ano. (abril 2010)

Tanto em Pedro Leopoldo quanto em Uberaba, a obra assistencial do médium continuou depois de sua morte. Na terra natal, o Centro Espírita Luiz Gonzaga, fundado por Chico em 1950, mantém a sopa fraterna Maria João de Deus (nome da mãe do médium), que alimenta cerca de 300 pessoas todos os sábados, além de fornecer enxovais para bebês. E a Casa de Chico Xavier distribui 200 cestas básicas por mês e atende 150 famílias por semana ofertando pão e leite.

ENCONTRO Em Uberaba, o Refeitório Amigos Anônimos fornece jantar a cerca de 1 mil pessoas todas as quintas-feiras e o Assistencial Chico Xavier distribui cestas básicas, pão, leite e enxovais a outras 800, aos sábados. O assistencial dispõe ainda de gabinetes médico e dentário para atendimento gratuito. “Chico dizia que não era somente matar a fome, porque os bons espíritos faziam tratamentos naquelas filas. A doação era o chamarisco para que as pessoas recebessem tratamento espiritual”, conta Eurípedes dos Reis. Segundo o filho adotivo do médium, apareciam até pessoas que não eram carentes, mas “vinham buscar os donativos porque queriam pegar na mão dele”.

A capacidade de atrair gente que Chico demonstrou em vida continuou depois da desencarnação. “O povo ficava em cima dele. A necessidade de misericórdia era muito grande”, avalia Hélcio Marques. A Casa de Chico Xavier, em Pedro Leopoldo, inaugurada há três anos, já recebeu 37 mil visitantes, a maioria de outras cidades e estados e em torno de 5% do exterior. E o Culto do Evangelho, realizado no local aos domingos, tem sempre a presença de 150 pessoas, em um espaço adequado para receber 60.

O túmulo de Chico Xavier, no Cemitério Municipal São João Batista, em Uberaba, é um dos mais visitados. No mausoléu está uma estátua em bronze do médium em sua pose, ao psicografar, e exemplares de seus livros, entre eles, o primeiro (Parnaso do além túmulo) e o mais vendido (Nosso lar).

Entre 18 e 20 de abril, mês do aniversário de nascimento do médium, será realizado, em Pedro Leopoldo, o 2o Encontro Nacional Amigos de Chico Xavier, com expectativa de 3,5 mil participantes. Ao primeiro encontro, no ano passado, em Uberaba, compareceram 2,5 mil pessoas.
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Maurício Lara – Estado de Minas
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Fonte:
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2009/03/29/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=104448/em_noticia_interna.shtml
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Moral

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Os bons espíritas

O Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec
CAPÍTULO XVII – SEDE PERFEITOS 271
Caracteres da perfeição: 1 e 2. – O homem de bem:
3. – Os bons espíritas:

Bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados acima expostos, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. O Espiritismo não institui nenhuma nova moral; apenas facilita aos homens a inteligência e a prática da do Cristo, facultando fé inabalável e esclarecida aos que duvidam ou vacilam.

Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as conseqüências, nem o alcance moral, ou, se os apreendem, não os aplicam a si mesmos.
A que atribuir isso? A alguma falta de clareza da Doutrina? Não, pois que ela não contém alegorias nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações. A clareza e da sua essência mesma e é donde lhe vem toda a força, porque a faz ir direito à inteligência. Nada tem de misteriosa e seus iniciados não se acham de posse de qualquer segredo, oculto ao vulgo.

Será então necessária, para compreendê-la, uma inteligência fora do comum? Não, tanto que há homens de notória capacidade que não a compreendem, ao passo que inteligências vulgares, moços mesmo, apenas saídos da adolescência, lhes apreendem, com admirável precisão, os mais delicados matizes. Provém isso de que a parte por assim dizer material da ciência somente requer olhos que observem, enquanto a parte essencial exige um certo grau de sensibilidade, a que se pode chamar maturidade do senso moral, maturidade que independe da idade e do grau de instrução, porque é peculiar ao desenvolvimento, em sentido especial, do Espírito encamado.

