52 Eutanásia / Ortotanásia

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Eutanásia / Ortotanásia

Será lícito abreviar a vida de um doente que sofra sem esperança de cura?

28. Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito pouparem-se-lhe alguns instantes de angústias, apressando-se-lhe o fim?

Quem vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus?

Não pode ele conduzir o homem até à borda do fosso, para dai o retirar, a fim de fazê-lo voltar a si e alimentar idéias diversas das que tinha?

Ainda que haja chegado ao último extremo um moribundo, ninguém pode afirmar com segurança que lhe haja soado a hora derradeira.

A Ciência não se terá enganado nunca em suas previsões?

Sei bem haver casos que se podem, com razão, considerar desesperadores; mas, se não há nenhuma esperança fundada de um regresso definitivo à vida e à saúde, existe a possibilidade, atestada por inúmeros exemplos, de o doente, no momento mesmo de exalar o último suspiro, reanimar-se e recobrar por alguns instantes as faculdades!

Pois bem: essa hora de graça, que lhe é concedida, pode ser-lhe de grande importância. Desconheceis as reflexões que seu Espírito poderá fazer nas convulsões da agonia e quantos tormentos lhe pode poupar um relâmpago de arrependimento.

O materialista, que apenas vê o corpo e em nenhuma conta tem a alma, é inapto a compreender essas coisas; o espírita, porém, que já sabe o que se passa no além-túmulo, conhece o valor de um último pensamento.

Minorai os derradeiros sofrimentos, quanto o puderdes; mas, guardai-vos de abreviar a vida, ainda que de um minuto, porque esse minuto pode evitar muitas lágrimas no futuro. – São Luís. (Paris, 1860.)
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Fonte, livro:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo V – Bem-aventurados os Aflitos
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50 Um Amigo

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Para Refletir

Um Amigo assim falou:

“Porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Lucas 14, 11).

“Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, eu deste mundo não sou.” (João 08, 23).

“Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco.” (João 10, 16).

“Na casa do meu Pai há muitas moradas.” (João 13, 34).

“Vou e voltarei a vós.” (João 14, 18 e 28).

“… eu não sou deste mundo.” (João 17, 14 e 16).

“Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então retribuirá a cada um segundo as suas obras.” (Mateus 16, 27).

“Porque assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim também será a vinda do Filho do Homem.” (Mateus 24, 27).

“Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem e todas as tribos verão vir o Filho do Homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.” (Mateus 24, 30).

“Por isso ficai também vós vigilantes, porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do Homem.” (Mateus 24, 44).

“… vereis em breve o Filho do Homem … vindo sobre as nuvens do céu.” (Mateus 26, 64).

“Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá…” (Apocalipse 01, 07).

“Bem aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, o acusarem de todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que vieram antes de vós.” (Mateus 05, 11 e 12).

“Não seles as palavras da profecia, porque próximo está o tempo. Quem é injusto, faça ainda injustiça; quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça e quem é santo santifique-se ainda. Eis que cedo eu venho e está comigo a minha recompensa para retribuir a cada um segundo as suas obras.” (Apocalipse 22, 10 a 12).

“Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão.” (Mateus 24, 35 e Lucas 21, 33).
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Colaboração: Professor Nelson Vilhena Granado – São Paulo-SP – Brasil
phisiom@uol.com.br
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52 Apocalipse VI

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Obras Espíritas que abordam o Apocalipse

■ A Agonia das Religiões • José Herculano Pires
■ A Caminho da Luz • Francisco Cândido Xavier
■ A Reencarnação Na Bíblia • Herminio C.miranda
■ Apocalipse • Cairbar Schutel
■ Ciência e Espiritismo • Antonio J.freire
■ Do Calvário ao Apocalipse • Frederico Pereira Junior
■ Dramas da Obsessão • Yvonne A. pereira
■ História da Formação do Novo Testamento • Pinheiro Martins
■ Ide e Pregai • Newton Boecha
■ Jesus O Verbo do Pai • J.manahen e Roque Jacinto
■ Memórias de Um Suicida • Yvonne A.pereira
■ No Limiar do Infinito • Divaldo Pereira Franco
■ O Cristianismo do Cristo e dos Seus Vigários • Padre Alta
■ O Fim do Mundo • Camille Flammarion
■ Redescoberta do Cristianismo • Natalino D’olivo
■ Saúde e Espiritismo • Associação Médico Espírita do Brasil
■ Síntese de O Novo Testamento • Minimus
■ Uma Análise Crítica da Bíblia • C. G. S. Shalders
■ Uma Grande Vida • Leopoldo Machado
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Fonte:
http://www.vademecumespirita.com.br/
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Nota do Leal:
Allan Kardec, no Pentateuco Espírita, não abordou o assunto Apocalipse.
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52 Sétima Trombeta

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A Sétima Trombeta

Livro:
A sétima Trombeta do Apocalipse: a volta de Jesus
Autor: Jan Val Ellam

Aya Fa Yel (o anjo Rafael, assessor cósmico de Jesus), Gamaliel (um dos membros do Sinédrio de Jerusalém ao tempo de João, o Evangelista) e Jan Val Ellam traçam, sob a ótica atual, um panorama inédito acerca do Apocalipse de João. Assuntos abordados:

• Painel sobre a origem e o porquê do livro Apocalipse;
• Os fatores que impulsionaram Jesus a nascer na Terra;
• Aspectos culturais e psicológicos do apóstolo João;
• O segundo advento do Cristo;
• O significado do Juízo Final e da atual transição planetária;
• Como deverá ser o primeiro contato oficial entre os terráqueos e os seres cósmicos;
• Aspectos da vida cósmica;
• Pontos para reflexão sobre o futuro social da humanidade em nosso planeta.

