Viajar no Tempo!

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Viajar no Tempo

De: Luciano de Almeida Peruci
Para: ep-leal@uol.com.br
Data: 02/05/2007 15:24
Assunto: O ego é o maior obstáculo para se viajar no tempo

Todos nós podemos viajar no tempo, afirma o físico Fred Alan Wolf, e já o fazemos.

Podemos vencer o tempo por meio de qualquer exercício espiritual, como a meditação, que dissolve o ego, o maior obstáculo para se viajar no tempo.

Ele mostra que a física quântica apóia esta afirmação e explica em termos simples fenômenos tais como buracos negros, buracos de minhoca e universos paralelos.

Mas para quê viajar no tempo?

Para melhorar a qualidade de vida, esclarecer o nosso sentido do eu e do nosso propósito, reverter o envelhecimento e adquirir sabedoria para o benefício de toda a nossa comunidade terráquea.
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Benzendura

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Benzendura

De: Maisa Intelisano – Yahoo
Para: ep-leal@uol.com.br
Data: 01/05/2007 18:16
Assunto: Sugestão de leitura – A Ciência da Benzedura de Albert o M. Quintana

Olá, pessoal. Tudo bem?

Li recentemente um livro que achei interessante indicar para quem se interessa por psicologia e espiritualidade, ao mesmo tempo, e, de preferência, em correlação direta.

A Ciência da Benzedura – mau olhado, simpatias e uma pitada de psicanálise – Alberto M. Quintana
EDUSC – Editora da Universidade do Sagrado Coração

O livro trata de uma pesquisa, feita pelo autor, com benzedeiras do interior do Rio Grande Sul.

Abaixo, transcrevo a resenha que consta da contracapa do livro, bem como a orelha com um currículo do autor.

Maísa
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“A partir de moldes antropológicos, Alberto Manuel Quintana discute a prática terapêutica das benzedeiras, cujo trabalho merece uma descrição detalhada e respeitosa. Ele as coloca lado a lado com terapeutas saídos de universos culturais e sociais distintos; o que os aproxima é o trabalho com as muitas faces do sofrimento.

“O texto flui rápido e organizado. Começa com a benzedeira e desliza para o psicanalista. O que responde pela eficácia, reconhecida pelo cliente, da benzedura? Como diz o autor, dialogando com Freud e Levi-Strauss, “aquilo que cura o paciente é a possibilidade, obtida com a ajuda do terapeuta, de poder colocar em palavras algo que até o momento era impossível de se representar verbalmente (…) Qualquer que seja o processo de cura, a figura do terapeuta, seja ele xamã, benzedeira ou psicanalista, é fundamental para a sua realização.”

O livro de Quintana além de convidar à reflexão psicanalistas e antropólogos, é também uma excelente contribuição crítica ao campo de uma Antropologia da Doença e da Saúde.”
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Alberto Manuel Quintana nasceu em Porto Alegre em 1953, em seguida mudou-se para Buenos Aires, onde estudou até graduar-se em psicologia.

Trabalhou no Equador como clínico e professor do Centro Psicanalítico Equatoriano.

Retornou ao Brasil e lecionou em várias universidades do Rio Grande do Sul, além de atuar como psicólogo clínico.

Fez mestrado em Psicologia Clínica pela PUC-RJ e doutorado em Ciências sociais pela PUC-SP.

Publicou diversos artigos sobre doença mental e terapêuticas em classes populares.

Atualmente é professor adjunto do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
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