Nalguns, ainda muito tenazes são os laços da matéria para permitirem que o Espírito se desprenda das coisas da Terra; a névoa que os envolve tira-lhes a visão do infinito, donde resulta não romperem facilmente com os seus pendores nem com seus hábitos, não percebendo haja qualquer coisa melhor do que aquilo de que são dotados. Têm a crença nos Espíritos como um simples fato, mas que nada ou bem pouco lhes modifica as tendências instintivas. Numa palavra: não divisam mais do que um raio de luz, insuficiente a guiá-los e a lhes facultar uma vigorosa aspiração, capaz de lhes sobrepujar as inclinações. Atêm-se mais aos fenômenos do que a moral, que se lhes afigura cediça e monótona. Pedem aos Espíritos que incessantemente os iniciem em novos mistérios, sem procurar saber se já se tornaram dignos de penetrar Os arcanos do Criador. Esses são os espíritas imperfeitos, alguns dos quais ficam a meio caminho ou se afastam de seus irmãos em crença, porque recuam ante a obrigação de se reformarem, ou então guardam as suas simpatias para os que lhes compartilham das fraquezas ou das prevenções. Contudo, a aceitação do princípio da doutrina é um primeiro passo que lhes tornará mais fácil o segundo, noutra existência.

Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita verdadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina de modo mais completo a matéria, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar fibras que nos outros se conservam inertes. Em suma: é tocado no coração, pelo que inabalável se lhe torna a fé. Um é qual músico que alguns acordes bastam para comover, ao passo que outro apenas ouve sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.
Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade.
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A lei do amor

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A lei do amor deve suprir toda união

Ainda discorrendo sobre o casamento, Allan Kardec afirma que “nem a lei civil, nem os compromissos que ela faz contrair podem suprir a lei do amor se esta lei não preside a união; disso resulta que, frequentemente, o que se une à força, se separa por si mesmo; que o juramento que se pronuncia ao pé do altar torna-se um perjúrio se dito como uma fórmula banal; daí as uniões infelizes, que acabam por tornar-se criminosas; dupla infelicidade que se evitaria se, nas condições do casamento, não se fizesse abstração da única lei que o sanciona aos olhos de Deus: a lei de amor.
Quando Deus disse: ‘Vós não sereis senão uma mesma carne’; e quando Jesus disse: ‘Vós não separareis o que Deus uniu’, isso se deve entender da união segundo a lei imutável de Deus, e não segundo a lei variável dos homens”.

O item conclusivo do Cap. XII, o nº 4, traz o seguinte esclarecimento:

“A lei civil é, pois, supérflua, e é preciso retornar ao casamento segundo a Natureza? Não, certamente, a lei civil tem por objetivo regular as relações sociais e os interesses das famílias, segundo as exigências da civilização; eis porque ela é útil, necessária, mas variável, deve ser previdente, porque o homem civilizado não pode viver como o selvagem; mas nada, absolutamente nada, se opõe a que seja o corolário da lei de Deus; os obstáculos para o cumprimento da lei divina resultam dos preconceitos e não da lei civil. Esses preconceitos, se bem que ainda vivazes, já perderam seu império entre os povos esclarecidos; eles desaparecerão com o progresso moral, que abrirá, enfim, os olhos sobre os males sem número, as faltas, os próprios crimes que resultem de uniões contraídas tendo em vista unicamente os interesses materiais; e se perguntará um dia se é mais humano, mais caridoso, mais moral, unir indissoluvelmente um ao outro seres que não podem viver juntos, do que lhes dar a liberdade, se a perspectiva de uma cadeia indissolúvel não aumenta o número das uniões irregulares.”

Que possamos concluir, com recomendações ao livro Caminho, Verdade e Vida, recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier, e lançado pela Federação Espírita Brasileira, com prefácio datado de Pedro Leopoldo, 2 de setembro de 1948, estudando o trecho de Atos,73, que depois de nos alertar que “a família não seria a parentela, mas a parentela converter-se-ia, mais tarde, nas santas expressões da família”, complementa:

“A caminho de Jesus, será útil abandonar a esfera de maledicências e incompreensões da parentela e pautar os atos na execução do dever mais sublime, sem esmorecer na exemplificação, porquanto, assim, o aprendiz fiel estará exortando-a, sem palavras, a participar dos direitos da família maior, que é a de Jesus Cristo.”

Leitor amigo, no casamento ou fora dele, não nos esqueçamos de que o respeito, a compreensão, a paciência infinita para com as faltas alheias deverão sempre nortear-nos os passos, já que todos aspiramos a uma vida onde reinem a Paz e a Alegria, recomendada pelo Apóstolo dos Gentios, e ainda permanecemos num mundo de provas e expiações, o qual ainda necessitamos habitar.

Elias Barbosa
Clínico geral e psiquiatra
eliasbarbosa34@terra.com.br
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Fonte:
http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,22,ARTICULISTAS,6824
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O Véu e a Alteridade

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O Véu e a Alteridade

Nilza Teresa Rotter Pelá

O noticiário internacional traz novamente a intolerância de um país para com estudantes mulheres que, por preceito religioso, usam véu para ir à escola. Eu não usaria véu, mas é direito meu não fazê-lo como é direito de outra mulher usá-lo se compreender que assim é bom para ela e se não está sendo coagida a isso.

