Novembro 2008

Anúncios

Criatividade

Dia da Criatividade
17 de novembro

As atitudes criativas levam o indivíduo não só a uma maior independência interna e auto confiança, estimulando-o a desenvolver suas aptidões como a conhecer suas características individuais e os seus próprios limites. Criatividade é a emergência de um produto relacional novo, resultante, por um lado, da unicidade do indivíduo e, por outro, dos materiais dos eventos de outros indivíduos e das circunstâncias de sua vida.

O comportamento criativo pertence à categoria dos comportamentos integrativos, uma vez que o ser humano sente, pensa, age e cria como um todo e na sua trajetória vital é sensível às mudanças ambientais, a fim de ajustar a própria mudança pessoal. A dimensão criadora das suas atitudes leva-o não só a fazer novas associações para integrar idéias e objetos mas, também, a saber manipulá-los com o objetivo de ativar sua mente e descobrir novas potencialidades. Criatividade é a emergência de um produto relacional novo, resultante, por um lado, da unicidade do indivíduo e, por outro, dos materiais dos eventos de outros indivíduos e das circunstâncias de sua vida.

Muitas pesquisas foram realizadas, procurando uma definição, meios que permitam avaliar as capacidades criativas e fatores condicionadores da produção criativa. Algumas definições são constituídas da seguinte forma: Criar é expressar o que se tem dentro de si, devendo ser a concepção criativa, sempre original e individual, uma vez que todo esforço autêntico de criação é interior.

Criatividade é um processo que torna alguém sensível aos problemas, deficiências, hiatos ou lacunas nos conhecimentos, e o leva a identificar dificuldades, procurar soluções, fazer especulações ou formular hipóteses, testar e retestar essas hipóteses, possivelmente modificando-as, e a comunicar os resultados.

Criatividade pode ser considerada como uma forma de solucionar problemas, envolvendo saltos intuitivos ou uma combinação de idéias de campos largamente separados de conhecimentos. Isso nos levaria a completar, implicando na manipulação de símbolos ou objetos externos para produzir novos eventos.

Criatividade é processo de se formar idéias ou hipóteses, de testar hipóteses e de comunicar resultados, pressupondo que o produto criado seja algo novo.

Criatividade, num sentido restrito, diz respeito às habilidades, que são características dos indivíduos criadores, como fluência, flexibilidade, originalidade e pensamento divergente, relacionando o processo aos fatores e variáveis isoladas e avaliadas.

A criatividade é um processo de mudança, de desenvolvimento na organização da vida subjetiva. Criatividade é como a descoberta e a expressão de algo que é tanto uma novidade para o indivíduo criador quanto uma realização por si mesma. No pensamento criador a pessoa pensa simultaneamente em mais de um plano de experiência, ao passo que no pensamento comum segue caminhos usados por anteriores associações.

O comportamento criativo pode ser estimulado por condições do meio ambiente, sendo muito importantes as experiências educativas de estímulo à criatividade. Por vezes, uma criança criadora atemoriza o professor que se vê pessoalmente ameaçado pela originalidade do aluno e por não poder controlá-lo, ficando então abafado seu talento. É preciso favorecer a estimulação às potencialidades criadoras dos indivíduos através do incentivo às idéias originais, do reforço ao pensamento divergente, de abordagens não diretivas, da aprendizagem pela descoberta e da equilibração progressiva do desenvolvimento mental.

Em uma pesquisa realizada com crianças americanas de uma escola pública, foram encontrados quatro grupos, classificados da seguinte forma: O grupo que apresentou alta criatividade e inteligência, mostrou-se seguro, confiante nas suas habilidades e, em termos de relações sociais, desempenha papel de liderança, é mais ativo, demonstra alto nível de atenção, concentração e de interesse, contudo está pronto, quando surge um interesse maior, a canalizar a atenção para esse ponto. O grupo de apresentou maior criatividade e baixa inteligência é o que apresenta maiores dificuldades de adaptação em classe, é inseguro, evita relacionamento, é desconfiado, com atitudes freqüentes de oposição, e tem dificuldades de atenção e de concentração.

