52 Vamos Rir!!!

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Vamos Rir!!!

1 -Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigênio

2 -O nervo óptico transmite idéias luminosas ao cérebro

3 -O vento é uma imensa quantidade de ar

4 -Terremoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas

5 -Os egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor

6 -O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro de água

7 -A principal função da raiz é enterrar-se

8 -O Sol dá-nos luz, calor e turistas

9 -As aves têm na boca um dente chamado bico

10 -A unidade de força é o Newton, que significa a força que se tem de realizar num metro da unidade de tempo, no sentido contrário

11 -A febre-amarela foi trazida da China por Marco Pólo

12 -Os ruminantes distinguem-se dos outros animais, porque o que comem, comem duas vezes

13 -Quando um animal irracional não tem água para beber, só sobrevive se for empalhado

14 -As múmias tinham um profundo conhecimento de anatomia

15 -Na Grécia a democracia funcionava muito bem porque os que não estavam de acordo envenenavam-se

16 -As plantas distinguem-se dos animais por só respirarem à noite

17 – Antes de ser criada a justiça o mundo era injusto
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Fonte: http://matutan0.blogspot.com/
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52 Cavalo Alado

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Seu Cavalo Pode Voar…

Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte.

O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, em permiti-lo ensinar o cavalo real a voar. Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença seria cumprida.

“Por que adiar o inevitável?” perguntou-lhe um amigo.
“Não é inevitável,” ele respondeu, “as chances são quatro a um a meu favor”.

Dentro de um ano:

1. O rei pode perder o trono.
2. O Cavalo pode fugir.
3. Eu posso Fugir.
4. Eu posso ensinar o cavalo a voar.

Freqüentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor. Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. O primeiro impulso nos convida a desistir.

Há alguns séculos, costumava-se dizer que o homem jamais poderia voar.
“Se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado asas.”
Porém, hoje, em poucas horas o homem atravessa um oceano e vai para outro continente”!

Assim como os súditos de nossa estória, muitos aprenderam a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita coragem e determinação, o que parecia impossível logo será realidade.

Não esmoreça nunca.
Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!
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Colaboração: Mário Leal Filho – São Paulo-SP – Brasil
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52 Protestantismo

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Protestantismo

O Movimento de Reforma do Catolicismo Medieval europeu no século XVI desencadeou rupturas teológicas que favoreceram o surgimento do Protestantismo. Como muitos outros fenômenos religiosos, o Protestantismo primitivo nasceu plural. Assim, ao longo de seus primeiros três séculos de existência se desdobrou em instituições e movimentos. Destaca-se no campo institucional eclesiástico as Igrejas luterana, calvinista, anglicana e metodista; nos espaços de movimentos, por sua vez, realçamos anabatistas, pietistas e puritanos. Igrejas e movimentos que surgem em escala ascendente depois do movimento metodista, na Inglaterra dos primórdios da revolução industrial por volta das primeiras décadas do século XVIII, são desdobramentos de ênfases dos primeiros três séculos de Protestantismo europeu e, de certa forma, norte-americano.

Destituído de uma centralização institucional eclesiástica, como o cristianismo católico apostólico romano, o Protestantismo tem em seu centro um conflito de interpretação da Bíblia, que o diversifica fazendo-o crescer e expandir pela dinâmica da fissiparidade. Logo, frente à multiplicidade de instituições eclesiásticas e movimentos, sempre deveríamos declinar o termo no plural: Protestantismos.
Oriundos da Europa e da América do Norte, os protestantismos no Brasil reproduzem em parte o dinamismo destes contextos estrangeiros, assumindo novas características ao se inculturarem numa realidade que não conheceu e vivenciou a Reforma religiosa do século XVI, o Iluminismo e a Revolução Burguesa.

