Kardec em Gráficos

Kardec em Gráficos

Amigo Visitante,
Você está sendo convidado a opinar sobre esta nova forma de visualização de cada uma das Obras Básicas, o Pentateuco, postulado por Allan Kardec.
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Por exemplo:
Ao clicar em “*> Kardec 1857” terá acesso ao Livro dos Espíritos, mas sob forma Gráfica, e, observará que a palavra “Espíritos” é a maior dentro da Visão Gráfica.
Este tamanho significa que a dita palavra é a que mais foi utilizada no livro.
O tamanho do caractere é proporcinal à quantidade utilizada.
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Faça uma incursão e opine, pois, sua visão e entendimento são importantes.
Antecipadamente agradeço sua manifestação… que será publicada!
Fratenalmente,
Leal
ep-leal@uol.com.br
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Rito de Passagem

Lenda do rito de passagem da juventude dos índios Cherokees

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de um montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem pica-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente…
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.

Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, ‘sentado ao nosso lado’.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.

E evite tirar a sua venda antes do amanhecer…

Moral da história:

“Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele não esteja conosco.”
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Colaboração:
Maurício Carmo – Tegucigalpa – Honduras
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Diploma assinado por Jesus

De: Diniz Alixo de Moraes
Para: eudison
Data: 30/10/2008 14:37
Assunto: Re: Diploma de dizimista assinado por Jesus Cristo!

Olá meu caro Eudison.
Tudo bem com vocês todos? Nós por aqui estamos indo bem, graças a DEUS.

O assunto sobre o qual você me pede opinião, é realmente triste, e ao mesmo tempo, uma confirmação do que Jesus profetizou sobre os falsos profetas dos últimos tempos.

Também está escrito que os escândalos viriam, mas ai dos tais, pelos quais viriam os mesmos.

A própria igreja católica (universal também) já cobrou pela venda de chapéus nos anos idos do seu domínio, sobre reis e plebeus. Ainda hoje, os ofícios são cobrados.

Acho que DEUS deve estar muito aborrecido com a incapacidade de amor dos seres humanos, e se não fosse o resgate pago pelo SEU Filho, estaríamos a muito na escuridão.

Muitos serão chamados, mas poucos os que serão escolhidos; isso foi dito no Evangelho pelo próprio Cristo. Então o encher igrejas, mas somente com uns poucos adoram a DEUS em espirito e verdade, é também cumprimento da Palavra de DEUS.

Então eu não estranho estas coisas, apenas acho que os praticantes de tais abusos, são perversos e inconseqüentes, e o pior, estão se sobrecarregando a si próprios com débitos difíceis de serem resgatados. Porque conhecer a Palavra de DEUS na letra, é uma coisa, mas praticar as virtudes nela contida, é só para aqueles que realmente adoram ao PAI em espirito e verdade.

Quem entrará no Reino dos Céus ?
Os puros de coração e limpos de mãos…E não é o caso dos “tomadores” de dízimos aqui em questão. São cegos guiando a outros cegos, e por conseqüência todos cairão no buraco.

Eu pessoalmente também penso que, certas pregações são tão convincentes, que mesmo que os dizimistas ainda que teoricamente de mentes sadias, são engodados. Esta é a função do inimigo de nossa almas.

Nos últimos tempos, até os mais crédulos estariam passiveis de serem enganados. A impressão que fica, é que estamos no auge de um tempo de mudanças radicais (que alguns chamam de fim do mundo). Veja o problema da fome ( África, Índia, etc), da rescessão começada no pais mais poderoso da terra, os assassinatos que fazem da vida algo de pouco valor, os governos corruptos e corruptores, a sede de dinheiro e poder, sem se lembrar que somos finitos aqui na terra e que teremos de prestar contas dos talentos recebidos.

Sem julgamento , acho entretanto, que este esquema das “igrejas evangélicas”, faz parte de um fato já preconizado. As boas novas que para todos seria de bênçãos (boa vontade para com os homens), para eles é pedra de tropeço. Ouviram mas não compreenderam, viram mas não enxergaram…

O que tiver que vir, virá!
Quem for sujo, que se suje ainda mais , e quem for puro que se purifique ainda mais. Com isso vemos que só tem dois caminhos, por pura escolha ( livre arbítrio ) dos humanos.

Já falei demais. Que DEUS me perdoe.

Um abraço.

Diniz
O que busca constantemente.
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Chazinho

O perigo do chazinho

Órgãos brasileiros alertam sobre o consumo indiscriminado de ervas medicinais e criam cartilhas para divulgar os riscos do uso excessivo

Patrícia Stavis/Folha Imagem

JULLIANE SILVEIRA
DA REPORTAGEM LOCAL

Todo mundo sabe indicar um chazinho perfeito para diferentes males, com dicas “infalíveis” transferidas pelos mais velhos da família. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% da população utiliza remédios naturais ou faz uso da chamada medicina popular para tratar doenças. O que pouco se discute, no entanto, são os riscos da ingestão excessiva das infusões preparadas com ervas, que podem ir de uma dor de cabeça a danos em órgãos vitais.

Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos adversos do consumo em excesso de plantas medicinais, o Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu preparou uma cartilha para alertar sobre os principais efeitos colaterais das ervas mais consumidas na região. “Observamos que, por considerarem as plantas algo totalmente natural, imaginam que não há riscos”, diz Maria José Queiroz de Freitas Alves, biomédica do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, orientadora da pesquisa.

Ela acredita que, além de não ter consciência dos perigos, a população não sabe como tirar o melhor proveito dos princípios ativos das plantas. Como exemplo, cita o urucum, que tem propriedades antioxidantes conhecidas, mas que, se levado à fervura, libera toxinas. “Para utilizá-lo com segurança, é preciso deixá-lo em água fria por um tempo”, diz.

Outro fator importante, quase sempre desconsiderado por quem busca os chás para tratamento, é a forma como a erva foi plantada. “O tipo de solo interfere, assim como o uso de agrotóxicos e a época de colheita. E é preciso saber se é melhor usar a erva seca ou fresca, as folhas ou flores”, explica Alves.

É o caso da erva-doce (Foeniculum vulgare), também conhecida como funcho, cujo efeito diurético é mais forte na infusão das folhas, de acordo com uma pesquisa realizada por Débora Vendramini, doutoranda do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Universidade Estadual de Campinas. Em geral, os chás são preparados com os frutos. No estudo realizado em ratos, o aumento da diurese foi de 144% quando a infusão foi preparada com as folhas, contra 20% no uso dos frutos.

Publicidade irresponsável
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) também constatou a necessidade de fornecer mais dados à população e prepara uma cartilha para ser divulgada no Estado do Rio de Janeiro. Foram consideradas para esse trabalho 20 das plantas mais citadas pelos vendedores de ervas do Mercado de Madureira, no Rio de Janeiro. “É uma loucura. Os “mateiros” descrevem inúmeras aplicações para uma mesma planta. E não há comprovação na literatura científica”, diz Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-farmacológicas), ligado à fundação.

A autônoma Izilda Aparecida Martins, 49, sofreu com a indicação de pessoas não-especializadas. Com pedra no rim, ela procurou uma infusão para ajudar no tratamento. O chá escolhido prometia ter bom efeito diurético, mas, na verdade, trouxe um problema: retenção de líquidos. “Comecei a tomar chá de porangaba por causa da publicidade forte, não eliminei a pedra e meu corpo começou a inchar”, conta ela.

Outro exemplo de extrapolação de uso é a indicação do avelós (Euphorbia tirucalli) para tratar ou prevenir tumores. Como há algumas pesquisas em andamento com resultados positivos, a erva passou a ser muito procurada para o preparo de chás -mas a planta é tóxica e pode causar alergia. “Contra o câncer, busca-se o princípio ativo, não dá para trabalhar com extrato ou infusão feitos em casa”, explica João Ernesto de Carvalho, biomédico e coordenador da Divisão de Farmacologia e Toxicologia do CPQBA da Unicamp.

O confrei (Symphytum officinale L.), que tem comercialização proibida para uso interno sob risco de causar problemas sérios no fígado, ainda pode ser encontrado facilmente para preparar infusões. “Essa planta já foi considerada “milagrosa” e é cicatrizante, mas só pode ser aplicada externamente”, alerta Maria José Alves, da Unesp.

Para que haja maior controle no uso terapêutico das ervas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende lançar para consulta pública uma lista com 51 espécies de plantas que poderão ser comercializadas como ervas medicinais. A resolução regulamentará a notificação de espécies vegetais, com indicações terapêuticas baseadas na literatura científica. Como, até o momento, as ervas para chás comercializadas no país são regulamentadas como alimentos, não podem apresentar indicações terapêuticas nas embalagens.

Excesso
Felizmente, não é preciso dispensar o esporádico chazinho antes de dormir. “Desde que a planta seja usada de forma equilibrada”, avisa Maria Aparecida de Assis, assistente do laboratório do Sinitox, que organiza as informações da cartilha da Fiocruz.

Guilherme Neves, 24, teve suas dores de estômago e de cabeça agravadas com a ingestão excessiva de erva-mate. Ele adquiriu o hábito de tomar a bebida gelada e exagerava na dose, a despeito de seus problemas estomacais e da enxaqueca. “Eu não percebia que havia relação com a piora das minhas dores, acho que por causa da família, dos amigos e da sociedade, que passam a idéia de que um chazinho faz bem para quase tudo”, diz. Depois de uma crise, o administrador de empresas buscou um médico, que o aconselhou a substituir a bebida por outras infusões.