O grupo que obteve baixos índices tanto na criatividade como na inteligência, apresenta atitude mais coerente e adaptada do que os outro grupos, pois é menos inseguro, tem bom relacionamento e parece compensar as suas performances escolares fracas através da afirmação na esfera social, o que não acontece com o grupo anterior que se torna mais ressentido e retraído. O grupo de alta inteligência e baixa criatividade demonstra confiança e segurança pessoais, entretanto, em termos de padrões de companheirismo, por exemplo, não procura a companhia dos demais, é hesitante ao expressar opiniões pessoais, mas a atenção e concentração são altas, apresenta atitude de reserva social grande e preocupação maior com o rendimento escolar do que com as relações escolares.

Quanto ao índice de adaptação e de controle emocional chegou-se as seguintes conclusões: Os grupos de alta criatividade e inteligência tem mais controle e liberdade, tanto relacionada a padrões de comportamento mais infantis ou mais adultos. As crianças com alta criatividade e baixa inteligência estão em conflito com elas mesmas e com o meio ambiente, sendo dominadas por sentimentos de inadequação e insegurança. O grupo de baixa criatividade e alta inteligência pode ser descrito como aquele que adere tão somente ao desempenho escolar; o fracasso escolar é percebido como catastrófico e, por isso, fará o possível para evitá-lo.

As crianças que revelaram baixa criatividade e baixa inteligência desenvolvem uma série de manobras defensivas procurando, sobretudo, uma atividade intensa social compenasatória.

Fonte:
http://www.quediaehoje.net/
*

Ponta Grossa-PR

Ponta Grossa-PR

Fonte:
http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1

ASPECTOS HISTÓRICOS

As primeiras incursões de civilizados no território em que se situa atualmente o Município de Ponta Grossa teriam sido a da bandeira de Aleixo Garcia, em 1526, e a de Pero Lôbo e Francisco Chaves, em 1531. Em 1541, Álvares Nuñes Cabeza de Vacca, a caminho de Assunção, percorreu os Campos Gerais e tomou contato com os silvícolas que habitavam as margens do Tibagi. Onze anos mais tarde, Ulrich Schniedel, com quatro soldados alemães e vinte índios paraguaios, atravessava essas paragens vindo de Assunção para São Vicente. Mas só em princípios do século XVIII teve início o povoamento, quando alguns paulistas, atraídos pela beleza da região e excelência das pastagens, estabeleceram suas fazendas de criação próximo aos rios Verde e Pitangui. O pioneiro teria sido o Capitão-Mor Pedro Taques de Almeida, que, tendo obtido a sesmaria da Conceição, aí construiu os primeiros currais, que passaram depois a pertencer a seu filho, o Capitão-Mor José de Góis e Morais.

Logo após, o Tenente-Coronel Domingos Teixeira de Azevedo fundou as fazendas de Santana de Itaiacoca e Botuquara. Os jesuítas, com a doação dos campos de Pitangui, erigiram uma capela sob a invocação de Santa Bárbara do Pitangui e iniciaram uma povoação, que progrediu até a época em que foram expulsos, entrando em decadência desde que as terras passaram para o domínio dos beneditinos do convento de Santos.

Então começaram a surgir propriedades que serviam de pouso às tropas que do Sul se destinavam a São Paulo, principalmente à grande feira de Sorocaba. Construíram os tropeiros um tôsco barracão, a que denominaram “casa-de-telhas”, onde eram ministrados sacramentos e celebradas festas religiosas.

Prevendo o futuro da região, o Sargento-Mor Miguel da Rocha Ferreira Carvalhais propôs a fundação de um povoado. Sua proposta foi aceita, só divergindo as opiniões quanto à sede da povoação. Carvalhais então sugeriu a intervenção oracular de um casal de pombos, o qual, solto com uma laçada encarnada nos pés, veio pousar em uma cruz de madeira existente no alto do outeiro onde hoje se situa a catedral. Esse local, devido talvez à vegetação densa que o cobria, era chamado de Ponta Grossa .

O novo povoado tomou o nome de Estrela, mas a 15 de setembro de 1823 foi criada a freguesia, com a denominação de Ponta Grossa e sob a invocação de Santana. Foi elevada a Vila e a Município a 7 de abril de 1855. A 15 de abril de 1871, foi alterado seu nome para Pitangui, mas voltou a chamar-se Ponta Grossa a 5 de abril de 1872.

