Renée Sizudo

Noite de Lançamento

Você está convidado para a noite de lançamento do CD Sizudo-Lorca com 11 poemas de Frederico Garcia Lorca, musicados por Renée Sizudo.

Dia 21 de agosto de 2008 as 19:00h.

Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073
São Paulo-SP
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Children, obey your parents

Link:
http://spiritandeternallife.blogspot.com/
martedì 5 agosto 2008
Eph 6, 1 Children, obey your parents
Ephesians 6

(Eph 6, 1) Children, obey your parents
[1] Children, obey your parents (in the Lord), for this is right.

(CCC 2214) The divine fatherhood is the source of human fatherhood (Cf. Eph 3:14) this is the foundation of the honor owed to parents. The respect of children, whether minors or adults, for their father and mother (Cf. Prov 1:8; Tob 4:3-4) is nourished by the natural affection born of the bond uniting them. It is required by God’s commandment (Cf. Ex 20:12). (CCC 2215) Respect for parents (filial piety) derives from gratitude toward those who, by the gift of life, their love and their work, have brought their children into the world and enabled them to grow in stature, wisdom, and grace. “With all your heart honor your father, and do not forget the birth pangs of your mother. Remember that through your parents you were born; what can you give back to them that equals their gift to you?” (Sir 7:27-28). (CCC 2216) Filial respect is shown by true docility and obedience. “My son, keep your father’s commandment, and forsake not your mother’s teaching…. When you walk, they will lead you; when you lie down, they will watch over you; and when you awake, they will talk with you” (Prov 6:20-22). “A wise son hears his father’s instruction, but a scoffer does not listen to rebuke” (Prov 13:1). (CCC 2217) As long as a child lives at home with his parents, the child should obey his parents in all that they ask of him when it is for his good or that of the family. “Children, obey your parents in everything, for this pleases the Lord” (Col 3:20; cf. Eph 6:1). Children should also obey the reasonable directions of their teachers and all to whom their parents have entrusted them. But if a child is convinced in conscience that it would be morally wrong to obey a particular order, he must not do so. As they grow up, children should continue to respect their parents. They should anticipate their wishes, willingly seek their advice, and accept their just admonitions. Obedience toward parents ceases with the emancipation of the children; not so respect, which is always owed to them. This respect has its roots in the fear of God, one of the gifts of the Holy Spirit.
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O homem profano

O Homem Profano

O homem profano é aquele imerso nos erros e na mediocridade material, irremediavelmente submetido aos sete pecados capitais. Entretanto estes erros classificados como orgulho, inveja, ira, preguiça avareza, gula e luxuria não dizem respeito necessariamente às coisas terrenas.

Saiba mais:
Hermanubis Martinista http://www.hermanubis.com.br/
Colaboração: Ir.´. Afonso Hochreiter – São Paulo-SP – Brasil
Colaborador: Diniz Aleixo de Morais – São Paulo-SP – Brasil
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Modos desagradáveis

Manejar portas a pancadas ou pontapés.

Arrastar móveis com estrondo sem necessidade.

Censurar os pratos servidos à mesa.

Sentar-se desgovernadamente.

Assoar-se e examinar os resíduos recolhidos no lenço, junto dos outros, esquecendo que isso é mais fácil no banheiro mais próximo.

Bocejar ruidosamente enquanto alguém está com a palavra.

Falar como quem agride.

Efusões afetivas exageradas, em público.

Interromper a conversação alheia.

Não nos esqueçamos de que a gentileza e o respeito, no trato pessoal, também significam caridade.
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Dançar

Dançar é definido como uma manifestação instintiva do ser humano.

Antes de polir a pedra econstruir abrigos, os homens já se movimentavam ritmicamente para se aquecer e comunicar. Considerada a mais antiga das artes, a dança é também a única que dispensa materiais e ferramentas.

Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir a sua função enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem.

Segundo algumas correntes da antropologia, as primeiras danças humanas eram individuais e relacionavam-se com a conquista amorosa. As danças coletivas também aparecem na origem da civilização e a sua função associava-se à adoração das forças superiores ou dos espíritos para obter êxito em expedições guerreiras ou de caça ou ainda para solicitar bom tempo e chuva.

O desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética. No antigo Egito, 20 séculos antes da era cristã, já se realizavam as chamadas danças astroteológicas em homenagem ao deus Osíris. O caráter religioso foi comum às danças clássicas dos povos asiáticos. Na Grécia clássica, a dança era freqüentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos.

Com o Renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos. Uma das danças cortesãs de execução mais complexa foi o minueto, depois foi a valsa, considerada dança cortesã por excelência, e com ela iniciou-se a passagem da dança em grupo ao baile de pares.

A configuração de um gênero de dança circunscrito ao âmbito teatral determinou o estabelecimento de uma disciplina artística que, em primeira instância, ocasionou o desenvolvimento do ballet e, mais tarde, criou um universo dentro do qual se desenvolveram gêneros como os executados no music-hall, como o sapateado e o swing.
A divulgação da dança deu-se também fora do mundo do espetáculo, principalmente nas tradições populares. Dança, em sentido geral, é a arte de mover o corpo segundo uma certa relação entre tempo e espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica.
(autoria desconhecida)
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Saiba mais 1: http://divulgandotap.wordpress.com
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Saiba mais 2: http://www.geocities.com/divulgando
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