O grande problema é o uso em demasia, mas, de acordo com especialistas, é difícil definir o excesso. Para evitar riscos, não se deve substituir a água ou a ingestão de outros líquidos pelos chás. Indica-se, ainda, variar as ervas utilizadas e evitar preparar infusões muito concentradas. Gestantes devem consultar o médico antes de consumir essas bebidas, já que algumas plantas podem ser abortivas, caso do sene, usado como laxante.

Como parte de sua dissertação de mestrado, a bióloga Juliana Lanini, do grupo de plantas medicinais do Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), entrevistou 20 raizeiros de Diadema, na grande São Paulo. Eles relataram efeitos adversos de várias ervas, como sene, alecrim, erva-mate e erva-doce. “Fomos a campo achando que eles nem saberiam dos possíveis efeitos colaterais, mas eles demonstraram consciência dos riscos do uso em excesso”, diz Lanini.

Ainda assim, como ressalta Rosany Bochner, da Fiocruz, é preciso buscar mais informação. “Os mateiros orientam, mas não sabem se há comprovação científica ou não.”

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3010200805.htm
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Extraterrestres/Marcelo Gleiser

Explicando…

Amigo visitante,
O quadro acima é uma “Análise Gráfica” do texto original do prof. Marcelo Gleiser que eu publiquei aqui no blog sob o título “Sobre a origem da Vida”.

Observe a beleza deste gráfico.
Quanto maior o tamnho da fonte do caracter, maior a incidência da palavra no texto original, assim caracterizando o “foco” que o autor aplicou.

O programa gerador deste gráfico pode ser visto e utilizado por qualquer pessoa no site – www.many-eyes.com – A autora do software é a dra. Fernanda Viégas, brasileira, do MIT.

O processamento do texto submetido é feito pela IBM.

As informações relativas ao site eu as obtive no Jornal Folha de São Paulo, datado de 29out08, Caderno de Informática, na página F4.

Ficarei muito agradecido se você se manifestar, dando seu parecer.
Muito grato,
Fraternalmente,
Leal
ep-leal@uol.com.br
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Querida Professora

Querida Professora Gabriela Silvestri

Música!

Sua foto foi publicada no caderno Fovest do Jornal Folha de São Paulo, datado de 21out08.

A razão pela qual esta professora está sendo homenageada neste pequeno blog é pelo aspecto Espiritual – suas emanações de amor em prol das crianças.
Brota no seu lindo Coração e estas emanações são transmitidas em cada um dos seus gestos endereçados a cada um dos nossos Coraçõeszinhos.

Gabriela Silvestri, sejam abençoados cada um dos seus Dias Concedidos!
Muito Obrigado!
Que Jesus, o Cristo continue Iluminando o seu Caminhar.
Fraternalmente,
Vô Leal – aprendiz em todas as instâncias da Vida
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Legado aos nossos filhos

Legado aos nossos filhos

“O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas.”

Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. Não sobre finanças, pois eu os arruinaria, mas sobre algum tema “humano” – no meio da crise queriam mudar de assunto. Uma sugestão de tema que me deram foi: “O que esperamos de nossos filhos no futuro”. Como acredito que pensar é transgredir, falei sobre “o que estamos deixando para nossos filhos”. Acabamos nos dando muito bem, a excelente platéia estava cheia de dúvidas, como a palestrante.

O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.

O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. Se há 100 anos a vida era mais previsível – o pai mandava e o resto da família obedecia, o professor e o médico tinham autoridade absoluta, os governantes eram nossos heróis e havia trilhas fixas a ser seguidas ou seríamos considerados desviados -, hoje ser diferente pode dar status.

Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo “morais” faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. E ótimo passar aos filhos o senso de alguma justiça social, mas então a gente indaga: você paga a sua empregada o mínimo que a lei exige ou o máximo que você pode? Penso que a maioria de nós responderia não à segunda parte da pergunta. Então, acaba já toda a conversa sobre justiça social, pois tudo ainda começa em casa e bem antes da escola.

Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, SE desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; se sou tola, fútil, metida a gatinha gostosa; se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.

Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. Gosto da historinha verdadeira de quando, esperando alguém no aeroporto, vi a meu lado uma jovem mãe com sua filhinha de uns 5 anos, lindas e alegres. De repente, olhando para as pessoas que chegavam atrás dos grandes vidros, a perfumada mãe disse à pequena: “Olha ali o boca-aberta do seu pai”.

Nessa frase, que ela jamais imaginaria repetida num artigo de revista ou em palestras pelo país, a moça definia seu ambiente familiar. Assim se definem ambientes na escola, no trabalho, nos governos, no mundo. Em casa, para começar. O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.

Autora: Lya Luft – escritora

Fonte:
Revista Veja número 2028 de
15 de outubro de 2008
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