A exclusão dessas mulheres das escolas, uma vez que será mais freqüente abandonar a escola que a religião, tiraria dessas jovens estudantes a oportunidade de contato com jovens de diferentes culturas e religiões , o que sem dúvida lhes ampliaria o repertório de condutas e valores, o que poderia sim, lhes dar elementos de análise se querem ou não tirar o véu e enfrentar o radicalismo religioso a que são expostas.

Outro aspecto a ser analisado diz respeito aos sentimentos de exclusão e rejeição que essas mulheres estariam sofrendo, o que seria difícil para elas compreender como cristãos que pregam o amor e a fraternidade podem fazer isso com elas.

Dentro desse contexto aparece o conceito de alteridade

Alteridade

Capacidade de conviver com o diferente de se proporcionar um olhar interior a partir das diferenças. Significa que se reconhece o outro também como sujeito de iguais direitos.

É exatamente a constatação das diferenças que gera a alteridade. Não é um conceito desse século, mas foi retomado pelo relatório da Comissão Especial em Educação de UNESCO sob a coordenação de Jacques Delors, intitulado Educação um Tesouro a Descobrir(1). Chama a atenção o capítulo 4 da parte II, que aborda os Quatro Pilares da Educação quais sejam: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver, aprender a ser.

No pilar Aprender a Conviver é trabalhado o conceito de alteridade. Nesse pilar o educador procura situar o educando com os outros compartilhando experiências e desenvolvendo responsabilidades sociais. Essas experiências geram responsabilidades que os levam a busca de integração com a natureza, o compromisso com a humanidade e a necessidade de superação dos egoísmos coletivos e individuais, isso só é possível pelo compartilhamento, pela comunhão, pelo diálogo, pela convivência. Ensinou-nos Jesus: Fazer aos outros o que desejamos que os outros nos façam ( Mt.7:12)como a maneira de conviver com respeito, tolerância e cooperação fraternal.

O Espiritismo tem seu alicerce nos ensinamentos de Jesus e seu fundamento pedagógico não podia ser outro senão aquele praticado pelo Cristo. Joanna de Angelis (A pedagogia de Jesus- O Reformador-junho de 2004) assim apresenta essa pedagogia: Pedagogo por excelência não apenas ensinando a conhecer, a fazer, a conviver e a ser, mas sobretudo, demonstrando que ele o realizava. Melhor pedagogia que a d’Ele não existe, pois que vem atravessando os dois milênios já transatos com superior qualidade de orientação. Este é o teu mandato de realmente aprenderes a viver”.

Oxalá possamos estar mais atentos à alteridade que ao véu.

Bibliografia
1) DELORS, JACQUES, Educação um tesouro a descobrir.Brasília: DF:MEC:UNESCO,2003
Fonte: Verdade e Luz, edição nº 266 – Março de 2008
Federação Espírita do Estado de Mato Grosso – http://www.feemt.org.br
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Original:
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=342727
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Punishment from God?

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Punishment from God?

May b u could answer me??? i m in a deep trouble…………..
is it punishment from God?

well i brought in a house where we were like princess all 5 sisters i m the eldest one, i got engaged wen i was 18 ( its tradional out here to get married 4 girls 18-25) as its a poor country ppl want to move abroad the guy was in england wen he came for marriage i didnt like him he was not what i want but we had paper marriage but i broke it after some months as i didnt like him at all i tried to settle with him but couldnt……mean while i start my graduation which was stopped coz of marriage now i m 23 in the course of 5 years i came across almost 10 guys but only 1 guys i could say was what i want but today im in hell coz that guy n i have problems some issues in getting married and at the same time the same england guy is again here for me but i still dun like him at all my family is forcing me to get married as i m already 23 has four sis but i cant marry him i love a guy but right now he cant marry me what should i do i have soo much pressure from my family this is by God, is God punishing me ? my mom says that God is punishing me coz i broke the heart of someone thats why some one is breaking my heart i m ready to marry my love but not anyone else yet my studies are still incomplete.
plzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz… tell me what should i do??????????????
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Fonte:
http://answers.yahoo.com/question/index?qid=20090329024426AA8IPLn&grp_name=ChrisOchunEspiritismo&grp_spid=1601155462&grp_cat=/Religion___Beliefs/Santer%c3%ada&grp_user=0
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Comer carne?

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Saiba mais:
http://www.abcanimal.org.br
http://www.floraisecia.com.br
http://www.greepet.vet.br
http://www.territorioselvagem.org.br
http://www.petfeliz.com.br
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Colaboração:
Marly Grossy – São Paulo-SP
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