52 Fobias

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Fobias:

Acrofobia (temor de altura)
Agorafobia (temor a espaços abertos)
Aracnofobia (temor de aranhas)
Brontofobia (temor de trovões)
Claustro-fobia (temor de espaços fechados)
Dromofobia (temor de atravessar as ruas)
Número-fobia (temor dos números)
Ofidio-fobia (temor às serpentes)
Piro-fobia (temor ao fogo)
Tanatofobia (temor à morte)
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Quais são as outras?
Do que você tem fobia?
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54 Infância

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Infância

A releitura da infância segundo a Reencarnação

20/08/2006: por Mauro Kwitko – maurokwitko@yahoo.com.br

A Psicologia tradicional procura a causa de tudo na infância de seus pacientes; nós procuramos entendê-la sob a ótica reencarnacionista. Para a visão oficial, ela é o início da vida; para nós, é a continuação. Sendo uma continuação, ela tem uma estrutura organizada pelo Universo, segundo Leis. Nós devemos entender e conversar com nossos pacientes sobre isso. O dia de amanhã é aleatório ou é a continuação de hoje? O ano que vem não é a continuação desse ano? A nossa próxima encarnação é a continuação dessa. Se alguém não gostou de sua infância, por que a precisou? Por que a mereceu?

Muitos pacientes referem que sua infância foi muito dura, que passaram por dificuldades, quer seja de ordem afetiva, quer seja de ordem financeira, problemas com um dos pais, ou com ambos, ou com outras pessoas. Muitos permanecem com esses traumas pelo resto de sua encarnação, influenciando gravemente seu comportamento. A maioria dos doentes de doenças crônicas como asma, reumatismo, problemas cardíacos, digestivos, renais, etc., criam essas doenças em si por sofrerem por essas questões da infância, e encontramos neles, por trás dos sintomas físicos, questões emocionais como mágoa, ressentimento, medos, raiva, tristeza e insegurança.

Enquanto isso, a Medicina do corpo físico fica tratando apenas os órgãos, as partes, e buscando os seus vilões: as bactérias e os vírus.

Os doentes acreditam que seus sintomas emocionais têm sua origem lá no início dessa atual trajetória terrena. Mas a experiência das regressões mostra que se esses sentimentos e essas tendências são intensas, já nasceram com eles e foram afloradas, não geradas, na infância pelas situações “injustas”.

Sabemos que a mágoa, a raiva, o medo, a insegurança, etc. são os fatores causais mais freqüentes das doenças crônicas, então como resolver isso?

Aí é que entra a Psicoterapia Reencarnacionista para ajudar no esclarecimento do paciente de suas questões kármicas e reencarnatórias. Devemos ajudar nosso paciente a fazer uma releitura de sua infância, a entender as Leis que estruturam uma infância, a Lei do Retorno, a Lei do Merecimento, a Lei da Necessidade.

Devemos lembrar ao nosso paciente que não nascemos puros e imaculados, que trazemos sentimentos e características inferiores para tentar aqui melhorar, ou eliminar. Devemos mostrar-lhe que não deve continuar acreditando que toda aquela sua mágoa, aquela sua raiva, iniciaram na infância, como se ele tivesse nascido perfeito, que não trouxesse esses sentimentos consigo ao nascer.

A Psicologia oficial criou uma concepção (não-reencarnacionista) de que todo nosso conteúdo surgiu na infância e fazer os pacientes libertarem-se dessa inverdade não é uma tarefa fácil. É como o mito da pureza da criança, mas que pureza? Nós não temos essa pureza, apenas as nossas imperfeições e inferioridades ainda estão latentes, aguardando os gatilhos para se manifestarem.

O grande erro é esquecermos de quem na realidade somos e cairmos na vitimação, no sentimento de “coitadinho de mim”, de injustiçado, a grande causa das doenças emocionais e mentais e suas posteriores repercussões físicas.

Nós temos a infância que precisamos e essa é uma das tarefas do psicoterapeuta reencarnacionista: mostrar ao seu paciente como ler sua infância sob a ótica da reencarnação. Nela, há a continuação da vida anterior onde manifestamos o que Deus quer que vivenciemos aqui na Terra, dessa vez.