As tentativas de classificação das instituições, movimentos e pára-eclesiásticas abarcados pelo termo Protestantismo têm pouco alcance. Se tomarmos como critério de classificação as formas de Governo, teremos um determinado mapa, já que há estruturas congregacionais, episcopais e outras que são sínteses destas. O critério decorrente das implicações sócio-políticas das mensagens protestantes pouco elucidam. Dentro de uma mesma instituição eclesiástica há movimentos conservadores, democráticos e libertários. A busca de um critério teológico unificador se esvai numa profusão de cristologias, pneumatologias e eclesiologias. A marca principal do que denominamos Protestantismo centra-se no pluralismo teológico. Classificá-lo através de sua oposição ao catolicismo tampouco contempla os avanços do ecumenismo, embora poder-se-ía afirmar que os protestantismos no Brasil estão carregados, em grande parte, de tonalidades anti-católicas e anti-ecumênicas. De qualquer forma, a definição pela oposição não dá conta da diversidade interna afim, contraditória e transversal.

No Instituto Ecumênico de Pós-Graduação (IEPG) da Escola Superior de Teologia (EST), os protestantismos são sujeitos/objetos de estudo e pesquisa de todas as áreas teológicas, em especial da História da Igreja, Teologia Sistemática e Ciências das Religiões. A partir desta última, dois Projetos de Pesquisa foram desenvolvidos na linha de Pesquisa Práxis Teológica no Contexto Pluralista Sócio-Religioso. Um deles se dedica à pesquisa e ao estudo do Pentecostalismo e Neopentecostalismo no Brasil, em especial, visando subsidiar a reflexão teológica num horizonte interdisciplinar. Protestantismo no contexto do Pluralismo Religioso desenvolve estudos e pesquisa com o objetivo de caracterizar a diversidade de tendências afins, contraditórias e transversais do Protestantismo, a partir de sua inserção numa sociedade pluralista religiosa e de classes, globalizada e excludente. O conhecimento produzido subsidia a reflexão teológica numa perspectiva intercultural.

Protestantismo em Revista é um órgão do Núcleo de Estudos e Pesquisas do Protestantismo (NEPP), que visa divulgar pesquisas do corpo discente e docente da EST, tanto do bacharelado quanto da pós-graduação. Além disso, ela também quer ser um canal de socialização de pesquisas de outras pessoas e instituições afins. Protestantismo em Revista está sob a coordenação do Prof. Dr. Oneide Bobsin, titular da Cadeira de Ciências das Religiões da EST.
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Fonte: http://www.est.com.br/nepp/
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52 Catolicismo

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Catolicismo

Vertente do Cristianismo mais disseminada no mundo, o Catolicismo é a religião que tem maior número de adeptos no Brasil. Baseia-se na crença de que Jesus foi o Messias, enviado à Terra para redimir a Humanidade e restabelecer nosso laço de união com Deus (daí o Novo Testamento, ou Nova Aliança).

Um dos mais importantes preceitos católicos é o conceito de Trindade, ou seja, do Deus Pai, do Deus Filho (Jesus Cristo) e do Espírito Santo. Estes três seres seriam ao mesmo tempo Um e Três.

Na verdade, existem os chamados Mistérios Principais da Fé, os quais constituem os dois mais importantes pilares do Catolicismo. Eles são:

• A Unidade e a Trindade de Deus.
• A Encarnação, a Paixão e a Morte de Jesus.

O termo “católico” significa universal, e a primeira vez em que foi usado para qualificar a Igreja foi no ano 105 d.C., numa carta de Santo Inácio, então bispo de Antioquia.

No século 2 da Era Cristã, o termo voltou a ser usado em inúmeros documentos, traduzindo a idéia de que a fé cristã já se achava disseminada por todo o planeta. No século 4 d.C., Santo Agostinho usou a designação “católica” para diferenciar a doutrina “verdadeira” das outras seitas de fundamentação cristã que começavam a surgir.

Mas foi somente no século 16, mais precisamente após o Concílio de Trento (1571), que a expressão “Igreja Católica” passou a designar exclusivamente a Igreja que tem seu centro no Vaticano. Cabe esclarecer que o Concílio de Trento aconteceu como reação à Reforma Protestante, incitada pelo sacerdote alemão Martin Lutero.

