52 Optimism Vs. Pessimism

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Optimism Vs. Pessimism

Saturday, February 17, 2007
Author: Nick Schultz

Some people see the glass as half empty. Others see it as half full. But is it really as simple as that? Is it possible to be a bit of both? What are the advantages and disadvantages to both? Maybe there is more to both mind-sets.

When you think about it, most people tend to be an optimist sometimes and a pessimist other times. Ironically, a lot of times things turn out how the people tend to feel about them. If a person feels like something will go well or feels optimistic about it, it usually seems to go well. The same is true of the reverse. When someone feels like something will go badly, it tends to do just that.

So why is this?

Henry Ford once said, “If you think you can, or you think you can’t, you are right!” Does this mean that what we think about, whether positive or negative, tends to happen? The only answer that I can really give to that is yes, but very basically. We cannot simply think things into existence, no matter how optimistic we are, if that is all we do. And when it comes down to it, that’s not really optimism, but delusion.

But then is there any real difference between pessimism and optimism if, when it comes down to it, the results aren’t any different? The short answer is yes, with an added but.

Pessimism will tend to lead to bad outcomes, whether it is because you just think things will turn out poorly and thus do not take any action, or because the pessimism will color your actions and choices and as a result you tend to do things that will make the result what you expected, the bad outcome.

Now where the but comes in with optimism is that the mere act of thinking either optimistically or pessimistically will for the most part produce not much difference in outcome, with perhaps a slight edge to the optimist. However, when you add positive, productive action to that optimism, this is when truly amazing things can happen. You can be as optimistic as you want that you will find a way to get the money for that new car or new house, but unless you are including the productive action that helps to push things to that end, you will never get there. The difference between only thinking optimistically and thinking optimistically while acting in a productive manner is kind of like saying to an empty fireplace “Give me warmth and then I will put some wood in you”.

I once knew a woman who always said, “I would rather expect the worst and be pleasantly surprised on the rare occasion when good happens than be disappointed all the time”. This pessimistic attitude of hers has brought her nothing but misery and strife, and yet she still thinks it has nothing to do with her. She does not realize that her pessimism is coloring her entire life and making the bad things she expects to happen actually happen. My response to her was always, “I would much prefer to expect the best and enjoy what life gives me than to constantly worry about how bad things are.” For a long time, we had the same results. Then I realized that I needed to do my part and put positive, productive action behind my thoughts. And while I am not where I want to be yet, I have moved much closer to it and have been much happier along the way.

So I would say to you: be optimistic! Expect the best out of life! Expecting the best out of life is better than being miserably pessimistic. Above all though my optimistic friend, don’t forget to do your part to not just think but also act optimistically.

Source: Free Articles from ArticlesBase.com

About the Author:
Nick Schultz has studied motivation and personal development for over a decade and firmly believes in the philosophy of “You can get anything you want, by helping enough other people to get what they want.” He runs a free site at http://www.wealthtreeseeds.com which features daily inspirational quotes and is working to include free courses on a variety of financial and personal development subjects for his subscribers.
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Fonte:
http://theladiesway.blogspot.com/
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52 O Anel

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O ANEL

Um aluno chegou a seu professor com um problema:

– Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota.
Como posso melhorar?
O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor sem olhá-lo, disse:

– Sinto muito meu jóvem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa falou:
– Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.

– Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:

Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu.

Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores.
Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.

Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.

Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse:

– Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até ao joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:
– Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
– 58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.
– Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente…

O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que correu.

– Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
– Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos nós somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
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Autor desconhecido
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Colaboração: Pedro Ferreira de Abreu – São Paulo-SP – Brasil
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