A infância é o primeiro palco onde conhecemos os gatilhos. É nessa época que eles começam a disparar e nós viemos da Luz para vivenciarmos estas experiências necessárias a fim de reconhecer o que temos de melhorar em nós.
A maior parte dos doentes tropeçam nos gatilhos, pois lêem sua infância como um início e, freqüentemente, não se conformam com ela, não a aceitam… Mas não se perguntam: Por quê? Por que vim filho desse pai? Por que Deus me enviou para essa mãe? Por que nasci numa família rica? Por que nasci numa família pobre? Por que sou bonito? Por que sou feio? Por que sou alto? Por que sou baixinho? Por que sou branco? Por que sou negro?

A pergunta “Por quê?” nos ajuda a entender um pouco da nossa infância e dos nossos pacientes. O merecimento é uma das chaves dessa compreensão. A necessidade é outra. E o retorno, a terceira chave.

Essa novíssima terapia é a Terapia da Reforma Íntima e para que ela exista é de fundamental importância que nós, reencarnacionistas, enxerguemos nossa infância dessa maneira.

Aproveite e faça uma releitura das situações que a vida vem lhe apresentando (os gatilhos), sua maneira habitual de reagir aos fatos.

Aflorou a raiva? Veio curar a raiva. Aflorou a mágoa? Veio curar a mágoa. Aflorou o medo? Veio curar o medo. Aflorou a vaidade? Veio curar a vaidade. E assim por diante.

Está achando muito simplista esse raciocínio? Quem lhe disse que a Reencarnação é algo complicado? As verdades são simples, nós é que somos complicados…
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Colaboração: Luciano de Almeida Peruci – São Paulo-SP – Brasil
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54 Livros 07

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Numerologia

Sugestão de leitura:

Aparecida Liberato & Beto Junqueira – Vivendo Melhor Através da Numerologia
Aparecida Liberato & Beto Junqueyra – Números e Aromas do Amor
Aparecida Liberato & Beto Junqueyra – O Poder que vem do seu Nome
Christine DeLorey – Ciclos da Vida
Dan Millman – Um Novo Sistema de Numerologia
Eliane de Araujoh – Apostila de Numerologia
Ellin Dodge / Carol Ann Schuler, – Manual de Numerologia
Ellin Dodge – Numerologia
Faith Javane e Dusty Bunker – A Numerologia e o Triângulo DivinoS
Harish Johari – Numerologia Segundo o Tantra, o Ayurveda e a Astrologia
Helyn Hichcock – A Magia dos Números ao Seu Alcance
Johann Heyss – Iniciação à Numerologia
Johann Heyss – O que é Numerologia
Monique Cissay – Numerologia – A Importância do Nome no seu Destino
Nei Naiff – Tarô, Carma e Numerologia
Paulo Cesar Razec – Guia de Numerologia
Rosabis Camaysar – Numerologia
Sandra Kovacs Stein – Numerologia Instantânea
Sonia Ducie – Numerologia Para o Amor e os Relacionamentos
Sonia Ducie – Numerologia Prática
Vverah Lemos – O Livro das Soluções
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Você é numerólogo(a)?
Você teve alguma experiência com numerologia?
Você teria uma história para contar sobre numerologia?
Você pode opinar?

Muito obrigado.
Fraternalmente,
Leal – ep-leal@uol.com.br
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52 Dia do Professor e Professora

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Dia do Professor, Professora

Quando pensamos no esforço daquele indivíduo, lá no meio da Floresta Amazônica, nos mais distantes rincões da África, tantos outros lugares que dificilmente são citados e ou surgem nos noticiários… ensinando!!!

Alunos sentados no chão, eventualmente em bancos toscos de madeira… recebendo o pão do amor: o conhecimento.
Esta hóstia é amorosamente distribuída por aquele indivíduo que ama seus alunos e sua arte.

Reflexões sobre o Professor(a):

Formação:
Que tal se para exercer, houvesse um “curriculum especial”, pois, o educador(a) estará preparando as pessoas que administrarão o futuro?

Sacerdócio:
Que tal se no processo de seleção, desde o vestibular (especial para a finalidade) e também ao longo do curso fosse observada a vontade inabalável do candidato a professor(a) de Servir ao Próximo, caracterizada pelo amor aos alunos e mestres?

Salário:
Que tal se o mais alto salário do país fosse o do professor(a)?
Esta seria uma definição da Carta Magna do Brasil.

Professores, Professoras, recebam a Homenagem de todos nós seus alunos, indistintamente.