Em 1878, teve início a colonização russo-alemã, sob o patrocínio do Presidente Lamenha Lins,chegaram a Ponta Grossa 2381 russos-alemães que se estabeleceram na colõnia Octávio subdividida em 17 núcleos. A partir daí outros grupos foram chegando á cidade e a ela se integrando. Entre os de maior inportância estão os alemães, russos, austríacos, italianos, sírios e portugueses.

A importância da cidade provém em grande parte de sua localização estratégica: entroncamento rodo-ferroviário do interior do estado ligando as principais regiões econômicas e os centros políticos.

Em 1894, os trilhos da estrada de ferro vindos de Paranaguá atingiam a cidade. Em 1899 inaugurou-se a estrada de ferro São Paulo – Rio Grande com oficinas de manutenção em Ponta Grossa. Esta situação de entroncamento ferroviário fez com que Ponta Grossa no inicio do século XX atraisse grandes engenhos de erva-mate, além de olarias, beneficiamento de couro e madeira.

Fonte:
http://pg.pr.gov.br/acidade

Localizada no segundo planalto paranaense, na região dos Campos Gerais, Ponta Grossa destaca-se no cenário turístico do sul do Brasil. Importante entrocamento rodoferroviário, a cidade tem suas raízes no tropeirismo, na pluralidade étnica e nos caminhos da estrada de ferro, símbolos históricos e marcos referenciais ainda presentes no cenário urbano de uma das mais importantes cidades brasileiras.
A força e a dedicação de sua gente fizeram emergir um forte pólo metal-mecânico e industrial, um comércio diversificado, um centro técnico-educacional de reconhecimento internacional e uma agricultura pujante de altos índices de produtividade.

Ponta Grossa congrega um complexo de atrativos naturais, históricos e culturais que se revelam em meio à paisagem ondulada dos Campos Gerais e proporcionam a seus visitantes oportunidades múltiplas de lazer, diversão e turimo. O contraste do antigo com o moderno, a imensidão e a beleza de sua natureza e as manifestações culturais são fatores decisivos no reconhecimento da cidade como pólo turístico e cultura do Brasil.

Além da qualidade de sua rede hoteleira e gastronômica, Ponta Grossa oferece ainda uma noite agradável com aspectos variados ue garantem diversão a todos os gostos.

Seja bem- vindo a Ponta Grossa, pouso seguro e hospitaleiro.

Casas Espíritas de Ponta Grossa:


Associação Assistencial Espírita Messe de Amor
Rua Fernandes Vieira, 231 – Vila Cristina – CEP 84053-120

Casa Assistencial Espírita Nosso Lar
Rua Correia de Freitas, 506 – Ronda – CEP 84051-380

Casa Transitória Fabiano de Jesus
Rua Afonso Celso, 1071 – Vila Ana Rita – CEP 84020-000

Centro de Estudos e Assistência Espiritual André Luiz
Rua Antônio Frederico Ozanan, 41 – Jardim América – CEP 84050-320

Centro de Estudos e Assistência Espiritual Maria Dolores
Rua Deodoro Alves Quintiliano, 66 – Jardim Maracanã – CEP 84052-340

Centro Espírita Fraternidade
Rua São José, 78 – Uvaranas – CEP 84025-600

Centro Espírita Obreiros do Evangelho
Rua Sérvulo dos Santos, 40 – Vila Guaíra – CEP 84035-640

Centro Espírita Paz, Amor e Caridade
Rua Engenheiro Rebouças, 38 – Vila Ana Rita/Uvaranas – CEP 84020-190

Centro Espírita União e Humildade
Rua Araújo de Porto Alegre, 275 – Nova Rússia – CEP 84070-180

Fundação Educacional Pestalozzi
Rua João Henrique Pestalozzi, s/n – Distrito de Guaragi

Organização Espírita Cristã Irmã Scheilla
Rua do Rosário, 556 – Centro – CEP 84010-150

Sociedade Espírita Francisco de Assis de Amparo aos Necessitados – SEFAN
Rua Santos Dumont, 662 – Centro – CEP 84010-360

Colaborações:

Antônio Amendola
amendola@beaconsult.com.br

Luiz Roberto Invernizzi
roberto.invernizzi@gmail.com

Eudison de Paula Leal
eudison@uol.com.br

Publicado em:
http://sinapseslinks.blogspot.com
*