Em linhas gerais, podemos afirmar que o Catolicismo é uma doutrina intrinsecamente ligada ao Judaísmo. Seu livro sagrado é a Bíblia, dividida em Velho e Novo Testamento. Do Velho Testamento, que corresponde ao período anterior ao nascimento de Jesus, o Catolicismo aproveita não somente o Pentateuco (livros atribuídos a Moisés), mas também agrega os chamados livros “deuterocanônicos”: Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, Macabeus e alguns capítulos de Daniel e Ester. Esses livros não são reconhecidos pelas religiões protestantes.

O Catolicismo ensina que o fiel deve obedecer aos Sete Sacramentos, que são:

Batismo: O indivíduo é aceito como membro da Igreja, e portanto, da família de Deus.

Crisma: Confirmação do Batismo.

Eucaristia (ou comunhão): Ocasião em que o fiel recebe a hóstia consagrada, símbolo do corpo de Cristo.

Arrependimento ou Confissão: Ato em que o fiel confessa e reconhece seus pecados, obtendo o perdão divino mediante a devida penitência.

Ordens Sacras: Consagração do fiel como sacerdote, se ele assim o desejar, e após ter recebido a preparação adequada.

Matrimônio: Casamento.

Extrema-unção: Sacramento ministrado aos enfermos e pessoas em estado terminal, com o intuito de redimi-las dos seus pecados e facilitar o ingresso de suas almas no Paraíso.

O Culto a Maria e aos santos

Além do culto a Jesus, o Catolicismo enfatiza o culto à Virgem Maria (mãe de Jesus Cristo) e a diversos santos. Este, aliás, foi um dos pontos de divergência mais sérios entre a Igreja Católica e outras correntes cristãs. Para os evangélicos, por exemplo, a crença no poder da Virgem e dos santos enquanto intermediadores entre Deus e os homens constitui uma verdadeira heresia. No entanto, os teólogos católicos diferenciam muito bem a adoração e a veneração: eles explicam que, na liturgia católica, somente Deus é adorado, na pessoa de Jesus, seu filho unigênito. O respeito prestado à Virgem Maria e aos santos (estes últimos, pessoas que em vida tiveram uma conduta cristã impecável e exemplar) não constitui um rito de adoração.

Vale ressaltar que o processo de canonização – que consagra uma pessoa como “santa” – é minucioso, estende-se ao longo de vários anos e baseia-se numa série de relatos, pesquisas e provas testemunhais.

Céu e o Inferno

A recompensa máxima esperada pelo fiel católico é a salvação de sua alma, que após a morte adentrará o Paraíso e lá gozará de descanso eterno, junto de Deus Pai, dos santos e de Jesus Cristo.

No caso de um cristão morrer com algumas “contas em aberto” com o plano celestial, ele terá de fazer acertos – que talvez incluam uma passagem pelo Purgatório, espécie de reino intermediário onde a alma será submetida a uma série de suplícios e penitências, a fim de se purificar. A intensidade dos castigos e o período de permanência nesse estágio vai depender do tipo de vida que a pessoa levou na Terra.

Mas o grande castigo mesmo é a condenação da alma à perdição eterna, que acontece no Inferno. É para lá que, de acordo com os preceitos católicos, são conduzidos os pecadores renitentes. Um suplício e tanto, que jamais se acaba e inclui o convívio com Satanás, o senhor das trevas e personificação de todo o Mal.

Mas quais são, afinal, os pecados?Pecar é não obedecer aos 10 Mandamentos de Moisés, incorrer num dos Sete Pecados Capitais, desrespeitar os 5 Mandamentos da Igreja ou ignorar os Mandamentos da Caridade.

Os 10 Mandamentos da Lei de Deus são:

1. Amar a Deus sobre todas as coisas.
2. Não tomar Seu santo nome em vão.
3. Guardar domingos e festas.
4. Honrar pai e mãe.
5. Não matar.
6. Não pecar contra a castidade.
7. Não furtar.
8. Não levantar falso testemunho.
9. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.