Revelações que podem despertar nossas consciências para o verdadeiro cenário dos atuais acontecimentos, bem como nosso papel frente à necessária formação da cidadania planetária.
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Fonte:
http://atlanbr.com.br/
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52 A Felicidade

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CONVITE À FELICIDADE

Desnecessária a fortuna a fim de fruí-la.

Secundária a juventude de modo a gozá-la.

Dispensável o poder para experimentá-la.

A felicidade independe dos valores externos, sempre transitórios, sem maior significação além daquela que se lhe atribuem.

Quando na velhice, o homem repassa as evocações, os sucessos e lamenta a juventude vencida.

Na enfermidade, considera os tesouros da saúde e sofre-lhe a ausência.

Diante da constrição da pobreza lembra as dádivas das moedas e experimenta amargura por não as possuir.

Sob condições de dependência, padece não ser forte no mundo dos negócios ou da política, deixando afligir-se desnecessariamente.

Acicatado por problemas morais, angustia-se ao verificar o júbilo alheio daqueles que transitam guindados a situações de destaque ou exibindo sorrisos de tranqüilidade…

Isso por ignorar o testemunho de aflição que cada um deve doar no panorama da evolução inadiável, de que ninguém pode se eximir.

Felicidade é construção demorada, que se realiza interiormente a tributo de laboriosa ação sacrificial.

Sem características externas, a seu turno, quando invade o ser, exterioriza-se qual luz brilhante aprisionada em redoma de delicado cristal…
Mesmo quando o homem consegue adicionar a juventude, o poder, a fortuna e a saúde aparente, a felicidade não está implicitamente com ele.

Por essa razão, lecionou Jesus que o Seu Reino não é deste mundo, como a corroborar que a felicidade não pode ser encontrada na Terra, por ser ainda o Orbe o domicílio expiatório e de provações onde todos forjamos a felicidade real, que virá só futuramente.

Realiza o teu quinhão de dever com devotamento e faze sempre o melhor a fim de que o aplauso da consciência tranqüila te conduza ao pórtico da felicidade real.

Não te exasperes face à desdita aparente. Nem te apegues ao júbilo momentâneo também ilusório.

De tudo e todos os estados retira o proveito da aprendizagem e, assim fazendo, a pouco e pouco perceberás que a felicidade é conseqüência da auto-iluminação libertadora, como decorrência do amor exercido em plenitude fraternal.

Texto extraído do livro “Convites da Vida”
Médium: Divaldo Franco
Espírito: Joanna de Angelis
Editora: LEAL
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Fonte:
http://www.livrarianossolar.com.br/index-artigo.htm
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52 Apocalipse IV

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Apocalipse de João

(Macro tópicos do Apocalipse de João)
Apocalipse(1)

 Introdução
 Saudação e Doxologia(2)
 Alguém Semelhante a um Filho de Homem
 Carta à Igreja de Éfeso
 Carta à Igreja de Esmirna
 Carta à Igreja de Pérgamo
 Carta à Igreja de Tiatira
 Carta à Igreja de Sardes
 Carta à Igreja de Filadélfia
 Carta à Igreja de Laodicéia
 O Trono no Céu
 O Livro e o Cordeiro
 Os Selos
 Cento e Quarenta e Quatro Mil Selados
 A Grande Multidão com Vestes Brancas
 O Sétimo Selo e o Incensário de Ouro
 As Trombetas
 O Anjo e o Livro
 As Duas Testemunhas
 A Sétima Trombeta
 A Mulher e o Dragão
 A Besta que Saiu do Mar
 A Besta que Saiu da Terra
 O Cordeiro e os Cento e Quarenta e Quatro mil Selados
 Os Três Anjos
 A Colheita da Terra
 Os Sete Anjos e as Sete Pragas
 As Sete Taças da Ira de Deus
 A Mulher Montada na Besta
 Mistério: Babilônia, a Grande; a Mãe das Prostitutas e das Práticas Repugnantes da Terra
 A Queda da Babilônia
 Aleluia!
 Os Mil Anos
 A Destruição de Satanás
 Os Mortos São Julgados
 A Nova Jerusalém
 O Rio da Vida
 Jesus Vem em Breve
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Fonte:
Bíblia Sagrada
Nova Versão Internacional
Editora Vida – http://www.editoravida.com.br
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(1) Verbete apocalipse – dicionário Houaiss:
{verbete}
Datação: sXIV cf. IVPM
Acepções
■ substantivo masculino
Rubrica: religião.
qualquer dos antigos escritos judaicos ou cristãos (esp. o último livro canônico do Novo Testamento, atribuído a são João) que contém revelações, em particular sobre o fim do mundo, e apresentadas, quase sempre, sob a forma de visões.
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(2) Verbete doxologia – dicionário Houaiss:
{verbete}
Datação: 1836 cf. SC
Acepções
■ substantivo feminino
a) Rubrica: filosofia.
segundo Leibniz (1646-1716), compreensão meramente superficial da realidade, já que se restringe a uma reprodução irreflexiva de sua aparência [Pratica-se a doxologia, p.ex., quando se diz que o Sol nasce ou se põe, a despeito da teoria de Copérnico.]
Obs.: cf. doxa
b) Rubrica: liturgia católica.
fórmula litúrgica de arremate nas grandes orações católicas (hinos, preces, versículos etc.) em que se glorifica a grandeza e majestade divinas
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