Fraternalmente,
Leal – ep-leal@uol.com.br
Aprendiz em todas as instâncias da Vida.
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52 Muito Obrigado!

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100 Cidades Visitantes

Muito Obrigado!
Cada visita é um estímulo à continuação do Blog.
Abaixo a relação parcial, mostrando a Quantidade e a Cidade.
Todas que compareceram 10 ou mais vezes.
Total de visitas: 991
Total de páginas lidas: 2.226
Medição iniciada em 24ago2006.

Colabore: envie suas sugestões e textos.
Muito Obrigado!
Fraternalmente,
Leal – ep-leal@uol.com.br
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010 Osasco
010 Taubaté
011 Porto Alegre
012 Recife
013 Belo Horizonte
018 Curitiba
033 Brasília
054 Rio de Janeiro
423 São Paulo
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52 Nossa Senhora Aparecida

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Nossa Senhora Aparecida

Tradição explica origem do culto à Padroeira do Brasil

Cristina Von
(Cristina Von é escritora e pesquisadora.)
Especial para a Página3 Pedagogia & Comunicação

Data do início do século 18 o episódio que deu início ao culto de Nossa Senhora Aparecida. Em outubro de 1717, os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves ficaram encarregados de garantir o almoço do governador de São Paulo e Minas Gerais, dom Pedro Miguel de Almeida Portugal, Conde de Assumar, e de sua comitiva, que visitavam a Vila de Guaratinguetá, no vale do Paraíba, a caminho de Vila Rica, atual Ouro Preto.

Após várias horas no rio Paraíba, os pescadores ainda não tinham conseguido pegar nenhum peixe, quando retiraram das águas o corpo da uma imagem de uma santa, sem cabeça. Em seguida, lançada a rede novamente, encontraram a cabeça da imagem. A partir daí, a pescaria foi tão boa que eles encheram suas canoas e cumpriram a sua obrigação com o ilustre visitante.

Os pescadores notaram que se tratava de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, feita de terracota e escurecida pelas águas do rio, medindo 40 cm de altura. A ela atribuíram o milagre da pesca farta.

O início da devoção

Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia as pessoas para as orações e a reza do terço. A devoção à imagem foi crescendo e muitas graças foram alcançadas pelos fiéis que a visitavam. Mais tarde, a família construiu um oratório para a santa, até que – por volta de 1734 – o vigário de Guaratinguetá resolveu erguer uma capela para a imagem de aparecida, no alto do Morro dos Coqueiros.

A capela foi aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Conta-se que, nessa ocasião, um cavaleiro que passava por ali debochou dos fiéis que rezavam e resolveu invadir a capela a cavalo. Porém, a pata da montaria ficou presa num degrau e ele não só não conseguiu profanar o santuário, como tornou-se devoto de Nossa Senhora.

A essa altura, a imagem já era chamada de Aparecida e deu origem à cidade de mesmo nome, que se separou da cidade de Guaratinguetá. Em 1834 teve inicio a construção da chamada Basílica Velha, pois a capela já não dava vazão ao número de visitantes.

O manto e a coroa

Em 8 de setembro de 1904, foi realizada a coroação da imagem de Nossa Senhora Aparecida que passou a usar, oficialmente, uma coroa ofertada pela Princesa Isabel, em 1884, bem como o manto azul-marinho. Em 1908, o santuário recebeu o título de Basílica menor.

O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio 11 proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial. Com o numero cada vez maior de romeiros, em 11 de Novembro de 1955 teve início a construção de uma igreja maior, a atual Basílica Nova.

A Basílica Nova

O arquiteto Benedito Calixto de Jesus Neto (neto do célebre pintor religioso paulista) idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano e as comemorações do dia da Padroeira, que acontecem a 12 de outubro.

O templo foi consagrado pelo papa João Paulo 2o no dia 4 de julho de 1980. Quatro anos depois, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida, Santuário Nacional; o “maior Santuário Mariano do mundo”. Distante 160 Km da cidade de São Paulo, a cidade de Aparecida tornou-se conhecida como a “Capital Mariana da Fé”.
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Fonte: http://noticias.uol.com.br/licaodecasa/materias/fundamental/cultura/ult1687u1.jhtm
Nota do Leal: Até este ano de 2006 já foram utilizados mais de 25 milhões de tijolos na construção da Basílica de NossA Senhora Aparecida. A torre que se vê ao fundo, na foto, tem 100 metros de altura.
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