Os Sete Pecados Capitais são:

1. Gula
2. Vaidade
3. Luxúria
4. Avareza
5. Preguiça
6. Cobiça
7. Ira

Os Mandamentos da Igreja são:

1. Participar da Missa nos domingos e festas de guarda.
2. Confessar-se ao menos uma vez ao ano.
3. Comungar ao menos pela Páscoa da Ressurreição.
4. Santificar as festas de preceito.
5. Jejuar e abster-se de carne conforme manda a Santa Madre Igreja.

E os Mandamentos da Caridade são:

1. Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.
2. Amarás a teu próximo como a ti mesmo.
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Fonte: http://www.casadobruxo.com.br/religa/catolicismo.htm
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52 Islamismo

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História do Islamismo

Introdução
A religião muçulmana tem crescido nos últimos anos (atualmente é a segunda maior do mundo) e está presente em todos os continentes. Porém, a maior parte de seguidores do islamismo encontra-se nos países árabes do Oriente Médio e do norte da África. A religião muçulmana é monoteísta, ou seja, tem apenas um Deus : Alá.
Criada pelo profeta Maomé, a doutrina muçulmana encontra-se no livro sagrado, o Alcorão ou Corão. Foi fundada na região da atual Arábia Saudita.

Vida do profeta Maomé
Muhammad ( Maomé) nasceu na cidade de Meca no ano de 570. Filho de uma família de comerciantes, passou parte da juventude viajando com os pais e conhecendo diferentes culturas e religiões. Aos 40 anos de idade, de acordo com a tradição, recebeu a visita do anjo Gabriel que lhe transmitiu a existência de um único Deus. A partir deste momento, começa sua fase de pregação da doutrina monoteísta, porém encontra grande resistência e oposição. As tribos árabes seguiam até então uma religião politeísta, com a existência de vários deuses tribais.
Maomé começou a ser perseguido e teve que emigrar para a cidade de Medina no ano de 622. Este acontecimento é conhecido como Hégira e marca o início do calendário muçulmano.
Em Medina, Maomé é bem acolhido e reconhecido como líder religioso. Consegue unificar e estabelecer a paz entre as tribos árabes e implanta a religião monoteísta. Ao retornar para Meca, consegue implantar a religião muçulmana que passa a ser aceita e começa a se expandir pela península Arábica.
Reconhecido como líder religioso e profeta, faleceu no ano de 632. Porém, a religião continuou crescendo após sua morte.

Livros Sagrados e doutrinas religiosas
O Alcorão ou Corão é um livro sagrado que reúne as revelações que o profeta Maomé recebeu do anjo Gabriel. Este livro é dividido em 114 capítulos (suras). Entre tantos ensinamentos contidos, destacam-se : onipotência de Deus (Alá), importância de praticar a bondade, generosidade e justiça no relacionamento social. O Alcorão também registra tradições religiosas, passagens do Antigo Testamento judaico e cristão.
Os muçulmanos acreditam na vida após a morte e no Juízo Final, com a ressurreição de todos os mortos.
A outra fonte religiosa dos muçulmanos é a Suna que reúne os dizeres e feitos do profeta Maomé.

Preceitos religiosos
A Sharia define as práticas de vida dos muçulmanos, com relação ao comportamento, atitudes e alimentação. De acordo com a Sharia, todo muçulmano deve : crer em Alá como seu único Deus; fazer cinco orações diárias curvado em direção a Meca; pagar o zakat (contribuição para ajudar os pobres); fazer jejum no mês de Ramadã e peregrinar para Meca pelo menos uma vez na vida.
Faz parte ainda a jidah que é a Guerra Santa, cujo objetivo é reformar o mundo e difundir os princípios do islã. A jidah, porém, não é aceita por todos os muçulmanos.

