52 Obrigado Senhor!

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54 Pindamonhangaba-SP

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Pinda-www

Pindamonhangaba-SP

De: Sidiney Azevedo da Silveira
Para: ep-leal@uol.com.br
Data: 15/02/2007 09:22
Assunto: Site de Pindamonhangaba

Leal
Bom dia!
Estou remetendo endereço de site em Pinda:
(ordem alfabética)

http://www.clickpinda.com.br
http://www.guiapinda.com.br
http://www.jornaldacidadepinda.com.br
http://www.pindamonhangaba.sp.gov.br
http://www.pindatem.com.br
http://www.pindatur.sp.gov.br
http://www.pindavale.com.br

Esteja com Deus.
Abraços,
Sidiney
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52 Língua Portuguesa

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Museu da Língua Portuguesa

Justificativa

O tema central do museu é a língua portuguesa – a base da cultura brasileira. Trata-se de um museu vivo da língua, onde os brasileiros podem se reconhecer e se conhecer melhor; lugar que evoca a especificidade e a riqueza da língua portuguesa do Brasil e busca, assim, reforçar o sentimento de pertencimento e responsabilidade com o país.

O objetivo maior é fazer com que as pessoas se surpreendam e descubram aspectos da língua que falam, lêem e escrevem, bem como da cultura do país em que vivem, nos quais nunca haviam pensado antes. Que se espantem ao descobrir que sua língua tem todos aqueles aspectos ocultos. O alvo é a média da população brasileira, mulheres e homens provenientes de todas as regiões e faixas sociais do Brasil e cujo nível de instrução é, na maioria, médio ou baixo.

Essas pessoas utilizam o português – sua língua materna – das mais diversas maneiras: comunicam-se com muita criatividade, usam neologismos, inventam imagens, têm humor. Operam a língua com muita soltura, mas não têm idéia de sua história, de como ela se construiu e continua a construir-se. Deseja-se que, no museu, esse público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa.
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Fonte:
http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/
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52 Agradecimento

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Agradecimento

Agradecemos-te Senhor.
Pela glória de viver.
Pela honra de amar!
Muito obrigada Senhor, pelo
que me deste, pelo que me dás!
Muito obrigada pelo pão, pelo ar, pela paz!

Muito obrigada pela beleza que
meus olhos vêem no altar da natureza!

Olhos que fitam o ar, a terra e o mar.
Que acompanha a ave fagueira que corre
ligeira pelo céu de anil e se detém na terra verde
salpicada de flores em tonalidades mil!
Muito obrigada Senhor, porque eu posso ver o meu amor!

Diante de minha visão, pelos cegos, formulo
uma oração: Eu sei que depois dessa lida, na
outra vida, eles também enxergarão! Obrigada
pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus.

Ouvidos que ouvem o tamborilar
da chuva no telheiro, a melodia do vento
nos ramos do salgueiro, as lágrimas que choram
os olhos do mundo inteiro. Diante de minha capacidade
de ouvir pelos surdos, eu te quero pedir, eu sei que depois
desta dor, no teu reino de amor, eles também ouvirão!

Muito obrigada Senhor, pela minha voz!
Mas também pela voz que canta, que ensina
que alfabetiza

Que canta uma canção e teu nome
profere com sentida emoção!
Diante da minha melodia quero te
rogar, pelos que sofrem de afazia,
pelos que não cantam de noite e
não falam de dia.

Eu sei que depois desta dor, no teu
reino de amor, eles também cantarão!

Muito obrigada Senhor, pelas minhas mãos!
Mas também pelas mãos que oram, que semeiam,
que agasalham. Mãos de amor, mãos de caridade,
de solidariedade. Mãos que apertam mãos. Mãos de
poesia, de cirurgia, de sinfonia, de psicografias…

Mãos que acalentam a velhice,
a dor e o desamor!
Mãos que acolhem ao seio do
corpo, um filho alheio, sem receio..

Pelos meus pés, que me levam a andar
sem reclamar. Muito obrigada Senhor,
porque posso bailar!
Olho para a terra e vejo amputados, marcados,
desesperados, paralisados… Eu posso andar!!!
Oro por eles!

Eu sei que depois dessa expiação, na outra
reencarnação, eles também bailarão.

Muito obrigada Senhor, pelo meu lar!
É tão maravilhoso ter um lar… Não importa
se este lar é uma mansão, um bangalô, seja
lá o que for!
O importante é que dentro dele exista amor!

O amor de pai, de mãe, de marido
e esposa, de filho, de irmão…

De alguém que lhe estenda a mão,
mesmo que seja o amor de um cão,
pois é tão triste viver na solidão!
Mas se não tiver ninguém para amar,
um teto pra me acolher, uma cama
para me deitar…mesmo assim, não
reclamarei, nem blasfemarei.

Simplesmente direi:
Obrigada Senhor, porque nasci.
Obrigada Senhor, porque creio em ti!
Pelo teu amor, obrigada Senhor!

Autoria: Amália Rodrigues / Divaldo Pereira Franco
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Colaboração: Ubirajara Idoeta Cará – São Paulo-SP – Brasil
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