Locais sagrados
Para os muçulmanos, existem três locais sagrados : A cidade de Meca, onde fica a pedra negra, também conhecida como Caaba. A cidade de Medina, local onde Maomé construiu a primeira Mesquita (templo religioso dos muçulmanos). A cidade de Jerusalém, cidade onde o profeta subiu ao céu e foi ao paraíso para encontrar com Moises e Jesus.

Divisões do Islamismo
Os seguidores da religião muçulmana se dividem em dois grupos principais : sunitas e xiitas. Aproximadamente 85% dos muçulmanos do mundo fazem parte do grupo sunita. De acordo com os sunitas, a autoridade espiritual pertence a toda comunidade. Os xiitas também possuem sua própria interpretação da Sharia.
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Fonte: http://www.suapesquisa.com/islamismo/
Consulte também: http://www.islam.com.br/islam/islam.htm
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52 Judaísmo

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JUDAÍSMO

Única religião essencialmente monoteísta (na teoria e na prática), refere-se ao povo hebreu, formado a partir da volta do exílio babilônico (538 antes de Cristo), e no qual se formou o Cristianismo.

Os hebreus (significa aqueles que vieram do outro lado do rio – no caso Jordão) foi um povo semita da antiguidade – do qual descendem os atuais judeus que ficaram no Egito aproximadamente 400 ou 250 anos.

Entretanto, os israelitas que viviam no Egito ainda não eram chamados de Judeus e sim de Hebreus.

A palavra judaísmo está relacionada ao mesmo tempo com uma região geográfica (a Judéia), um agrupamento humano (os judeus) e uma religião (o judaísmo).

Essa série de referências revela a originalidade de uma religião que se caracteriza pelo pacto da aliança entre um deus – Javé, e um povo – Israel, compondo uma unidade étnico-religiosa, ou mais precisamente, uma nação religiosa.

A religião tem várias correntes, como a liberal e a conservadora. O judaísmo tradicional é o ortodoxo. Acreditam na ressurreição. Uma criança tem que nascer de uma mãe judia para ser um judeu. É necessário se ter 10 homens para se fazer uma oração. O número 7 é associado a perfeição, ao completo…

Desde a época de Abraão, designou-se que Deus é único, onipotente e responsável pela criação do Universo. Não existe “antes” ou “depois” de Cristo, mas sim o tempo de existência da humanidade.

Os três homens mais importantes, chamados de Patriarcas, são Abraão (Abraham), seu filho Isac (Isaac) e seu neto Jacó (Jacob), todos mostrados nos selos acima, emitidos em 23/09/1997.

O selo do meio mostra “O Sacrifício de Isac”… A Bíblia conta que o Altíssimo quis provar a fé de Abraão… Então lhe disse:

— “Toma Isaac, teu filho único, a quem amas, e vai ao território de Mória, e aí oferece-o em holocausto sobre um dos montes que eu te mostrar” (Id. 22, 2).

Abraão não hesitou um instante. Chamou Isaac, pôs-lhe aos ombros um feixe de lenha e, portando uma adaga, dirigiram-se para o local indicado por Deus.

Isaac, entretanto, não vendo a vítima, no alto do monte, preparada a lenha para a fogueira, Abraão pediu a Isaac que se deitasse sobre ela.

O adolescente nada replicou, obedecendo fielmente a seu pai. Este, levantando o braço, ia desferir com a adaga o golpe sobre a vítima, quando um anjo do Senhor o chamou pelo nome e disse-lhe da parte do Altíssimo:

— “Não estendas a tua mão sobre o menino, e não lhe faças mal algum; agora conheci que temes a Deus e não perdoaste teu filho único por amor de mim” (Id. ib., 12).

E vendo Abraão perto um carneiro preso a um arbusto pelos chifres, pegou-o e ofereceu-o em holocausto ao Senhor.

Esse ato heróico de fidelidade ao Primeiro Mandamento – Amar a Deus sobre todas as coisas – mereceu a Abraão que Deus renovasse com ele sua aliança…
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Fonte: http://www.sergiosakall.com.br/tudo/religiao_judaismo.html
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